Notas iniciais
Referências a "Infiltrados" e "Criminal Minds"

– Não vá. — Gritava chorando angustiada. — Quem é você moça?- Perguntava com aflição, a moça virou o rosto e Em viu bem quem era, ela reconhecia a menina, era Aria. — Aria. — Em acorda assustada.

...

“Eu conheço suas habilidades Hanna, amanhã vá a Upenn e me traga a pulseira da Spencer, você sabe de qual estou falando não. Se eu fosse você não conseguiria dormir está noite.

...

Sabia que uma reaproximação com sua ex-namorada mesmo sendo só em amizade seria complicado, então pensou na loira, no motivo delas ter se distanciado foi a forma do fim do relacionamento de Spencer com sua ex-amiga, quem sabe ela não deveria ter se envolvido tanto, escolhido lado, no fundo queria Hanna de volta ao seu lado.

...

Alison. — Disse Jenna que estava na sua frente.

– Quem? — Alison fica assustada.

– Você.

– Não meu nome é... — Jenna a interrompe.

– Eu reconehceria essa voz em qualquer lugar, ela me atormentou por muito tempo. Então você está viva.

– Vocâ está enganada.

– Para de ser mentirosa Alison, sei que é difícil, mas já está ficando feio isso. — Jenna diz incredula.

Fim do capitulo anterior.

[Spencer P.O.V. on]

Acordei, vesti minha roupa, não sei por qual motivo, eu comecei a sentir uma sensação estranha, como se algo que eu tinha ia se perder, achei que era sintoma pós fim de relacionamento. Coloquei uma regata aberta cinza com uma cruz virada para baixo comprei ela aqui na universidade, meu short jeans preto, e minha bota com franjinha faziam uma combinação ótima. Olhei no espelho meio fixamente, naquela hora refleti sobre os acontecimentos na minha vida desde que a minha memoria retornou.

Hanna, Tess, Hanna outra vez e Ali parecia que eu não conseguia para pra respirar antes de uma decepção amorosa, bom Tess tinha bons motivos mesma ainda não me contando quais, eu sei que ela tinha que fazer o que fez, de qualquer forma com a volta das lembranças não sei se eu teria um futuro com ela, até porque eu já tinha me decido por Hanna. Estas loiras, eu não compreendo suas decisões, e sua falta de confiança em mim, será que eu não sou mesma digna. As vezes estas coisas me atormentam ficam pairando na minha cabeça, pois foram duas vezes, parecia que não era coincidencia, isso perturbava me, a culpa podia ser minha, parte eu sei que é, entretanto julgava ser a menor. Eu juro que vasculhei minha mente completa, contudo nada indicava uma motivação para os atos delas, então eu me aliviei.

Após sair do espelho, vou a minha aula, não consigo prestar muita atenção, o que não era comum para mim. Depois da aula, eu fui na curso de cinema, ninguém sabia que eu era inscrita, nem mesmo Ali ou Melissa, só Aria. O curso era um extracurricular de três meses na Upenn, queria fazer a cadeira de cinema. Mas pensei nisso depois do fim das matriculas, isso tudo aconteceu dois dias depois da peça de Aria. Eu já estava pré-matriculada no próximo semestre seguinte. Na escola eu era do clube do cinema e queria aprender a dirigir, quem sabe não era essa minha vocação. Quem diria que Spencer Hastings estava a busca de sua profissão. Eu tenho quase certeza que os Hastings não iriam se orgulhar de ter uma artista na família. Ao chegar na minha aula, o professor nos pede mostra um filme “Infiltrados”.

– É um dos melhores de Scorsese, você não acha? — Diz Hadley, a mesma a que faz antropologia inicial comigo, além de outras disciplinas. Aquela que eu dizia que era minha namorada para Melissa, antes de ela deduzir que eu saia com a Miss Duchannes. Ela era uma das razões para manter isso em segredo da Ali, naquela época ela sentia muito ciúme de nós, depois as coisas começaram ir de mal a pior. Eu fiquei meio aérea, Hadley balançou sua mão na frente do meu rosto, então me liguei.

