Somos Equipo Spanna
29 A culpa é da amnésia.
Notas iniciais
No capitulo anterior:
– Lembra dessa daqui, nós estávamos no parque nos descontraíndo, livrando da pressão de A.
– Não, lembro de nada quando você me mostra essa foto.
– Não importa tem um monte dessas. -eu digo sorrindo para ela. — Essas aqui não lembra de nenhuma, ou elas te lembrara de algo?
– Negativo. — Ela me diz esforçando as vistas para ver se algo retorna a sua memória, mas é invão.
– Isso aqui você lembra? — Mostro um presente que ela me deu.
– Não. -Responde. — Eu te dei? você me deu? Aria ou Em nos deu? — Ela pergunta.
– Você me deu. — Digo entristecida.
– Você gostou amor?
– Sim, mas agora não importa você não lembra o que significa
...
– Oi Spencer.
– Oi amor, oque você queria falar. — Sua face era diferente hoje parecia muito triste, o que me deixou nervosa.
– É muito sério o que irei dizer prefiro falar sentada.
– Sente-se e diga.
– Spencer você perdeu a memória, não recorda de praticamente nada do que houve antes do acidente, isso significa que não que não conhece a mim de verdade, minha personalidade o que gosto, além deste fato você mudou algumas característica desde o acontecido, ou seja, de certa forma nem eu sei quem é a atual real Spencer, isso dificulta muito as coisas para nós duas, como posso crer no seu amor por mim se sei que não é mais a mesma e que não sabe quem sou? E o meu amor por você como posso o alimentar sem saber quem você é? são perguntas que rodam a minha casa por dias.- Nesse momento eu estava estática chorando sem reação. — Eu não tenho outra solução para nós a não ser o termino de nosso relacionamento, queria deixar bem claro que isso que te digo me dói muito, porém é necessário, hoje vim aqui para te dizer adeus Spencer. — Ela fala isso e eu realmente não consigo acreditar naquelas palavras, meu rímel escorrendo e lágrimas caindo dizem pouco pelo que sinto, o meu coração está despedaçado e minha alma morta.
– Eu te amo você tem que acreditar nisso, é mais pura e singela verdade que tenho em mim.
– Queria poder ter certeza de que não só uma ilusão para você, mas não consigo.
– Hanna não me deixa. — Ela parte meu coração sem piedade.
– Como eu vou saber que você não está apenas fantasiando um amor perdido, me diz? — Diz entre lágrimas.
– Confiando em mim, porque eu eu sei que não é imaginação. -Digo chorando e sinto como se punhais,lanças, flechas atravessassem emu corpo sem parar, sem direito a tempo de descansando, a dor é infindável, infinita, e exclusivamente essa é incurável.
– Tchau Spencer. -fala ela de um jeito frio e cruel, me magoando de uma forma inimaginável.
Fim do capitulo anterior.
[Hanna POV on]
Eu tinha terminado o meu namoro com Spencer, resolvi voltar com Travis, nós estávamos bem e foi um erro achar que eu poderia retomar a minha relação com a Spencer, o nosso ponto final foi muito dolorido, mas vou tentar ver isso como uma chance de para nós duas recomeçar as nossas vidas, tenho certeza que ela ficará muito bem, talvez a Spencer seja mais feliz sozinha mesmo, não vejo ela feliz casada com alguém ou dividindo sua vida, acho que ela do tipo solitária. Depois da aula, eu encontro Travis na frente da escola, ele me fala assim:
– Oi Hanna, como vai meu amor?
– Bem Travis. — Ele me beija.
– Que tal sairmos hoje?
– Eu estou um pouco ocupada, amanhã seria melhor.
– Claro. — Ele disse sendo extramamente compreensível.
– Combinado.
– Eu vou te buscar aqui na escola? — Nessa hora vejo a Spencer, ela está horrível, com um roupa amassada, sem maquiagem, com rosto de quem dormiu pouco, aparência cansada e um desanimo nítido.
– Claro amor. — Eu beijo ele bem profundamente, Spencer me vê o beijando, sai correndo e chorando.
– O que você tá fazendo Hanna?- Pergunta Aria que surge do nada, parece bem irritada comigo.
– To saindo com meu namorado.
– Na frente da Spencer, Hanna, sério isso? achava que você fosse mais do que isso.- Ela me diz com uma cara de decepção.
– Ela não é mais minha namorada.
– Eu vou sair deixar você falar com sua amiga.- Diz Travis.
