Sonhos se tornam realidade

4 A conversa que acabou em briga


Notas iniciais
Misterioso....

Era sete horas da manhã ,eu me levantei por causa da Diana e Sophie, batendo na porta. Abri e elas entraram com cupcakes e cafezinhos, tomei e comi o que elas trouxeram e depois fui me trocar. O guarda-roupa da Carina não fazia muito bem meu estilo tinha muitas roupas pretas, cinzas e brancas. Então decidi colocar uma calça cinza ,com uma camisa branca, e uma sapatilha da mesma cor. Prendi meu cabelo com um elástico preto, e me olhei no espelho eu amava ser loira, mesmo não sendo meu cabelo natural e ter olhos azuis , comi mais um cupcake e sai com as meninas pela floresta até o palácio.

– Posso perguntar uma coisa?

– Claro que pode Ca- Disseram juntas

– Vocês trabalham?

– Você esqueceu Ca? Eu trabalho vendendo flores e a Diana também.

– Eu trabalho em alguma coisa?

– Você trabalha para Melissa é nossa heroína!- Falou Diana

– Claro.....para Melissa....

– Agora para de conversa que já chegamos- Disse Sophie.

O palácio era imenso ,tinha um portão enorme, e quando eu entrei tudo era feito de ouro e bem na frente uma estátua de prata da Carina, a Melissa estava sentada no seu trono e quando viu que nós entramos ela abriu um largo sorriso.

– Carina, Diana, Sophie que bom ver vocês!

– Igualmente Melissa- Disse Sophie.

– Imagino, Carina preciso falar com você.

– Comigo?

– Sim, venha até a sala de negócios.

Acompanhei a Melissa a uma sala fechada me sentei em uma das cadeiras e esperei ela falar.

– Carina, tem um “vulto” que anda amedrontando esses dias , e como eu sei que você é nossa heroína . Tome as devidas providencias .

– Pode deixar eu sei bem de quem você está falando!

Voltei a sala principal e as meninas estavam olhando as esculturas de ouro. Chamei elas e fomos em bora do palácio, enquanto estávamos andando vi o vulto de novo, abandonei as meninas e fui atrás dele digamos que paramos no lago novamente .

– Você aqui de novo?- O eco se formou quando o vulto falou

– Sim ,precisamos conversar!

– Sobre a conversa que você teve com a Melissa?

– Como sabe?

– Não importa! Eu não sou a vilã da história!

– Prove!

Ela ficou calada e se escondeu por dentre as árvores.

– Eu sabia, agora é melhor dizer sua ultimas palavras.

Levantei a espada e olhei ao redor ,quando menos esperava ela pegou a espada e apontou no meu pescoço.

– Quem deveria dizer as últimas palavras é você!- Disse ela.

– abaixa essa espada!

– Por que eu deveria?

Dei um soco na barriga dela, que foi uma besteira pois ela cortou o meu braço.

– Por que você fez isso?!

Ela correu e sumiu por dentro da Floresta ,meu braço estava sangrando, então andei até a casa cinza e fiz um curativo . Estava ardendo e eu sabia que as pessoas iriam perguntar.

Fui até a casa da Emma, para falar com ela, pois era a única que tinha informações da Carina na sua casa. Bati na porta e ela abriu ,olhei para dentro e vi que quem estava lá era o Jake. Dei um sorriso e entrei.

– Oi Jake ,como vai?

– Vou bem e você?

– Estou confusa.

Ele deu uma breve gargalhada e me olhou fixamente, virei o olhar porque mesmo se gostasse dele ,ele era noivo da Carina, e pelo que todo mundo diz eles deveriam se amar.

– O que aconteceu com seu braço?

– Me cortei quando estava treinando.

– Como sempre, mas continua linda.

– Grata.

– Então, Carina o que você quer?- Disse Emma.

– Eu vim conversar com você, fazia tempo que a gente não se via!

– Eu te vi ontem.

– É mas, eu estava cansada minha memória está voltando.

– Não vai dá. Eu estou ocupada.

– Com o Jake?

– Com ciúmes Carina?

– NÃO!

–Sei....

– Olha eu já entendi o recado tchau!

– Tchau!

O Jake me deu um abraço e um beijo na bochecha eu retribui, e fui para casa quer dizer a casa cinza.

– Lizzie cheguei!

– Carina!

– Oi minha flor, o que estava fazendo?

– Brincando.

– Está com fome?

– SIM!

– Eu trouxe algumas amoras do bosque.

– Hum... eu amo amoras.

Fui terminar de ler o livro da Carina enquanto a Lizzie se deliciava com as amoras. E brincando de boneca porém, quando faltava apenas nove folhas para acabar o livro, alguém bateu na porta.

– Já estou indo.

– Querida!

– Melissa?

– Em carne e osso. Você fez o que eu pedi?

– Não tive tempo.

– O tempo está passando!

– Quando eu digo que vou fazer algo eu faço e ponto.

– Decidida, é assim que eu gosto . Tenho coisas a fazer tchau florzinha!

–Tchau!

Voltei a ler meu livro, e o fim foi muito interessante, na última página a Carina escreveu uma frase que eu pensei o tempo todo.

“Sonhos se tornam realidade”

Notas finais
Coitada da Carina, ops! Helena!