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32 A bêbada e a equilibrista.


Notas iniciais
Referências a "The O.C" Titulo baseado na música de Elis Regina, composição Aldir Blanc e João Bosco. (minha mãe gosta muito de Elis)

No Capitulo anterior:

Verdade, eu vou comprar um refrigerante para nós duas, o que acha? — Emily sai correndo sem ouvir a resposta de Aria.

– Você esqueceu seu celular, já foi. — Aria vê o celular de Emily tá aberto em uma SMS anonyma está escrito assim:

“Eu vou te ter de volta Emily custe o que custar”

Ali.

...

– Ezra Fitz é A, pronto falei.- Ela diz tudo de uma vez

– Vocês tão dizendo que acham que ele é A, é isso?

– Não estamos certas disso. — Spencer diz.

– Aria ele é A.- Falo com voz calma.

– Não pode ser.

– Mas é. — Eu digo.

– Não, ele não, não depois daquela dia que você e eu... isso me faria culpada… ele não pode ser tão falso, não posso aceitar… não posso ter ficado com A, como cara que tentou matar duas das minhas amigas … não pode ser ele,não agora... por que isso tá acontecendo, tudo desmoronando… eu não posso carregar isso também,não entendem… eu acabo de saber que fui cumplíce de A… eu troquei ela por A… agora a Emily vai querer ela, eu sei ela vai, não vai me perdoar… As coisas são tão pesadas para mim. -Ela chora sem para e fala coisas que para mim não fazem sentido nenhum.

– Olha para mim Aria, eu sei que tá sofrendo, vai ficar tudo bem, confia em mim. -Diz Spencer olhando nos olhos de Aria.

Fim do capitulo.

[ Spencer P.O.V. on]

Aria foi para casa naquele noite e diz que ficará tudo bem com ela. Hoje, um dia depois daquela noite, eu resolvo espairecer e sair com a Hanna, namorar um pouco, tirar isso um pouco da cabeça, é tudo muito complicado para mim, lidar com isso tudo de uma vez só, há dias minha preocupações se limitavam a faculdade que eu ia cursar, minha namorada, atualmente ex-namorada. E agora estou envolvida no mistério de um assassino e perseguidor de mim e das minhas amigas, que já solucionei, não é nada fácil pensar em encarar de frente a pessoa que tentou de assassinar. Depois da aula Hanna me pega em casa, seriam meus segundos de liberdade.

– Oi Han, estou precisando muito ficar com você.

– Oi Spence, o que foi?

– É muita informação na minha cabeça chegando muito rápido, eu queria hoje, só sair com minha namorada, conversar, dar algumas risadas, ficar numa boa, há uma semana eu a letra a, era só uma letra para mim, não havia significa,do muito menos um tão impactante na minha vida. — Desabafo ela me abraça.

– Vai ficar tudo bem, você conseguiu desmacara-lo. — Ela dá um sorriso.

– Mas eu não tenho como comprovar para polícia, ele vai continuar solto por muito tempo, é impossivel provar, ainda mais depois de eu ter perdido a memória totalmente. Hanna vamos parar de falar disso.

– Tudo bem, vamos para o carro amorzinho. — Ela diz e eu olhou para ela. — O Que?

– Amorzinho Hanna, sério isso? — Pergunto. — Que pieguisse é essa, larga dessa vida Han. — Eu digo rindo dela.

– Deixa eu te chama amorizinho, é bonitinho e maneiro também, não é piegas. — Ela faz beicinho.

– Tá então me dá um beijinho meu amorzinho. — Abraço ela e damos uma bitoca.

– Vem que o cinema não pode nos esperar, daqui a pouco começa o nosso filme e não vamos ter visto o início.

– To indo. — Chegamos no cima e estamos adiantadas por quarenta minutos, até lá vamos ficar no shopping fazendo nada.

– Amor, lembrei de uma coisa, a sua irmã disse que com os teus DVD’s de The O.C e que vai te devolver quando voltar de viagem, ela ligou para sua casa, mas ninguém atendeu. — Hanna diz.

– Deu preguiça. — Faço beicinho. — The O.C lembro de The O.C era demais o Seth e Summer, são o melhor casal de todas as séries empatados com Naomily obviamente, Ryan se metia em cada confusão e isso tornava o enredo mais interessante, a Marissa era demais ela era completamente insana e rebelde, não media a consequência dos seus atos, seguia a maré, deixava as coisas correr, cada dia para ela era uma aventura ova em rumo ao desconhecido, fico honrada em dividir por um tempo o mesmo nome que ela, e eu posso dizer que mereci esse nome, pois no tempo que eu vivia como Marissa eu era imprudente, e amava fazer o vento me empurrar na direção de qualquer lugar, acho que agora recuperando a Spencer, fiquei mais calma e analiso alguma coisas com mais cuidado. — Reflito e noto que Spencer e Marissa são conflitos meus, entre a menina que anda um passo de cada vez sempre olhando para frente, e garota que se joga, pula a distancia cinco passos de olhos fechados sem querer saber aonde vai cair.

