Notas iniciais
Tava no meu pai fim de semana não consegui terminar o capitulo.

No capitulo anterior:

– Não estou saindo muito com pessoas agora, to em uma fase que quero conhecer elas melhor antes de tentar algo, não estou com muita disposição para pegação, nem quero mergulhar de cabeça e relacionamento de novo, sabe resultado do último. — Ela diz fingindo um sorriso.

– Mas já se interessa por alguém?

– Difícil de dizer, nem eu sei, estou um pouco confusa, várias pessoas me encanta por motivos diversos, um me encanta por sua experiência, outro por ser misterioso, uma porque é a pessoa mais doce que eu conheço, e a outra por ela ser livre e inteligente, Tipo isso.

...

– Aria você tá se drogando.

– Não Spence.

– Não entendi o que é?

– Você sabe. — Ela tenta me sugerir algo.

– Videogames ou internet?

– Não, sexo amiga.- ela tenta ser discreta.

– Este é muito mais saudável, que o anterior. — Sorrio.

– Sem dúvidas e muito ais prazeroso, cansei da depressão.

– Fico feliz por você.

...

– Não é nada.

– Vamos preparar seu ritual od desapego. — Ela diz.

– O que?

– Ritual do desapego, vamos fazer você se livrar das coisas que lembram essas duas, o primeiro passo que tomaremos é queimar essas fotos. — As duas pegam o isqueiro e ateiam fogo.

Fim do capitulo anterior.

Na manha seguinte, Emily sai com sua amiga Kailtin para continuar o tal ritual, o segundo passo dele, depois de queimar as coisas e jogar fora, era extravasar a riava e a dor que sentia por ter sido deixada. Então as duas foram no academia de luta dentro da faculdade delas, e escreveram Emily no programa de Karatê, Kailtlin entrou na aula junto. Não era para Emily bater nas pessoas a intenção de Kaitlin era que quando a Emily estivesse no quarto batessem em bonecos ou objetos, para aliviar tudo que sentia, esse método era de uma amiga dela que usou com ela quando ela foi deixada.



– Temos duas alunas novas aqui. Quais são seu nomes?

– Sou Kaitlin e ela Emily.

– No treino hoje vocês se juntam as outras faixas brancas e iniciam treinando chute médio, você tem que fazer assim.- Ele demonstra.- Eu vou orientando enquanto chutam, se é mais aberto ou não essas coisas.- Ele sorri e saí.

– Esqueceu de dizer seu nome professor para nós chamarmos. — Diz emily já sabendo que teria que pedir ajuda.

– Mestre James Young. — Disse Ele.

– Entendido.

– Yahh. — Faz Kailtlin.

– Não é assim, tem que manter a base fixa, e levantar mais, a abertura tem que ser maior e o chute não pode ser tão reto. Oberve. — Ele faz de novo, de um jeito perfeito, Kailtlin se admira.

– Não dá acredita que um senhor da idade dele consegue chutar tão bem, e ter uma abertura tão boa. — Kailtlin comenta.

– Verdade, choquei. — Diz Emily.

– Continuem alunos.

– Vamos Emily. — Ela diz internamente.

– Não chute com dedos senão vai machuca-los, o chute deve ser feito com a sola, numa luta um erro pode fazer vocês se lesionar.

– Certo mestre Young.

– Agor todas pro centro ou passar uma posições de luta para vocês, prestem bem atenção. — Todos alunos de vão para o centro, ele passa um exercício para cada faixa, aumentando a dificuldade conforme o nível subia.

– Você entedeu Kaitlin? -Perguntou Emily.

– Mais ou menos e você?

– Nada.

– Vamos tentar é primeiro dia.

– Fazer o que.

– Não reclama vai ser bom pra você, irá notar e me agradecerá .

– Ui sabe tudo.

Depois as duas vão para o quarto, onde Kaitlin e Emily treinam a luta em um boneco para o concluir o segungo passo do ritual. Primeiro, elas colocam uma mascará da aria no boneco detreino, após pegam uma mascará Alison, N verdade eram fotos, mas chamavam de mascaras. Kaitlin observa Emily fazendo e percebe como sentia alegre ao golpear o liberar sua fúria e diz:

– Se fizer isso nesse ritmo logo partiremos por terceiro passo.

– Quantos passos são? -Emily pergunta apavorada.

– Relaxa, são quatro.

– Achei que diria dez, ufa.

– Não não sou exagerada assim.

