Notas iniciais
Esse fanart foi feito em homenagem para quem acha, que a hime é a Jun... Aproveitando, gostaria de divulgar que a fic tem agora propaganda no Youtube... pesquisando Sonhos de uma ruiva... ou tinacarlotto, voces irao achar a propaganda.. Recomendo deixar o som meio alto, q eu consegui um arquivo com o som bem baixinho, quase nao dá pra se escutar..

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Itachi estava deitado, com os olhos fechados, quando um beijo foi depositado em sua face. Ele meramente sorriu, poucos segundos antes de mãos suaves começarem a lhe acariciar o peito.

- Itachi... – a voz feminina começou a sussurrar no seu ouvido. – Itachi... Itachi Uchiha...

- Hum. – ele meramente deu sinal de vida.

- Quantos gêmeos... mais ou menos... o seu clã costuma ter?

- Não muitos, por que? – ele ampliou o sorriso, quando as mãos curiosas, começaram a ir até seu quadril.

- Não muitos não é quantidade. Em termos específicos, por favor...

- Nunca cuidei de observar isso. Por que? – ele abriu os olhos, vendo o seu anjo mordendo o lábio.

- O bebê... Ele se mexe muito. E também, segundo a madrinha, eu estou muito... Você sabe, a palavra proibida dos Achimiki.

- A palavra com G?

Ela assentiu. Ele franziu a testa, passando a observar o corpo da jovem mulher a sua frente. O rosto, não havia mudado muito. As bochechas haviam se enchido, apenas um pouquinho. Obviamente os seios dela haviam crescido... Para sua satisfação. Ele baixou mais o olhar.

- Eu não entendo... por que a palavra graciosa é proibida entre o clã de balofos. – Ele sentou-se, imitando a mulher a sua frente, que suspirou.

- Estou falando sério, Itachi. A minha barriga cresceu muito! Os meus tornozelos...

- E eu fico cada dia mais contente que você está mais gostosa. – ele avançou sobre ela, que deitou-se, rindo. — muito mais gloriosa... E eu prefiro você assim, que reta como um bambu!

- Quer dizer que você não vai ficar envergonhado por eu estar...

Já disse que prefiro você assim... – ele começou a beijar o pescoço dela. – os seus seios estão mais apetitosos que antes... – ele falou, observando a parte que saltava do decote da camisola.

Ele levou um leve tapa dela, gemendo, fingindo que tinha doido.

- Não seja pervertido!

- Eu não estou sendo pervertido! Pelo que me lembro, pervertidos ficam olhando as moças tomarem banho e você não está tomando banho... e também... – Ele parou, quando ela arregalou os olhos, colocando a mao na barriga. – Aconteceu alguma coisa?

- O bebê.. me chutou !

Itachi arregalou os olhos, passando a olhar imediatamente a barriga dela. O formato de um calcanhar estava na parte inferior da barriga.

- Ei, moleque... Você está assustando o seu pai, sabia?

Um sorriso orgulhoso estampou a face do Uchiha.

Ele vai ser um ótimo ninja!

- Ele? – a mulher o questionou com uma sobrancelha erguida. – O que foi que você disse ontem mesmo? Se vier menino, eu vou gostar... Se vier menina, vou gostar ainda mais se for parecida com você!

Ele suspirou, pedindo paciência aos céus.

itachi sorriu, olhando para o papel que tinha em mãos. Seu filho havia feito aniversario... E fora ele, o pai, quem ganhara o presente.

Não era nada grandioso... alias, segundo, sua esposa, aquilo era a mais pura expressão da verdade, ela dissera rindo, antes do garoto lhe entregar o desenho. Fugaku havia desenhado toda a família, a única coisa pequena ali, era o papel em si... E fizera Itachi com a maior cabeça de todos.

O moreno sorriu, quando sentiu as mãos da esposa acariciando-lhe a cintura.

- Fugaku tem talento.

- E para arrumar encrencas, nem se fala. Não sei porque, mas ele parece neto da minha mãe...

Ele riu, beijando-a no rosto.

- A sua mãe teria orgulho se conhecesse o neto... Se bem que eu acho que ela já o teria surrado com a vara um milhão de vezes.

- Um milhão e meia de vezes. Tudo o que eu não aprontei, o Fu apronta... Como é possível uma coisa dessas?

- É genético.