– Disso você se lembra. — Ela diz meia braba.

– Lembro, mas eu to lembrando algumas coisas, em algum tempo creio que lembrarei praticamente de tudo que aconteceu em nossas vidas, Continuando com The O.C eu esqueci da Lindsay,da Alex e da Kaitlin a Lindsay era meio paranóica o que deixava tudo engraçado, a Kaitlin era uma Marissa mais manipuladora e cautelosa, planejava antes as coisas um pouco, Alex fazia o melhor par romântico da Marissa, elas duas eram demais, viviam sem ser ter temor pelo dia seguinte, maravilhosas. — Eu digo meus olhos chegam a brilhar quando falo sobre The O.C.

– Você é fascinada por The O.C. não é?

– Sabe outra coisa que me fascina?

– Fala. — Ela olha pra mim.

– Essa sua força que nas ocasiões mais difíceis desperta, eu acho isso incrível em você, você permanece intacta mesmo tudo caindo ao seu lado, queria ter um pouco dessa força. — Eu digo e sorrio para ela.

– Não sorri assim feito criança inocente para mim, por favor esse sorriso que espalha verdade e pureza é muito forte para mim, é tipo criptonita é uma das poucas coisas que podem abalar a Super Woman aqui. -Ela sorrio e eu lentamente vou até ela até nos beijarmos devagarzinho.

– Sou sua criptonita, minha Super heroína. — Eu digo dando o sorriso que ela não queria que fizesse. — E você é como minha fortaleza, que me protege e me deixa confortável nas situações mais perigosas.

– Como eu vou te proteger se fica usando esse seu poder para me enfraquecer toda hora? Spencer para com essa boca linda. — Ela faz um carinho no meu cabelo.

– Desculpa, é que para mim é uma tarefa muito árdua não sorrir quando você está por perto. — Olho nos belíssimos olhos dela, era azuis feito céu, profundo feito um abismo e verdadeiros como o amor.

– Spence, por favor nunca mais some da minha vida, nem por mais um minuto, nem se eu pedir, ou implorar, me bate se eu fazer isso com muita força, eu não tenho como seguir em frente em ter você ao eu lado. — Ela diz e eu a beijo.

– Pode deixar daqui ninguém me tira.

– E pensar que eu tava a um fio de te perder para Tess como eu fui estupida, ainda bem que voltei a tempo.

– Na verdade, eu e Tess terminamos porque eu queria voltar a viver essa vida aqui, a vida da Marissa não me pertencia mais.

– Eu sei, deixa eu ficar feliz por eu ter você de volta.

– Eu também estou muito feliz, só disse a verdade, na hora eu não pensava me ter você de volta, para mim isso era improvável, felizmente completamente estava errada. — la toca meu rosto e olhamos uma para outra. Depois conversamos, nos distraímos, fazemos brincadeira até o filme começar.

Emily me liga perguntando se vi Aria em algum lugar, respondo logo que devia saber onde ele está é você, afinal ela sua namorada, ela disse que já havia ligado para o celular e para casa dela, ambos ela não atendia, parecia realmente muito preocupada por consequência, eu também fiquei. Como eu não lembrava de exatamente de tudo que Aria gostava, perguntei a Emily porque isso seria pista do paradeiro de minha amiga de baixa estatura. Procuramos ela por vários lugares da cidade, que ela gostava de frequentar, mas não se encontrava em nenhum deles. Emily me perguntou se eu sabia de algum motivo para Aria que queresse fugir ou desaparecer, se ela me falo algo que incomodava ela na relação das duas, com os pais, na escola, qualquer coisa.Tive que contar.

– Ezra Fitz é A. — Eu disse seca.

– O que?

– O que ouviu.

– Mas Aria já sabe.

– Sim e a Hanna também.

– E como ela reagiu? — Emily parecia estar preocupada, e ao mesmo tempo com ciúmes.

– Não muito bem, ela começou a chorar, se sentir desesperada, ela estava em um estado horrível para falar a verdade.

– Tanto assim. -Emily parecia se sentir mal.

– Ela dizia que na cabeça dela ela era cúmplice do Ezra por ter namorado ele e principalmente por ter te traído um dia depois de eu morrer com ele, com A. Eu quero dizer eu não morri de verdade, entretanto ele tentou me matar e um dia depois ela tava agarrada nele, na mente dela isso soa tão podre quanto do modo que eu acabei de falar, ou mais. — Eu digo a Emily muda seu semblante agora ela está muito mais nervosa.

