Something Different
11 Minha escolha está feita.
Notas iniciais
Quando eu voltei a Mary continuava no mesmo lugar onde eu havia deixado ela.
– Mary. – Chamei a atenção dela e ala virou o rosto para mim, me olhando com os olhos fascinado.
– Você é uma fada? Meu Deus! Minha irmã é uma fada. – Falou ela vindo em minha direção e me olhando curiosas. E ai eu me lembrei do fato que tinha conjurada agua na frente dela, eu não mereço isso.
– Mary eu não sou fada. E que coisas esquisitas acontecem comigo, não se preocupe nada que me deixa ruim. Mas você tem que promete que esquecera isso. – Falei segurando ela no colo.
– Prometo. – Ela de uma risada gostosa e deu um beijo na minha bochecha.
Eu fiquei me perguntando se ela ia realmente esquece ,e se aquele risada que ela deu não foi rindo da minha cara. Esquece isso por um momento Lizzie.
Quando cheguei em casa me tranquei no meu quarto. Eu precisava fazer alguma coisa em questão do Sebastian, dane-se se eu sou reencarnação de um amor antigo dele, eu precisava fazer algo.
Estava começando realmente a ter medo do que ele fosse capaz de fazer, ele já tinha provado que era capaz fazer qualquer coisas com aqueles que amo e comigo também.
O que ele queria? Me vê morta, fica comigo, ter o meu sangue pra ele ou fazer da minha vida um inferno? Pelo que ele já tinha feito parecia que ele queria tudo. E se eu me entregasse pra ele, será que tudo isso ia acabar? Os que eu ama ficariam em paz, eu poderia pelo menos fica em paz também. Afinal seu eu me entregasse pra ele poderia morre ou fica ao lado dele, as duas escolhas pareciam me dá um pouco de paz e me tira desse mundo onde eu estava vivendo, mas eu viveria ao lado dele ou morreria.
Enquanto as duvidas ficaram martelando na minha cabeça eu peguei uma mochila vazia e coloquei algumas roupas lá dentro, documentos, varias coisas que eu pensei que precisava.
Desci as escadas com a mochila nos ombros. Me sentei ao lado da minha mãe.
– Mãe, sabe o meu castigo, então... A senhora já poderia me tira dele, eu vou ir pra casa da Pim. – Falei inventando qualquer coisa.
– E por que eu tiraria você? Afinal o que você vai fazer na Pim? Você tem escola.
– Eu sei que eu tenho, mas por favor mãe. E só o final de semana depois eu volto. – Sorri.
– Irei libera você só esse final de semana por você ter se comportado direito. – Ela sorriu e voltou atenção para Tv.
– Obrigado mãe. – Eu abracei ela e quando estava perto da porta voltei atenção para minha mãe. – Mãe eu te amo depende de qualquer coisa.
– Eu sei filha. – Ela falou mas nem sequer olhou para mim.
E aquilo me matou um pouquinho por dentro. Eu já tinha feito a minha escolha, estava partido e queria ouvi da boca dela um “ Eu te amo também filha”, mas eu não ouvi.
Sair pela porta e assim que saio me deparo com o Robert.
– Pra onde você vai? – Perguntou ele me seguindo eu quanto eu continuava a andar. Apesar de saber que andar não adiantaria muito, eu nem sabia em que lugar ir.
– Pra casa da Pim.
– Não vai não, eu sei que a Pim vem pra cá segunda. Pra onde pensa que está indo?
– Não é da sua conta. Por acaso você é minha babá?
– Não, não sou. Mas seu pai pediu para eu te ajuda. – Ele parou e segurou os meu ombros.
– Quer saber pra onde eu vou, então eu digo. Vou me entrega, vou ate o Sebastian e me entrega pra ele. Assim todos que amo estão livre de perigo e livre de mim. – Falei quase que chorando ali na frente dele, mas me mantive forte e segurei as lagrimas.
– E você acha que está fazendo o certo? Aqueles que lhe amam, não querem se ver livre de você e se fica ao seu lado haverá perigo eles aceitaram o perigo. Não aja como uma criança, Lizzie. Pense, pense realmente e avalie sua escolha.
Eu pensei que ele ia fica ali me impedi do que eu ia fazer, mas ele sumi-o logo em seguida que disse aquelas palavras.
Ignorei, não ia volta atrás, estava decido e assim seria. Parei e me sentei no banco que havia ali perto, a onde eu podia encontra o Sebastian?