- Tendo você como pai, não duvido. – ela escorregou para o colo dele. – Vai poder ficar mais tempo dessa vez?

- Eu já devia ter ido. – ele falou,não desejando que o rosto dela assumisse a expressão que assumiu. – desculpe.

- Você é quem tem que me desculpar. Eu sabia que ia ser assim. – ela sorriu tristemente. – Mas não posso deixar de querer você um pouquinho mais perto de mim...

- Também te amo. – ele murmurou. Ambos encostaram-se as testas, estavam se encaminhando para um beijo quando o padrinho de Fugaku apareceu, totalmente sem fôlego.

- Graças a Kami, você esta ai. Viu o pestinha?

- Está chamando o meu filho de pestinha por que? – A mulher pediu, suspirando. Quando o homem ergueu uma peça de roupa, a mulher arregalou os olhos.a medida que a descoberta deixava de ser novidade, a raiva tomava conta dela... que gritou o nome do filho, levantando-se. Tão rapidamente como conseguia, ela sumiu do campo de visão de Itachi, que ria abertamente.

- Você está rindo porque não foi na sua camiseta preferida que ele fez.. .ISSO!

O homem sacudiu a camiseta, prova de sua indignação

- A culpa é sua. – itachi falou, quando recuperou a voz. – Se fizesse compras e não mandasse a minha mulher fazer... o seu adorável afilhado não precisaria limpar-se na sua camiseta.

- Pior que você tem razão... mas a gente passa tanto tempo fora daqui, que muitas vezes, não vale a pena comprar uma barra de sabonete.

- Mas você não tem culpa só por isso. Também precisava servir lámem de porco para ele? Ate eu, que não vivo tanto sei que ele se suja como um porquinho, quando come isso.

- É questão de aprender a mexer nos hashis. E por falar em lamem de porco... aquele assunto em Konoha? – o homem descartou sua camiseta branca, sentando-se a frente de Itachi, que inclinou o corpo verificando onde a mulher estava.

- Naruto Uzumaki, você quer dizer? Eu ainda não consegui por as mãos nele.

- Deixa eu ver se não esqueci nenhum detalhe. Você pretende botar as mãos naquela coisa loira, amarrar ele, amordaçar... – o homem fingiu pensar. – espera que nenhum ninja de konoha lhe siga, trazer o barulhento até aqui e deixar ele num quarto, enquanto você... sabe faz o que...

- Não esqueça que também vou sedar Naruto para que ele não faça tanto barulho.

- Certo. Vai sedar ele e... Botar algumas fitinhas para dizer que embrulhou.. Enfiar num bolo e entregar quando ela fizer aniversario?

- Tirando a parte de botar fitinhas e enfiar ele num bolo...

- Ela so faz aniversario uma vez por ano.

- Eu sei o que estou fazendo. – Itachi falou com arrogância.

- E eu não vou precisar consolar a sua viúva, porque é ela quem vai matar você. – o homem deu um sorriso amistoso. – o meu plano inicial era muito melhor.

- Ela teria ido a Konoha, arrancado Naruto de La, enchido os conselheiros de tabefes e... ninguém teria nascido. E também...

- Depois você me xinga porque gosto de ir no bordel pra escutar musica...

- Você vai no bordel para ter os seus ouvidos estourados, isso sim. – Itachi retrucou, o outro dando de ombros. Ficaram alguns instantes em silencio, ate que Itachi se levantou. – Cuida dela por mim?

- Como sempre. – os homens cumprimentaram-se. – Mesmo com Konoha inteira nos calcanhares dela, eu vou estar do lado da sua mulher.

- Como assim com Konoha nos calcanhares dela?

- Ela não te contou o que pediu para aquele imbecil do primo dela?

- Não. – Itachi começou a preocupar-se. O amigo de tantos anos, respirou fundo.

- Senta ai. Já te conto tudo...

Sonhos de uma ruiva

Sonhos de uma ruiva

Hanabi Hyuuga sorriu, olhando para Hana Inuzuka.

- Você tem certeza?

- Você pode conferir com o byakugan. – Hana sorriu para a menina,que acariciou o pêlo aranja, que depois de algum tempo, começou a ronronar de prazer. – você vai ter que tomar um pouco de cuidado como pega ela, pelas próximas semanas e...

- Você cuida dela quando os gatinhos começarem a nascer? – Hanabi pediu séria.

- Eu até gostaria... Mas daqui a alguns dias, eu vou sair em missão. Vai demorar um bom pouco para voltar.

