Somente Sem Sorte
8 Delirante... Sublime
Notas iniciais
E Ahhhhhhhhhhh! OMG, OMG, OMG! Eu não acredito que eu ganhei outra recomendação! :D ~le surto~ Muito obrigada Fran Petrolli, esse Cap. é dedicado a você, linda! Amei sua recomendação, fofa! *------------*
Ai, meus amores... Estava com saudade de vocês! Nem demorei taaanto assim, né? Mas eu estava com saudades.
Bom... De qualquer forma, eu não estava muito -ou nada- inspirada para escrever esse Cap. Então eu fui escrevendo as partes da fic que eu estava inspirada para escrever. Já consegui escrever umas quatro cenas futuras, então, eu posso ter demorado um pouquinho a mais agora, mas em outros Caps. vou demorar menos, pois já tenho umas cenas escritas e... Partes muito fofas! *-------* Chorei escrevendo. E me matei rindo em outras. Mas é mais para o final da fic, então... Só tem uma cena que está perto, a da confraternização da empresa. Acho que vocês vão gostar dessa. kk' Vai ser no próximo Cap. ou no próximo do práoximo, mas, enfim...
Voltando a falar do Cap... Ele é P.O.V. Marie e não tem nada muuuito revelador, mas o que acontece agora influencia bastante no futuro. Pois é...
Bom, meus amores, espero que gostem! *-------* Boa leitura!
P.O.V. Marie
Eu ajudei a minha mãe a fazer o almoço. Infelizmente minha mãe adora comidas extremamente gordurosas. Eu não tenho a mínima idéia de como ela pode ser tão magra. Bom, na verdade eu sei que o metabolismo dela é muito acelerado, mas eu também sei que infelizmente esse não é o meu caso. Eu tentei não exagerar, mas eu estava com saudade da comida da minha mãe, que é mais do que deliciosa. Não é à toa que o restaurante dos meus pais sempre fez muito sucesso. Isso me lembrava de algo.
- Quem ficou tomando conta do restaurante? – eu perguntei ao acaso no meio do almoço.
- A Celiny. – a minha mãe respondeu com um sorriso. – Ela te mandou um beijo.
- Eu estou com saudade dela. – eu disse me lembrando da “minha segunda mãe”. A Cely trabalha como chef no restaurante dos meus pais há muito tempo. Ela sempre foi compreensiva e carinhosa. Era realmente como uma segunda mãe para mim.
- Você poderia ter ido nos visitar, mas você nunca aparecia... – minha mãe continuou. Meu pai apenas sorria.
- Desculpem, eu estava meio estranha e submergida em pensamentos acerca do noivado. Eu tinha muita coisa para organizar da festa, apesar da ajuda muito eficiente da Sra. Bradley. – minha mãe assentiu.
- Mas parece que a nossa filha não é de se lamentar, querido. – eu sabia que estava demorando demais. Minha mãe sorria olhando para mim, que estava aflita.
- Como assim? – meu pai perguntou não compreendendo.
- Não é nada, papai. – eu respondi rápido.
- A Marie está namorando. – minha mãe disse assim, sem rodeios. Eu quase me engasguei.
- Eu não estou namorando! – eu protestei. – Ele é meu chefe, mãe. Apenas isso. – eu disse um pouco mais calma. Meu pai me observou como se me perguntasse se aquilo era realmente verdade. Eu meneei a cabeça.
- Se você diz, filha... Eu já disse que gostei dele, diferente do seu ex-noivo. – ela continuou.
- Sim, mãe. A Sra. sempre deixou bem claro que não gostava do Matthew. – eu me lembrei de todas as vezes que ela me fez passar vergonha enquanto eu estava com o Matthew.
- Eu acho que esse assunto diz respeito somente a Marie, Erin. – meu pai dizia de uma forma branda, como sempre. — Ela já é bem grandinha para fazer as próprias escolhas. – meu pai... Sempre me salvando. Minha mãe assentiu e eu sibilei um “obrigada” a ele que sorriu em resposta.
