Sonhos e Pesadelos
4 Capitulo 4
Capitulo 4
A mais de uma semana que Jorge Não vem me visitar – o que é algo obvio se eu fosse ele a última coisa que queria fazer era me visitar , depois de tudo que eu disse – estou começando achar que tudo, tudo que aconteceu foi coisa da minha cabeça pra esconder o fato de que Maicon morreu por minha culpa, por que eu não consegui se profissional , de ter me preocupado mais com nosso encontro com que o trabalho – o que me leva a crer que devo existir do amor, se ainda vou amar alguém – vou esquecer de vez essa história maluca de alguém realmente matou Maicon e em machucou, seria tão fácil se realmente tivesse tido a culpa, se realmente eu não tivesse falhado se realmente.... Maicon estivesse vivo – As lagrimas escorrem por seu rosto, sozinhas mesmo ela tentando as parar – Mas não posso mais ficar assim, tenho que dar a volta por cima enterrar de vez essa história, e tentar seguir em frente – enxugo minha lagrimas e fico deitada naquela cama de hospital desconfortável.
O médico bate na porta e digo que pode entrar, minha mãe está atrás dele, vejo um sorriso nos seus lábios e com isso vem minha confirmação de esperança finalmente vou ter alta.
− Bom senhorita Cruz, pelos seus últimos exames pude confirma uma ótima melhora, incrivelmente você está bem pelos seus danos daria mais tempos de repouso, porem seus exames mostram ao contrario você está ótima mais saudável do que eu e sua mãe.
− obrigada doutor, Ainda bem que vou sair deste lugar se tem uma coisa que eu odeio é ficar parada principalmente no hospital
− bem, espero que seu organismo seja tão determinado que nem você, se forem assim estará recuperada em pouco tempo
− Com certeza eles serão. Mais uma vez obrigado
− Não agradeça a mim e sim a você, se não fosse sua força de vontade nada que eu tenha feito iria ter resultados sem que você fizesse sua parte.
Após o doutor sair minha mãe fica sem silêncio
− Filha me desculpe pôr o tapa naquele dia
− está tudo bem eu que tinha provocado eu que tenho que me desculpar por que eu disse
− tudo bem minha querida você estava nervosa, mas agora vamos fazer as suas malas
Minha mãe fez minhas malas, acho que ela não passou no meu apartamento pois me trouxe roupas novas, que eu não curtia nem uma pouco, uma saia rodada parda e uma blusa rendada azul o que não faz meu estilo − olhei para aquelas roupas como se estivesse olhando para uma das namoradas de uma semana do meu irmão
− o que foi? Aghata, a não, não me diga que não gostou?
− bom, as roupas são lindas mas mamãe pensei que você me conhece-se melhor
− sim é claro que eu te conheço , e por isso que comprei estas roupas , pelo menos uma vez na vida você deveria se vestir como uma mulher de verdade , com mais cores, e muito menos preto – ela me olha como se fosse um daqueles estilistas de programas de televisão que ela adora assistir, cheios de cores – isso é tão démodé – ela fala isso enquanto balança as mão igualzinho a eles , isso foi o bastante para que eu começasse a rir
− sim, mamãe , sinceramente é impossível discutir com a senhora principalmente agora , acho que deve ser a única pessoa que consegue me fazer rir numa hora dessas...
− filha comprei estas maquiagens já que sempre te vejo esta maquiada
Minha mãe quis me ajudar na maquiagem também , mas depois do desastre com as roupas preferi fazer isso eu mesma− tive que me virar com a maquiagem que ela me trouxe realmente ela esta espirada hoje, para me trazer uma maquiagem deste tipo, a única coisa preta que consegui ver foi o delineador e olhe lá. Pelo menos os sapatos eram baixo acho que ela deve ter percebido que se me trouxe um daqueles tipo que elas e as moças que ela insiste que eu seja amiga usam provavelmente seria capaz de eu joga-los pela janela, porém me trouxe um tipo de sapatilhas bem confortável.
− vamos filha , finalmente vamos para casa, todos estão sua espera – fico imaginando se Jorge estaria por lá , mas do jeito que ela é , possível estar por lá.
