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41 Futuro.
Notas iniciais
[Hanna P.O.V on]
O dia seguinte seria o dia da nossa formatura, o famoso fim de ciclo, a passagem para a uma nova etapa em nossas vidas, tudo isso é muito bonito no papel, porém marca também a saudade que teremos do dias que passamos na escola, das pessoas que deixaremos para trás, até de coisas que não pudemos fazer. Seguiremos para algo novo, isso soa bem, entretanto dá receio também, pois Spencer me disse que leu não me lembro que “O medo é o desconhecimento de algo”, então não há nada que cause mais terror do que estar perdida sem ter idéia de que caminho escolher. hoje acordei, imaginando o que será de mim,enquanto estamos no colégio não nos vem a cabeça que uma hora teremos que ser responsáveis por nossa vida, e quando nos demos conta ela já chegou.
– Filha o que está acontecendo? — Minha mãe diz ao me ver chorar.
– Eu to morrendo de medo.
– Porque filhinha?
– O que eu vou fazer agora? — Pergunto.
– Como assim?
– O que vai ser de mim, como vou saber o que decidir. — Fico desesperada. — Mãe tudo é tão assutador.
– Filha você vai se sair bem,eu acredito em você. — Ela passa a maão no ombro de Han.
– Mas mãe, eu não sei qual direção eu vou, por exemplo. a Spencer quer advogada, a Aria quer ser professora, a Emily quer nadar, e eu a Hanna que talento eu tenho, eu não sou nada.
– Não fala assim, você é minha filha é especial, é normal ficar em dúvida, mas você se descobrirá.
– Para de tentar me animar mãe.
– Pare você com esse choro, quero ver um sorriso agora.
– Não quero.
– Então vou dizer para Spencer subir assim mesmo, e te ver toda bagunçada, toda desarrumada.
– Não. — Vou correndo para o banheiro.
– Amor. — Spencer diz.
– Oi. — Digo escovando os dentes.
– Amor. — Ela não me escutou. — Onde você está?
– Espera um pouquinho Spencer.
– Tah amor.
– Eu to no banheiro me arrumando.
– Você não precisa, sempre está bonita.
– Para de ser mentirosa.
– Eu posso mentir sobre qualquer coisa, menos sobre sua beleza, não conseguiria, seria muito complicado te dizer que não está bonita. — Spencer fala achnado que eu ia cair nessa.
– To pronta amor.
– Charlize Theron o que faz aqui e onde está minha namorada? — Brinca Spence. — Viu ela.
– Spencer.- Fico com um sorriso irônico na face.
– To brincando amor, você é muito mais bonita do que a Charlize Theron, teria que se enfeiar demais para poder ser comparada a ela.
– Mas ela é linda.
– É sim, só que a Hanna Marin minha nossa aquela sim.
– Mor, eu queria assistir um filme contigo hoje, topa?
– Claro, Spence, que filme veremos?
– Spring Brakers.
– Ah é com a Selena, ela e Justin terminaram. — Fico triste shippava os dois. — Também tem Vanessa Hudgens e aquela menina loira, é Ashley Benson eu acho, me disseram que sou parecida com ela.
– Ai ela acordou. Sou muito mais você. — Eu beijo minha namorada.
– Dúvido que se elativesse aqui você não me trocava por ela, não pensaria duas vezes.
– Não, eu ia dizer quem você pensa que é garota, minha namorada é muito mais gostosa que você, sai fora.
– Quanto amor. — Eu digo olhando nos olhos de Spencer.
– E você me trocava por uma dessas atrizes? — Ela pergunta.
– Ah sim, no dia que eu preferir qualquer outra pessoa a você, pode me leva para radley e me internar.
– Ué sou tão especial assim?
– É mais. — Nos olhamos ela passa a mão no meu rosto, eu no cabelo dela e selamos nossos lábios com outro beijo
– Vamos. — Ela pega minha mão.
– Sim. — Respondo.
Spencer nota que estou pouco desanimada e pergunta:
– Por que continua tristinha?
– Eu queria ser como vocês, eu não sei fazer nada. — Me sinto um lixo.
– Não repita isso.
– Só to dizendo que eu não sei fazer coisas, ser boa em alguma coisa.-Spencer fica braba quando digo.
– Você é boa em milhões de coisas.
– Diz uma.
– Sexo. — Ela responde de forma imediata.
– Isso não vale, não quero ser prostituta.
