Notas iniciais
Tão com sdd da referências?

No capitulo anterior:

– O que quer dizer?

– Que eu não quero mais ser sua amiga, ficou claro. — Aria diz chorado, e abre a porta para mim.

– Por que tudo isso?

– Porque estou me livrando das coisas que não me fazem bem, e você é uma delas. — Ela me diz friamente, meu coração vira cacos.

– Eu também não preciso de você. — Digo chorando.

– É eu menos. — Ela fala.

...

– Tem razão.

– Tenho sim.

– Vou seguir em frente.

– É isso ai. -Ela diz depois me beija.

– O que foi isso? — Questiono estranhando sua atitude.

– Universidade Emily, diversão. — Ela sorri.

– Diversão. — Sorrio e devolvo o beijo a ela.

...

– Alice Bradshaw. -Ela responde. — Avery Dujardin.

– Presente — Responde e eu a vejo.

– Ali. — Digo assutada.

Fim do capitulo anterior.

[Hanna P.O.V. on]

No dia posterior, fui buscar algo que esqueci no quarto de Aria quando tivemos aquela briga, espero que ela não ache que vou me humilhar e pedir desculpas a ela, porque se pensar, ela estará muito enganada, aquela menina é muito petulante não sei como minha namorada é tão amiga dela. Irritadissima me dirijo até seu quarto bato na porta e ninguém me atende até que escuto alguns barulhos, percebo que tem alguém e ouço uma voz.

– Não podemos atender estamos ocupadas. — Chloe a colega de quartode Aria disse, a reconheci pela voz.

– É volte outra hora, agora não podemos. -Diz Aria e de repnete, ouço um gemidinho seu.

Fico meio constrangida, bato na porta, Aria geme outra vez, confirmo ela estava fazendo sexo chloe diz:

– Tá gostando sua danadinha.

– To muito sua cachorrona.

– Arranha mesmo. — Eu saio de fininho, ao notar que ela está transando cm a sua colega de quarto.

[Spencer P.O.V on]

Eu fiquei surpresa por Alison ter entrando na faculdade, realmente não esperava ela ser aceita em lugar que é tão conceituado quanto este, bem na realidade não sei nem como ela se formou na escola. Eu tenho me comunicado com Tess, Mia e Autumn e nenhuma delas mencionou a volta da “Avery” para Riversswood Sky, tenho certeza que elas iriam mencionar uma coisa dessas, se de fato tivesse acontecido. Do nada, ela parece e vem até mim, não sei qual é sua intenção, porém se ela acha que vai me desestabilizar de alguma forma, pede seu tempo, estou preparada para qualquer golpe dela.

– Spencer.

– O que você Alison?

– Não me chama assim aqui. — Ela me olha com olhos arregalados. — Você quer que eu seja expulsa?

– O que Avery? -

– Eu só quero conversar contigo, deixar o que passou para trás, não vim aqui fazer inimizades.

– Mas eu não quero conversa contigo.

– Me ouve eu não vou mentir para você ou te usar como antes. — Ela me olha meio melancólica.

– Meio tarde para isso.

– Eu só quero paz.

– Ali não dá, não posso fingir que nada aconteceu.



Chega o fim de semana, eu e Hanna nós encontraremos no meu quarto na universidade, minha colega foi visitar o seu namorado, e ficaremos sozinhas no meu quarto, a saudade que eu sinto dela era imensurável, imagino que ela sinta o mesmo por mim. Hanna chega com um sorriso no rosto gigante, suas covinhas lindas aparecendo para mim corro para abraça-la, e nós beijamos ferozmente e ela entro meu quarto me dando uns amassos.

– Saudade amor. — Ela diz sorrindo lindamente

– Eu senti mais de você. — Faço um carinho em seu rosto.

– O que tem feito?

– Só estudando,mas você não sabe da maior.

– O que?

– Ali está estudando aqui na UPENN. — Hanna me olha chocada.

– Não creio.

– É.

– E você não tem idéia da cena que quase presenciei hoje, só não porque eu estava do lado de fora.

– Conta amor.

– Eu escutei Aria e sua colega de quarto tendo diversões adultas pela porta, primeira experiência como universitária.

– Morta. -Digo gargalhando. — Diversões adultas, ai deus é mais gente. — Não paro de rir.

– Ai Spencer não ri. — Ela fica séria.

– Tudo minha lindinha. — Beijo ela.

– Nossa novinha você me seduz assim.

– Depois não quer que eu ria.

– Spencer você é única sabia.

– Claro todo mundo é.

– Melhor então você é a mulher da minha vida.

– Você é a da minha vida.

– Esse sorriso, tem como não pirar?

– O meu. — Sorrio.

– É, assim mesmo. — Ela sorri de volta.- Nossa eu morreria nele, fico muito perdida te vendo sorrir.

– Você tem covinhas lindas, você sabe,ador vê-las enquanto dá um sorriso. -Ela se aproxima de mim.

– Você é muito danadinha. — Mordo meu lábio.

– Não morde seu lábio, isso devia ser crime, é muita tentação. — Ela fala sorrindo, tenho fantasias com aquelas covinhas.

– Para sua boba. — Olhos nos olhos dela.

– É mesmo crime é pouco, tá mais para pecado, algo proibido, algo que deve fazer comigo. — Ela fica me deixando sem graça.

– Assim vai me deixar vermelha, vem toda cheia de charme, oh loirinha assanhada.

– Sou mesmo. — Ela me diz e me beija.