O resto do dia foi tranqüilo, apesar de a minha mãe comunicar ao meu pai que eles estavam convidados para a comemoração na JHW. Isso ainda me preocupa por algum motivo.
À noite preparei uns brigadeiros. Meus pais já estavam dormindo, normalmente eles dormem cedo. Fazia muito tempo que eu não comia um bom doce. E eu sou louca por brigadeiro. Minha mãe costumava me chamar de “formiga” quando eu era menor, devido a esse meu amor por doces. Eu sorri ao me lembrar, mas logo meu sorriso foi desfeito pelas lembranças. Eu coloquei o pote em que eu comia em cima da mesa novamente. Mas estava tão bom... Só mais um pouquinho de brigadeiro não ia me fazer tão mal. Eu peguei o pote e comecei a comer novamente enquanto ia para a sala de estar assistir televisão. Eu gostava tanto de como eu me sentia depois de comer doces... Eu me sentia mais feliz. Comer era uma das únicas coisas que me alegravam quando eu era menor.
Quando eu percebi, já tinha comido o pote inteiro de brigadeiro. Mas eu ainda queria mais. Eu sabia que não devia comer doces demais, mas... Era uma tentação tão grande... Eu me culpava... Enquanto preparava mais brigadeiro cantarolando. Amanhã eu vou ter que malhar em dobro para queimar essas calorias. Aliás, eu tenho malhado pouco ultimamente. Eu esperei o brigadeiro esfriar e comi tudo novamente. Eu tomei um copo de água e fui me preparar para dormir.
No dia seguinte eu me acordei cedo novamente. Escolhi minhas roupas: Um conjunto de lingerie preta, uma camisa social preta e uma calça jeans skinny, acompanhadas de um sapato preto simples de salto alto. Eu tomei banho, demorado como normalmente e me enxuguei, logo colocando minhas roupas.
Eu tomei café da manhã, escovei meus dentes e me maquiei levemente, apenas me deixando com a aparência mais saudável e calcei meus sapatos. Saí do meu apartamento chegando rápido à JHW. Eu cumprimentei a Kate e conversei um pouco com ela. Nós havíamos chegado adiantadas, o que no meu caso, é um milagre.
Fui até a minha mesa e comecei a trabalhar. Logo o meu “querido” chefe chegou. Ele parecia meio distraído. – Oi, An. – ele me cumprimentou com aquele sorriso safado.
- Bom dia, Sr. Walker. – não pense que vou te chamar de Mason na frente dos outros funcionários. Felizmente ele não ficou irritado por não tê-lo chamado pelo primeiro nome. Devia ser por que estava distraído.
Eu continuei trabalhando, tudo corria perfeitamente. Até que... A ex-noiva do Mason chegou. Se ela não gosta de mim, eu também não gosto muito dela. Ela nem foi até a recepção, veio direto a mim, eu até achei estranho ela não ter ido à sala do Mason de imediato, mas parece que ela tem educação.
- Anne, não é? – ela perguntou sorridente.
- Sim. – eu respondi normal.
- Pode avisar ao Mason que estou aqui? – ela pediu olhando para o telefone na minha mesa.
- Sim, é claro. – eu tive que sorrir. Eu podia ligar para ele avisando que ela queria vê-lo, mas acho que eu estava meio provocante hoje, já que eu me levantei e fui até a sala dele deixando-a lá esperando. O Mason pode ser um idiota, mas ela o tinha traído. Talvez eu tenha feito isso porque a vejo como ao Matthew pela traição.
Eu bati na porta e ele me mandou entrar.
– An. Está ainda mais gostosa hoje, sabia? – eu olhei para mim mesma automaticamente. Nada de mais. Demorou pouco para eu me arrepender de vir até a sala dele. Quem manda ser implicante, Marie?
– Obrigada, Mason. – eu sorri irônica vendo o sorriso no rosto dele. – A Suzane está aqui e quer falar com você. – ele revirou os olhos, entediado. Eu tive que sorrir pensando em qual seria a expressão da “Suzy” ao ver a expressão do Mason nesse momento.
