Somos Equipo Spanna
57 Apresentadas.
Notas iniciais
No capitulo anterior:
– Concordo.Agora vamos assistir o filme, se não nós passamos o filme inteiro conversando, e não entendemos nada.
–Tá certa, beijo meu amor.
– Beijo. — Ela da risadinhas no celular.
...
– Você quer dançar uma música romântica?
– Vem e para de ser chata.- Diz Kaitlin sorrindo.
– Agora. — As duas dançam a música lenta.
...
– Spencer é você. — Diz Jenna.
– Sim, sou eu.
– Você na Upenn, não deveria estar surpresa.
– Grata.
– Esse mundo é pequeno não. — Quando ela diz isso, me arrepio.
...
Alison dizer que segredos nos aproximavam das pessoas, hoje eu sei que é uma grande besteira, pois eles nos afastam, e muito.
Fim do capitulo anterior.
Depois que Emily e Kailtin irem embora da festa,as duas tem a ideia maluca te pegar um trêm na madrugada e partirem para outra cidade. Usam a mesma formúla compraram a primeira passagem e partiram a seu último destino. Em duas horas de viagem , já não conseguiram resistir o cansaço e caíram no sono, e todo o resto da viagem foi assim as duas naquele ônibus quase vazio, só tinha ela e mais outros dois passageiros, além de claro o motorista. O sol ainda nem tinha surgido, eram apenas seis da manhã quando elas foram acordadas, pois haviam chegado no destino.
Bem vindo à cidade de Brookville. Dizia a placa na entrada da cidade. Logo Kaitlin comentou:
– Nome legal.
– Gostei também, agora vamos o que mais esse município tem de interessante.
De repente aparece um morador do município e resolvemos perguntar sobre os atrativos da cidade.
– Procuramos um lugar divertido.
– Bom, temos um parque de diversões que todo mundo gosto. — Elas se entreolham e dizem.
– Então vamos nessa.
– Fica na rua Fellaway. Aqui no mapa vão encontrar a cidade é bem pequena não tem como se perder.
– Muito obrigada. — Diz Emily.
– O senhor foi de muita ajuda. — Fala Kaitlin.
– De nada mocinhas.
As duas ficam o dia inteiro lá no parque, andam de roda gigante, carro bate-bate, navio pirata, trêm fantasma, caverna mal assobrada, até na xicara, entre outros. Foi um dia muito animado para duas. Emily já não lembravamias mesmo de tudo que havia sucedido, toda sua dor ia finalmente embora, Aria e Alison fazia parte do passado agora. Pra um plano de uma maluca colega de universidade tinha sido muito bem sucedido.
Depois do parque as duas teriam que voltar, já haviam perdido aula demais, era o momento de voltar a realidade.
[Spencer P.O.V. on]
Eu fui no quarto da Ali conversar sobre o que havia acontecido ontem, eu estava um pouco nervosa. Eu ficava olhando para os lados como se pressentisse alguém me seguir, desde que desmascaramos Ezra, eu não me sentia assim tão vigiada, o medo também não me tomava conta desde então.Após um tempo me tranquilizei, me senti segura, e ao chegar perto do quarto da ali me sentia confortável. Alison estava mexendo no celular e do lado sua colega de quarto fazia o mesmo, eu sussurrei para Alison tentando fazer ela me notar ali na porta, logo ela me nota e me pede para entrar.
– Spencer entre.
– Claro. — Senta na cama com ela.
– Você tá bem?
– Sim. Avery eu realmente preciso conversa com você, de preferência a sós. — Digo sutilmente. — É importante.
– Entendo Spence.
– Vamos.
– Claro. — Ela me segue para ali fora. — O que você quer Spence? O que ela não pode nos ouvir? É ruim? — Se referindo a sua colega de quarto. Ali percebia minha preocupação.
– Eu e Jenna temos uma aula junta, e não sei direito, mas tudo que ela diz soa como se soubesse que escondo algo.
– Te compreendo aquela menina me dá arrepios, porém não deve deixar se afetar. Não tem como ela saber sobre mim, isso é apenas um jogo mental dela sobre você.
– Espero que esteja certa. De todo modo é melhor você ficar atenta. Amor cautela nunca é em excesso.
– Pode ficar apaziguada. — Elas me olha nos olhos. Entretanto essas palavras não me dão eutimia.
– Andei um abosorta ontem. Então queria saber se não queria fazer nada comigo hoje?
– Com certeza. Só antes o que é absorta?
– Compenetrada nas minhas próprias idéias. Focada no que se assava dentro da minha mente. — Explico. Ainda inquieta.
– Agora faz sentido. Sim, tem passado por muita coisa, agora vem cá que vai entra no meu mundo. — Ela diz me beijando.
– Quero mais — Ela me beija novamente. Nesse momento, escuto batidas de bengala no chão. Fico apoplética.- Avery se esconde. — Nem me atrevo a chamar ela de Alison, me alivava o fato de ela não ter aberto a boca para dizer algo enquanto Jenna passava.
– Spencer,quem está contigo, ouvi outra pessoa.
– Não ninguém.
– Posso estar errada, todavia até beijos escutei. Provalvelmente, beijos seus e de quem quer que seja.
– Era minha namorada, mas ela saiu.
– Qual o nome dela?
– Não posso contar, é secreto. — Soou frio.
– Shiiu. -Diz ela, ri e vai embora.