− claro mãe
Sair daquele quarto foi algo realmente alívio , porém um pouco assustador por relembrar tudo que ocorreu nestes meses que se passaram, e nas coisas que já perdi ... – já estávamos prestes a entrar dentro do carro quando uma senhora no parou
− Com licença , vocês poderiam ajudar eu e minha neta, ela não esta passando bem – havia uma garotinha ao seu lado que realmente não parecia estar realmente bem, estava com um corte que parecia ser profundo
− Sim senhora, espere que vou chamar uma medico, melhor vou até o meu carro lá deve haver uma caixa de primeiros socorros
− Não ,seria melhor você me ajudar a levá-la até lá em cima, por favor não sei quanto tempo ela pode aguentar..
− está bem, mamãe se quiser ir para o carro..
− Não sua mãe pode ser útil também , por favor
− verdade filha, vamos subindo , eu a ajudo na parte do checape , você também vai precisar de ajuda para ter o atendimento dos melhores médicos
Nos e aquela mulher subimos novamente pelo elevador ao chegarmos , logo duas enfermeira vieram ajudar aquela garota minha mãe foi auxiliar a senhora que estava realmente desesperada. Mas não demorou muito para que ouvíssemos um grande estrondo vindo da garagem− ou que parecia ser− após um tempo um segurança, com o braço machucado aparece no saguão
− chame enfermeiro , a muitos feridos... − ele se senta e os enfermeiros o colocam na maca
− mas o que ouve? – pergunta um medico que apareceu em seguida pela enfermeira.
− uma explosão na garagem , parece que um carro explodiu do nada e havia algumas pessoas na garagem, a maioria estão feridos , espero que estejam apenas feridos
Uma explosão, mas como? E por que? Que carro? Eu não tive muito tempo para pensar não poderia ficar ali simplesmente parada sem fazer nada , eu deixei minha mãe lá em cima e fui ajudar os enfermeiros
− filha você não pode ir, você ainda não está bem..
− e deixar as pessoas lá embaixo morrendo, eu nunca me perdoaria por um agir assim, fique aqui, logo estarei de volta, já estou acostumada com isso... – olho para ela e coloco as mãos em seu rosto− vai ficar tudo bem , eu vou ficar bem , não vai acontecer nada de errado acredite em mim.
− esta bem ... Filha! – olho para trás – cuidado
− Sim mãe – desço pela escadas como estávamos perto da garagem e não seria segura e quase impossível usar o elevador , com tanta gente tentando descer e subir ao mesmo tempo. Cheguei a garagem rapidamente e realmente havi muitas pessoas machucadas
− ei senhorita não pode ficar aqui
− eu vim para ajuda, sei o que fazer, sou agente− pela graças minha mão trouxe minha identificação, a peguei e mostrei, o que faz com que eu possa ajuda-los , ter um documento igual ao meu , é quase que ter um passaporte de quase tudo que .
− está bem, vai ver se a mais feridos perto do local da explosão
− sim – percorri pelas fileiras de carros que ainda estavam inteiros , até chegar ao local da explosão, havia apenas destroços e carros retorcidos, olhei dentro dos carros que estar perto do que explodiu para ver se tinha sobreviventes, mas não encontrei nada apenas destroços... e um em familiar
− mas não pode ser... – peguei um dos destroços era uma placa de um carro , com certeza o que se explodiu – já que a dos outros “ainda estavam nos carros” – aquela placa aqueles números são familiar para mim e como não indentificalos, foi eu mesma que comprou aquele adesivo horrível para mamãe pois ela achou tão feminino que quis por na placa do seu carro – Oh meu Deus – o carro que explodiu era o de mamãe , não é possível como assim? Como isso ocorreu e por que?
Eu não acreditava , em pensar que não fosse pela aquela senhora essas horas eu e mamãe poderíamos estar mortas – Quase não tive tempo para pensar nisso, estava ajudando algumas pessoas que estavam machucadas a serem levadas até a maca
Enquanto fui ajudar um dos
− Filha , o que aconteceu , esta toda machada de sangue
− estou bem mãe sou ajudei algumas pessoas que estavam feridas....
− meu Deus , o carro que explodiu era o nosso?! que perigo, mas como isso aconteceu?
− não sei mais se isso é esquisito, muito esquisito...
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