Somos Equipo Spanna
73 A cúpido.
Notas iniciais
No capitulo anterior:
Obrigada — Disse e pagou. Segurava aquilo como um troféu, Alice parecia impaciente, andava de um lado a outro. Eu ainda estava impressionada como o apetite de Hanna havia crescido ainda mais nos últimos dias.
– Minha linda por que convidou Emily para vir aqui?
– É por que? — Alice repetiu, olhei para ela sem compreender.
– Porque é o dia dela, ela nossa amiga queria que fossemos sem ela.
– Não estou perguntando por que aqui? Você nunca assiste Football, não sabe nem os nomes das equipes.
– Um o dia é da Emily e ela ma Football, dois achei um lugar legal onde todo mundo iria se divertir, três já provou o cachorro quente daqui é maravilhoso. — Deveria desconfiar que asintenções da Hanna eram gastronómicas. No momento, Hanna parecia mais apaixonada pelo lanche do que por mim.
...
– Sim. só me preocupei com o motivo para ter comido tanto. Você está apreensiva com alguma coisa? — Ela era minha namorada obvio que notaria, talvez não tenha perguntado antes devido estar em grupo. Ela me encara, eu respiro bem, antes de responder.
– Sim.
– Com o que amor? Tava tudo ótimo. — Ela não percebeu, sério acreditava mais nos dons de detetive da minha namorada, vulgo Veronica Drew Holmes Bond Cleaseau.
– Você não sabe mesmo?
– Não. — Ela assimilava estar perdida. Realmente não era pegadinha da minha Hastings favorita.
– Emily voltou a sentir algo pela Aria. — Ela entra me choque.
Fim do cap. anteriror
Alice e Aria em Hollis estavam no quarto conversando, era domingo e passariam o dia inteiro juntas, o namoro era atualmente era mais apaziguado, sem aquele calor todo que envolvia antes e sem todo dia agito e destempero que cercava as duas. Aria resolve colocar uma música para duas curtirem, ela colocou no celular para tocar aletoriamente e por coincidência uma das bandas favoritas de sua melhor amiga começou a tocar, esta era Artic monkeys, e a música era Snap out of it. Alice ao ouvir a música perguntou:
– Não sabia que curtia Artic Monkeys? — Alice reconhecera o grupo, também pudera dificilmente alguém que tivesse menos de vinte e cinco anos não reconheceria.
– Gosto, não tanto quanto a Spencer elas ama bandas desse tipo, tipo ela gosta mais de Franz Ferdinand e The Strokes, contudo ela ama o Artic também. — Aria aumenta o celular.
– Essa parte te diz alguma coisa? — Era parte da música que dizia” Forever isn’t for everyoneIs forever for you?It sounds like settling down or giving up, But it don’t sound much like you, girl.”
Para sempre não é para todos
Para sempre é para você?
Soa como se acomodar ou desistir
Mas não soa muito como você, garota
– Mais ou menos, eu não entendo onde quer chegar Alice?
– Nada. — Aria estava confusa, mas não importava. Estava feliz e sua namorada também, o resto do mundo poderia ser só caos, que hoje ela se sentiria no paraíso.
Elas ficam escutando vária os sons, e conversando sobre elas, dando risadas, comentando sobre coisas que leram, assistiram ou escutaram por ai, os minutos facilmente viravam horas. É então que Aria recebe um sms, verifica e é Spencer, que já não estava mais online, Spencer dizia “Oi, amiga eu e Han queríamos ver algum dia pra reunir todo mundo, me diz quando pode. Nós sentimos saudades de estarmos as quatro juntas.” Era estranho a mensagem vir da Spencer e já naõ ter um horário pré estabelecido ou algumas opções de horários, mas não ligou e então informou sua namorada.
– O que foi amor, o que dizia a SMS?
– Nada de preocupante, tira essa cara de preocupada. — Ela estava nitidamente apreensiva. — Era só Spencer, ela me convidou para sair um dia, uma reuniãozinha de amigas.