– Mande-a entrar. – ele começou a organizar os papéis em cima da mesa dele. Por que ele sempre fazia isso? Eu assenti e saí do escritório indo até a minha mesa novamente.
- O Sr. Walker está a aguardando. – eu me dirigi a Suzane, que logo abriu um grande sorriso. Eu me sentei na minha mesa a vendo seguir tão animada até a sala do meu chefe “maravilhoso”.
O que será que ela quer com ele? Não que eu me importe, mas... É melhor fazer meu trabalho. Fiquei digitando alguns relatórios que, segundo o Mason, eram urgentes. Eu fiquei em dúvida se deveria ir entregá-los a ele, mesmo que ele estivesse conversando com a Suzane, mas... Os relatórios eram urgentes, então eu decidi entregá-los naquele momento. Eu fui caminhando calmamente até a sala dele.
Eu ia bater na porta, mas... – Ah, Mason! –... Eu ouvi um gemido. Era a voz da Suzane. Eu fiquei estática. – Mason! – ela gemeu mais alto. Céus... Eu não queria ter ouvido isso. Eu tapei meus ouvidos como uma criança e saí da frente da porta do escritório dele praticamente correndo e me sentei novamente na minha mesa. Droga! Droga! Droga! Droga! Eu não devia ter escutado isso! Mas como eu poderia saber, afinal? Mason, seu idiota! Ela te trai e você... Ah! Imbecil. Tudo bem que para ele deve ser só sexo, mas... Mesmo assim. Ela te traiu! Como pode fazê-la sentir prazer?!
Eu tentei me concentrar no meu trabalho e esquecer o que ouvi, mas era bem difícil. Quando eu vi a Suzane saindo da sala do Mason pouco depois, eu tive que sorrir. Ela parecia decepcionada. Talvez as camisinhas com efeito retardante não tenham funcionado. Meu Deus... O que eu estou pensando?! Tudo bem, eu posso ser um pouco má às vezes, mas eu não podia deixá-la sair da empresa daquele jeito.
- Suzane. – eu a chamei.
- O que você quer? – ela perguntou um pouco ou bastante rude.
- Desculpe, eu... – eu comecei. -... Seu batom. Está borrado. – eu continuei um pouco incomodada.
- Ah... – o tom da voz dela suavizou enquanto ela pegava um pequeno espelho na bolsa dela. Ela terminou de limpar a maquiagem com um lencinho demaquilante. –... Obrigada por me avisar. – ela esboçou um leve sorriso, que eu retribuí. Logo eu a vi indo em direção ao elevador.
Eu olhei para a minha mesa e vi novamente os relatórios. Eu não queria ir até a sala dele, mas era necessário. Droga de relatórios urgentes! Eu me dirigi novamente à sala do Mason e bati na porta. – Entre. – eu o ouvi. Eu entrei na sala e logo parei estática.
- O que aconteceu aqui? – eu perguntei baixo ao ver todas as coisas da mesa do Mason no chão. Logo depois eu me lembrei o que tinha acontecido ali. Sexo selvagem... Argh! Eu o fitei por um momento. Era até estranho ele estar impecavelmente arrumado como antes, mas como eu não entendo – e nem quero entender- nada disso...
- Me ajuda? – ele perguntou me observando e juntando as coisas do chão. Eu assenti me abaixando e ficando de joelhos no chão, assim como ele. Eu o ajudei a recolher as coisas do chão — algumas quebradas – e fiquei em frente à mesa de vidro.
- Já desinfetou a mesa? – eu perguntei baixo. Eu não queria ter perguntado isso, mas eu nem mesmo percebi no momento. Foi automático. Parece que meu TOC falou mais alto. Só de pensar no que eles fizeram em cima dessa mesa...
- O quê? – o Mason me perguntou, me despertando dos meus pensamentos. Ele sorria de canto. Acho que ele entendeu.