– Sim, e isso significa muito, pois ele é um dos maiores gênios da história do cinema. Ele é muito inspirador. — Via o professor que estava a ponto de pedir silêncio, então me calei, ela também e entendeu o que acontecia. Jack Nicholson, Damon e Dicaprio, principalmente o último, estavam perfeitos nesse filme, a trilha sonora era muito simetrica há o filmes, tinha vários detalhes que tornavam a película em algo especial. — É brilhante. — Susurrei. De mod que ninguém escutasse, mal podiam ver minha boca mover. O filme sobre a policia americana e mafia irlandesa de Boston era espetacular.

Todos estão admirados, ou pelo a grande maioria, era quase impossível um cinéfilo desgostar de qualquer obra desse diretor de descedencia italiana e de inegável talento.

Para todos era quase um agonia o filme terminar, pois ninguém queria parar de apreciar o que vimos. depois o professor pediu que fizesse duplas expor nos visões, num relatório.

– Vish com quem que faço. — Pensei alto.

– Spencer. — Diz Hadley.

– Eu. — Respondo.

– Pode fazer comigo?

– Claro, somos amigas. — Sorrio.

– Sim. Posso ir no seu quarto fazer? Tipo Kaya disse que sua namorada é extremamente ciumenta. — Até Hadley soube sobre o ataque possesivo de Ali, era estranho porque eu não queria ouvir sobre isso.Depois de segundos no especie de mini choque eu respondi.

– Pode, que namorada? — Queria que Hadley entendesse o recado, sua cara indicava que não entedia nada. Ela colocou a mão na cabeça e começou a coçar, como alguém em duvida.

– Avery.

– Terminamos. — Era bom que as não saibam o nome Ali, pois o nome Avery me machuva menos.

– Nossa que triste. — Na verdade está aula, Miss Duchannes, entre diversas coisas me faziam sentir melhor acho que agora a parte melancólia já findava. Hadley me abraçou, não entendi se espontaêamente, ou foi de praxe. Era bom ter alguém quem me consolasse, já que minha melhor amiga morava distante. Hadley colocou mão no ombro.

– Obrigada. — Sorri.

–Te encontro mais tarde.

– Me liga e marca a hora. — Digo, ela sai.

[Spencer P.O.V off]



[Hanna P.O.V.]

Antes que fosse lá na Upenn a pessoa já havia me deixado uma outra mensagem. E dessa vez foi bem pesada eu não conseguia saber o que fazer, aquilo me deixou em panico:

“Hanna, agora vamos falar sério eu te darei dez dias para me pagar cinco mil doláres. Bem se isso não acontecer fotos como essas vão invadir o mundo virtual em cada canto do país.”

Tinha uma foto anexada.

Fiquei pensando em como iria arranjar grana suficiente, eu não tenho quase nada,minha está quebrada, bloquearam os bens e a conta do meu pai, não havia jeito algum. A única coisa que eu poderia fazer seria pedir a Spencer, porém eu não queria que ela me tirasse dessa, fui que nos colocou eu que devo concertar isso, não posso preocupar ela com isso.

Eu fiquei estressada com aquilo e tinha que desabafar com alguém, tinha que ser agora, não tinha muitas pessoas que eu podia confiar na Hollis, na verdade não havia ninguém, então pensei numa maluquice, era loucura, todavia na minha cabeça não surgiu ideia melhor, se eu não saísse viva ou intacta de lá, eu não me importava, só queria contar a alguém o que estava acontecendo. Fui até a uma porta da pessoa com quem eu desabafaria, existia milhões de possibilidades de dar errado, ela querer me matar ou me ferir gravemente, mandar eu ir embora, me ignorar e fingir que nem ouviu a porta, não querer me ouvir, isso tudo até era mais provável do que as chances positivas de ela me dar atenção e me ajudar nisso, só que eu teria que arriscar. Ao chegar no quarto da tal pessoa, eu respiro bem fundo, me encho de coragem e bato na porta.