– Ainda bem que admite, vem cá vem. — Puxo ela para outro beijo.

– Morena atrevida, não provoca. — Vamos nos deitando.

– Sou sim, vou sim. — Nós beijamos deitadas e fazemos aquilo.

Eu começo a chorar sem parar, estou abalada, sem vontade de fazer coisas,estava muito confusa e preocupada com alguma coisa. Devia ter desabafado com minha namorada, entretanto não quis estragar o encontro, a dor era tanta que minha cama estava completamente molhada. Tentei estudar, contudo não consegui me concentrar, cada palavra que lia meu pensamento vagava em universo diferente, mas com uma conexão que seria o motivo do meu pranto. Voltei a me debulhar me lágrima desesperada, quando Ali bate na porta do meu quarto falo que me deixe em paz, mas ela insiste.

– Vai embora, me deixa em paz, to estudando.

– Spencer eu só queria conversar.

– Vem outra hora.

– É rápido.

– Não. — Não consigo segurar meu choro.

– Spencer tá chorando? — Ela o escuta.

– Não.

– Não mente para mim Spence. — Ela diz com uma voz que aparenta preocupação.

– O que isso importa para você?

– Muito, você é muito importante para mim, você não sabe disso. — Ela fala de um jeito doce.

– O que você tem?

– Não interessa.

– Pode confiar em mim.

– Sério Ali? — Digo de modo irônico.

– Dessa vez sim. — Ate posso senti um pingo de sinceridade.

– Me deixa sozinha, por favor. — Em minha cabeça vem isso “Prefiro a solidão, que falsa companhia.”.

– A Hanna fez alguma coisa?

– Não, ela não é razão o meu lamento.

– Então o que?

– Você realmente liga para isso?

– Claro que sim. — Eu creio em suas palavras.

– Você sabe que na Upenn eles exigem umas cadeiras especificas, para o comitê de pós-graduação te aceitar em direto, ou você não está consciente disso? — Questiono a, pois nem todos tem este conhecimento.

– Sim, estou apar.

– Então eu não me inscrevi nenhuma dessas cadeiras esse semestre.- Ela me olha sem compreender.

– E daí?

– Meus pais me matarão quando descobrirem, eu tenho que fazer direito, é o que eles querem, é minha obrigação. -Falo em tom de desespero.

– Pode dar um jeito nos semestre seguintes,se você realmente quer direito, sei que conseguirá você é Spencer Hastings.

– Vai ser muito complicado, é o que meus pais mais querem na vida deles, seria o maior orgulho que eu poderia dar a eles.

– Que seus pais querem eu sei, a pergunta é você quer advogada Spencer? — Ela faz a pergunta certa.

– Eu não sei, eu só quero ser livre para poder escolher por mim mesma. -Digo e choro.

– Seus pais não saberão, será nosso segredo.

– Muito obrigada amiga.

– Eu sempre soube que você era especial Spencer.

– O que quer dizer com isso?

– Simples, você é uma Hastings, contudo sempre notei que não era mais uma, você é diferente Spencer, os Hastings são pessoas presas a regras, mas sempre vi em você algo a mais, você queria ser livre opostamente a o que sua familía é e quer você seja, você é um pássaro, uma menina que nasceu para voar com as próprias asas, e era isso que mais gostava em você, e ainda é.- Ela me diz isso e me deixa contente, ela é boa amiga afinal.

– Grata, por ver em mim tanto potencial.

[Spencer P.O.V off]

Emily sai para uma festa na faculdade, sua nova onde de se divertir, curti o novo começava de vento em poupa, não ia perder por nada a primeira festa do semestre. Quando chegou já viu que tinha muitas meninas bonitas, e nessa noite ela disposta a provar o gosto de cada uma. Sem nem pensar duas vezes já se jogou na pista com tudo, sem nem ligar pro amanhã.

– Oi garota. — Emily diz chegando em uma loira.

– Oi garota, você é gata. -Diz a menina.

– Obrigada, mas nem sou.

– É sim.

– E você, é tão linda assim a luz do sol. — Em Sorri.

– São seus olhos.

– Qual o seu nome?

– Não importa, para que vai saber meu nome.

– Tudo bem. — Nos beijamos.

– Oi Qual seu nome? — Depois daquela chego em outras, beijo algumas até que vejo uma para levar.

– Lindsay, prazer.

– Ainda não, mas vai ter e eu também.

– Cheia de atitude e marra, quero ver se dá conta.

– Dou.

– Qual seu nome?

– Emily, mas me chame de a menina que vai te satisfazer como nenhuma jamais fez.

– Vamos.

– Para onde me levará?

– Para o céu. — Ela diz e eu fico animada. Vamos para o seu quarto.

Lá pelas quatro da manhã, eu chego no meu quarto e Kaitlin também tinha chegado a muito pouco tempo, ela se arruma, e sorri ao me ver tão animada, logo vai perguntando:

– Quantas pegou?

– 7.

– 8. -Ela me beija.

– Pensei que só imos nos divertir.

– E é apenas isso, mas é bom ter alguém para se divertir, nos dias chatos, que estamos entendiadas, sem vontade de sair.

– Entendo, é bom mesmo, então qual nós duas tivermos vontade e não estivermos disposta a procura, vai rolar.

– É isso. — Eu beijo ela. — Quantas?

– 9 com você.

– Transei com uma.

– Não, transamos com duas. — Ela me leva a cama.

Notas finais
Reviews????