Notas iniciais
Oi gente, eu queria agradecer pelas recomendações fiquei tão feliz em lê-las que eu quase tive um treco de emoção.

- Nada, vou apenas pegar o mais importante.- Disse olhando-a e mexendo em minha carteira.

Carolyn acenou e me olhou. Eu continuei olhando-a e fui até ela. Me sentei do lado dela e disse:

- Carolyn, sei que você não quer fazer isso.- Eu levantei seu rosto que estava cabisbaixo.

- Mas... E-Eu...- Ela não conseguia terminar a fala.

- Eu sou um estranho. Você ainda tem muito que me conhecer, e eu o mesmo de você.- Eu disse olhando-a e sorrindo de canto.

Ela não respondeu apenas sorriu de canto também. Eu peguei seu moleton que estava no chão e dei para ela vestir.

- Você não é um estranho para mim.- Carolyn disse colocando o moleton e arrumando seu cabelo.

- Sou o que?- Perguntei acariciando seus cabelos.

- Um amigo de verdade.- Ela disse me olhando, apo´s ouvir aquela frase me senti feliz.

Nós sorrimos e nos vestimos, se alguém nos fisse daquele jeito estariamos ferados. Resolvemos sair, Carolyn deu a ideia de irmos ao parque. Saimos da Casa Lyle, entramos em meu carro e seguimos até uma praça, a mais longe que eu pude achar. Crolyn queria ficar longe da Casa Lyle, por isso fomos a uma na metade da cidade de New York. Saimos do carro e fomos até os balanços, Carolyn se sentiu no que parecia ser mais alto e eu no que era mais baixo. Ela começou a balançar-se e eu fiz o mesmo.

- Eu estou mais alto que você Andy.- Disse Carolyn mostrando a língua para mim.

- Grande coisa.- Eu disse emburrado.

Carolyn parou de sem embalar e saiu do balanço, veio até mim e começou a me embalar.

- O que está fazendo?- Eu perguntei, mas era óbvio o que ela fazia.

- Estou embalando você. Ai você não reclama.- Ela disse e começamosa rir.

Eu me levantei do balanço e começamosa conversar andando pela praça. Carolyn me contou sobre sua trágica vida e de seus problemas extras. Eu a ouvia e compreendia o que ela sentia, quando me disse que havia perdido seu irmão quando criança. Ele havia a salavado de um terrivel acidente, mas ele não sobreviveu.

- Sinto muito Carolyn.- Eu disse colocando meu braço sobre os ombros dela.

- Tudo bem Andy. Eu já superei.- Ela disse me olhando e mordendo os lábios.

Depois de algum tempo começou a chover forte, e tivemos que correr para não ficarmos completamente molhados. Mas foi impossivel. Já estavamos molhados e resolvemos aproveitar. Brincamos com as poças d'água no chão. Pulavámos e um molhava o outro. Carolyn ficava linda com seus cabelos molhados. Ela parou por um tempo e ficou olhando o céu de olhos fechados e de braços abertos, começou a girar em criculos. Eu a olhei com dificuldade e sorri, ela estava tão linda. Ela logo parou e me olhou sorrindo, foi até mim e me abraçou.

- Obrigada.- Ela disse em meu ouvido. Fiquei confuso ao ouvir aquilo.

- Pelo que?- Perguntei em seu ouvido.

- Por me dar esse dia tão maravilhoso e divertido.- Ela disse olhando para mim e logo me deu um beijo na bochecha.

- De nada.- Eu disse e retribui o beijo.

- Agora vamos estou com frio.- Ela disse e nós rimos.

Entramos no carro, e eu a levei para minha casa. Queria que ela conhecesse minha humilde residencia.

{ Continua... }

Notas finais
Eu te espero em minha Humilde Residencia (88'