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18 Vida nova.
Notas iniciais
No capitulo anterior :
[Hanna P.O.V on]
O carro despenca do penhasco com a minha namorada dentro dele, Aria chega imediatiamente eu desço o penhasco com as lagrimas escorrendo em meu rosto como se fosse um dia de tempestade nos meus olhos, na tentativa de salvar minha namorada, Emily e Aria correm atrás de mim eme seugram o que me deixa furiosa logo eu com muita raiva esbravejo:
– Eu tenho que salvar a Spencer. -As lagrimas agora também são de fúria.
– Você não vai conseguir o carro tá pegando muito fogo você vai acabar desmaindo em morrendo, o máximo que podemos fazer e chamar os bombeiros Hanna, você vai morrer se ir lá.
– Eu não me importo. — Dgo desesperada. -Spencer. -Grito.
– Eu já chamei, acho que eles não demoram.- Diz Aria.
– A Spencer -Berro.
– Você tem encara as chances de ela estar viva são minimas. — Diz Emily.
– Não fala assim Emily, acredita ela vai sobreviver. — Diz Aria.
– Spencer. — Só tenho forças para dizer isso depois automaticamente desmaio pelo calor.
Fim do capitulo anterior.
[Hanna P.O.V on]
Eu acordo possivelmente de um sonho horroso, um pesadelo onde eu via o meu carro cair do penhasco com a minha namorada dentro, olho em volta vejo que não era meu quato, não sabia onde estava, aquilo me parecia outa devaneio da minha cabeça, estou com uma roupa que normalmente não usaria, vejo marcas de feridas em meu coração em começo a pensar que aquilo foi real, fora do meu quarto escuto pessoas conversando, não consigo entender o que, então ouço:
– Ela acordou. — A voz era parecida com a da Aria.
– Hanna está bem? — Pergunta Emily.
– Sim, Em. O que aconteceu? — Pergunto.
– O seu carro caiu do penhasco, não lembra? — Pergunta Emily.
– Então é verdade, achei que era apenas um pesadelo. — Era o que que temia tudo que lembrava era real.
– É Hanna não foi um pesadelo. — Diz Aria.
– A Spencer tá bem? -Pergunto elas se entreolham. — O que foi ela ta UTI, o caso dela é grave? — Começo a me desesperar.
– Hanna a Spencer… Desculpa, eu não consigo. -Aria diz e sai chorando do quarto de Hanna.
– O que foi, ela tá muito mal, eu quero ver ela, chame os médicos e me levam ao quarto dela.- Eu digo deseperada.
– Hanna. — Emily respiro fundo antes de me dizer o que diria.- A Spencer, ela morreu. -Ela diz com lagrimas nos olhos.
– É mentira, porque está me dizendo isso, qual o motivo para fala r uma coisas. — Começo a chorar e bater em Emily. — A Spencer não morreu, ela não pode morrer, como eu fico, ela sabe que eu a amo, ela não pode fazer isso comigo. — O choro já sai sem eu sentir, a dor é incontrolável dentro de mim, se eu fosse descrever seria como se tivesse esmangando todos os meus orgãos ao mesmo tempo e reconstituindo apenas para trucidar todos novamente.
– Han, eu também queria que fosse mentira, mas não é. Acharam cinzas humanas no locas, não tem como descobrir se eram da Spencer, mas ela era única no carro não tem como ser de outra pessoa. — Ela abraça na tentativa de confortar, porém creio isso fosse impossivel agora.
– Toma Aqui seu café- Diz Travis.
– O que faz aqui Travis? — Pergunto.
– Sou seu enfermeiro. _Ele responde.
[? P.O.V. On]
A enfermeira me avisou que o médico entrara aqui daqui a pouco e me fará alguns exames para saber o que eu tenho que tomar, como devo ser tratada, entre outras coisas, esse hospital é muito bonito e uma das únicas coisas que reparei até agora, nada faz muito sentido para mim, O médico fica conversando co enfermeira acho que ela está dando algumas informações minha se ele chega e faz perguntas:
– Nome?
– Não sei. — Na verdade a única coisa que me lembro agora é uma loira eu sinto algo muito forte por ela, acho que a amo. — “ Deve ser minha namorada, ou pelo menos eu quero que seja.” — Penso.
– Idade?
– 17, eu lembro de uma garota me falando que nasci em noventa em cinco. — Era mesma garota loira. — Estamos em 2013, é fevereiro agora estou certa?- Eu pergunto não tenha certeza disso.
– Sim, já sei que tem amnésia, as lembra de algumas coisas, sabe se mora aqui, ou em outro lugar.
– Não, vocês sabem, meus pais estão ai? — Pergunto.
– Não, uma menina te deixou aqui e saiu, deve ter te achado em algum lugar e trazido para o hospital. — Responde o médico.