– Melhor que esteja falando sério.

– Estou.

– Eu tenho sorte de ser sua amiga.

– Tem mesmo.

– Metida.

– Eu também de ser sua, até porque se faz bem gostosa, mas sendo franca, você me faz rir muito, e eu preciso disso.

– Eu também necessitava de alguém como você na minha vida, sem brincadeira. -Emily sorri.

[Spencer P.O.V]

Esta semana minha família irá vir aqui, então terei que deixar para semana seguinte a visita de Hanna, andei falando bastante com ela por celular, ela está muito contente na sua universidade o que me conforta de muitas formas, a voz praticamente dela todos os dias é o que não eu cometer loucuras, eu quero estar seu lado para sempre. Alison tem sido uma amiga incrível para mim nesses dias, vamos estudar hoje juntas, acho que vou desabafar com ela sobre isso.

– Alison cheguei.

– Pronto para ensino.

– Mais ou menos.

– O que foi Spence?

– Eu estou meio estressada e tem sido difícil para mim, não consegui me adaptar direito e sinto muita falta da Hanna.

–É normal, eu também estou com dificuldade na rotina universitária, até para me sociabilizar por incrível que pareça. — Eu ri.

– Se a vida social de uma Queen Bee está complicada, iagina as das outras releis mortais.

– Você não é uma releis mortal, você é muito diferente de qualquer uma menina, é única. — Ela sorri.

– Sou simplesmente uma menina qualquer.

– É uma Hastings. — Ali diz.

– Que não segue a tradição da família, aquela que não honra o sangue, a ovelha negra da família.

– Esqueceu de dizer a segue seus instintos, a que faz suas próprias regras, a que conquista seu próprio destino.

– Ali você não me paparicava assim antes.

– Mas o que posso fazer se sua família são um bando de loucos, presos aos seus antecedentes.

– Eles ainda são minha família. — Digo chateada.

– Tudo bem.

– Mas o que faço com os pensamentos sobre Hanna que flutuam em minha mente o tempo todo? — Pergunto abalada.

– Pode se lembrar do fato de que em poucos dias se verão, enquanto isso se distrai com pessoas a que estão perto de você.

– Muito obrigada por ficar comigo nessas horas.

– Que nada.

– E me diz algum problema?

– Sim. Estou com medo.

– De?

– Dessa faculdade.

– Porque? muita pressão, julgamento, de ficar sozinha? — Questiono ela dando uma de psicologa.

– Não, de me apaixonar, olha quanta gente bonita, interessante, inteligente, que pode te oferecer um mundo belo, porém essa oferta vem com um preço que é a própria destruição do mundo, o que te deixaria em pedaços. — Ali diz.

– Ah sua boba.

– To falando sério, eu morro de fobia do amor, ele só feriu até hoje, não quero me entregar de novo a tal mal ser, e quando ele te pega não há para onde gritar ou fugir. — Ali fala de modo melancólico.

– Não temas, pois a vida demasiadamente efêmera para ficarmos horrorizados pelo que ainda não aconteceu. Não podemos evitar os sentimentos, o que devemos fazer é quando eles vim, faze-los tão reias e nós que não há mal que possa nos abater, nem o próprio mal de amar, desestrutura o calor que aceso em nosso corações, a magoa é uma marca e nossa alma , igualmente a cicatriz, demonstra ao mundo que hoje está mais forte do que antes. — Ela fica alegre ao me ouvir.

– Você é uma gigantesca amiga.

– Eu apenas quero te ver prosseguir sempre. — Ela sorri devagarzinho.

– Vamos ao estudo agora.

– É né.

– Fizemos tudo agora menos isso.

– Verdade, vou lá pegar o material.

– Okay.

Chegou o sábado, meus pais e minha irmã me fizeram uma visita, eu os atendi, a minha mãe me perguntou, o que fiz por aqui, e como estava indo meus planos, adptação e tudo mais.



– Filha te fiz uma pergunta qual a razão de estar dispersa.

– Repete mãe.

– O que está fazendo? teus planos estão progredindo, já se adaptou com sistema educacional de “University of pensilvania”.

– Muita coisa, acho que sim e não muito, acho que tudo está respondido como a senhora queria.

– Nossa o que foi isso — Perguntou minha mãe apavorada.

– Apenas respondendo.

– Desse jeito.

– É.

– Spencer estou muito feliz que assim como sua irmã por seguir nossa tradição de estudar na Upenn, estamos muito orgulhosos de você, sabemos que se tornará uma excelente advogada.- Eu finjo um sorriso.