– Meu deus, porque Aria se culpa por coisas que ele fez e ela nem tinha conhecimento, ela não tinha nem como descobrir, ninguém desconfiava.

– Ela também estava decepcionada com ele, ela acreditava que menos ele era alguém confiável, além de que ela o amou por um bom tempo deve ser triste para descobrir que provavelmente ela estava sendo enganada que o sentimentos dele eram irreais, que viveu por mais de um ano uma mentira e que pior confiou nele e disse coisas que ninguém poderia saber que foram usado contra nós, inclusive ela própria. — Eu falo e penso se fosse comigo me sentiria muito mal, por ter usada assim, mesmo não tendo mais sentimentos pela pessoa, tipo ser a consciência que você entregou uma parte da sua vida por uma pessoa e ela apensa te manipulou para seu interesses é frustrante.

– É eu acho que se soubesse que o que vivi com a Paige para ela não significou nada, me sentiria mal, por que vive coisas boas com ela, mesmo não sentido mais nada por ela me faz sentir bem saber que fui importante enquanto estavámos juntas. — Ela diz compreendo Aria por esta mal. — Tem mais?

– Ela disse que você não ia perdoar ela e que iria a trocar pela Ali, só não sei de onde ela tirou essa idéia. — Digo estranhando esse pensamento.

– Você não se lembra, mas eu e Ali tivemos algo parecido com um caso, antes de ela supostamente morrer. — Diz Emily.

– Eu não sabia disso, mas o que importa foi a tanto tempo? — pergunto.

– É que a Ali quer que eu volte com ela, Aria deve descoberto isso. O que é mais estranho que naquele tempo Ali nem me dava bola,e agora diz que eu sou o grande amor da vida dela. — Essa história para mim é muito confusa.

– Nossa que confusão.

– É.

– Meu deus é Aria ali.

– Onde?

– Ali.- Aponto eu transpareço horror ao que vejo, Aria estava acabada, toda desarrumada com uma garrafa de vodca na mão, parecendo uma mendiga, Emily está do mesmo jeito e ao mesmo tempo, estamos extremamente preocupas com ela e vamos ao seu encontro, o cheiro é tão ruim o quanto, talvez até pior, ela está totalmente arrazada, nem nos percebe. — Aria, o que está fazendo?

– O que acha? bebendo vodca, eu amo. — Ela diz completamente embriagada. — Tenho que afogar minhas mágoas aqui, há jeito melhor? Não. -Ela pergunta ela mesma responde. Estava cambaleando e tonta, parecia não conseguir ficar em pé, era aterrorizante ver aquela cena de quinta.

– Vem cá vamos dar um banho em você, te arrumar, e comprar um Halls também. -
Eu digo e levanto, ela se desprende de mim.

– Só mais uminha. — Ela diz com voz de bebâda, sem conseguir falar direito.

– Aria não vem comigo e com a Spencer, você já bebeu demais por hoje,na real excedeu muito o máximo que poderia beber. — Emily diz tentando puxar a namorada.

– Você não é minha mãe. — Aria diz.

– Sou sua namorada.

– Ainda você vai me deixar pela Ali que sei, eu não presto logo vai me chutar se não ficar com Ali, consegue outra. — Ela diz e chora um pouco.

– Eu te amo Aria.

– Mas vai se decepcionar comigo e me esquecer.

– Não vou. — Emily diz nitidamente abatida.

– Aria a culpa não é sua. -Eu digo. — Você não tem nada a ver com a tentiva de homícidio contra mim. — Eu choro um pouquinho.

– Porque tudo acontece comigo Spence, porque, o que fiz para merecer isso, me responde?- Seu choro agora era de raiva, raiva da vida.

– Eu sei muita coisa está acontecendo contigo ao mesmo tempo, contudo tambpém sei que vai superar, tenho certeza disso, pois está é Aria que eu conheço. — Ela me abraça e chora no meu ombro e diz a Emily. — Eu te amo Em, não me deixa.

– Eu também, nada de mal mais via acontecer a você, pode esperar, eu vou tre proteger de tudo.

– Eu também — Eu digo.

– Muito obrigada a vocês, por serem minhas amigas e por uma de vocês ser a minha namorada. — Ela diz chorando e faz uma cena clássica das pessoas alcoolizadas e canta uma música que ninguém entende e que com partes cortadas. Exemplo a música diz, você é minha e sou apenas sua, ai a envodcada canta somente as palavras apenas sua, eu comecei a rir e levamos ela para tomar banho.

Notas finais
Reviews??? Curtiram o capitulo todo em P.O.V. Spencer.