– Se lembra e alguma coisa, sem ser sua idade? — Ele pergunta.
– Que provalvelmente sou lésbica, poque lembro de uma menina loira e acho que estou apaixonada por ela.
– Pelo exames que fizemos, e sua resposta sua amnésia é grave, vai ser difícil recuperar sua mémoria, eu vou receitar alguns remédios para você, tem muitas feridas e lesões.
– Entendo. -Eu digo.
– Como você não s sua família te levaremos a um lar de adoção, pois segundo a menina que te trouxe aqui, você não é da cidade, ela deixou um bilhete te largou aqui e foi embora, conforme foi dito por outros pacientes. — Eu olho para o jaleco do médico que me atendia e leio hospital Riverswood.
– Riverswood é nome dessa cidade?
– Como você sabe?
– No seu jaleco etá escrito hospital Riverswood, suspetei que fosse o nome da cidade. -Eu digo.- Por mim tudo bem ir para um lar de adoção, eu poderei completar meus estudos lá, certo?
– Sim, provavelmente fará um teste para ver se será aprovada para o último ano e se passar,a estudará lá mesmo.
– Então ótimo.
– Você ter que ficar internada aqui por três dia, pois respirou muita fumaça. — O médico me diz.
– Eu posso ir ao tomar um ar um pouquinho? — Peço.
– Pode, a enfermeira te leva. — A enfermeira me ajuda a ir ao pátio do hospital, no meio do caminho uma senhora nos para.
– Qual seu nome menina? — Ela pergunta.
–Eu não lembro.- Respondo constrangida.
– Você precisa de cuidados, quando sair daqui, onde estão seus pais? -Ela pergunta muito séria.
– Não sei, acho que me perdi deles.- Respondo.
– Você vai ficar sozinha quando sair daqui, ninguém vai te cuidar, como asim? — Ela pergunta.
– Vão me levar para a uma casa de adoção e terminarei meu estudos lá. -Eu respondo a ela. — Como se chama senhora?
– Aurora Prescott, eu tenho uma filha da sua idade, queria outra, contudo eu não posso mais engravidar, eu estava pensando em adotar um bebe, ou algo do tipo, entretanto não vou mais.
– Porque não vai mais? — Eu Pergunto pra ela com muita curiosidade.
– Por que se você concordar, eu já achei minha filha. — El diz co lagrimas nos olhos como iria a recusar penso.
– Seu marido pode não me querer.
– Eu sou viúva, eu tenho condições para você garotinha sozinha, eu sou psicologa, tenho salário alto, não posso te deixar desolada nesse mundo cruel e obscuro, eu li a carta da menina, quando vi você queria saber como estava eu vim fazer alguns exames, mas fiquei preocupada contigo, não sai daqui, esperei você sair do quarto para saber se alguém da sua família conseguiu te achar ou se você se lembrava de alguém , só que quando me disse que você não lembra de nada e que nem sabe onde seus pais estão , eu vi que era um sinal para mim, que era minha missão cuidar de você. — Ela chora e eu abraço ela, mal a conheço mas já me sinto sua filha.
[? P.O.V off]
Aria estava chorando descontrolada na sala de espera, a perda de sua melhor amiga a doía muito, era quase insuportável ficar em pé, estava frágil, vulnerável, ao mesmo tempo revoltada e extremamente triste, nada podia a consolar, todavia necessitava de um conforto mesmo que insuficiente. Sem querer acreditar muito no que havia ocorrido se beliscava na esperança de acordar e por um acaso apenas lá diante de seus olhos estava seus ex-namorado que foi falar com Ela:
– Oi Ezra. — Diz ela com o olhos enxados.
– Oi Aria meus pêsames, Spencer era uma menina muito boa. — Ele diz. — A Hanna está bem?
– Não, nem em nenhum sentido, vai ficar por uma semana pois machucou muito braço e não vai ser tão fácil aceitar a morte da Spencer para ela, provavelmente agora deve estar bem pior que eu. — Ela fala secando os olhos.
– Achei que devia estar aqui para te confortar, sei que é impossível, porém acho que posso ajudar a você se sentir melhor, lidar melhor com está dor que está sentido. — Ele diz e ela o deixa abraça-la.
– Gostei do seu presente, pena que veio em um momento em que eu estou totalmente destruída.
– Muito obrigado, eu queria mostrar que mesmo com o nosso fim eu nunca me esqueci de você, nem por um segundo.
– Foi muito gentil, você sabe que agora está tudo confuso na minha cabeça, eu não sei o que dizer.
– Eu sei o que eu quero dize, eu sinto sua falta. -Ele diz com os olhos triste e sinceros.
– Eu não vou dizer que que não sinto porque estaria mentindo, mas eu não sei o que faço Ezra? — Ela diz muito caótica.
– Se deixa levar.- Ele diz e ela o beija.