– Nós e elas, mas já fizemos isso várias vezes. Por mim tudo bem, mas é estranho como sua amiga gosto de encontros duplos. Ela não curte ficar sozinha com a namorada. — Ela pega uma revista e senta, Aria tira a revista, pois viu que seu amor não entendeu.
– Não, ela quer reunir todo mundo, eu, Hanna, Spence e Emily, mas claro se quiser ir, eu vou te levar obviamente, na verdade eu gostaria muito que fosse, até por que você nem conhece a Emily direito e eu já conheço suas amigas, adoraria que também conhece.
– Ah Emily também vai, acho melhor eu não ir. — Alice não escondia sua incomodação com a Emily também estar lá. -Tem certeza que é uma boa idéia, sabe ela é atleta, agenda lotada, fora que vocês não se vêem a muito tempo. — Aria notou o seu incomodo.
– A intenção é essa, ficamos muito tempo brigadas e agora nós queremos voltar a nossa amizade. — Aria ficava com semblante mais sério e se sentou também pediu que sua amada fizesse o mesmo. — Acho que você está irritada com a presença de Em?
– Não é isso, está enganada. — A mais alta fingia, só que pequena não cai nenhum pouco nessa.
– Fale a verdade, eu te conheço, não tão tem motivos para mentir para mim, você está visivelmente chateada com a participação da Emily nessa saída. Quero saber por que?
– Eu quero saber se você é realmente ingenua, tá fingindo ou está agindo as escondidas?
– Como?
– Eu tenho certeza que não é tão inocente que não perceba que a Emily ainda gosta de você, tá na cara. — Toda enciumada saiu pela porta, e a outra foi atrás completamente perdida.
[Spencer P.O.V. on]
Eu entrei no meu quarto, deitei na cama com a Hanna, perguntei a ela se ela viu onde coloquei meu celular, eu jurava que tinha colocado em cima da minha mochila. Eu tive ficar uns minutos fora, me chamaram na reitoria, eu fui lá e me disseram que a minha mãe me mandou uma coisa, eram apostilas de direito, eu deixei e disse que pegaria amanhã, pois não tinha onde colocar era melhor levar elas em uma mochila. Era apenas uma desculpa, pois queria passar o tempo com minha namorada sem nenhuma chateação. Enquanto isso Hanna esteve aqui o tempo, então ela podia ter visto.
– Eu tinha certeza que eu tinha certeza que eu tinha deixado em cima da mochila. — Comecei a revirar as coisas e ela me olhava como uma face de desentendida.
– Eu não sei, é seu celular, não meu, eu não uso ele. — Eu olho mirando ela como se dissesse pelo menos me ajuda procurando. Quase nunca esqueço o lugar em que coloco as coisas ainda mais as importantes tipo celulares, isso é completamente esquisito.
– Hanna por acaso você não mexeu no celular? — Ela me olha assutada, como se estivesse ofendida, fica muito séria e me olhando como se eu fosse uma pessoa horrível diz.
– Não, eu não gosto que me acuse assim Spencer. Por que eu pegaria seu telefone? — Fica de cara fechada.
– Eu não sei me responde você. — Nos encaramos. — Amor você ficou olhando meu celular sem pedir? Por que?. — Fico olhando ela esperando uma resposta que não é dada.- Se pedisse eu emprestava. Não acredito que tá desconfiando de mim, você acredita na sua namorada. — Eu esbravejei, já tivemos essa conversa, odeio quando ela não crê em mim. Fiquei procurando, olhei embaixo da cama travesseiro, onde quer que ela pôs.
