Sonhos
3 Festa, parte 1
Notas iniciais
P.O.V Narrador
As meninas acabaram de se arrumar e foram para tal casa, era apenas umas 4 quadras da casa de Pyetra. Ao chegarem, logo na entrada, a dona da casa e muito amiga de Luana.
–Minha lindaaaa — percebe-se que Andreia já está meio alegrinha, por conta da bebida.
– Andreia, florrrr — Luana a barça — essa aqui é a Pyetra.
– Oii — Pyetra fala simpática.
– Oiee, entrem e se cinta em casa, não tem muitas pessoas, mas o resto está pra chegar.
As meninas entram na casa, vendo o batalhão de pessoas que avia naquela casa.
– E porque ela disse que não tinha muita gente.
– Normal, as pessoas chegam a sair pela janela de tanta gente que fica essa casa.
– Noussa.
As meninas começão a rondar o "ambiente" Luana já começa a olhar para alguns meninos, que por acaso ela já teve algo, sem que fosse apenas um selinho. Pyetra por sua vez, não avia gostado de nem um, a maioria estava com um como com bebiba na mão, ou agarrado em meninas ou com olhar de "caras tarados" para sima ou dela ou de qualquer menina presente naquela sala.
– Bebe? — Pergunto Luana chegando ao mini bar improvisado ali.
– Não.
– Como você vem pra uma festa e nem se quer bota nem uma gota de bebibda na sua boca?
– Não botando ue — Pyetra nunca fora de beber, principalmente em uma festa que a unica pessoa que ela conhecia era Luana, e mesmo assim não a conhecia a muito tempo e nem tão bem.
– Ok ok, então se você não vai beber, eu bebo por você e por mim.
Luana pediu algumas bebibas no mini bar e começou a beber. Para Pytra essa era a famosa festa "morgada" Já para Luana nem tanto, já que a cada golada que ela dava ela olhava para um menino diferente. Não demoro muito e Luana já estava na pista, dançando sem vergonha nem uma, chegava um menino por trás e ela dançava com ele, depois outro, e outro.
–Aqui sua soda — Fala o garço.
– Obrigada.
– Por nada — Pyetra ainda se encontrava sentada no mini bar, em quanto Luana, estava no mundo da lua no meio da pista.
– Já vi esse filme, você ou vai voltar dirigindo pra ela, ou vai voltar dirigindo só. — Pyetra ouvi uma voz grossa e ao seu ouvir, sexy, atrás dela.
– Conheço você? — Fala estranhado o ato do menino vim falar com ela, e ainda mais ter falado uma coisa em que ela não tinha entendido nada.
– Não, prazer Lucas! — O menino se senta ao lado dela e estende a mão como cumprimento, Pyetra por sua vez, aperto a mão do rapaz.
– Prazer. Não entendi o que você quis dizer com " eu já vi esse filme.."
– Sou amigo da Luana, e todas as festas em que a Andreia da, a Luana fica bebada, ou dorme aqui, ou a amiga leva ela pra casa, ou ela vai com algum cara que conheceu na mesma noite.
– Não pe a chamando de puta mas, no casso " Sou amigo da Luana" quer dizer que você já pego ela? — Se vinhesse um sim ou um não, para Pyetra tanto faz, ela só queria conhecer mais quem era a menina com quem ela tinha ido a uma festa essa noute.
–Não, Não. Nunca quis ficar com ela, e nem ela comigo. Somos apenas amigos. — falo o garoto com toda tranquilidade do mundo. — Agora me espanto a Luana ter uma amiga tão calma, que não bebe e que não está ali no meio da pista com ela.
– Hm, porque ? todas as amigas dela fazem o mesmo que ela? — Pergunto um pouco curiosa.
– Ou pior. — Pyetra começo a ver que aquela menina toda certinha, toda amorosa e tudo mais, que trabalhava no mesmo prédio que ela, não era tão certinha.
Eles continuaram a conversar, Pyetra achou ele legal, lindo também, e com bom papo. Eles foram conversar na varanda da casa, onde a musica não ra tão alta.
– Pelo visto, você vai voltar só — Lucas falou ao ver Luana no maior amasso com um menino.
– Por que?
– A Luana se enato com o Pedro, e esses dois quando se pegam, só se largam na manha seguinte.
– Fudeo -Pyetra pensou como ia voltar para casa, se Luana iria usar o carro dela. A não ser que ela fosse de taxi.
– Oi? — Lucas não escuto o que ela falo, e Pyetra sem jeito por ter soltado um palavrão, mudo o assunto.
– Nada, normalmente quando ela sai com esse Pedro ela vai no carro dela?
– Sim, ele não tem carro, e nem um dos dois curtem andar de taxi.
– hm, e sabe me dizer um numero de algum taxi? — Já que Luana estava se pegando com ele e os minutos para ela ir em bora estavam contados, ela resolveu ir pra casa.
– Ii, Sinto informar, mas a essa hora, nem um taxi vem pra ca.
– Por que? — Pyetra não avia entendido, e já começara a achar uma má ideia ter saído de casa.
– Porque a essa hora, e ainda mais dia de sexta, o que mais tem e adolescente fumando, bebendo e se prostituindo aqui por perto, os Taxistas não gostão, por que teve uma época que os pivete começavam a jogar coisas no taxi, quebrar e tal.
– Meu Deus, como vou voltar pra casa? — Pensou alto.
– Você só tem três opções.
– Que são?- Pyetra no momento estava aceitando tudo, meno, roubar, matar e dar!
– Primeira, Dormir aqui.
– Não obrigada. — Lucas sorrio.
– Segunda, esperar até umas 6 da manhã, apra poder ligar pra um taxi, e mesmo assim ele tem probabilidade de chegar lá pras 9.
– Qual a terceira?
– Aceitar minha carona.
– Eu acho que vou esperar até as 6.
– Porque? Eu não mordo, não mato, não faço nada de ruim, e fui até agora, a compania da sua marivilhosa noite. — Falo convencido.
– Não era nem pra eu esta aqui.
– Mas você tá, então não adianta chorar por isso.
– Sim, mas eu mal conheço a Luana, e vim pra uma festa com ela, e ela me deixou aqui pra dar pra um macho, imagina o que acontecerá se eu deixar você me levar pra casa!? — Pyetra já estava nervosa.
– O que vai acontecer? — Lucas se pergunto.. — Eu e você vamos de carro até a sua casa, eu deixo você nela, e sigo meu rumo. Mas tudo bem, se quer esperar até as 6, fique avontade. — Lucas deu um beijo na bochecha dela e se virou se misturando com a multidão.
"Tomei no toba, me ferrei, como vou pra casa agora?, Vou atrás dele? não vou? aaaa, se eu for... ele parece ser gente fina. Mas a Luana também parecia ser.... Meu Deu do ceu, me ajuda"
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