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92 Nice to meet me.
Notas iniciais
Nos capitulos anteriores...
. – Já tentou buscar um instrutor? – Ela me pergunta e pega o chá que pediu e me entrega.
— Já. Na verdade é por isso que estou mais nervosa, eu não consegui nem responder as questões, elas pareciam muito complicadas, eu não sei medir quanto eu quero aquilo ou quanto não gosto disso. Eu sei que parece ridículo, entretanto para mim é muita coisa. – Eu respondia e ela me olhava tentando me acalmar.
— Bom, tenta relaxar e pensa nas coisas mais importantes para você e em sua característica marcante e responde, eu sei que vai conseguir. Qualquer que seja sua escolha você será destaque, como disse é uma Hastings, conheço a fama da sua família. – Ela me diz, aquilo me fez sorrir.
...
— Sim, gostaria de que me guiasse sobre que profissão escolher, já está quase terminando meu prazo para ter de tomar essa decisão. Tudo está intrincado em minha mente. – Digo beirando o desespero, minhas mãos suavam frio, meu nervosismo exalava, era perceptível a olho nu de uma longa distância.
— Bom, na primeira fase, vou te dar alguns exercícios para fazer. – Quando ele diz isso fico mirando a ele de maneira extremamente perplexa “Fases, quantas fases vou ter que passar? Que parte que ele não compreendeu de que meu tempo está se esgotando?!”sem me mover, fico pensativa.
...
Ligo para Aria, minha voz entregava estava um pouco chorosa, agora era hora de reverter a situação, eu que necessitava dela ombro amigo. Como amiga incrível que era, Aria escuta todos meu lamentos e prantos e só depois ela começa a responder minha dúvidas e tentar me ajudar.
— Eu to com tanto medo. – Lastimo para Aria, que suspira do outro lado do telefone. Seu silêncio fala muita coisa, ao mesmo tempo nada, ela me entendia, contudo não era tão simples ajudar.
...
Spencer estava dedicada nas perguntas do teste de seguimento de carreira, pediu ao seu instrutor adiamento para entrega da tarefa, pois queria pensar com calma, seu foco era único agora, conseguir decidir seu rumo profissional, escolher seu curso de faculdade e finalmente se livrar desse peso.
...
— E você Spencer, o que tem fazendo? Aria não me conta muito sobre seus caminhos na universidade e sei que anda muito ocupada para comentar com outras amigas sobre seus percursos.
— Bem... – Spencer parecia amedrontada, assustada, agora sabia o que a incomodava, ela. Emily a olhava esperando uma resposta, contudo acuada a Hastings mais jovem não conseguia soltar uma palavra.
Fim dos capitulos anteriores
Era segunda de manhã, dia que pedir para o meu instrutor buscar meu exercícios, depois de tanto adiamento, finalmente eu terminei estes e ele vai buscar. Fico nervosa, por que além de saber que nas minhas tinha um passo para meu futuro, sabia que agora começaria a fase dois, estava curiosa para saber o que seria essa fase dois, ele havia me revelado que não seria um questionário como a um, então não conseguia imaginar o que viria a seguir.
Ele chega e pega meus exercícios, me olha como um cara e pergunta se estou pronta, eu balanço cabeça indicando que não, minhas mãos suavam frio, ele da uma risada e diz que temos que começar, eu respiro fundo e aceno que sim, digo em pensamento “eu sei”. Ele me dá uma sacola e eu olho ele estranhando aquela cena, ele me olha fazendo com que eu abra, então eu faço o que pede. Quando eu vejo o que o contém naquela sacola, eu olho diretamente com face completamente confusa ao ver uma roupa que parecia de 1800, ela ri e diz.
— Vamos fazer teatro. – Eu olho para ele e balanço a cabeça negativamente.
—Não vamos não. – Digo guardando a roupa na sacola.
— Ah, nós vamos sim. – Diz. Ele pega roupa de dentro da minha sacola, me entrega em mãos, eu encaro com muita raiva e ele dá os ombros para mim, eu dou um grunhido e entro no banheiro e começo a me vestir. Depois que saio ele começa a rir um pouco da minha cara, pois eu estava totalmente fechada, além de desconfortável.