– É minha irmã, enquanto não se forma pode me ajudar nas férias com os meus casos, acha que seria bom pra família. — Diz Melissa.

– Acho que vou ficar com a Han nas férias.

– Mas terá outras férias, então nas seguintes pode me ajudar.

– Claro.

– Mãe e pai pode e deixar sozinha com a Spencer, por alguns instantes? — Melissa pergunta com uma cara séria.

– Claro filha. Posso saber o motivo? — Pergunta Veronica.

– Conversa de irmãs.

– Que quer dizer que não vai me revelar.

– Isso.

– Até eu estou curiosa. — Digo.

– Já vou te falar o que é Spencer.

– Então fale.

– Eu sei como é está no seu lugar, há um tempo atrás era eu que escutava isso, então te entendo, compreendo como se sente.

– Como?

– Pressionada.

– Sabe mesmo, mas o que eu devo fazer irmã?

– Seguir seus instinto, não se importe com o que mamãe e pai te dizem, viva do seu jeito, entendeu.

– Sim.

– Não quero que seja advogada só porque eles querem, não cometa os meus erros. — Melissa diz e passo a mão no seu ombro.

– Ainda tem tempo de mudar, você pode voltar para cá fazer outro curso, tenho certeza que daria certo, e não gosta de administração, já que é formada nisso, pode fazer isso, se não curte direito.

– Não, eu gosto de ser advogada.

– Como assim cometer seus erros?

– Eu não tive nenhuma experiência de verdade na universidadde por causa do direito, antes mesmo de forma na Upenn já estudava livros de direito. Não ia a quase nenhuma festa, não participava das brincadeiras, dos jogos, não me permiti errar. Se tratando da parte acadêmica, não fazia cadeiras experimentais, me focava só nas que iam me ajudar a ser advogada, por que Peter e Veronica assim o queriam. Eu realmente quero muito que você se arrisque, ande fora dos trilhos, vá a festas, jogue tudo que tem para jogar, brinque sempre, e principalmente erre bastante,parece que estou te desejando o mal até, porém isso será ótimo para ti, não se concentre na tradição Hastings, não seja uma Hastings, por favor. Sobre as cadeira e o curso, use e abuse das cadeiras de diversas áreas até as mais bobas, se conheça até decidir se que quer ou não fazer parte do clã advogas Hastings. Eu ficaria muito feliz se um dia chegasse para mim e dissesse irmã minha escolha foi ser arquiteta, publicitária, médica, física, matemática, qualquer coisa, pois saberia que seguiu seu coração, e provavelmente seria sua paixão profissional mesmo.

– Vou seguir seu conselho.

– Obrigada. — Nos abraçamos. Depois saímos com nossos pais, fizemos um tour pela universidade e eles ficaram contando sobre sua passagem por aqui.

[Spencer P.O.V off]

Aria saiu da faculdade para ir a uma reunião do AA, chegando lá seu professor não estava.

– Onde está o Ronald?

– Ele não vem hoje.

– Sabe me informar porque?

– Não.

– Ele simplesmente não vem. -Aria diz um pouco irritada.

– Ele não disse a causa só disse que não iria vir.

– Que ótimo isso.

– Não tem substituto?

– Não.

– É minha primeira vez aqui, meu nome é Alice, eu cheguei muito cedo, vai começar mais tarde, ou cheguei atrasa demais, algo do tipo? — Pergunta uma mulher que aparentava uns vinte e cinco, ela é linda tem olhos mel e cabelo castanho escuro, fiquei meia admirada quando vi ela.

– Hoje não vai ter, a proposito meu nome é Aria, você não quer sair, dar uma volta comigo, tomar um ar.

– Pode ser, você é cara da minha ex, aquela vaca. — Diz Alice.

[Hanna P.O.V on]

Era sexta-feira, todo mundo estava na festas do campus, aprovei e sai de carro, fui dirigindo bastante, os dias tinham sido difíceis, sei que o que farei agora me deixará mais animada, e com mais vontade de ir para as aulas, estudar, mais preparada para vida em Hollis do que estou agora.

– Oi, lindinha.

– Han, o que faz aqui.

– Vim te acodar.

– Sua vaca são seis da manhã, ninguém merece ser acordada nesse horário, entretanto me deixa feliz te ver.

– Vim te fazer uma surpresa.

– Eu sei.

Notas finais
Reviews????