Quarta era feriado, combinei com Aria para conhecer Alice e nós combinamos um encontro duplo. No telefone Aria parecia tão feliz, isso me alegrava, a pequena merecia ser feliz depois de tudo que a Emily e minha namorada aprontaram para ela, já falei com Alison e ela não se orgulha muito do que fez. Alice fazia bem a ela e era o que importava. De manhã, eu Ali e eu nos arrumamos, Alison estava contente, achava essa uma boa oportunidade para se reaproximar de Aria, pelo menos isso foi o que conclui. De tarde, fomos a um restaurante:
– Prazer Alice, estava ansiosa para ti conhecer.
– Prazer, também estava Spencer.
– Eu também estava ansiosa para te conhecer Avery.
– Claro, eu também. É a melhor amiga da Spence.
– Bom nos conhecemos. — Eu digo constrangida.
– Então Spencer vamos. — Diz Aria.- Eu queria saber como se conheceram, a Spencer nunca me contou Avery, queria saber qual é sua história?
– Ela é desligada mesmo. Foi na universidade, nós temos uma aula juntas, ai conversamos, e eu fiquei encantada pela personalidade dela, mas ela tinha namorada, então eu meio que estava sem esperança , só que o relacionamento chegou a fim, fomos nos aproximando até que rolou. — Alison inventa uma meia mentira.
– Eu te conheço . -Diz Alice.
– O que? — digo assustada, Ali parece mais ainda.
– Me conhece?
– Sim. Fazemos uma aula juntas, Avery, eu não esqueço do seu rosto, você senta sempre lá atrás na aula do Mr. Hessen. Só me lembra de você senhorita Dujardin.
– Bradshaw. — Ela reconhece.
– Mas não se impolga elas não são um casal moderno que nem nós.Falando sério bom, que vocês se conhecem. — Diz Aria sorrindo.- Alias muita bonita história de vocês.
– E você e Aria como se conheceram? — Pergunto.
– Somos do mesmo grupo de AA, na verdade nos conhecemos reclamando orque o nosso instrutor não veio. Parece não tão bonito como aconteceu com vocês duas, mas é nossa história. — Alice diz sorrindo para Aria, Senti podia confiar nela.
– O importante é o que sentem. — Digo.
– Verdade. — Diz Alice.
– To muito feliz em conhecer a melhor amiga da minha namorada e a namorada dela.- Diz Alison.
– Eu também. — Diz Alice. — Isso me torna mais íntima da Aria,acho um passo importante no nosso relacionamento. — Alice sorri.
– Aria sempre esteve comigo.
– Spencer também, mesmo quando as outras só me botavam para baixo, ela me erguia. — Diz Aria se recordando do tempo que elas esteve co problemas.
– É você me falou das meninas que te fizeram mal amor, não precisa ficar remoendo, agora está livre.- Diz Alice segurando sua mão. — A bebida não faz parte da nossa vida.
– Pessoas erram. — Disse Ali.
– Vamos parar de falar passado, temos que falar do futuro brilhante que teremos.- Digo tenta esquivar me da conversa.
– O que vão querer beber?
– Suco de abacaxi e limão. — Responde as duas.
– Suco de Abacaxi simples. -Digo
– Vod…- Cutuco ela. — Suco de morango. — Sorrio.
– Dois sucos de abacaxi e limão, um suco de abacaxi, e um de morango saindo.
– Como é resistir a tentação?- Pergunta Ali.
– Avery. — Exclamo.
– De beber, dificil. — Responde Aria.
– É bem complicado mesmo, o bom é que conseguimos.
– Vocês são mais fortes que ela. — Eu falo dando força.
– Obrigada. — Respondem.
– É.
[Hanna P.O.V. on]
Quarta a noite eu comecei a ver fotos da Spencer, lembrar do momento incríveis que passamos juntas. Eu não quero nem pensar, o que vai acontecer quando ela descobrir sobre fotos, na verdade espero que isso nunca aconteça Não tem um dia em que eu não me arrependa do que aconteceu, mas sei que agora foi. Adoro era muito grande, não ter a Spencer nos meus braços é como tirar de mim a chance de ser feliz. Fui a Upenn, eu precisava falar coma Spencer, chorava continuamente, dor não cessava, depois de esperar duas horas e meia, Spencer chega e me encontra em um estado não muito agradável.
– Hanna o que faz aqui e nesse estado? — Eu estava completamente embriagada.
– Spencer, eu preciso de você, você tem que me ouvir.
– Hanna, eu tenho nada para ouvir de você. Eu estou feliz, e você não tem o direito de tirar isso de mim.
– Spencer, só preciso um pouco do seu tempo, o minimo que me dar, eu ficaria a grata.
– Eu não sei se posso te dar isso.
– Por favor.
– O que você quer de mim? — Ela pergunta angustiada.
– Eu quero você, te quero por perto, de noite, de dia, a tarde, eu ainda te amo.
– Eu não quero ser sua marionete, não outra vez, eu te dei todo meu amor e você esnobou. — Seus olhos estavam cheios de lágrimas.
– Não foi assim. Eu simplismente não pude continuar com a nossa relação.
– Por que era a distância? então, o que mudou? ainda moramos longe, e por que fez assim? você terminou sem nem termos uma conversa antes, não tentou solucionar nossos problemas, não deu créditos ao que sentiamos, simplismente me deixou.
– Você não entende.
– E nem tenho que entender, quinze dias é pouco tempo e a dor ainda está em mim, porém logo o choro acabará junto com tudo de ruim e de bom que o nosso namoro me trouxe.
– Você nunca vai me esquecer.
– Está verta, nunca vou te esquecer. Entretanto isso não significa que eu vou te amar para sempre.
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