Sounds Of Midnight
11 Só para Atiçar minhas leitoras!
Notas iniciais
Desde já agradeço a vocês. E leiam os capitulos finais, okay?
Sem mais vamos ler?
Eu dormi o máximo que pude dentro do avião, quando nós pousamos Edward me guiou até um carro que estava parado ao lado de fora do avião particular. Eu sabia que Vermont era pequena da mais para ter seu próprio aeroporto...
Edward e eu entramos no carro, onde o motorista nos aguardava.
− Sr Cullen ? – eu ouvi o motorista chamar, ele nos seguia com os olhos pelo espelho retrovisor.
− Para a casa, Josh... – Edward murmurou claramente.
O motorista apenas assentiu e deu à partida, eu observei as pequenas casas, e grandes florestas que eram visíveis para mim. Eu tentei me concentrar em todos os detalhes daquele lugar incrível que passa tão rápido por mim...
Edward me distraiu pegando minha mão, e contornando o anel que havia no meu dedo.
− Talvez amanhã seja melhor para você ver tudo isto... – Ele sussurrou, olhando para baixo, segurando minha mão.
− Talvez... – eu sussurrei – Você sabia que eu sempre quis vir aqui? – eu perguntei, tentando fazer o ar tenso desaparecer.
Edward riu nervoso.
− Mas não é você que odeia a natureza? – ele perguntou, me olhando.
Eu mordi os lábios, e sorri.
− É essa sou eu... Mas Montperlier [ N/A: É a capital de Vermont, okay?] é diferente, é mágico aqui. Vermont é incrível, é tão diferente de Forks, lá chove todo o dia, e todo mundo sabe que chuva e florestas não combinam. E aqui não tem sol, é bom, é quente... – eu parei de falar ao ver sua expressão mudar.
− Eu achei que aqui seria mais fácil para nós... – ele sussurrou quase inaudível – Mesmo que já tendo tido uma relação com uma humana, foi diferente. Agora eu estou mais forte, sei que não vou machucar você. Como fiz com Victória, ou pelo menos acho que não vou machucar você... – ele olhou para fora do carro, seus olhos tão... Distantes.
Eu toquei seu rosto, e me aproximei mais dele.
− Ah, Edward eu sei que você não vai me machucar. E tudo vai ser diferente para nós... Eu sei que vai... – eu sussurrei.
Edward fitou-me seus olhos em um dourado escuro.
− Como você tem tanta certeza? – ela perguntou, angustiado.
− Por que eu amo você Edward. E isso é a prova. – eu terminei de falar, e Edward selou nossos lábios.
Nosso beijo estava calmo, até eu me animar e pedir passagem para minha língua, Edward cedeu, e fez o mesmo. Gemidos baixos saíram de nossas gargantas quando nossas línguas se tocaram, em uma dança calma e hipnótica dentro de nossas bocas.
Eu passei meus braços pelo pescoço de Edward puxando ele para mim, meus pulmões gritavam por ar, mas eu não queira ouvi-los.
Edward se afastou lentamente de mim, enquanto eu soltava um gemido de protesto.
Ele riu.
− Bella, lembre que estamos em um carro ainda, e o motorista esta no banco da frente... – ele disse rindo baixo.
−Okay ... – eu sussurrei, me afastando dele e fazendo biquinho, Edward virou o rosto olhando para a janela que ficava ao seu lado.
− Já estamos chegando... – ele disse.
Eu apenas assenti, e olhei para frente.
Um grande borrão estava a alguns metros de nós, provavelmente a casa que Edward havia falado...
Alguns minutos depois o motorista parou o carro e desceu, eu pude ver que ele ia em direção a uma sombra grande.
Ao ouvir o barulho de um motor sabia que era outro carro.
− Vamos Bella? – Edward perguntou.
Eu sai do carro com a ajuda de Edward, e o motorista que aguardava em umpequeno gramado veio até nós.
− Vai precisar de ajuda, Sr Cullen? – ele perguntou.