– Eu sei disso, mas qual foi sua razão para terminar com ela?
– Ela não lembrava de nada, de jeito nenhum, eu não aguentava mais isso, é horrível para mim, não entenderia. — Não havia modo de compreender.
– Você pensou no quanto frustrante para ela , ela tentar se lembrar de alguma coisa e simplesmente não poder, ou como ela se sente quando você lembra de uma ocasião com ela, e ela fica forçando lembrar e parecer que aquilo não existiu, que tudo quase que foi real na vida dela na mente dela pareça só uma história.
– Mas eu não consegui aguentar, era muito difícil, ela está mudada e nada é como era antes. -Me justifico.
– Não aguenta. Então não passo pela sua cabeça que quando você quase imploro para ela voltar, que seria muito difícil para ela se recordar das coisas, que se não suportasse a falta de memória dela poderia ser melhor deixar ela lá, pois que eu me lembre ela estava muito feliz com a. -Ela fica pensando no nome.- Tess, Cass ou Jess, não lembro e nem importa, o que realmente é relevante é que você tirou ela de uma pessoa que a deixava feliz, para a descartar como lixo, você a tratou como copo de plastico que você usa e joga fora, você não percebe o quão egoísta que você foi? — Ela me olha com olhar de nojo.
– É Tess, e eu só não podia ter um relacionamento que eu não sei o que a pessoa sentia por mim ou se são de verdade. — Respondo
– Pensa Hanna, ela deixou o que para ela é família dela, as amigas dela, sua namorada e tudo isso para ter a chance de ter um novo amor com você, eu não sei o que você pensa sobre isso, mas eu acho que são sentimentos reais.
– Eu só quero poder partilhar com outra pessoas as coisas, dividir tudo com alguém e fica difícil com ela. — Eu digo muito triste.
– Hanna, aquela garota arriscou várias por você, e você ainda continua só pensando em você, e ela e a felicidade dela, não bastava terminar com ela te que jogar na cara dela sua felicidade, me dá um bom motivo para você ferir a Spencer desse jeito.
– O que posso fazer? — Pergunto.
– Nada Han, nada, só que eu posso. Você perdeu uma amiga/namorada ontem por sua decisão que levou a uma escolha minha que fez você perder outra amiga hoje, Hanna não fala comigo tudo bem.
– Aria. — Digo achando exagero da parte dela.
– Eu nunca pensei que ia se tornar o que se tornou agora. -Ela diz com um semblante de desapontamento.
[ Hanna P.O.V. Off]
[Spencer P.O.V. on]
Não assisto o resto da aula, depois de presenciar aquela cena vou direto para meu quarto, ranco ele e fico chorando sem parar, aquilo rodeia a minha mente a cada segundo sem dar tempo pra eu respirar, a dor que sinto é como se me esfarelassem e pisassem em cada pedacinho meu. Me sinto culpada por não ter conseguido relembrar dos momentos felizes que passei com Hanna, Emily e Aria. È como se fosse amaldiçoada pela a inteira, ou talvez por menos tem, assim espero, tudo desmoronaria em minha vida por culpa de amnésia. Ligo para única pessoa que poderia me socorrer em uma hora dessas, pelo menos a única pessoa que eu sei que posso contar:
– Alo
– Alo, Mari.. Spencer o que aconteceu? — Ela disse percebendo que minha voz estava diferente.
– Autumn, nada só queria conversar. — Digo, na verdade eu queria que ela me consolasse.
– M… Spencer, eu tenho conheço, sei quando você não está bem.
– Não quero te atrapalhar.
– Não atrapalha.
– Mas você tem que estudar, tem prova. — Lembrei que ela tinha prova de espanhol no dia seguinte.
– Na verdade não, vamos ficar 3 dias sem aula, porque teve um incêndio acidental aqui na escola, por prevenção eles resolveram dar três dias de folga para os alunos.
– Sério?
– Sim, não me enrola irmãzinha o que se sucedeu com a sua pessoa. — Autumn diz notando que estava embromando a.
– Hanna terminou tudo comigo, pronto falei.
– Nossa, como assim, tão rápido, como você tá?
– Muito mal. — Começo a chorar novamente. — Eu estou arrazada, acabada, eu estou se forças para falar a verdade.
– Eu vou ai. -Ela não me dá tempo para responder e desliga o telefone.
