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59 Revelações
Notas iniciais
Capitulo anterior:
– Me disseram que é aqui o quarto da namorada de uma amiga, Spencer Hastings, estou certa? — Pergunta Jenna.
– Sim. — Alison disfarçou a voz.
– Só vim aqui avisar que Peter disse que mudaram o ida de uma audiência e ele só poderá visitar ela semana que vem.
– Recado entregue.
– Obrigada, a propósito foi bom conhece-lá, tem uma voz que me é familiar. Será que não nos conhecemos?
– Acho que não.
– Devo ter me enganado.
– É.
...
Kaitlin ultimamente não parava no quarto, estava quase sempre em festas ou outro tipo entretenimento, e quando estava no quarto normalmente estava estudando.
...
Depois do final da peça Spencer e Alice recebem Aria , e baixinha abraça a amiga e dá um beijo apaixonada na namorada.Fazia tempo que ela não sentia-se tão livre. Então Spencer convida as duas para sair, comemorar. Aria com um sorriso bem grande responde.
– Claro.
– Vamos,então agora. — Só que Spencer encontra alguém no caminho.
...
– Eu menti, a distância não foi a razão de nós termos terminados. — Aquilo sai como um tiro da minha boca.
– Me diz a verdade então.
– Spencer. — Diz Aria nervosa.
– Eu preciso saber. -Ela olha fixamente a amiga.
– Por sua conta.
– Eu tive medo de contar antes, pois é muito grave, espero que me absolva, agora eu vou te dizer, tudo que já devia ter te dito antes. — Eu falo Spencer me encara com um olha julgador.
[Spencer P.O.V. on ]
Fico silenciada, esperando Hanna me contar tudo, nos mínimos detalhes. O que era tão grave para ela me esconder? que segredo era esse, que era tão sério que era preferível me tratar como cadela do que revelá-lo? Eram perguntas que rodavam a minha cabeça.Parte de mim não queria escutar, contudo sabia que era necessário, que o ela havia a me dizer era algo que eu precisava saber, teria que passa por cima de toda dor que ela me causou por uns minutos, para ouvir a verdade. Ela por um tempo, respira, meio que fazendo um ritual antes de me dizer tudo o que tinha a me dizer. Então diz.
– Eu não terminei com você pelo que você acha. Não foi sem motivo, eu fui a culpada.
– Isso você já disse, agora o que fez Hanna.
– Quer mesmo saber?
– Hanna, diga a verdade.
– Spencer,ela já te feriu muito, esquece essa história.
– Não Aria.
– Tudo começou quando minha disse a mim que meu pai não teria como pagar esse semestre da faculdade. Eu estava sem saída, tinha que arranjar dinheiro parta continuar em Hollis. — Ela me conta toda a história de como as coisas aconteceram. — Por favor, Spencer, me perdoa. Eu fiz besteira, eu não me perdôo por ter dado aquelas fotos. Todo os dias eu me pego pensando n a idiotice que eu fiz, lamentando a cada segundo.
– Eu não acredito que você fez isso, e pior ainda tem o descaramento de dizer que me ama. — Falo chorando.
– Eu te amo Spencer. — Ela chora muito.
– Não fale isso, por favor, não minta para você mesma. — Meu coração estava rasgado.
– Falo.
– Você sabia, que ele podia compartilhar, podiamos estar na internet, você nem pensa no que faz, só age.
– Ela me prometeu.
– Acreditou em pervertido.
– Ele não fez, nem vai fazer, só é um tarado, que queria nos ver quase sem roupa. — Ela fala.
– Pode até ser, entretanto não desfaz o que fez.
– Eu não queria dar as fotos.
– Isso tá muito longe de ser o pior. Se seu amor fosse verdadeiro, não mentiria assim para mim, teria me contado sobre seus problemas, confiado em mim. Você não confiava em mim. — Eu ainda não conseguiu crer em tudo aquilo.
– Não é isso.
– Você sabe que eu teria dado um jeito pedido uma grana aos meus pais, vendido meu carro. — Disse com voz melancólica.
– Era isso que eu não queria, não queria sua ajuda. Você não precisa cuidar de mim, não queria depender de você. Não entende, pois sempre foi rica, seus pais te deram tudo. — Ela diz com raiva.
– Podia só dizer não. Preferiu não confiar em mim.
– Eu apenas queria fazer do meu jeito, errado, porém meu. — Suas justificativas, ficavam piores.
– Você sabe quanto suas mentiras e segredo me machucaram Hanna. Você me fez acreditar que não era nada, que tudo que vivemos não significou nada, somente para esconder o rastro dos seus erros, seu amor por mim é tóxico, eu não quero isso para mim. — Me sentia zonza.
– Não é, ele é bonito. Spencer não podemos apgar nossa história por algo tão sem sentido.
– O que é sem sentido? sua falta de confiança, você não ser sincera, ter me feito de pano de chão ou me fazer de idiota? Responde qual dessas coisas? — Ela fica calada.