− Não Josh. Obrigada – ele disse. – Você pode ir, se caso eu precisar de algo, ligo para você.
O homem assentiu e voltou ao seu carro, eu o observei sumir pela estrada escura a nossa frente.
− Bella, vamos entrar. Você deve estar com um pouco de frio. – Edward disse.
Eu o acompanhei até a porta, ele girou a chave e a abriu. Uma onda de calor de atingiu.
Eu entrei na casa com Edward atrás de mim. A sala não era muito diferente das coisas que eu já estava acostumada a ver na casa de E dward. Havia moveis de tons claros lá, eu acho que para dar um ar de luz. Talvez?
− Hmmm. Bella o quarto é aqui em cima . – Edward disse ao pé da escada. Seus rosto estava diferente.
Quando eu fui olhar seus olhos ele apenas virou o rosto.
Eu o segui pelo corredor largo, com vários quadros estranhos. Até chegarmos a uma porta grande e cinza.
Edward abriu a porta e largou as malas no chão, aos pés da cama. Eu entrei olhei tudo o que havia lá. A cama era grande com um lençol dourado, ao lado da cama havia uma grande janela de vidro, coberta por uma cortina de tom bege.
Havia uma porta a alguns metros da cama, ela era como essas portas de casas de praia onde se pode ver o outro lado.
− Eu já volto.. – Edward disse.
Eu andei pelo quarto passando pela porta, e vi que havia uma pequena varanda ali. Com um banco médio situado ao meio dela.
Um vento quente e umido sobraram meu rosto fazendo meus cabelos voar. Eu olhei para as arvores obscuras, me prendi a sua copa se mexendo com a força do vento, como uma dança, me prendi ao som das arvores.
− Você esta bem? – eu ouvi e virei para trás.
Edward estava parado na soleira da porta me olhando.
− Estou ótima! – eu disse. – É aqui é tão bom, tão relaxante.
Bom, eu estava mentindo. Não estava nem um pouco relaxada.
Edward andou lentamente até mim, me fazendo ficar mais nervosa.
− Não precisa ficar nervosa... – ele murmurou e beijou meu pescoço, me fazendo suspirar.
Ele continuou com sua tática, beijou minha mandíbula, meu queijo até chegar aos meus lábios.
− Isabella... – ele sussurrou seus lábios roçando nos meus.
Ele colou nossos lábios, me fazendo suspirar.
Eu não me importei com mais nada, eu me entreguei totalmente ao beijo.
Nossas bocas faziam movimentos sincronizados, me fazendo gemer a cada momento em que sua língua tocava a minha.
Eu tirei minhas mãos do seu pescoço e desci até sua camisa, desabotoando -meio desengonçada – cada botão. Quando eu terminei, Edward a atirou no chão, me fazendo gemer.
Suas estavam hiperativas na minha cintura. Elas logo subiram por minha coluna chegando ao zíper do vestido que eu usava. Meu coração subiu uma oitavas acima com um simples movimentos de abrir o zíper.
Eu abaixei meus braços fazendo o vestido escorregar por meus ombros e descer pelas minhas pernas.
Edward segurou meus cotovelos me erguendo sem me machucar, — eu sorri nos seus lábios – eu circundei seu quadril com minhas pernas.
− Que tal um banho? – Ele perguntou, separando nossos lábios.
− Seria perfeito... – eu murmurei.
Edward me carregou pelo quarto e entrou por uma porta, que eu nem sabia que existia.
Nós chegamos ao lado de fora do Box, eu tirei minhas pernas da volta de Edward, me colocando de pé.
Edward desceu as mãos pela minha cintura e me puxou ao seu encontro. Eu desci as mãos pelo seu abdômen incrivelmente maravilhoso, cheguei a sua calça,
Notas finais
AHH! Eu quero agradeçer mesmo a todas vocês, as leitoras fantasmas, mesmo por que quando eu comeceia postar não acahei que irião gostar das minhas ideias. Obrigada mesmo garotas - etalvez garotos- ! Vocês me fazem muito feliz!
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