Ouvi um galho se quebrando e quando olhei para trás lá estava o Elliot.
– Você anda me vigiando? – Perguntei olhando pra ele que se dirigia para senta ao meu lado.
– Não, é claro que não. – Ele disse rindo e estava na cara que ele estava mentindo. – Lizzie, eu ouvi o que você estava conversando com aquele fantasma, apesar de eu não pode ouvi a voz dele ouvi a sua e sei o que você vai fazer.
– E dai? Você não conseguira me impedir. – Sorri.
– Não vou tenta te impedi, cheguei na sua vida ontem que direito eu tenho? Nenhum. Só que Liz, é melhor você toma cuidado com suas escolha. Você não sabe se ser entregando para o Sebastian terá todos a sua volta em paz, quem lhe garante isso? Pensa bem, você abrira mão de tudo que construí agora por causa de um feiticeiro? Vale a pena? Em frete-o, não tenha medo, dizem que o medo é importante na vida mas não o deixe o consumi. – Falou ele serio.
– Não adianta suas palavras não terão efeito.
– Então fiquei ai. Fuja, é o que os covardes sempre fazem. – Ele se levantou e foi andando pela rua e logo sumi-o numa curva que havia ali.
“Fuja, é o que os covardes sempre fazem.” Aquela frase ficou martelando da minha cabeça. Uma única frase que consegui pensa sobre a minha escolha.
– Ouvi do vento que você queria me vê. Olha ai uma coisa que eu não esperava. – Ouvi a voz do Sebastian, olhei para trás ele estava ali sentado no mesmo banco que eu.
Vento? Esse tal de vento era capaz de fazer tanta coisas, assim?
– Então, você quer o que? Reivindica sua morte, em troca eu ganho o quer? Deixar eu pensar, á você. Só você inteira para mim, um acordo bom. – Falou ele aproximando o rosto perto de mim.
Eu não me afastei me mantive parada. E por instante pensei em como seria beija aqueles lábios outra vez. Ter por um instante o que era meu de volta.
Não era eu pensando, eu sabia que não era eu. Eu queria vê o Sebastian morto, e só tinha vontade de beija uma única boca.
Ele parou de se aproxima de mim, ele estava alguns centímetros de mim não o tão perto o suficiente para pode me beija.
– Minha Samilla, minha querida. Por que eu fiz aquilo com você? Me perdoa? – Ele segurou o meu rosto de uma forma delicada, eu me mantive ali parada sem fazer nada.
– O meu amor, você está perdoado. – Não era a minha voz, era mas fina e risonha.
– Oh Samilla é você, não aquela menina. É você em carne e osso na minha frente novamente. – Falou ele se aproximando mais ainda para um beijo.
E foi quando eu acordei, não era a minha alma que estava ali e sim a da Samilla, não a reencarnação dela e sim alma.
– Não beijei um fantasma. Ainda mas o que lhe jurou amor eterno, ela levara sua alma com a dela. – Falei me afastando do Sebastian. Eu não sei por que disse aquilo, eu o estava ajudando.
– Não tenho mas alma, tanto faz. Deixa eu ter comigo ela de novo.
– Você tem alma sim, lute por ela. Você consegue. – Me aproximei dele, não iria beija só queria pode olhar dentro daquele olhos de perto e vê o que tinha ali.
– Você é a culpada por tudo isso. – Falou ele agarrando o meu pulso com força, se eu não tivesse me afastado a tempo o teria beijado.
– Estava enganada, você não tem alma. Seus olhos, são olhos vazios. Vá de encontro com sua amada morta, mas procure outro corpo para ela entra. – Fiz com que ele largasse meu pulso e me levantei do banco.
– O QUE ELE FEZ COM VOCÊ? – Ouvi a voz do Jacob ao longe e quando me virei ele estava transformado em lobo. Por sorte estávamos numa rua deserta.
O Sebastian sumi-o e o lobo ali pareceu fica frustrado. Ele saio correndo floresta a dentro, eu não sabia o que fazer só sei que corri ate alcança o Jacob, ele ainda estava transformado em lobo.
Ele tinha a pelagem marrom escura e pelo um pouco grande, mas quando eu olhei no olho dele ele tinha o mesmo olhos que ele tinha como humano. Eu sorri e me agachei para acariciar ele, ele olhou para mim e me afastou. Eu voltei e continuei ali parada ao lado dele.
– Deixar eu aqui. Quero fica. – Sorri e fiquei brincando com os pelos dele. Ele roçou o focinho em mim.
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