Sorrisos Mortais
9 Todos Contra Mim
Notas iniciais
Yoo pessoal! Chegueii ^.^ Demorei um pouco por falta de criatividade, mas não vou parar de postar, relaxem! Aqui está o cap 9 o/ Nesse cap tem uma surpresinhaa! Envolve a fic da MayumiKimura, O Que Ele Me Diz, não esqueçam de lê-la okay? Ela está ficando muito boa mesmo ^^ Boa leitura!
Ele acordou, se sentou devagar, olhou para o trem e na mesma hora...
– AAAAAAAHH...¥..........¥..........¥Ele quase escapou, mas o trem arrancou metade de sua perna esquerda, puxando seu corpo inteiro para baixo do mesmo. Seus membros do corpo foram todos arrancados, cortados em muitos pedaços, ficaram espalhados pela linha do trem. Fiquei observando-o seriamente, apenas vendo-o morrer, vendo seu corpo ser destruir, vendo seu sangue se espalhar e sujar todo o local. Órgãos podiam ser vistos saindo de sua boca e de seu nariz, uma parte de seu fêmur (Osso longo da coxa) havia saído de dentro da sua coxa, dava pra ver a ponta dele, que estava um pouco quebrada. O trem parou, decidi sair para que ninguém me visse. Pulei novamente a janela do banheiro e saí pela porta como se nem soubesse o que havia acontecido. Apenas fui para a minha casa.~DIAS DEPOIS/NA ESCOLA~Eu estava no meu lugar, o sinal já havia batido, mas nenhum professor estava na sala de aula ainda. Olhei em volta, a Saki-chan não estava lá. Ela havia faltado muito, não foi à aula nenhum dia após a morte daquele cara. Me senti feliz, consegui separa-los.Olhei em volta, vi muitas garotas lindas das quais eu nunca havia conversado, mas uma delas me chamou a atenção. Ela era a única que estava triste. Possuía cabelos castanho claros, olhos também castanhos. Estava conversando com um dos caras mais chatos e ricos da escola, um Nakamura. Ele tinha cabelos brancos assim como os meus e olhos amarelos. Estava sério, e a garota expressava tristeza. Fiquei observando-os, até que a menina se retirou à chorar. Ela sentou-se num canto vazio do corredor do colégio. Foi o momento certo, me dirigi até ela, expressando preocupação.– O que você tem? Por que está chorando?Olhou-me com seu rosto molhado, negou com a cabeça e abaixou-a. Sentei-me do seu lado, um pouco distante para não incomoda-la, mas, como esperado, ela afastou-se um pouco mais.– Se você não quiser, não precisa dizer-me, mas eu posso ajuda-la caso aceite me contar.– Não houve nada de mais. E você não pode me ajudar... Aliás, você nunca me ajudaria, nunca ajudaria ninguém. -- Disse calmamente.– Nossa, acalme-se, eu não sou tão ruim assim.– Claro que não, Serial Killers são as melhores pessoas!– Eu não sou Serial Killer.– Por favor, eu não me sinto à vontade com você... -- Levantou-se e retirou-se.Claro, ela sabe muito bem quem sou, por isso não aceita conversar.– Pelo menos pode dizer-me o seu nome? -- Perguntei antes que se afastasse muito.– Kimura Mayumi. -- Respondeu-me rapidamente, porém fria.Fiquei quieto por alguns segundos, então levantei-me e voltei para a sala de aula.~SEMANAS DEPOIS~Nossa, que raiva! Uma garota disse para a diretora que eu havia tentado mata-la. Ela chamou-me e eu fui, fazer o que? Não queria ir lá para ser acusado do que não fiz, aliás, eu nunca faço um trabalho incompleto, eu sempre mato minhas vítimas, mesmo que eu tenha que mata-las antes de tortura-las. No caminho, vi a Mayumi conversando com o Nakamura Karui. Ela parecia triste e brava ao mesmo tempo. Aproximei-me um pouco e escutei a conversa.– Droga... Esfregue mesmo na cara que você é rico! Esfregue todo o seu dinheiro na minha cara, faça o que você quiser, me humilhe, foda-se, o que quiser, faça! Eu cansei de você! -- Disse Mayumi.– Cansou? -- Ele dizia se aproximando dela, que parecia sem resposta. — Você disse para eu esfregar meu dinheiro na sua cara? -- Pegou umas notas de alto valor enquanto falava. — Então tá. -- Ele literalmente esfregou aquelas notas no rosto de Mayumi, literalmente! Gostei dele, gostei da sua atitude, gosto de atitudes cruéis. Ela chorou ali mesmo.– Vai chorar? -- Ele debochou.– Você não tem coração... — Disse Mayumi com a voz baixa — Seu riquinho metido do caralho! Eu odeio você! {Pura mentira} — Ao dizer isso, deu um tapa forte em seu rosto. — Coloque-se no meu lugar! Não entende como eu sofro?? Imagine! Imagine você ser abandonado pelos seus pais, imagine você ter que viver na rua durante três anos da sua maldita vida, sem saber o que fazer, com medo de poder não acordar no dia seguinte! Com medo de três crianças que te odeiam e querem bater em você toda hora, e batem a qualquer oportunidade! Imagine um mundo onde você não tem amigos, é completamente sozinho, não tem com quem conversar, não tem uma mãe para te consolar, um pai para conversar, não tem família alguma para ficar com você nos momentos difíceis, você não pensa?? Você prefere mil vezes me humilhar do que se colocar no meu lugar, né? Seu maldito orgulho, não o deixa pensar em como eu sofro!Ele riu.– Você é exagerada... Pra que esse escândalo? Sério? Me colocar no seu lugar? Por que? Eu nunca serei igual a você. Além de ter a herança do meu pai, que já morreu, tem a da minha mãe para quando ela morrer, e espero que isso não aconteça logo, mas enfim. Eu nunca serei igual a você, por isso pouco me importo com as dificuldades que você passa. — Ele lhe ofereceu uma nota de dinheiro — Você devia aceitar, é uma esmola. — riu.