– Hanna. — Ela diz surpresa.

– Oi, Aria. — Digo amedrontada.

– O que você veio fazer aqui? — Estranha.

– Eu preciso de alguém para desabafar e, não tenho ninguém, então eu vim aqui por que não sei eu achei que você era minha única alternativa, mesmo sabendo que talvez você expulsasse, que é o que deve fazer daqui alguns segundos, pelo menso eu tentei, não vou te pertubar mais. — Eu fui saindo pensando de onde tirei aquela ideia é ai que Aria me chama de volta.

– Hanna volta.

– Sério?

– Sim. Eu já queria fazer as pazes contigo, esses dias percebi que estou sozinha aqui. — Disse cabisbaixa.

– Você tem Spence e Alice.

– Mas elas moram na Upenn. eu acho que será sermos amigas novamente me diz qual seu problema Hanna? — Eu contei tudo tintin por tintim a Aria que me ouviu embasbacada, depois de contar ela, ela ficou rodando e rodando, refletindo, até que me disse

– Hanna Sabe que tem que contar a Spencer. — Ela dizia, todavia me recusava a isso.

– Não posso.

– Por que?

– Primeiro eu não quero incomodar ela, segundo é meu problema, eu causei e vou resolver, terceiro ela vi querer pagar com dinheiro dela, eu não quero isso, eu tenho que conseguir o dinheiro. Estava irrefutável.

– Hanna eu não quero brigar de novo contigo, o problema também é da Spencer, ela também aparece nas fotos, ela vai ser humilhada se descobrirem. Ela precisa saber.

– Eu sei.

– Então conta a ela e ela vai te ajudar, vai pagar e vocês vão ficar livres desse cara.

– Não isso não. Mas eu vou contar só preciso de mais uns dias para me preparar, só que sobre o dinheiro u não vou falar nada, só que tem uma cara me perseguindo.

–Okay Han, ainda acho que deve contar tudo. -Aria aceita meus termos, apesar de não estar de acordo.

[Hanna P.O.V off]

Emily e Juliet vão para piscina para mais treinamento a cada dia passado mais ansiosas ficavam. Depois do treinamento, Juliet propos uma atividade para relaxar o cérebro e o corpo, ao fizeram um mini questionário de uma revista adolescente que afirmava que respondendo aquelas perguntas você poderia se aproximar de sua bff e não era tão mentira , pois as perguntas eram boas, memo assim, não precisava de uma revista para ter uma melhor amiga ou aproximar ela ainda mais de você. Elas começaram.

– Nome do seu primeiro animal?

– Rufus, cão. -Em

– Jade, um peixinho dourado. -Ju

– Mania estranha?

– Abrir a geladeira só pra ver. -Em

– Bater as pernas antes de entrar na piscina.

– Isso sim é esquisito. -Em.

– Coisa mais tragica na sua vida?

– A morte Maya, minha ex, eu era muito apaixonada por ela, além de ela ser jovem demais para morrer. -Em

– Terrivel, coitada. Nem se compara, morte da jade IV, foi a pior pois já haviam morrido três Jade’s.

– Melhor brinquedo de infância?

– Barbie atleta. -Em.

– Barquinhoa motor.

– Grande amor da sua vida? (até o momento)

– Fácil Joey. -

– … — Emily não responde, mesmo sem ter a explicação o rosto de Aria vem em sua cabeça.



[Hanna P.O.V. on]

Eu vou até a Upenn na minha missão de pegar a pulseira de Spencer, eu lembrava onde ela normalmente guardava , então eu apenas preciso entrar la pegar sem que ninguém me note. Era difícil para roubar algo da Spencer, seria a mesma coisa que se me pedissem para bater na minha cara,mas era necessário.