— Deu, mas eu quero que me explique, nessa peça que vamos fazer, tem alguma bailarina? — Pergunto isso, pois na sacola havia um colam roxo. Ele olha para mim e começa a rir sem parar, eu olho para ele com um certo medo, pensando o que será que esse maluco transvestido de meu orientador profissional arranjou para mim. Ele sai e não me responde, eu corro e cobro a resposta dele e ele diz:
— Bom, depois do teatro, você vai fazer Yoga. – Ele diz. Eu encaro tipo rindo sarcasticamente e balançando a cabeça em negação , saindo dali e caminhando rindo dele. Nunca que eu iria fazer yoga, o que isso tem a ver com minha profissão.
— Depois eu pago o resto dos seus honorários. – Grito. Ele corre atrás de mim.
— Spencer, escolher sua porfissão se trata de auto conhecimento, por isso quero entre teatro, faça yoga por um tempo, precisa conhecer a si mesma para saber o que vai fazer da vida. – Ele responde o que não convence tanto.
— Pode até ser, mas eu não vou fazer Yoga, teatro legal, eu faço, eu adoro. Mas Yoga, não dá é muito relaxante, eu só mil por hora, não combina. – Respondo para ele saindo, com um sorriso vitorioso.
— Tenho um arma secreta que vai fazer você mudar de ideia. – Afirma. Eu reviro e faço uma pose mostrando que nada era capaz de mudar a minha decisão, ele pega o celular eu fico olhando complexificada, ele me entrega o celular eu o olho sem entender nada do que está acontecendo, ele fala que aquela era arma secreta, eu rio sem compreender, ele dia que era para eu confiar nele, que está arma iria me convencer.
— Oi Spence. – Era Hanna, eu o encaro como se dissesse “Golpe baixo”. –Então, seu orientador me falou tudo que está acontecendo, que está tentando achar uma profissão. Ele me disse que Yoga seria uma boa pra você, ele falou que eu devia fazer com você. Eu detestei a ideia de fazer Yoga, porém ele explico que será ótimo pra você se conhecer melhor, que também funcionário como terapia de casal, então topei.
— Hanna, eu não quero fazer, você sabe eu gosto dessa vida agitada. – Eu dizia choramingado para ela, como uma voz de gatinha.
— Bom, no começo do nosso namoro você não era fã de Oasis, pelo menos não tanto. Hoje você morre para que eles voltem, então pode começara gostar de Yoga também. –Era verdade, antes da minha perda de memória eu não era tão chegada em bandas britânicas com sou agora, contudo isso não aconteceria com o Yoga. – Fora que eu tava planejando algo especial para depois do Yoga.
— Me convenceu, beijinhos. – Eu entrego o celular e fecho cara olhando para ele. – Vamos, temos que fazer teatro. – Digo indo com ele até o lugar onde eu começaria as aulas de teatro.
Nós vamos até o teatro, no caminho ele coloca gasolina, o cara do posto fica tirando um sarro de mim. Eu encaro Mister Simpson, ele dirige até onde é aula, eu pergunto para ele como é esse teatro ele desconversa, o que faz eu estranhar, eu pergunto sobre minhas roupas, ele diz que tá na mochila, eu fico um pouco menos nervosa. Ao chegarmos lá, noto que todos a minha volta estão vestido com roupa normal, apenas eu estou vestida como uma aristocrata do século XIX, eu olho Mister Simpson que fica disfarçando, furiosa eu encaro e digo.
— Você disse que era para eu usar essa roupa.
— Na verdade, eu te entreguei e essa roupa e disse que iríamos fazer teatro. Era simbólico, você que quis vestir. Esse teatro de arte moderna. – Eu respiro fundo tentado me acalmar mesmo que isso fosse difícil.
— Eu não acredito que comprou essa roupa, só para eu pagar mico.
— Não, comprei para todas minhas orientadas passar mico, não se sinta especial. – Eu não aguentava mais isso.
— Me dá minha roupa de uma vez. –Ele vai buscar no carro minha roupa, quando ele tá saindo, observo e vejo na plateia está Hanna, que vem correndo até mim e me beija. Todo mundo nos olha, eu apenas sorrio e olho para baixo, fico um pouco tímida, o Mister Simpson me entrega a roupa, eu seguro ela mostro para Hanna indicando que vou vesti-la ela consente e se senta.
Depois de me vestir volto ao palco e Hanna me olha com admiração o que me dá força para fazer minha primeira aula, ela fala que sem som apenas mexendo os lábios que fiquei uma graça naquele vestido esquisito de séculos atrás, com essas exatas palavras sem tirar nem por, eu dou risada sem graça, eu nem disfarçava minha paixão por aquela loirinha, o que não era boa coisa já que estou fazendo curso de atuação.
