Meu sangue esta escorrendo pelos meus pulsos

Meus olhos doem e ao fitar o tom vermelho

Que cai ao chão pintando o piso branco

De um tom escarlate.


Adormeço nos braços gélidos da mãe sem filhos

Me afogo na minha própria dor

Meu coração em pedaços tento carregar

Para outro plano astral.


Acordo em uma sala pintada de preto e cortinas vermelho vivo

Lembro dos meus pulsos que agora a pouco feridos estavam

Olho para e não ha mais cicatrizes e nem sangue

Olho ao redor para alguém encontrar.


Meus olhos fitam uma janela

Com a luz solar ilumina o quarto

Vou na direção da minha possivel salvação

Quando toco a luz minha mão tende a queimar.


Grito, corro , tento abrir a porto do comodo

Tento ate da janela saltar

Quando braços fortes tendem a me agarrar

Quase meu momento final estava para novamente chegar.


Você humano tolo me pertence para sempre

Uma voz espectral no meu ouvido tece palavras gelidas

Meu coração acelera e meu corpo tende a gelar

Num movimento brusco caio na cama.


O ser me encara como um pedaço de carne sangrento

Em frente a uma fera atroz

Tento me levantar rapidamente

Mas o espectro na minha frente me em pede de levantar.


Céus onde estou, o que aconteceu?

Humano tolo aqui é seu novo lar

A lapide de seus amigos sera seu local de descanço

E aqui deve se refugiar quando o sol raiar.


Me dei conta de meu destino cruel

Jamais poderei morrer e nem sentir afeto

Meu ser se foi quando um ser da noite me trasformei

E pelas sombras vago em busca do fim da sede eterna.


Você chegou ao fim do livro. Parabéns!