Something Different
7 Brigas sem explicações.
Eu subi pro meu quarto depois de um tempo e fiquei por lá. Olhei o relógio, ai meu Deus! Era hoje o enterro do Tomas, eu iria de qualquer forma. Dane-se se não posso sair no Sol.
Desci as escadas rapidamente e gritei pelo Robert, já que ele não estava .
- Oh meu Deus! O que é? – Ele apareceu bem atrás de mim. O que fez eu leva o maior susto.
- Eu preciso ir no enterro do meu amigo. Não posso falta, eu tenho que ir.
- E o que eu tenho haver com isso? – Ele deu de ombros e sentou no sofá.
- Que você dará um jeito de ir. Por favor, faça alguma coisa. – Implorei indo pra frente dele.
- Desculpa, não posso fazer nada.
- Claro que pode, você é um feiticeiro experiente.
- Não posso fazer nada. Mas... á, me arrume três feiticeiros e conseguirei fazer um colar que lhe permite sair no Sol, mas é temporário. – Explicou ele. Mas eu o fiquei olhando com olhar de perplexa.
- Na onde que eu vou arruma mas dois feiticeiros?
- Isso. Se vira. – Falou ele pegando o controle e ligando a TV.
- Obrigado pela ajuda. Mas eu vou mesmo assim, nem que seja de baixo de sol. – Sair com passos firme da sala e subi para meu quarto.
Eu precisava ir, já estava me sentido mal pela morte do Tomas, não ir no enterro dele ia é me matar de vez.
Fui ate a janela vê como estava o tempo, estava um pouco nublado mas ainda saia raios solares através as nuvens. Merda!
O Deus, por que você não faz chover. Pensei, á claro ele vai muito fazer isso.
Fiquei sentada no chão olhando o tempo todo pro céu, esperando que caísse gotas de agua de lá de cima.
- Está esperando acontece o que? Um milagre? – Ouvi a voz do Robert atrás de mim, tinha tom de deboche.
- Sim. Esse milagre vai acontecer antes de o enterro começa. – Olhe pra ele. Eu parecia uma criança birrenta querendo algo.
- Você não vai mesmo sair dai? – Perguntou ele colocando a mão no meu ombro.
- Não.
- Ok. Está aqui. Esse é um colar que só durara duas horas. É antigo, eu reativei o poder dele. – Ele me entregou um colar, com o cordão logo e tinha um pingente redondo com desenhos tribais.
- Por que você não me deu isso antes? – Perguntei me levantando e dando uns tapas no peito dele.
- Nossa você deveria agradece.
- Á obrigado. – Dei um beijo na bochecha dele e peguei meu celular e sair correndo. Mas antes coloquei o colar e pus dentro da blusa.
***
O enterro estava cheio de pessoas que eu não conhecia. Eu era a única pessoa ali diferente, todos estavam de preto, eu com uma blusa branca e outra de frio azul escura. Me senti deslocada, mas não me importei.
Cheguei mas perto do caixão. O Tomas estava todo arrumado dentro do caixão.
- Você era amiga dele? Como teve a ousadia de vim aqui com essas roupas? – Uma mulher de meia idade chegou perto de mim.
- Você não sabe o por que de eu está com essas roupas. Vê se vai cuida da sua vida, velha chata. – Falei. Velha chata mesmo, fica cuidando da vida dos outros ate no enterro de um ente querido dela.
- Esse jovens de hoje. – Ela resmungou.
- O meu Deus! Vai embora! – Falei um pouco alto o que fez todos os olhares se virarem para mim.
Dei de ombros e continuei fitando o rosto do Tomas. Uma lagrima caiu do meu olho, ele está ali era culpa minha. O Sebastian ai paga pela morte do meu amigo.
Depois enterram o caixão. Eu acabei indo embora depois disso. Mas algumas outras pessoas ficaram, eu percebi um casal que deveria ser os pais do Tomas. Coitados...
Quando cheguei em casa, minha mãe estava lá me esperando diante da porta com um semblante irritada.
- Onde você estava? – Perguntou ela.
- Desculpa mãe. Mas eu estava no enterro do Tomas, eu precisava ir. – De repente o semblante dela mudou para um triste.
- Desculpa filha. Eu sinto muito por ele. – Ela me deu um abraço de leve.
- Vou almoçar alguma coisa e ir trabalhar. Não posso falta. – Sorri e sair do abraço indo para cozinha.
Preparei um sanduiche para mim e comi rapidamente. Quando subi para meu quarto o Robert estava deitado na minha cama.
- Saia dai! – Gritei.
- Grita mas alto. E todos vão pensa que você esta louca. – Ele debochou e se espreguiçou na cama.
- Afê. – Peguei uma bolsa pequena e sair dali.
Eu tinha que ir andando ate a casa da Rachel, isso é terrível.
- Olá, pequena Lizzie. – Uma pessoa apareceu na minha frente. Ninguém menos do que o Sebastian.
- O que é? – Desviei dele e continue andando.
- Nada, só te vi e comprimente. – Ele disse com uma voz risonha. Ignorei.
Quando cheguei na casa da Rachel fui direto para quarto dela, ela saio para trabalhar como sempre. Consegui por o Ben para dormi, era isso que eu queria. Queria pode ir ate o quarto do Jacob.
- Oi. – Falei assim que o Jacob atendeu a porta.
- Oi. – Falou ele com um tom seco.
- Algum problema? – Perguntei. Ele estava diferente havia me respondido seco e nem havia olhando direto para minha cara.
- Sim. Por que você só anda perto daquele garoto, Sebastian? Você gosta é dele e que me fazer de idiota de novo. – Falou ele me olhando dentro do olho, ele tinha um olhar vaga, esquisito.
- Oi? Do que você está falando Jacob?
- Que você só insinua para outros.
- Me insinuo? Mas que merda é que você está falando?
- Vai lá fica com seu amiguinho.
Ótimo. O que mas eu precisava? Um meu namorado de repente ficou louco e está com ciúmes de coisa que não existe. Eu sei que eu deveria lutar por isso e por uma explicação. Mas ele não iria me dá uma explicação, o Jacob estava diferente não parecia ele.
- Fiquei ai com seu ciuminho besta. – Falei e sair do quarto indo para onde o Bem estava.
Eu precisava busca uma explicação para aquilo.
Fale com o autor