Notas iniciais
The Strokes: YOLO : https://www.youtube.com/watch?v=pT68FS3YbQ4 Someday: https://www.youtube.com/watch?v=knU9gRUWCno

No capitulo anterior...

Estava bastante complicado escolher, depois desse tempo todo eu ainda estou completamente perdida, eu realmente era Hastings mais diferente da família como Alison dizia. Tinha dezenas de profissões que via com bons olhos, e na maioria delas também não tinha certeza de aquela me faria feliz, eu não conseguia me decidir, meu tempo estava se esgotando, ele corria contra mim, logo a universidade vai cobrar mim uma resposta, era muito pressão, cada dia que passava me sentia mais intimida para saber o quefazer, nas próximas semanas precisas focar apenas nisso, meu futuro dependera disso.

....

Antes de chagar a New York paramos em um posto, lá compramos umas coisinhas tipo uns suprimentos para viagem, não era muita coisa, afinal new York era apenas poucas horas, era só por que não comemos de manhã, no café da manhã, nada muito Cidade de papel. Uma garota, vem falar conosco, meio que do nada, queria entender de onde vinha aquela criatura, ela fala que estava bem complicado as coisas, que não aguentava mais ter que cuidar de crianças e que lamentava o fato que como skatista não conseguia patrocino, que ter que complementar o salario era torturante. Nós fingimos nos importar, e ficamos dando trela para ela até conseguirmos comprar o que queríamos.

....

Logo chegamos ao lugar onde Emily se preparava para competição, ficamos procurando ela por toda a parte daquele centro de treinamento, quando de repente finalmente a achamos, e ai nos deparamos com ela em uma situação chocante.

– Viu é por isso que não queria vocês aqui. – Emily dizia enquanto nos duas a olhávamos embasbacadas.

Fim do capitulo anterior

[Hanna P.O.V. on]

Emily estava na lanchonete do local de treinamento, mas não para se alimentar, ela não estava nas mesas, mas sim de trás do balcão em frente a uma caixa registradora com uniforme bem brega com um boné terrível, provavelmente um dos mais fora de moda que eu já vi, perdendo apenas para o do McDonalds. Aquela situação era bastante embaraçosa tanto para ea como para nós, Spencer parecia se sentir culpada por ter de certa forma julgado Emily, eu estava bastante arrependida de ter magoado com ela. Nós duas vamos falar com ela para tirar a situação limpo.

– O que aconteceu com você amiga, por que está vestida assim? – Perguntei.

– Eu estou trabalhando aqui na lanchonete agora. – Ela dizia limpando o balcão e guardando algumas notas na caixa registradora. – O que as senhoritas vão querer? — Perguntava ela olhando a sua chefa e depois nos olhando e segurando um papel, possivelmente para anotar pedidos nosso.

– O que isso? – Falo a encarando.

– Não entendi bem moça, pode repetir. — Diz ela me encarando, quase me intimando a fazer um pedido.

– Emily, o trabalho de natação não tá rendendo o esperado? – Perguntava Spencer decifrando os sinais que minha amiga dava. – Você tá sem patrocínio? – Logo lembrei da menina que encontramos lá no posto, Spence deve ter recordado também, pelo menos era o que sua cara indicava, a situação de nossa amiga e da skatista era igual, ou pelo menos similar. Spence parecia culpada.

– Não, bem não exatamente. – Emily responde, nós duas a fitamos confusas. Spence lança um olhar a ela, que clamava por uma explicação do que ela acabara de dizer. – Eu tenho dinheiro suficiente para mim, não é muito grana e nem muitos patrocinadores, não é uma carreira instável e segura por agora, contudo me sustento, porém há algumas semanas meu pai ficou muito doente e eu entrei nesse emprego por meio turno que ai posso mandar dinheiro para meus pais.

– Nossa isso é horrível Emily, eu sinto muito, eu queria ter como ajudar. – Falo devastada.

– É por isso que preciso ir bem na prova daqui duas semanas, não exatamente vencer, mais ir bem o bastante para conseguir patrocinadores.- Entedia perfeitamente , sua situação era degradante — Seus pedidos? — Repete Emily vendo a patroa.

– Eu vou querer um hambúrguer vegetariano e um cappuccino canela e você amor o que vai querer? — Pede Spencer. Eu encaro séria minha namorada e ela me devolve o olhar virando os olhos rapidamente em direção onde estava Emily como se quizesse me dizer que aquilo era nossa forma de ajudar. Acabo pedindo um Gubber hambúrguer e Coco-cola grande Spencer deixa vinte dólares de gorjeta.

Meu hambúrguer era tão bom que por um tempo eu até acabo esquecendo a situação dois pais de Emily, Spencer fazia um biquinho, por que seu cappuccino não era bonito o bastante para ser postado no Instagram, com uma boa Hastings pensou rapidamente e resolveu posta-la no Snupps no shelve de foods. Eu brinquei sobre postar meu lanche, ela dizia que não postava assassinatos em suas redes sociais, eu ria e mordia cm gana meu sanduíche, ela reprovava minha atitude de com cabeça.