Eu espero no meu quarto minha irmã chegar, ponho uma música “ The Strokes — Reptilla”, fico escutando enquanto leio “Teorema de Katherine”, fico pensando se sou uma Terminante ou Terminada, com Hanna fui uma terminada, já com a Tess o oposto, com Wren e os meus outros casos românticos será que fui terminante ou terminada, confesso que também pensei em fazer um gráfico dos meus relacionamentos. É engraçado Colin teve 19 Katherines, e a maiorias das pessoas nunca namorou duas pessoas com o mesmo nome, eu tenho dois nomes diferentes, não nomes compostos, e sim dois eu’s Spencer Hastings e Marissa Prescott. Autumn finalmente chega a minha casa, vou receber ela , entretanto para minha surpresa não está sozinha. Eu digo:
– Autumn, oi, Tess? — Digo com feições de espanto.
– Oi Maninha.
– Oi Mari...Spencer. — Diz Tess.
– Oi Tess, o que faz aqui?
– Vim te ajudar, sabe como amiga.- Ela diz meia sem jeito.
– Conta como isso adviu? — Diz minha irmã me olhando pronta para me segurar
– Eu e Hanna, estávamos tentando treinar a minha cabeça para que as coisas retornassem a ela, acabou não funcionando, o que a deixou muito triste, pois segundo ela não sou a mesma e também ela acredita que eu possa estar desvairando um amor irreal por ela, ou seja, que tudo que eu sinto, eu mesma tenha criado e nutrido, como se fosse um invenção minha amar ela.
– Sim, ela acha que tudo não passa de veleidade sua, o que bem incomum, pois o normal seria você achar devaneio ou insanidade o amor ou a história de amor de vocês, afinal sua memória que foi apagada, mas como ela pode contestar a veracidade de sua paixão por ela. — Ela me abraça e choro em seus ombros.
– Eu não sei, sei apenas ela se questiona sobre mim.
– Eu não consigo interpretar suas atitudes Mari...Spencer, eu não consigo te chamar de Spencer, Marissa, como você pode escolher ficar com alguém que descrer tanto assim de você. -Ela me olha sem captar razão da minha decisão.
– Pode me chamar de Marissa, eu não mando no meu coração, apenas o obedeço, decifrar atitudes tomadas pela emoção é impossível, atitudes racionais são as únicas passivas de deduções ou conclusões.
– De qualquer forma ela não devia ter te tratado assim. -Diz Autumn.
–Tudo bem, isso não foi nada, o pior foi quando ela beijou aquele garoto na minha frente, ai ela me deu o golpe final.
– Ela fez o que? — Pergunta Autumn. — Não aceito isso, é muita crueldade, ninguém pode fazer isso com a minha irmã. — Ela fala muito irritada e continuo desolada.
– Marissa, agora eu que duvido do que ela dizia que sentia por você, porque que se fosse verdadeiro ela não faria o que fez. — Diz Tess, me faz um carinho no rosto e seca uma lágrima que escorria.
– Agora vamos limpar esse rímel todo borrado. -Diz minha irmã.
[Spencer P.O.V. off]
Aria e Emily teriam um encontro depois de um bom tempo, finalmente poderiam sair juntas, depois de tantas magoas, de problemas, machucados, perdas, superação,enfim tantas barreiras, elas estavam juntas de novo. Foi assim:
– Oi, Aria meu amor. — Diz Emily.
– Oi, Emily o que vai querer? — Pergunta Aria,
– Acho que vou pedir uma torta você? — Pergunta Em.
– A mesma coisa que você. — Elas pediram duas tortas de morango e um capuccino com chocolate.
– Sabia que você fica linda comendo torta de morango. — Diz Emily.
– Essa é de fato a coisa mais inusitada de se dizer a uma pessoa. — Diz Aria.
– Aria vou te dizer uma coisa, acho que você não vai gostar, posso te dizer ? — Emily pergunta com uma cara estranha?
– Claro, o que é?- Aria pergunta preocupada.
– Eu não vou ser professora, eu sei que você tem um fetiche com isso, mas não vai rolar. — Emily diz zoando sua namorada.
– Ai como é engraçadinha. — Aria ri ironicamente.
– Acertou. — Diz Emily rindo.
– Acho que eu quero ser professora de inglês também, gosto ler e ensinar, isso vem dos meus genes, e o Ezra é um professor ótimo entendia tudo de livros, principalmente dos românticos e policias, meus favoritos, e eu fica encantada por essas coisas, acho que foi por isso que me apaixonei por ele. — Diz Aria colocando outro pedaço de torta na boca.