– Vamos apagar isso.
– Comediante agora.
– Spencer.
– Sabe qual foi a pior das coisas que fez a mim?
– Não. — Seus olhos estavam tristes.
– Fingir que eu era a pessoa mais amada do mundo. — Eu saio chorando, lastimando ter dado meu coração a ela.
[P.O. V. Spencer off]
Aria e Spencer entraram no carro e foram comemoram a estréia de Aria no teatro de Hollis. Alice que já estava lá, escutava músicas enquanto acontecia todas aquelas revelações. Aria olha para Spencer, preocupada pergunta se tudo está bem com ela.
– Está tudo bem? Esá no clima para festejar?
– Tá brincando agora sim que eu tenho motivos para comemorar. — Spencer diz sorrindo feliz.
[Spencer P.O.V. on]
Nós fomos até o Brew que está aberto hoje até tarde, sentia falta daquele lugar, muitas teorias sobre quem era A foram feitas. Conversavámos muito nos a quatro naquele bar. Aquilo me deia para baixo, mas eu tinha que superar, alémdo mais depois de tudo que Hanna fez para mim, essas lembranças são tudo o que preciso guardar dela. Aria e Alice sentam juntas, foi muito fofo ver aquela sincronia que tinham. Eu sento com elas, sorridente peço cappuccino para brindarmos, elas riem.
– Nunca brindei com um cappuccino.
– Nem eu, mas sempre há uma primeira vez.
– Está certa.
– Amiga, fico feliz depois do que acabou de ocorrer.
– Não podia estar melhor. — Digo alegremente.
– Dá próxima vez, me trás um CD, as música do rádio eram péssimas. — Diz Alice zoando.
– Pode deixar. — Veio nosso Cappuccinos. — Um brinde a atriz revelação Aria Montgomery.
– Obrigada. — Aria faz alusão de copo ser estatueta do Óscar. — Quero agradecer as minhas amigas, aos companheiros de academia, e por último e não menos importante a minha namorada Alice Badshaw, esse um grande momento na minha carreira, jamais esquecerei. — Todas rimos.
– Aria você não existe. — Falo rindo.
– Merece um beijo. — Alice a beija.
– Spencer e Alice como estão lá na Upenn?
– Lá é muito legal.- Diz Alice.
– É muito bom,tem coisas legais outras chatas, igual a todas universidades sabe. — Digo.
– Eu to amando Hollis. — Diz animada.
– Estamos vendo. -Digo.
– Ah Spencer, eu tenho que pegar umas anotações co sua namorada, porque eu acabei faltando uma aula da cadeira que fazemos juntas, pode pedir para ela por mim? — Pergunta Alice.
– Claro,eu vou pedir a Ali… Avery. Me confundi sabe muito nomes iniciados com A. — Digo disfarçando.
– Sei como é.
– Mas contar com a Avery não será muito fácil.
– De onde você conhece ela Aria? você disse que não tinha visto ela nunca. — Questiona alice
– Não, é que a Spencer me disse que ela é de Aries, elas não são confiáveis. — Aria nos acoberta.
– Não sabia que era ligada a signos, Aria.
– Ela é bastante. — Finjo.
– Há cada dia te conheço um pouco mais, minha linda. — Diz Alice que fica feliz com isso.
– Eu também quero te conhecer mais e mais.
– Awn que fofo. — Digo parecendo uma shipper. Depois disso temos nossa comemoração, comemos bastante e vamos de volta para nossas faculdade, pois a vida segue.
Alison se acordou com saudade de ouvir a voz de Spencer, que foi para casa do pais, decidiu ligar para ela. Procurou seu celular por um tempo, tempo suficiente para sua colega de quarto arrumar todas roupas e objetos, que levaria para casa no final de semana. Alison resolve ver o sol, pegar um pouco de ar, enquanto telefona para sua namorada. Spencer atende.
– Oi linda.
– Oi Minha querida.
– O que tá fazendo ai na Upenn Ali.. Alinça minha?
– Aliança minha? — Ali diz sem entender.
– Eu to com a minha familía, quer que eles saibam que nós estamos namorando, eles não podem saber nem que está viva. — Spencer Sussurra esbravejando. — Eu falei a primeira palavra que veio a mente.
– Tem razão.
– A Melissa ia ficar doida se soubesse do nosso envolvimento, ela não te suporta. Ela acha que Hadley é minha namorada.
– Quem é essa?
– Minha colega de "Antropologia inicial". -Ali não sabia nem o que antropologia significava, muito menos a razão de ter uma inicial.
– A nerd gatona, qe nada a vê. Falando alto, não é que ela tem relação com você. -Ali faz uma analogia a simitude das duas.
– Temos simetria e quimica. -Provoca Spencer.
–De onde surgiu essa empatia por essa moça? não estou gostando.
