Something Different
1 Prologo
Notas iniciais
Estava ensaiando para uma peça da escola, com musica indiana, quando olho relógio. Tinha que me apressa.
Desliguei o som, tirei a saia e pus uma calça e sair correndo.
- Vai a onde? – Perguntou minha mãe me olhando seria.
- Buscar a Mary. Lembra? Prometi a ela. – Dei um sorriso e peguei as chaves.
- Só vou deixar por que você prometeu a ela. Ainda está de castigo.– Gritou ela.
- Tá mãe.
- Cuidado!- Gritou ela.
Eu realmente precisava tomar cuidado. Não só por ser uma feiticeira ( sim eu sou uma) e ter vampiros que me odeiam atrás de mim. Havia um serial killer por ai em algum lugar da cidade. As vezes ficava me perguntando se esse serial killer, não era um vampiro.
Esquece Lizzie.
Atravessei a rua. Por que minha tia Soph tinha que mora tão longe? Fui andando pela rua.
Só que eu parei imediatamente. Havia um cheiro de sangue forte, cada vez que eu inalava o sangue parecia acontece algo esquisito dentro de mim.
Eu fui andando a passos lentos e parei em frente a um beco. Lá havia uma pessoa jogada no chão, o sangue escorria do pescoço dela, eu percebi que havia uma faca no pescoço. E tinha outra pessoa, que se abaixou e tirou a faca do pescoço da outra pessoa com tudo.
Ai meu Deus do céu! Primeira vez que saio pra um lugar diferente no meu castigo, encontro um serial killer.
- Mas uma pra eu matar. – Falou a pessoa com a faca na mão. Ele tirou o capuz, e balançou um pouco a cabeça bagunçando os fios já bagunçados.
Dava pra vê um pouco ele. Ele tinha a pele branquíssima, cabelos loiros queimado e olhos de um azul celestial, lindos. Ele tinha uma expressão de felicidade e um sorriso irônico, torto no rosto. Usava roupas pretas e a camisa dele estava suja de sangue.
Ele veio se aproximando de mim. Eu sair correndo, mas não adiantou. Ele pareceu do nada na minha frente.
- Como fez isso? – Perguntei. Vampiro ele não era, não podia ser. O cheiro dele não era de um.
- Estou preste a lhe matar e estar interessada em como apareci na sua frente do nada. – Ele ficou um pouco pensativo. – Interessante.
- Já vi a morte de perto varias vezes. Desculpa não terei medo de você. – Sorri.
- Então por que correu?
- Não estou afim de morre.
- Interessante. Mas tem alguma coisa mas interessante em você, seu cheiro.
-O que você é? Vampiro não pode ser. Diga. – Falei dando um passo firme pra frente.
- Audaciosa você e corajosa também. Cuidado garota. – Ele pegou o meu pulso com firmeza. E agora eu tinha certeza que vampiro ele não era, a pele dele não era fria. – Pelo visto não é burra como esses humanos.
Ele me puxou mais pra perto. Na onde eu fiquei colada com o corpo dele. O que ele estava pensando em fazer?
Pedi para que o fogo o tacasse e assim ele fez. Senti o fogo subi pelo meu corpo e queimou primeira a mão dele e logo estava em volta as chamas de fogo. Eu consegui sair do circulo de fogo.
- Uma feiticeira. Pena que é uma traidora da nossa raça. – Falou ele, não se importando muito com o fogo. Pelo o que ele disse ele também era um feiticeiro.
Mas o que ele quis dizer com traidora?
- Adeus. – Sorri e fui saindo. Eu realmente queria sair dali, apesar de me mostra corajosa. Eu queria sair dali, algo em mim, estava começando a me da medo.
- Nem tão adeus, assim. Te encontrarei feiticeira.
Ignorei o que ele disse e olhei para pessoa morta ali. O sangue dela escorria e de alguma forma tinha chegado ate os meus pés. Aquele cheiro de sangue, ele tão perto de mim.
Balancei a cabeça e continuei andando.
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