Notas iniciais
Não tive muito tempo para caprichar nesse cap., mas garanto que irei caprichar no próximo!
Boa leitura ;)

– Hey, mestre! Acorde.


~ Shimizu acorda


– Ahn? Mas já amanheceu ? Que chato.

O QUE? — Expressão de espanto!

Ela está semi-nua, o que aconteceu com suas roupas ? — Seu nariz começava a sangrar.

– Nada mestre, apenas as tirei. — Expressão de feliz.

– Como assim apenas as tirou, e porque isso de mestre agor...


~ Toc Toc na porta!


– Shimizu! É o Kazuki, vamos logo para a escola ou iremos nos atrasar.

É serio... Não me deixa esperando.

– Já to indo, me espera do lado de fora. — Droga, esquece completamente da escola.

– Você, ér... Qual seu nome?

– Me chamo Ayame, mestre.

– Tudo bem, me chamo Shimizu Kato.

Aah! E para de me chamar de mestre. — Fazia bico e expressão de choro.

– Não posso, já que foi você quem me salvou. — Abraça Shimizu.

Droga, sendo abraçado por uma Alienígena e ficando excitado, que vergonha.

– Olha, fica no meu quarto, não sai daqui!

Mas tarde quando eu chegar do trabalho vamos ter uma conversa, preciso perguntar algumas coisas. Ok ?

– Tudo bem mestre. — Barriga roncando.

– Ér... Tem comida na geladeira, caso não saiba, a geladeira é aquela grande e branca. — Expressão de aliviado.

Tenho que ir, até mas tarde, não saia daqui!


' Logo Shimizu se troca e segui para a escola com Kazuki '


~ Na sala de aula


Droga, não consigo parar de pensar naquela garota.

Ela caiu do céu, mas nem se quer parecia estar machucada, ela não pode ser humana, nem pensar, e se eu continuar escondendo ela, vou acabar sendo pego pela própria NASA.

– NÃO PODE SER!

– Algum problema Shimizu?

– Nada professor, minha borracha de duas cores rasgou meu caderno. — Expressão de choro.

Uffa, me livrei da secretaria.

Tenho que parar de ficar gritando em publico.


' Logo o sinal toca '


~ Intervalo


– Hey Shimizu, não vai comer ?

– Não estou com fome.

Mas tenho que conversar serio com você, baka. — O olhava friamente.

– Já to vendo que não é coisa boa...

– Porque me fez de otario?

Me fez ir para o campo dizendo que tinha algo lá.

– Foi mal, só tava querendo te alegrar um pouco. — Expressão de medo.

– Me alegrar? Me fazendo perder tempo?

Tenho pena de seus futuros filhos, pobres crianças. — Expressão de entediado.

– Não precisa tocar na ferida, chato. — Mostrava a língua.

Mas ai, tinha algo lá ? — Dava risada.

– Ér... Não, claro que não tinha nada.

– Se acalma, as ferias de verão estão logo ai, só falta um dia para sermos felizes com várias mulheres e tudo de bom. — Expressão de feliz, seus olhos brilhavam.

– Não vou sair contigo nas ferias.

– Tsc... O que ? Como assim ? — Expressão de choro.

– Vou passar as ferias em casa, ou sair com alguém.

E você, trate de me não perturbar nas férias.

– Chato, ta bem...


' Sinal toca algum tempo depois. Shimizu e Kazuki voltam para a sala '


Agora que pensei, não sei o que farei nas ferias.

Não tenho nenhum plano de lazer.

Praia, videogame, realmente não sei, o bom é que não preciso me preocupar com escola nem trabalho. — Expressão de feliz.


' Sinal toca, ferias... '


Agora tem o trabalho e amanhã, felicidades... — Dava risada.

Oyama esta fechado, mas que raro, nunca fechou desde que trabalho aqui. Que bom, ferias prolongadas.

Que isso? Uma placa na porta!


' Voltaremos depois das ferias devido a problemas familiares '


Hum... Ainda bem que já me pagaram. — Seguia para casa.

– Mestre. — Sorrindo, pulava em Shimizu e o abraçava.

– Droga, eu ja tinha esquecido de você, lá se vão minhas férias. — Expressão de choro.

– Mestre, fiz algo errado ? — Se ajoelhava e fazia uma expressão de triste.

– Não, você não fez nada. — Como ela é kawaii... Ficava corado.

– Mestre, seu rosto está vermelho, você está bem ?

– Ah, ér... Sim, ta tudo bem. — Dava risada.

Como eu falei mais cedo, preciso de algumas informações sobre você. Tudo bem?

– Hai, mestre!

– De onde você veio ?

– Não me lembro, só lembro de ter caido e acordado aqui.

– O que vocé é ? Me fale sobre você...

– Sou uma Angel, modo domestica, como um humano, só que programada para satisfazer seus desejos.

– O que? Desejos? Serio? Qualquer um ? — Expressão de espanto.

– Hai mestre, qualquer um, mas peça com cuidado, pois não posso cancelalos.

– Que tal um pouco de comida ? — Ainda espantado.

– Hai mestre! — Ayame levantava suas mãos a altura do peito, uma forte luz aparecia na mesma, enquanto silabava.

Henkan! (Henkan: Transformar).


' Apareceu então no centro da sala panquecas, mousses, sucos, entre outros '


– Incrível! — Expressão de feliz.

– Mais algo mestre?

– Não! — To vendo que vou passar por ótimas ferias de verão. — Soltava risadas compulsivas.

Ér... Ayame ?

– Hai mestre!

– Você se importa de passar as ferias de verão comigo? — Ficava corado.

– HAI MESTRE!! — Pulava em Shimizu e o abraçava, fazendo com que seus seios se pressionassem contra o mesmo.


~ Shimizu desmaia, e seu nariz começa a sangra.


– Mestre? Mestre? O que houve ? Mest...


' Assim encerrou-se a noite de Shimizu... '

Notas finais
Obrigado pela leitura, aguarde o 3º cap., logo irá sair!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.