Notas iniciais
Olá, Pessoa! Como vai você? oaksaoskaosk' Então... Essa fic é resultante de um sonho que tive. Não é a primeira que escrevo, todavia é a primeira que decido compartilhar. Por quê? Por insistência de amigos, colegas... Espero realmente que você goste. E se não for pedir muito, gostaria que você deixasse um comentário fazendo críticas, sugestões, coisas do gênero. Essa é uma fic pequena, com apenas 2 capítulos... Beijos e Obrigada por ler.

#Flash Back ~ 15 anos atrás

– Não! Isso não é justo. — Disse a menina loira já com as lágrimas rolando pelo seu rosto. — Você... É a minha melhor amiga. — Saíra mais baixo que um sussurro.

– Você também é a minha melhor amiga, Emma. — Revelou a morena também em meio as lágrimas. — Não sei o que vai ser de mim sem você.

– Seus pais não podem se separar, Gina. — Passava as mãos pelo cabelo em sinal de frustração. — Eles não podem nos separar! Precisamos fazer alguma coisa.

– Não há nada que possamos fazer. — Regina tinha a cabeça baixa e apoiava o rosto nas mãos. — Eu vou me mudar para Nova York junto com a minha mãe.

– Pelo jeito que você fala parece até que já se conformou com tudo isso.

– Eu não me conformei. — Buscou as íris azuis da garota sentada ao seu lado.- Mas não posso dizer que não sabia que futuramente eu poderia vir a deixar Storybrooke.

– Por isso você não tinha amigos? — Correspondeu ao olhar.

– Por isso eu não tinha amigos... — Levou uma de suas mãos ao encontro da mão da garota com madeixas loiras que repousava no banco e em seguida a segurou.- Até conhecer você.

E assim as duas garotas, Emma e Regina, permaneceram. Sentadas, mãos entrelaçadas e em silêncio. O olhar de ambas estavam perdidos no horizonte, mas os pensamentos... Toda a angústia, dor, e até mesmo o medo, estavam presente. E se faziam gritantes.

– Por quê, Gina? — Fora a voz de Emma em um tom melancólico que quebrara o silêncio.

– Por que...? — Perguntou confusa voltando a jogar o seu olhar sobre a loirinha.

– Se você sabia disso, por que deixou eu me apegar a você, gostar de você... ? — Regina pode perceber que Emma a olhava de uma maneira dura, indignada. E seu tom era de alguém que acabara de sofrer uma grande decepção.

– Emma, eu... — A morena tentou responder, mas logo fora interrompida.

– Isso foi muito egoísmo da sua parte! — Gritou enquanto desvencilhava a sua mão e se colocava de pé. — Agora você vai embora e como eu fico?

– Eu sinto muito, mas você sabe o quanto eu tentei me afastar de você. — Justificou. — Foi você que insistiu em se aproximar de mim. — Enxugou as lágrimas, que teimavam em escorrer pelo seu rosto, com as costas das mãos, se colocando em pé em seguida.

– Agora a culpa é minha? — Rebateu num tom sarcástico.

– Não foi isso que eu quis dizer. Eu só... — Respirou profundamente tentando conter o choro. — Só quero que você entenda que não há culpados.

– Você tem razão, não existem culpados. Existe apenas uma menina completamente idiota que pensava que a melhor amiga dela nunca a iria abandonar. — Emma pegou a sua mochila que estava no banco e se pôs a caminhar, foi quando sentiu a mão de Regina a segurar pelo braço.

– Emma... — Regina falou suplicante.

– Não fala mais comigo, Regina! — Disse logo após puxar o braço, fazendo assim a morena soltá-la. — Já que você vai realmente embora, eu preciso aprender a viver sem você, sua amizade e companhia o quanto antes.

As palavras de Emma saíram de uma maneira dura e acertaram em cheio o coração de Regina, que permaneceu no mesmo lugar, parada, chorando, enquanto observava a outra garota sair correndo em meio ao parque. Ela não se importava com os olhares curiosos das pessoas que estavam presente. Nada importava mais. Ela acabara de perder a melhor coisa que vai acontecido na sua vida. Acabara de perder Emma Swan.

#Dias atuais

– Filha... Você está linda! — Disse Mary Margaret ao entrar no quarto e se deparar com a sua filha vestida de noiva.

– Sério? — Perguntou a loira em meio a um sorriso nervoso — Poxa, eu estou me sentindo tão estranha.