Depois que terminamos, decidimos ir continuar a nossa conversa com Emily, nos dirigimos até o caixa com esse intuito e nos deparamos com ele vazioo, ele já havia ido embora, sem nos avisar. Olho para minha namorada que corresponde o olhar, nós duas ficamos cabisbaixa, era bastante compreensível que Em estivesse envergonhada e não fugisse de nós.

– Vamos, temos que voltar a nossas universidades. – Fala minha namorada me oferecendo sua mão.

[Spencer P.O.V on]

Após voltar a minha faculdade, me deito na cama, pego meu celular, ponho fone de ouvidos e fico escutando “You only Live Once” dos The Strokes, certamente essa música valia os 99¢ de que dei para o Itunes. Eu cantava e curtia música, quando vejo que alguém me liga, só percebo, pois começa “Someday” da mesma banda. Era Aria eu prontamente a atendo, ela apenas queria alguns conselhos, estava meio triste ultimamente, eu dou. Ultimamente tenho me tornado uma conselheira.

Depois que desligo a chamada. Lembro que marquei com um conselheiro vocacional hoje, precisava de toda ajuda mundo para decidir meu caminho, avisto meu relógio e vejo que estou meio atrasada, vou correndo até a sala onde disse para ele me encontrar, no meio do caminho em pensamento agradeço a Aria por ter me feito recordar, se não fosse ela ter me tornado sua terapeuta Informal, nunca teria relembrado do que marquei. Quando chego o local vejo que ele estava pronto para ir embora, não o culpo, fui bastante irresponsável. Eu balanço a mão mostrando que havia chegado, ele me olha de uma forma um pouco desgostosa e me pede para me sentar com ele.

– Como começamos? – Pergunto a ele, que tira uma pasta e fica olhando, eu encaro de modo caótico.

– Então você está desorientada? — Pergunta ele para mim, apenas levanto uma de minha sobrancelha. Era notável que sim, porque mais procuraria um funcionário como ele, ele aparentava estar mais atônito que eu.

– Sim, gostaria de que me guiasse sobre que profissão escolher, já está quase terminando meu prazo para ter de tomar essa decisão. Tudo está intrincado em minha mente. – Digo beirando o desespero, minhas mãos suavam frio, meu nervosismo exalava, era perceptível a olho nu de uma longa distância.

– Bom, na primeira fase, vou te dar alguns exercícios para fazer. – Quando ele diz isso fico mirando a ele de maneira extremamente perplexa “Fases, quantas fases vou ter que passar? Que parte que ele não compreendeu de que meu tempo está se esgotando?!”sem me mover, fico pensativa.

– Eu achei que o método séria algo mais rápido e prático, eu estou meio sob pressão. – Meio não era palavra mais adequada, talvez se eu dissesse que estivesse intensamente ou demasiadamente, quem sabe com a corda no pescoço, a minha fala não iria condizer mais com a realidade.

– Não é algo tipo fast-food, mas são algumas sessões apenas, umas 5. Realize os exercícios e veremos, mas lembre estou aqui apenas para orienta-la, quem era decidir seu futuro será você mesma.

– Eu entendo. – Digo dando um sorriso sinuoso. Desalinhada, me sentia perdia, tentava não pensava, entretanto parecia bem real a possibilidade de eu continuar perdida ao afinal de tudo isso, me obrigando a seguir uma profissão por puro e simples impulso, o que não era algo nem próximo do ideal.

Tentei relaxar, dormir, só que medo do fracasso tomava conta de mim, este inegavelmente era o pior medo de qualquer Hastings e, desta vez eu me inclui nestes. Virei de uma lado pro outro de cama tudo em vão.

Ligo para Aria, minha voz entregava estava um pouco chorosa, agora era hora de reverter a situação, eu que necessitava dela ombro amigo. Como amiga incrível que era, Aria escuta todos meu lamentos e prantos e só depois ela começa a responder minha dúvidas e tentar me ajudar.

– Eu to com tanto medo. – Lastimo para Aria, que suspira do outro lado do telefone. Seu silêncio fala muita coisa, ao mesmo tempo nada, ela me entendia, contudo não era tão simples ajudar.

– Eu sei, vai tudo certo, eu sei que via, você é Spencer Hastings. Amiga eu queria ser tão boa como você na hora de aconselhar, porém o máximo que pode te falar é que pode demorar mais vai saber na hora, eu sei que vai. – Ela dizia me apoiando. Era reconfortante ser amiga de Aria, mesmo sem dizer muita coisa ela me falava tudo. Pego um copo da agua e bebo para me acalmar, Aria esperava enquanto isso. Depois de beber, eu volto a falar com minha amiga.

– Obrigada, estou mais estabilizada emocionalmente agora. – Rimos baixinho. – Você me ajudou bastante. Como dizem o futuro nos aguarda. – Com essa frase clichê nos despedimos e vamos dormir.

Notas finais
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