Sou divergente não posso ser controlada
11 Decisão
Notas iniciais
–Tobias eu vou sair da cerca — digo olhando firme para Tobias.
–Oque? Como? Por que? — ele quase engasga e senta na cama.
–Pode ser a unica forma de eu descobrir oque está acontecendo comigo, oque significa minha divergência.
–Eu não posso permitir Tris!
–Você não é meu pai Tobias, aliás as facções estão brigando lá fora, nós fomos quase obrigados a matar o povo da abnegação e você vai fica sentado esperando que tudo se resolva sozinho? — faço uma pausa e começo a sussurrar — não descobriram que fomos nós que pararam a simulação por sorte, quando souberem...
–Tudo bem, eu deixo, mas eu irei junto.
–Ás três da manha quero te encontrar para irmos.
Eu saio do quarto dele, e vou para o meu, eu estava soando frio, como seria sair daqui? Do conforto?
–Hey Tris — Christina me surpreende.
–Oi. Faz um tempo que não nos falamos.
Ela me abraça. Ela estava se sentindo só, Will tinha morrido, eu o vi morrendo e não fiz nada.
Ela começa a chorar, eu choro junto.
–Desculpe-me — digo baixo no ouvido dela.
–Tudo bem. Não é sua culpa.
Ela se afasta enxugando as lagrimas.
–Eu quero sair daqui — ela diz
–Eu também.
–Então vamos! Sair desta cidade idiota que só trás...
Eu puxo ela e seguro sua boca, ela estava falando um pouco alto demais.
–Um pouco mais baixo — sussurro — Eu vou sair da cidade se quiser ir venha.
–Vou chamar Uriah.
Eu havia percebido o quanto ela e Uriah tinham se tornado próximos após a morte de Will e Marlene. A tristeza talvez una as pessoas.
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Eu encontro Tobias num corredor da audácia.
–Você tem certeza de que quer sair?
–Sim.
Logo Uriah e Christina se aproximam, Zeke e Shauna também estavam com eles.
–Temos que ir, o plano é: Tentar se refugiar na Amizade por um tempo e sair de lá depois na direção oposta da cidade. Todos estão com suas armas?
–Sim — dizem.
–Ótimo, vamos roubar comida e outras coisas pra viagem na Amizade.
Então partimos, cautelosamente em direção á Amizade.
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