– É muito engraçada, forte, gentil e sincera, é boa com isso em fazer as pessoas se divertir ou em dar força para os seus amigos.
–Isso ainda não me arranja profissão.
– Sabe o que é bom nesse país democrático que se chama Estados Unidos da américa?
– O que isso tem a ver com eu ser imprestável.
– Responda minha pergunta. — Ela diz e eu fico contrariada.
– Não tenho idéia.
– Que nas universidades do mesmo, só precisamos escolher qual o nosso curso de graduação depois estudado por dois anos nelas, o que significa que não precisa se decidir agora, tem bastante tempo para fazer sua escolha, experimentar bastante e se descobrir. — Ela sorri para mim, logo com seu sorriso irresistível.
– E se eu não souber.
– Daqui dois anos você se preocupa com isso.
– Verdade, você já sabe sua primeira formação?
– Não.
– Pode fazer qualquer uma, você já sabe se pode aproveitar alguma cadeira da sua primeira graduação.
– Não, eu não to muito preocupada com isso.
– O que abduziram minha namorada
– Não só não preciso saber de recuperação de cadeiras ou como me tornar uma Hast… quero dizer advogada rápido — Spencer caçoa do fatos de todos da sua família serem advogados.
– Mas você será uma grande advogada a melhor das Hastings,o meu maior orgulho. — Eu beijo sua bochecha.
– Yup. — Spencer não aparentava estar empolgada com isso.
– Tem alguma coisa amor?
– Não.
[Hanna P.OV. off]
Emily estava pensando no dia seguinte na formtura, se entia meio mal por ir , pois era constrangedor ir no mesmo evento onde estaria Aria, Spencer que não tinha muito conexão com assunto pelo menos direta se sentiria desgostosa se a visse lá. Resolveu então pedir conselhos a sua nova namorada, pois na visão de Emily, nessas horas Ali sempre tinha um conselho fenomenal, não era pessoas mais caridosa do mundo, porém tinha seus momentos.
– Ali devo ir na formatura?
– Porque não?
– Você sabe.
– Não sei. — Ali estranhava o que a namorada dizia.
– Vai ta Aria lá.
– E daí?
– E não é só isso a Spencer também não vai ficar muito feliz em me ver. — Ela diz meia cabisbaixa.
– Repito a minha pergunta.
– Eu não vou me sentir confortável.
–Por elas.
– É.
– Emily você não pode deixar de ir no evento que mais marca a sua vida, apenas por que sua ex-namorada e a melhor amiga dela estarão presentes, não pode não fazer as coisas por causa dos outros.
– Você tem razão.
– Claro que tenho. — Ali admirava Emily.
– Convencida.
– Você vai ficar maravilhosa no vestido, seria um desperdício não usa-lo. — Ali agarra Emily pela cintura.
Aria lia no seu quarto muito calma, tudo estava ótimo até ela descer para sala onde seu pai bebia um Scott, ela entrou em pane, ela tinha consciência de que não poderia beber, contudo o copo parecia cada vez mais atraente a seus olhos, aquilo era como uma tortura psicológica para ela. A fotos das cinco amigas que viu na sala não ajudou em nada, lá se encontravam Emily e Alison, a raiva tomava conta dela e a fazia ter ânsia pela bebida. Na primeira saída de seu pai ela resistiu, mesmo tremendo não cedeu a tentação. Coçava as mão sem parar, um golinho não iria fazer tão coisas assim rondavam sua cabeça, da segunda vez ela foi té o copo, todavia parou. Seu pai saiu novamente e dessa vez ela pegou um copo e começou a colocar bebida, e foi que então:
– Aria.
– Spencer, eu não queria fazer isso mas era tão atraente.
– Ainda bem que eu cheguei a tempo.
– Eu preciso de você amiga. — Aria chora, larga a garrafa e abraça Spencer. — Ela tão forte eu tão fraca.
–Para você não é fraca. — Spencer diz.
– Sou sim.
– Não é, e quem é forte, Ali?
– Falava da bebida.
– Você é muito forte que o alcóol. — Spencer transmite confiança.
– Obrigada por tudo.E eu não quero saber de Ali.
– Bem que você faz.
– Eu vou esquecer a Emily, tirar ela da minha de uma vez por todas, ela é só passado, nem lembrança, somente passado.
– Fico feliz que vai tentar superar. — Elas se abraçam.
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