Hana explicou pacientemente. Hanabi ergueu uma sobrancelha.

— Quer dizer que a vila não vai ter nenhum veterinário decente? E...

- Hanabi, o Mitsuaki é tão bom veterinário quanto eu. Tivemos o mesmo treinamento.

- Ele é um idiota. – a jovem Hyuuga falou com convicção. – A única vez que aquilo pos as patas na minha Myuki, ele errou feio o diagnostico, lembra? Eu não vou permitir que ele encoste os dedos nas pontas dos pelinhos da Myuki!

- Se essa gatinha for como a mãe dela, o Mitsuaki é quem vai sofrer.

- Você conheceu a mãe da myuki?

- Hai. Depois que eu tive treinamento veterinário, a sua mãe trazia a gatinha dela, para que eu a examinasse... Ela teve a Myuki pouco antes da sua mãe falecer e a sua mãe trazia a Myuki e os irmãozinhos dela em uma caixa, para que eu examinasse. Eu me sentia extremamente honrada com isso.

- Como a mãe da Myuki morreu? Você sabe?

Hana franziu a testa, antes de começar a falar.

- Se não me engano... Ela foi atropelada, os gatinhos ainda não tinham sido desmamados. Por isso a sua mãe, junto com a Hinata, davam mamadeira para eles.

- Meu outo-san não quer mais gatos em casa. Ele só deixa a Myuki, por que prometeu para a mamãe, que ela ia ser minha e da Hinata. – Hanabi mordeu o lábio inferior. – Senao quem estaria conosco seria a Kyuubi e não a Myuki.

- Você vai precisar então de encontrar casa para os gatinhos... Mitsuaki pode lhe ajudar com isso, depois que eles nascerem.

Hanabi pegou a gata no colo, o animal de olhos verdes balançava a cauda de um lado para outro.

- Tomara que isso seja antes que o outo-san decida que é melhor afogar eles.

- Acredito que Hiashi-sama nao vá tomar uma decisão dessas, Hanabi.

A menina deu ligeiramente de ombros, antes de apertar um pouco a gata.

- Sera que não existe chance da bruxa velha mudar de opinião? Sobre você ir nessa missão? – Hanabi olhou esperançosa para a veterinária, que sorriu, negando com a cabeça.

Sonhos de uma ruiva

Sonhos de uma ruiva

Como em vários lares, a hora do jantar era sagrada, na família que a hime estava hospedada... E a comida que estava sendo servida, motivo de comemoração, pois era o prato preferido de quase todos que estavam reunidos ali.

A hime ria, quando batidas insistentes foram ouvidas. Quase que imediatamente, todas as conversas se encerraram, as pessoas encarando-se.

Com muita má vontade, o dono da casa foi atender a porta, voltando com um jovem, pouco mais velho que a hime em seu encalço.

Ele tinha cabelos negros, curtos. Vestia-se com uma túnica verde escura, calças do mesmo tecido e botas. Os olhos estavam i

- Hime-sama. – ele curvou-se ao ver a hime.

- Ryotaro. – A hime levantou-se. Ele era o mensageiro pessoal de seus bisavôs. Alguma coisa devia ter acontecido.

- Sua bisavó, hime-sama. – ele falou, respondendo a pergunta formulada pela expressão assustada dela.

- O que aconteceu com ela?

- Piorou. E também... Ela pede sua presença, para o caso de...

- Ela está tão mal assim?

O homem assentiu, sem dizer palavra.

A hime assentiu, saindo da mesa, sendo seguida por Ryuuji e pelo padrinho de Fu. Ela olhou para a mãe de Ryuuji, que suspirou.

- Eu tenho que ir, madrinha. Você pode...

- Não se preocupe com as crianças. Vá arrumar uma muda de roupa para a viagem, o importante é você conseguir pegar sua bisavó viva.

- Hai...

A hime sentiu um aperto no peito. Sua bisavó sempre fora tão... gentil com ela, que ousar pensar em ficar longe dela nesse momento, era inadimissivel.

Sonhos deuma ruiva

A hime entrou no quarto, encontrando seu bisavô prestes a sair. Ambos fitaram-se por um momento, as desavenças passadas extremamente presentes naquele momento.

- Voltou por qual motivo? Quando ela morrer você não irá...