– Não. — Ela para o beijo.
– Tudo bem. -Ele vai saindo.
– Eu quero dizer não aqui, vamos para seu apartamento. — ela diz e os dois entram no carro de Ezra.
No outro dia...
[ Hanna P.O.V. on]
Eu peço para ir no enterro de Spencer, eles me liberam, porém não posso usar salto, vou com minha mãe,Emily e Aria, nós três estamos desoladas, desde que entramos no carro o nosso choro é continuo e quase uníssono, a minha namorada e a nossa amiga tinham morrido isso era a maior tortura que A já fez contra nós três, nos tirar a Spencer, o meu ódio cresceu em tamanhos imensuráveis para com o A, o que sentia por ele era tão forte qnue não sabia como controlar, meu desejo era estrangula-lo aqui mesmo, só de vê-lo com a famílian da Sence já me causava um reboliço, como A tem coragem de fazer isso, Wren deve ser muito, mas muito cara de pau para vir no enterro de quem ele causou a morte, Eu o mirava com ódio e não tirava meus olhos dele. Então começou o enterro:
– Eu não creio no que vejo como ele se faz assim. — Wren consolava Melissa que estava em prantos desesperada quase não se ouvia o padre de tanto que ela chorava pro sua irmazinhã.
– Deus permite que esses acidentes aconteçam, para com seus pois as morte pode ser um caminho melhor, alguns falam morreu tão cedo, tinha tanto a viver, como seria se tivesse viva, ai que está questão nós não sabemos se estivesse poderia ter se perdido e não teria ido para o lugar onde está hoje. — Diz o Padre.
– Porque Deus ia querer isso, nós vamos a igreja, ela sempre foi desde pequena, epor que levar a minha irmã, ela tão frágil, quando era pequena ela se machucava em qualquer coisa, uma vez quando tinha cinco anos ela escorregou na casca de banana e eu tive que ligar para minha mãe para levar ela para o hospital, por que logo a minha irmão, qual a razãopara isso? — Melissa fala revoltada chorando.
– Calma, Melissa. — Veronica diz. -Vamos indo. — Levanta Melissa e vai levar ela até o carro.
– Pergunta para o seu noivinho com que propósito a Spence faleceu. — Vou até lá e digo e Aria e Emily me retiram do enterro também.
– Vamos Han, para você também já chega. -Diz Aria.
[? P.O.V]
Passou os três dias de minha internação, e todos eles Aurora veio me visitar, ela me contou que era só eu assinar um papeis que ela já possuiria minha guarda provisória, o que me animou muito. Hoje ela me levaria para casa dela, eu farei um teste na mesma escola que a filha dela estuda se eu passar terei aulas para me formar na escola, provavelmente terei cumprir algumas aulas extras, mas acho que eu gosto dessa ideia, o médico já me avisou que ela estava vendo meus documentos de altas e eu iria sair do hospital, quando ela chega no quarto conversamos um pouco:
– Ele já vai te dar alta minha filha.- Diz ela.
– Mãe eu ainda não tenho nome. — Eu falo.
– Verdade, eu vou te chamar de Marissa, significa vem do mar, já que eu não sei de onde você veio, digamos que foi do mar, gostou do nome? — Ela pergunta com um sorriso conquistador e sorrio de volta.
– Gostei.
– Então você será Marissa Prescott apartir de hoje. — Ela diz.
– Já podem ir para a casa. — Diz o médico.
– Mãe já voltou para casa. — Diz uam menina da minha idade. — Quem é essa garota? — Ela pergunta.
– Eu encontrei com ela no hospital, ela estava sem ninguém, sem memoria, ela não tinha para onde ir, ou quem a desse carinho, visitei ela e já tenho a guarda dela, ela é sua nova irmã, Autumn essa Marissa, Marissa essa é Autumn.
– Mãe achei que iria adotar um bebê, não uma adolesente. — Ela diz.
– Oi Autumn.- Eu fico meio cabisbaixa, acho que estou incomodando.
– Filha essa menina, iria ficar sozinha, sem lar, sem nada, toda machucada, ela também te que usar coisas para tirar a fumaça que aspirou de seu pulmão como saberíamos se ela seria ratada direito num lar de adoção, muito mais vivendo nessa cidade que as pessoas sempre querem se aproveitar das outras.
– Tudo bem. -Ela diz depois de pensar.- Bem-vinda a família Prescott, Marissa. -Ela diz.- Mamãe te deu esse nome não é?
– Sim. — Respondo. — Como sabe?
–É nome que dona Aurora gosta. — Teo que ir colégio, você vai estudar no mesmo colégio que né?
– Vai lá Marissa, eu marquei seu teste para daqui a pouco. — Diz Aurora.
– Bem-Vinda ao Riverswood Sky. — Ela diz ao chegarmos e eu entro muito entusiamad
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