Ela pegou aquela nota, amassou e jogou no chão, deu um soco no rosto dele e saiu correndo e chorando. Era minha oportunidade, fui atrás dela. Mayumi estava chorando muito, decidi não dizer nada, se não poderia acontecer aquilo, aquilo que ela fez da última vez, ou até mesmo coisa pior. Apenas observei seu sofrimento. Passei alguns segundos ali, mas senti alguem segurar meu ombro. Olhei, era a diretora.– O que está esperando? Eu o chamei à um bom tempo. Venha! -- Dirigiu-se até a diretoria e eu a acompanhei.Chegando lá, aquela garota que havia me acusado estava lá, com seu braço cortado, um corte fundo.– Sente-se. -- Obedeci. — Então, Ayani-san, pode nos dizer o que aconteceu?– Claro... Bem, eu estava saindo da aula de educação física quando passei por ele. — Sua voz era fina e baixa, gostei do jeito dessa garota. — Ele começou a me seguir, eu fiquei assustada. Comecei a correr e ele correu junto... Mas ele me alcançou e segurou o meu braço, então ele me puxou e me levou para um canto vazio. Eu tentei fugir, mas ele estava segurando muito forte. Aí... -- Ela parecia sem ideia, então olhou para as minhas katanas. — Aí ele pegou uma dessas espadas e fez este corte no meu braço, mas eu consegui puxa-lo e fugi. -- Que mentira!– Espere! Ela acabou de dizer que estava saindo da educação física, mas é proibido sair da sala durante a aula e na troca de professores, então como eu estava lá??– Veremos. Qual era a aula em que isto ocorreu? -- Perguntou a diretora.– Aa... Na terceira aula. -- Ela parecia insegura.– Qual é a sua série, Kiyoto-san?– 3 — A. -- Respondi.Ela achou todas as nossas aulas e leu.– A terceira aula de hoje é... História, com a Akiye-san. Era mesmo impossível ele estar fora da sala.– Viu?? Ela está inventando! -- A Akiye é uma puta duma professora que implica com todos os alunos e os humilha. {Mais para a frente irei contar sobre ela}– Mas... De qualquer jeito, veja o nome completo dele! Devemos denuncia-lo! -- Disse a garota.– Yoshida Kiyoto... Sim, esse nome é muito suspeito.– Espere, existem muitos Yoshida Kiyoto por ai, e veja minha aparência, eu sou completamente o oposto daquele cara!– Isso pode ser verdade, mas também pode não ser. -- Disse a diretora pegando o telefone. — Olá, preciso de vocês aqui o mais depressa possível! -- Não acredito, ela ligou para a polícia e já estava passando o endereço da escola! A única coisa que me resta... É fugir.Saí correndo da sala dela, e fui até o portão daquela escola enorme, mas, como a escola é mesmo enorme, demorei um tempo para chegar lá. Parei em frente o portão, os policiais já haviam chegado, estavam entrando {Pra vocês verem como a escola era mesmo gigantesca! (No Japão, é comum encontrar escolar bem grandes)}.– Não é esse o garoto que descreveram? -- Perguntaram os policiais.– Sim, disseram que só existe um com cabelos e olhos brancos nesta escola. -- Mal pude ver e já estavam em minha frente quase me segurando.Corri na direção oposta e eles vieram atrás. Fui até o fundo da escola e tentei pular o muro, mas não alcançava, era muito alto. Consegui alcançar, tentei pular, mas meu pé escorregou. Cai no chão e torci meu joelho, não conseguiria fugir com aquela dor, mesmo que não fosse tão forte. Olhei para eles, me levantei e posicionei minhas mãos sobre duas de minhas melhores Katanas.– Então, venham!Continua...
Notas finais
O cap terminoou! Gostaram? O que acham que vai acontecer? Nossa, será que o Kiyoto vai conseguir mata-los ou vai se foder? Boom, veremos no cap 10 ^^ Comentem as opiniões de vocês até lá, não esqueçam u.u
Olhem aquii, vou deixar o link da fanfic da MayumiKimura aqui em baixo ok? Vão lá ler, a fic está bem legal ^^
O Que Ele Me Diz:
http://fanfiction.com.br/historia/622176/O_Que_Ele_Me_Diz/
Ateeh! ^.^
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