- Bisavô... – ela começou a falar calmamente. – Apenas voltei por ela. Todas as coisas que eu falei antes, continuam valendo. Isso significa, que pode pegar o cetro e enfiar...

— você é...

- Nas mãos de quem quiser menos nas minhas! – ela completou, sentindo uma pontada de raiva.

- Tao insolente como a sua mãe! – a afirmação do homem foi recebida com um largo sorriso.

- Que bom que o senhor acha isso. Afinal, uma macieira jamais poderia produzir um pêssego, não acha?

- Hime-sama, sua bisavo deseja lhe falar. – uma das enfermeiras que cuidavam da mulher veio lhe chamar. A jovem deu um leve meneio de cabeça, antes de desviar do homem e encaminhar-se até a bisavó, que estava deitada, com os olhos fechados.

- Obaa-chan... – ela chamou baixinho, fazendo que a mulher abrisse os mesmos. Olhos cor de mel... que pareciam ligeiramente desbotados com o passar do tempo.

Olhou para as mulheres, ao lado da cama da imperatriz.

- A conversa entre minha obaachan e eu será particular. Por favor, esperem do lado de fora. – pediu, com a certeza de ser atendida.

Nem bem tinham fechado a porta,quando a jovem mulher ajoelhou-se ao lado da cama, pegando as mãos da mulher idosa.

- Obaachan... Como a senhora está se sentindo?

- Um pouco triste, minha querida, pois macieiras realmente não podem produzir pêssegos...

- Mas considerando seu marido, penso que a única coisa que ele pode produzir são abacaxis.

A imperatriz sorriu, antes de acariciar o rosto da bisneta.

- Quando olho para você, sabe o que mais vejo? A mesma teimosia que seu bisavô exibia quando éramos jovens...

- A senhora não sabe o quanto eu queria que me dissesse que era a insolência da minha mãe.

- Sua mãe nunca foi insolente comigo, querida... O maior problema entre seu bisavô e ela, era que eles eram extremamente parecidos... Quando olhavam-se, quando respiravam perto um do outro, estavam sempre dispostos a lutar, um enxergava o seu espírito no outro. Qual dos dois seria capaz de dar o braço a torcer, se ela tivesse vivido mais tempo? Com certeza nenhum dos dois...

A mulher idosa começou a tossir, fazendo que a jovem ficasse preocupada.

- Precisa de algum remédio em especifico? – a hime, pediu alguns momentos depois, olhando para a bandeja que estava no criado mudo.

- Não... – a mulher balançou a mão. – onde estão os seus filhos?

- Estao em casa. – a jovem desejou ter trazido as crianças, mas sem elas, a viagem de quatro dias, ficara apenas em dois. – Eles ficaram rezando pela sua saúde. Então, a senhora, tem a obrigação de melhorar.

- Eu preciso mesmo melhorar... Afinal quero estar na sua coroação, daqui a dois anos.

- Obaachan!

- Esse é o costume, querida... A coroação acontece no vigésimo quinto aniversario do herdeiro, conforme a tradição...

- Mesmo que o herdeiro, no caso eu, não queira? – a jovem pediu, com um meio sorriso.

- Mesmo que você não queira. Esse é o destino escolhido pela sua mãe... Que você abraçou, lembra-se?

- Gostaria de não lembrar. – a jovem suspirou, antes de beijar a mao da bisavó.

- E Nika assumira o trono após você... – um sorriso estampou a face da idosa. – Ela tem o mesmo rostinho da minha hime-chan, sabia? O mesmo rostinho... – a imperatriz fechou os olhos. – pode me prometer, querida, que você, ira trabalhar para ser uma boa imperatriz?

- Eu só prometo isso, se a senhora prometer que vai ficar bem. Então? Pode me prometer isso?

- Eu prometo, que vou tentar... E você?

- Eu prometo, obaachan que, vou tentar ser uma boa governante.

- E Uzumakis não voltam atrás no que dizem, não é Jun?

- Não, obaachan... não voltamos atrás no que prometemos...

Notas finais
Oi di novo!
Bom pessoal... ja que voces chegaram até aqui... podiam deixar um comentariozinho, ne? ate porque... SE nao tiver sete comentarios, a fic só será atualizada em dezembro...
Dessa fic, JURO SOLENEMENTE, que irei responder todos os comentarios.... E QUERO QUE O JIRAYA FIQUE PELADO SE EU ESTIVER MENTINDO!
beijos
tina