Chego na Upenn estaciono meu carro, vou bem devagar para e com muito, olhando para os lado p,pois Spencer não pode saber que estou aqui nem Ali. Eu me escondo atrás de uma barreira e lá eu vejo alguém totalmente inesperado, Jenna Marshall fico espreita tentando ouvir o que ela fala, ate porque se ela estuda aqui pode ter sido ela a roubar as fotos. Ela esta sozinha pensando alto sobre algo que não entendi direito, de repente ela tem uma idéia arrebatadora. Ela diz:

– Claro como não pensei isso antes, viu mostrar a foto de Alison que tenho no meu celular para reitoria, ai contarei toda a verdade sobre a história dela, eles vai descobrir por quem ela esta se passando e vão expulsar ela, eu não sei qual a justificativa para eu não ter pensando antes.

Eu fico apavorada com o que escuto, um Jenna sabia que Ali estava viva, dois ela também sabia que ela estuda aqui na Upenn,três ela tinha foto com Ali, Quatro ela esta a um passo de fazer comb que descubram a real identidade de "Avery" e a expulsem da faculdade.

Eu fico ali até que Jenna va embora, ela esquece seu celular na cama, eu ali vi a oportunidade perfeita para pegar ele e o fiz. Quando peguei o celular vasculhei todas as fotos que tinham Ali, me perguntei porque uma cega rinha tanta foto no celular, então deletei as com Ali, eram umas quatro. O que mais me deixou assustada é que la tinha até selfie como será que ela tirou.

Vejo Jenna vindo no quarto e meu escondo, lá vejo ela tocando seu rosto e sua mão procurando um ângulo bom, o celular faz um barulho como se confirmasse, ela tira muitas foto simultaneamente e o celular "escolhendo melhor foto, foto escolhida".

Depois vou na espreita até o quarto de Spencer, olho e noto que apenas Spence esta la, entretanto da para constatar que já estava de saída, ela sai e não me percebe, calmamente ,eu entro abro a gaveta de Spence onde vejo no cantinho que ela sempre guarda suas pulseira aquela que eu procurava coloco no bolso e saiu de fininho sem deixar vestígios.

Quando estava na saída de Hollis, Spence me encontra, muito curiosa cona minha presença na instituição,logo vem ate mim com um semblante serio,com olhos ardentes de quem vai me matar, ela para diante a mim e eu faço o mesmo tentando pensar numa boa desculpa para eu estar na Philadelphia. Quando nos encontrámos ela mora bem em e logo me interroga.

– Poderia saber quais circunstância da sua visita a Upenn Hanna Marin? — Ela parecia um pouco incomodada com a minha presença la também pudera depois de tudo que aconteceu entre nós duas. Eu fiquei um pouco nervosa, me calei antes de responder ela.- Estou esperando. — Ela dizia aparentando uma detetive do Criminal Minds.

– Eu só queria ver você mesmo que sem conversar, só te olhar. — Eu disse, parte daquilo era verdade, eu queria ver ela mesmo, mas não era o proposito de vir aqui, se bem que roubar a pulseira de Spence serviu como bom pretexto para ter algo pra lembrar dela pelo menos por alguns momentos.

– Depois de tudo que você me fez você se vê no direito de ficar me olhando como se nada tivesse acontecido. — Ela era irredutível, parecia um cofre de aço. Não sei qual finalidade do meu coração, mas quanto mais dura ela era comigo mais ele falava naquela moça e algo me dizia que Spencer não me esqueceu, mera ilusão. — Hanna, você não pode vir aqui me ferir mais, eu não aceito isso.

Desculpa juro que esta será a ultima vez,contudo antes tenho que te contar algo que aconteceu comigo e envolve você.

Notas finais
Reviews? Referencias voltando com tudo.