Emma usava um vestido evasê com manga curta e decote coração que lhe valoriza os seios. Com renda francesa em relevo e barrado alto, aplicados divinamente sobre tule. Um lindo e provocante decote “V” deixa as suas costas visíveis. Com a cauda removível de camadas de tules e aplicações de renda. O penteado misturava raiz lisa e pontas onduladas num coque elegante. Maquiagem leve e neutra, pois a noiva não era muito chegada.

– Você está perfeita, Emma. — Disse Belle que acabara de surgir atrás de Mary.

– Obrigada, Belle!

– Algo velho... — Os brincos que a noiva usava — Algo novo... — Os sapatos da noiva -Algo emprestado... — O lenço de Belle que a noiva guardava no decote — Algo azu... Onde está a Ruby? — Perguntou Mary estridente.

– Ela ligou dizendo que ia se atrasar um pouco. — Respondeu Belle.

– O quê? Mas nós já estamos atrasadas. — Disse Mary nervosa.

– Calma, mãe! Vai dar tudo certo. Ainda temos alguns minutos. — A loira tentava acalmar o ânimo da mãe.

– CHEGUEI! — Gritou Ruby ofegante.

– Graças a Deus! — Mary e Belle disseram juntas.

– O carro quebrou no meio do caminho e correr com esses saltos... — Justificou — Emma! Você está linda! — Finalmente notara a amiga.

– Um anjo! Agora... cadê o algo azul? — Mary interrompera.

– O quê? — Ruby perguntou confusa.

– Cadê a coisa azul? Era a sua função trazer algo azul para Emma usar. — Mary Margaret já estava sem paciência.

– Ah! Sim, aqui está, mas... — Ruby respondeu levantando uma pequena sacola que trouxera consigo e que fora arrancada de suas mãos pela mãe da noiva.

– Ruby, isso é vermelho! — Amostrando a todas a liga estava dentro da sacola.

– Era o quê eu ia dizer. Aparentemente a vovó não está mais apta a dar recados. — Brincou Ruby.

– Nós temos que encontrar algo azul agora. — Falou Belle

– Fiquem calma! Isso é só um superstição boba. — Emma disse enquanto ria do desespero de sua mãe e amiga.

– Será que não tem alguma coisa aqui? — Mary falou já revirando as gavetas da filha.

– Talvez eu tenha algo no armário, não sei.

– Vamos procurar. — Belle disse.

Emma permaneceu no mesmo lugar enquanto a sua mãe e suas amigas reviram o seu quarto atrás de algo azul. Gavetas, caixas, armário... Nada escapava daquelas mulheres. Não, ela não acreditava em nada daquilo, mas infelizmente a sua mãe sim.

– Achei! Achei! — Gritou Belle com uma pequena caixa nas mãos.

–Deixe me ver. — Pediu Mary.

– É uma fita. — Disse Ruby chamando a atenção de Emma.

– Fita? — Perguntou incrédula — Onde você achou isso?

– Tava no seu armário, dentro daquela caixa. — Respondeu

– Ela é sua, filha? — Se dirigiu a noiva que agora tinha o objeto nas mãos.

– Sim, quero dizer não... — A voz falhara — Na verdade alguém...Alguém me emprestou.

– É linda! — Comentou Ruby.

– Combina com... — Iniciou Belle

– Os meus olhos. — Disse Emma em transe.

– Isso mesmo. — Concordou.

– Podemos usá-la, Emma? — Questionou Ruby.

– Ah..? Sim, podemos... — Disse entregando fita a Ruby — Mas onde?

– Vamos ver... — Ruby retirou o colar que usava, pegou o pequeno pingente que estava preso no mesmo e o colocou na fita — Vem cá! Me dá o seu pulso. — Pediu o pulso da noiva e logo colocou a fita — Que tal?

– Ficou perfeito, Ruby! — Disse Belle e Mary concordou com um aceno.

– Emma...? — Mary chamou a filha que se encontrava perdida em seus pensamentos enquanto encarava aquela fita azul em seu pulso.

– Oi..? — Respondeu a loira ainda sem encarar a mãe.

– Tá na hora! — Tomou a mão da noiva entre as suas — Vamos? O seu pai já deve estar nos esperando na porta da igreja.

– Vamos, mãe. — Respondeu incerta.

Notas finais
E aí? Você gostou? Espero que sim... Não gostaria de pensar que fiz você perder o seu tempo. Amanhã estarei postando o último capítulo. Beijos e obrigada por ler! XOXO ♥