– Desculpa, eu peguei, mas não foi por isso, eu nem fiquei vendo suas mensagens, eu juro. — Ela fez aquela carinha de anjinha. Eu sentia irritação com ela, entretanto ela falou de um jeito tão meigo que todos os sentimentos ruins passavam. Peguei o celular de sua mão e ao vê-lo percebi duas sms da Aria uma dizia “Eu quero ir, mas vou ver com a Alice” e a segunda “Meu deus não sabia que seu convite ia causar tanto problema, sei que não é sua culpa, minha namorada tá invetando coisas, desculpa.”
– O que foi?
– Umas mensagens da Aria. — Ela me olhou com uma cara de culapda. Acima havia uma minha. Estava escrito “Oi, amiga eu e Han queríamos ver algum dia pra reunir todo mundo, me diz quando pode. Nós sentimos saudades de estarmos as quatro juntas.”
– Ué eu não mandei es… Hanna. — Ela tentava sair de fininho, mas eu a vi primeiro.
– Eu juro que é pra uma boa causa. Só to tentando juntar a Emily e Aria. — Ela disse.
– A Aria tem namorada.
– Bom acho que pode ser que agora não mais. — Eu não sabia o que fazer.
Não concordo com esse plano estranho da Hanna,porém tudo está feito e não tem como voltar atrás, como ira explicar para Aria que minha querida e desejada loirinha pegou emprestado sem minha autorização meu smartphone, após isso entrou no whatsapp e começou a mandar um texto que pedia para marcamos uma coisas, nós o quarteto fantástico ou quadrado mágico,as mosqueteiras do rei, dentre outros quartetos.
[Hanna P.O.V. On]
Mais tarde, eu fui dormi com a minha namorada, dormia no seu ombro, eu amava dormir assim, me sentia muito confortável e protegida por ela. Antes dormir sempre trocamos alguns carinhos o que fazia nós sentir mais sono ou pelo menos nos acalmar para assim ter mais sono. Depois de alguns minutos com muita troca de afagos,eu apago completamente. O poder da mão de Spence é algo muito grande na vida de uma pessoa.
Eu era um anjo, minha asas eram bonitas, eu voa pelo céu e era tudo mágico e belo, enchia os olhos de qualquer ser. Não percebi antes, contudo as minhas seguravam fortemente um arco e carregava nas minhas costas várias flechas, será que eu iria para uma batalha ou algo tipo e eu pensava comigo mesma. Sobrevoando minha pequena e tão adorada cidade vejo minha grandes amigas Emily Fields em Aria Montgomery mas percebo que elas não podem fazer o mesmo. Vejo que elas não se entendem, então fico pensando comigo seu pudesse fazer algo, então percebo o que é tudo aquilo, eu era um cúpido eeu devia fazer elas se apaixonar. Uso minha flechas nelas e logo elas ficam no maior climinha de amor.
– Espera um pouco Aria.- Diz Emily se afastando um pouco.
– O que foi Emily?
– O que esse beijo significa?
– O que quiser que ele signifique? — Diz Aria com um sorriso em seu rosto.
– Namoradas outra vez? — Pergunta Em.
– Se eu que você quer.
– É.
– Então eu sou namorada. — Ela diz e pega na mão de Emily.
– É melhor ninguém saber por enquanto.
...
– Quantos?
– Seis beijinhos. — Ela sorrie diz.
– Três. — Fala e mostra com os dedos.
– Quatro? — Ela sorri maliciosa.
– Fechado. — A outra devolve o sorriso.
– 1. — Diz Aria dar o primeiro beijo.
– 2.
– 3 e 4. — Aria vai embora depois do quarto beijo como havia prometido.
Acordei já com um projeto, com uma missão, sabia o que tinha que fazer , aquilo ali era evidentemente um sinal, ele não podia ser mais claro. O que eu tinha fazer eu já sabia, agora deveria achar maneiras, sabia que não seria simples, não era pra qualquer um, só que também não tinha escapatória, era meu destino, não se pode fugir do destino, é como tentar se livrar de si mesmo, nunca ira dar certo, falhará de uma forma ou de outra.
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