– Ele é tão ótimo assim, por que o deixou?- Emily diz com muito ciúmes.
– Emily, eu só to dizendo os motivos que fizeram me apaixonar por ele, agora eu não to mais, eu estou com você e a explicação de me apaixonar por você é...acho que não vou te dar esse gostinho, seria muito fácil, é a reposta da sua pergunta é eu deixei o Ezra por você. — Aria diz e as duas se beijam.
– Só não elogia ele mais pelo menos não na minha frente. — Diz Emily.
– Tudo bem, você fica linda com ciúmes, pelo menos posso dizer que ele é um professor muito bom, isso ele é não tem como negar.
– Pode. Muito obrigada. — Aria beija Emily.
– Eu não posso negar que já senti algo pelo Ezra, como você não tem como negar que sentiu algo pela Paige e pela Alison, quero dizer que temos amadurecer e não achar que o passado vai nos assombrar, afinal ele é apenas pretérito. — A tarde foi maravilhosa para as duas, muitos beijos e vários assuntos.
[Spencer P.O.V. on]
Ainda abatida com a minha separação, fiquei conversando com minha irmã e Tess, desabafando com elas, prendi com meus erros e não passei maquiagem de novo, elas disseram que iam passam os três dias folga comigo, eu não posso mentir e dizer que achava melhor elas voltar a Riverswood, elas ali era tudo que eu desejava, só sorri e abraçei as duas, elas disseram:
– Você faria o mesmo se nós duas estivéssemos precisando da sua ajuda.
– Sim, vocês são minhas amigas.
– É servimos para isso. — Diz Tess.
– Com certeza, só precisamos pedir a sua mãe. — Diz Autumn. Eu ligo para ela, que diz que já que o Wren e a Melissa estão arrumando a mudança essa semana, elas podem passar na casa do lago.
– Vocês podem ficar na casa do lago. — Eu digo toda animada, levo elas até lá.
– Nossa que demais aqui, você é muito cheia do dinheiro. — Diz Autumn fascinada.
– É muito bonito, vai ficar um pouco aqui conosco? — Faz cara de cadela abandonada.
– Claro Tess. — Eu digo.
– Não fica assim, daqui para frente as coisas vão melhorar para você. — Diz Tess notando minha mudança de humor.
– É que eu pensei eu e Hanna já devemos ter ficado nessa cabine, talvez para conversar, não sei. — Eu digo realmente abalada.
– Para com isso, pensa que você tem das amigas aqui agora e que elas estão com você, que vão te dar vários sorrisos. — Diz Tess já conseguindo me fazer sorrir, ela tem esse poder sobre mim.
– Minha irmã, tudo passa, e o melhor a fazer quando estamos triste é concentrar nas coisas que nos deixam alegres. — Autumn me diz e eu penso nelas, nos livros, e então parece que consternação sumiu aparentemente, óbvio que ela ainda está lá, contudo eu foquei nas coisas que não me deixam em desalento e funcionou.
– Você é muito esperta Autumn e Tess muio obrigada por me fazer rir quando ninguém mais consegue.
– Eu tenho o dom Marissa.
– O dom de ser convencida com certeza.
– Marissa, falando sério, eu que tenho que estar agradecida por você me fazer enxergar coisas novas, por ser essa menina sensível, ao mesmo tempo forte, que adora viver novas experiências.
– De nata lisonjeada e grata por tamanha louvor que disse sobre mim. — Me sinto enaltecida com as palavras de Tess.
– Eu vou ali na sua casa pegar um chá. — Diz Autumn.
– Claro. — Digo.
– Marissa, eu não posso te ver daquele jeito, é angustiante para mim te encontrar naquele estado deplorável.- Diz Tess com aflição
– Eu sei se eu te visse agoniada assim , seria algo torturante para mim, melhor cruciante é mais adequado.
– Parecemos recitar o dicionário.
– Concordo.
– Eu só quero te ver bem, e me sinto incapaz quando não consigo fazer isso. — Ela diz e mexe no eu cabelo, mordo meu lábio e passo dedo em seu rosto.
– Ás vezes, eu presumo que você pode transformar meu humor de melancólico para contente no momento em que bem entender. — Digo e suponho que estou certa.
– E eu suspeito que a sua presença já me converte em deleite. — Nos beijamos.
Depois do nosso beijo vamos para cama, onde o prazer toma conta de nossos corpos unidos se tocando de maneira majestosa.
Fale com o autor