Depois de alguns exercícios básicos de movimentação, o professor de teatro passa algumas falas para nós e pede para que nós a fizemos de acordo com a emoção que ele falasse mesmo a frase sendo completamente oposta aquele sentimento, ele nos separa em duplas, eu fico com uma menina ruiva.
— Medo. – Falava o professor.
— Eu não vou te dar seu sorvete. – Dizia a ruiva que parecia tremelicar de medo, impressionante, ela parecia saber o que fazia mesmo.
— Confio você. – Entre a frase dita pela garota ruiva e minha vez de dizer vejo de relance Hanna soltar essa frase no meio do plateia, o que me deu força, não podia sorrir, mas por dentro abria o maior sorriso do mundo.
— Tristeza.
— Eu quero um sorvete de creme. – Eu dizia quase chorando pelo sorvete derramado ou no caso não dado. Assim continuo com as outras duplas e comigo e com ela de novo, até o final da aula. No fim, já estava esgotada, com todos os outros alunos, as vezes até misturávamos as emoções, normal pelo tempo que tivemos fazendo essa tarefa. Quando tudo terminou, primeiro Hanna veio sorrindo me abraçar, eu sentia com tudo aquele abraço, depois Mr. Simpson veio até mim e disse.
— Vejo vocês no sábado na Yoga. – Me deu endereço de onde eu iria fazer Yoga.
Passam-se os dias, chega o tão esperado sábado, confesso que estava nervosa por dois motivos: o primeiro para saber como seria Yoga, amei o teatro o pessoal dela é muito legal e aula é muito dinâmica, preferi trocar para sábado com Yoga, pois seria melhor por causa da faculdade, a guria ruiva fez o mesmo, eu amei isso por que pelo menos não estarei sozinha, ela se chama Brooke. O segundo é que não sei qual é surpresa que Hanna está preparando para mim, estou muito curiosa, penso que deve ser algo romântico ou algo sensual isso sei afirmar, ela ainda pode me surpreender e ser algo divertido para fazermos. O lado bom disso, é que já é o dia, então e pouco tempo vou encontrar minhas respostas para todas essas dúvidas, espero que no final de tudo, encontre também minhas respostas para minha questão principal, quem será Spencer Hastings.
Hanna para minha surpresa chega na Upenn no horário marcado, antes de irmos a Yoga, ficamos um pouco namorando, dando uns beiijnhos. Era legal ter ela lá comigo, o apoio dela via ser muito importante para mim, outro apoio importante era do meu instrutor, tem muita confiança no seu trabalho.
— Eu to muito feliz que Mister Simpson vai estar lá Hanna, ficaria um pouco perdida sem ele me incentivando.
— Você gosta muito do seu instrutor? – Ela pergunta.
— Gosto sim, ele é um ótimo profissional, ele gosta de ajudar pessoas, isso é incrível, me encanta pessoas assim. – Eu digo sorrindo. Fico pensando que ajudar as pessoas o faz sentir útil, acho demais pessoas que pensam, não pensam apenas em si.
— Ah é, interessante, isso te encanta, bom saber. – Dava para ver em cada palavra que ela proferia que ela está toda enciumada. Sem necessidade, pois só tinha olhos para aquela loirinha, ninguém mais conseguiria chamar minha atenção, não daquele jeito, talvez Lily Collins, apenas.
— Para Han, não tem por que ficar com ciúme. Um eu gosto de mulher, apenas de mulher, se algum dia eu já gostei homem, esse dia já passou, não existe mais. Dois, eu só tenho olhos para você, nenhuma outra garota tem o poder de tirar minha atenção de você Han, quanto mais o mister Simpson, se ele fosse a Ashley Benson, até entenderia a razão de você sentir ameaçada. – Comento e nos beijamos.
— Você sabe que eu sou a pessoa mais sortuda do mundo por ter você como minha namorada, não sabe? – Ela me pergunta me encarando com aqueles lindos olhos azuis que eu não conseguia parar de fitar. Eu apenas sorrio sem responder uma palavra, somente curto o momento, ele me pega e me dá um beijo lento, não tanto, só o suficiente. Ficamos ali por um por tempo naquele beijo.
— Vamos a Yoga agora. – Digo sorrindo ao final do beijo.
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