– Tenho apreço as belas meninas. Mas só disse que temos quimica e simetria, fazemos bastante aulas juntas, brincadeira. Só estou te incitando. A minhã irmã também suspeitava que minha namorada era Miss Duchannes. — Spencer fez um liame entre as conversas.
– Sua professora de "literatura britânica". — Ali a conhecia — Seu vincúlo com essas pessoas está me deixando nervosa. — Alison diz ciumenta.
– Ela acha que sou a Aria ou você. — Spencer zoa.
– Engraçadinha.
– Te amo minha namorada.
– Alison. — Disse Jenna que estava na sua frente.
– Quem? — Alison fica assustada.
– Você.
– Não meu nome é... — Jenna a interrompe.
– Eu reconehceria essa voz em qualquer lugar, ela me atormentou por muito tempo. Então você está viva.
– Vocâ está enganada.
– Para de ser mentirosa Alison, sei que é difícil, mas já está ficando feio isso. — Jenna diz incredula.
– Com quem está falando amor?
– Falando com a teacher Spencer .- Diz Melissa ouvindo a conversa. — Eu sei. Pessoas britânicas. — Melissa sai suspirando.
– Com ninguém.
– Alison não me engana.
– Como assim ninguém? — Spencer se exalta.
– Spencer com ciúmes. — Debocha Melissa.
– Para Melissa.- A toca uma almofada.
– Jenna, eu não quero problema.
– Que pena. — Diz Jenna sarcasticamente.
– Só não machuca a... -Jenna interrompe.
– Espera só qundo descobrir quem é? — O Alivio toma conta de Ali. O mede de alguém ferir Spencer era alto. Jenna sai.
– Não fique aflita. Deve ser só uma aluna, tipo uma que não tenha intimidades com ela.
– Você me da agonia. — Spencer diz cismada. — Todavia tá certa, deve ser inquietação da minha cabeça.
– Segue sua irmã apreensões assim são atoa, não fique receosa. Agora não atender ligações isso me deixa angustiada.
– Vida a atribulada a nossa. — Diz com pesar.
[Hanna P.O.V on]
Eu voltei para minha casa, não sabia direito o que fazer pelo que aparentava não teria mais chances com Spencer, tinham lidar com isso. Superar o termino definitivo do namoro era complexo, não sei se ia surportar. Resolvi comer um sanduíche com tudo que tinha na geladeira, era o que fazia quando estava triste há alguns a nos atrás quando nós cinco andávamos juntas.
– Filha não quer guardar metade para amanhã? — Minha mãe sabia o que tava acontecendo. Bom, parte do que estava acontecendo, a parte que estava deprimida, que estava voltando a fazer aquilo.
– Não. Mãe, eu preciso dele inteiro.
[Hanna P.O.V off]
Na sexta-feira, era penoso o estado de Katlin, quando Emily a encontrou. Consumida em alcool e toda desajeitada. Apreensiva Em deu um banho em Kaitlin. Já de manhã, Kaitlin vestia um óculos em total ressaca, mal conseguia ficar em local de luz ligada sem parecer uma vampira derretendo no sol. Emily preparou um café bem forte para amiga, que reclamava dar dores forte na cabeça e estava com um pouco de náuseas. Ela chama Emily para contar um segredo, que logicamente a escuta, curiosa. Kaitlin pede silêncio e diz:
– Seu eu te disser você tem que jurar que não vai dizer isso a ninguém é muito importante que isso fique entre nós. — Emily ficou apavorada com a expressão que Kaitlin usava, parecia que o mundo desmoronaria se ela espalhasse esse segredo. — Tem que prometer.
– Prometo.
– Promete pela sua mãe.
– Com certeza. -Emiy nunca contaria, porém achava completamente estranho o fato de todo esse ritual.
– Promete por tudo que é mais sagrado na sua vida inteira. Sabe aquilo, então amais ainda. — Emily estava começando a ficar indignada com tanta descrição que Kaitlin pedia.
– Kaitlin. — Diz insatisfeita com aquilo. — Se não parar vou achar que tá de palhaçada com a minha cara. — Fala impaciente.
– Não estou.
– Me prova.
– Tudo bem. — Diz fazendo suspense antes de contar.
– Conta de uma vez. — Diz irritada.
– Transei cm a professora Carter.
– O que?
– Transei com Miss Carter.
– Fez sexo com a professora de atletismo. -Emily indaga totalmente perplexa e angustiada.
– Fala baixo quer que mundo saiba, acho que não te ouviram em Paris. — Kaitlin estava assutada e ao mesmo tempo e amedrontada.Emily estava atormentada coma situação.
– E tem a mais?
– Mais? — Kaitlin diz como se não fosse choque o bastante.
– Sim. Acho que to apaixonada por ela. — Emily sente a melancolia invadir seu peito e sai. — Aonde vai?
– Depois te digo. — Emily foge do assunto.
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