Something Different
3 Vim para no filme de terror.
Notas iniciais
Eu estava na areia mas o Jacob. Estávamos abraçados e conversando coisas banais.
Pra mim aquilo era tão bom, esquece alguns problemas que eu tinha certeza que iam começa a ser forma ou já estavam se formando. O tal de Sebastian ter entrado no meu caminho, não será nada bom. Aquele garoto é psicopata, vai saber o que ele vai quere fazer comigo.
- Pensando no que? – Perguntou o Jacob me fitando.
- Em nada de interessante. Coisas chatas. – Dei um sorriso de canto. Tudo que eu não queria agora era falar de Sebastian e minha vida.
- Vamos subir e pega nossas roupas. Você vai acaba pegando um resfriado. – Falou Jacob quase se levantando, mas logo desistiu, sentou de novo e ficou me olhando.
- Tô indo, pai. – Sorri e fui me levantar.
- Nossa desculpa, só me preocupo. – Ele falou jogando as mãos para trás e se levantou.
- Que lindo. – Sorri e virei pra trás. Segurei o rosto dele e dei um beijo calmo.
E voltamos para penhasco. Eu já estava quase seca, então não precisei espera nada para colocar minha roupas. Ela ficaram um pouco molhadas, mas nem liguei.
Fomos ate o carro do Jacob. Ele me levou ate em casa.
- Tchau. – Dei um beijo nele. Ele agarrou minha cintura e colocou a mão dentro da minha blusa.
Fui saindo aos poucos do beijo.
- Tchau, tchau. Tenho que ir, antes que minha mãe descubra que não fui trabalha. – Sair do carro e fechei a porta.
Quando entrei dentro de casa, senti um cheiro estranho, era de alguma pessoa que eu não me recordava.
Não tinha ninguém em casa, como de costume. Subi as escadas e fui direto para meu quarto.
- Olá. – Me assustei com a voz masculina que escutei antes de chegar a porta.
Fui ate a porta com passos calmas mais rápidos. E me deparo com Sebastian. Eu disse meus problemas já estão começando.
- Fora daqui. – Falei entre dentes.
- Claro que vou sair daqui. Mas tenho uma coisa pra te conta. – Ele se levantou da cama e ficou mexendo numa boneca de enfeitei que tinha em cima da cômoda. – Eu vi seu namorado, coitado não merece sabe o que você realmente é. Mas não se preocupe não contarei a ele, não sou assim tão baixo. O que tenho pra resolve é com você, mas isso claro, depois de ter você.
- Ter a mim? Ficou louco? – Perguntei olhando serio pra ele. Aquele louco, queria me ter.
- Bem você já sabe do que estou falando. Vamos lá. – Ele se aproximou de mim e segurou meu rosto com força e me forçou a olhar pra ele.
- Desculpe, mas não. – O fogo subi-o pelo meu corpo todo, estava em cada veia minha. Eu vi a mão dele fica quente no meu rosto e depois estava pegando fogo.
- Sua louca. – Gritou ele, tirando a mão do meu rosto. Mas não adiantou a mão dele ainda pegava fogo. As chamas dançavam ali.
Ele soltou uma rajada de ar da boca, que fez o fogo se apaga. E o fogo que subi pelo meu corpo e preenchia cada veia se foi também.
A mão dele tinha queimaduras, se ardia? Eu não sabia.
- Você vai paga caro, garota. Era só com você o que eu queria. Mas agora farei você descobri o que realmente é da pior forma. – Ele pulou da janela.
Ótimo. Tudo que eu precisava agora é de uma ameaça. Merda!
Liguei o notebook e esperei a Pim entra.
Ela entrou.
- Me diz uma coisa Pim, existe outro feiticeiro?- Falei com calma. E tentei soar normal, não queria ela se metendo nos meus problemas, da ultima vez quase perdi minha amiga.
- Não sei. Uma boa feiticeira ou feiticeiro, reconhece um feiticeiro. Acho que nos não conseguira reconhecer um, então só minha vó deve saber disso.
- Então ela não sabe?
- Ela nunca me disse nada. Mas por que o interesse?
- Nada curiosidade. Já vou, beijos. – E desliguei a web can e sair do notbook.
Não faria diferença se alguém soubesse que tinha ou não outro feiticeiro. Eu descobri um, não querendo nem um pouco descobri. E agora ele anda me ameaçando.
O que será que ele vai fazer? Será que ele vai atacar minha família ou Jacob. MAS QUER MERDA!
Minha mãe havia chegado com a Mary. A Mary correu para meu quarto e me mostrou uma boneca simples, que ela tinha acabado de ganhar. Ela desceu.
Era isso eu precisava ficar só e atenta. Fechei a porta do meu quarto. Eu sabia que minha mãe e minha irmã estavam bem. Eu acabei ligando para Jacob e meu pai, ambos estavam bem também.
Só faltava eu fica paranoica.
Ouvi um barulho no meu celular. Peguei o celular, era uma mensagem do Tomas.
“ Vem aqui na escola. Estou com as meninas, queremos lhe mostra uma coisa.”
Dizia a mensagem. Eu mandei uma resposta, perguntado o que era. Mas ninguém respondeu.
O Tomas sabia que eu não podia sair de casa, eu estava de castigo. Abri a porta do meu quarto fui ate lá embaixo, minha mãe via novela quase dormindo e a Mary brincava com a boneca dela.
Minha curiosidade já estava quase fazendo eu sair pela porta. Subi para meu quarto, olhei para celular nada de resposta.
Eu decidi ir. Coloquei o celular no bolso da calça e pulei a janela.
***
Quando cheguei na escola. Não tinha ninguém lá do lado de fora, o portão estava arrombado. Os meus amigos tinha arrombado o portão? O que era tão importante assim?
Entrei na escola. Fui andando pelos corredores, ate que eu vi uma mancha de sangue. Meu coração já estava batendo descontrolado.
Era uma mancha de sangue no chão. Eu a segui. Eu sei que não deveria fazer isso, mas eu precisava saber se tinha alguém morto e se esse alguém fosse algum dos meus amigos.
A mancha de sangue dava no banheiro. Quando entrei no banheiro, tinha um rastro de macha pela parede, como se a pessoa tivesse sujado a mão se sangue e passado pela parede enquanto andava.
- Ah olá. – Me assustei com a voz e com as luzes no banheiro se ligando.
Eu vim para no filme de terror.
Quando olhei para parede no final do banheiro. Lá estava o Sebastian, e o corpo do Tomas sangrando no chão.
- O que você fez? – Gritei com ele. Não me importava se tinha alguém na escola ou não. Mas nesse momento me veio a cabeça que eu não vi a mulher que ficava aqui na escola a noite.
Fui me aproximando dele ate que fiquei bem perto dele. Olhei nos olhos dele, eu queria o matar.
Mas tinha outra coisa além do desejo de raiva em mim. Tinha uma coisa esquisita, que explodia pelo corpo inteiro, e minha garganta começou a ficar esquisita.
- Eu disse que ia lhe mostra da pior forma o que você se tornou, pequena Lizzie. – Falou ele com a voz fria e calculista. Ele me olhava com ódio e ao mesmo tempo desejo. E tinha um sorriso vitorioso no rosto.
Eu encostei minha mão na parede, e vi minha mão suja de sangue.
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