- Nada. – eu respondi rápido. Que constrangedor. Ele continuava sorrindo satisfeito. Eu apenas coloquei as coisas que tinha em mãos sobre a mesa dele. Ele fez o mesmo.
- Mudando de assunto, An, eu quero que ligue para os clientes para confirmar a presença de todos na confraternização da empresa. E preciso que faça isso rápido. – ele dizia normalmente. Todos?! Todos os clientes?!
- Todos? – eu perguntei não acreditando.
- Sim. Todos os clientes. – ele sorria provocante. – E amanhã cedo eu quero ter um relatório de presença na minha mesa. – como o sorriso dele pode ser tão provocante?! Desgraçado.
- É claro, Sr. Walker. – eu disse entre dentes. – Mais alguma coisa? – perguntei possessa.
- Sim. Vá ao almoxarifado e peça um produto para desinfetar a minha mesa. Já que você faz tanta questão, não vai se importar de limpá-la para mim, não é, An? – eu sorri sem humor vendo o sorriso nos lábios dele e os olhos dele iluminados em um azul exato. Eu e minha bendita boca. Ele se dirigiu à porta da sala e a abriu ainda sorrindo.
- Aonde você vai? – eu perguntei automaticamente me aproximando da porta e consequentemente, dele.
- Lavar minhas mãos. – ele respondeu normalmente, mas de repente os olhos dele escureceram. – Quer ir até o banheiro comigo, An? – ele perguntou sorrindo malicioso e deixando o rosto dele muito próximo do meu. Tão próximo que eu sentia o perfume inebriante dele. Próximo demais... Os olhos dele me hipnotizavam. Estando tão perto eu podia sentir a respiração dele contra o meu rosto.
- Eu volto logo com o desinfetante. – eu disse me afastando dele e seguindo até a recepção. Eu ainda vou ter que perguntar para a Kate onde fica o almoxarifado.
Eu falei com a Kate e me dirigi até o almoxarifado. Uma senhora muito simpática, Ruby, me assistiu lá. Eu voltei até a sala do Mason. Ele já estava lá me esperando escorado na parede com os braços e as pernas cruzados e com um “lindo” sorriso no rosto. Eu – com luvas- limpei a mesa dele. Ele ficou ali me observando enquanto eu limpava atenciosa e detalhadamente a mesa dele. Eu odeio e amo isso em mim. Se eu começo a limpar algo, é difícil eu parar sem que tudo esteja perfeitamente limpo.
- Assim está bom, An. – ele me despertou de meus pensamentos.
- Você acha? Eu acho que ainda não está bem limpo aqui. – eu apontei para um dos pés da mesa. Tinha uma manchinha nele que estava me desafiando.
- Está perfeito. – ele sorriu e pegou o borrifador da minha mão, o colocando sobre a mesa. Eu tirei as luvas, as depositando ao lado do borrifador. Ele se aproximou de mim como antes. – Merece até uma recompensa. – ele disse com a voz rouca. Eu sabia onde ele queria chegar. Ele estava olhando para os meus lábios enquanto acariciava o meu rosto com a mão direita dele devagar.
- Um aumento? – eu descontraí sorrindo e arqueando as sobrancelhas. Eu sentia o perfume dele novamente. Aquela proximidade com ele me deixava mais do que nervosa. E eu sempre sorria por nada quando estava nervosa. Ele sorriu com o meu humor e se aproximou cada vez mais, olhando para os meus lábios e colando os lábios dele nos meus, ainda com o sorriso intacto. Meus olhos permaneciam abertos, eu estava estática o vendo agora de olhos fechados e com os lábios colados nos meus. Eu o senti abrir os lábios lentamente, logo puxando meu lábio inferior suavemente.
Eu fechei meus olhos me rendendo à ótima sensação e amolecendo meu corpo, o qual ele aconchegava contra o dele, no abraço que agora ele me dava. Era bom ser envolvida pelos braços dele... Muito, muito bom. Eu pude sentir a língua dele tocando meus lábios. Eu concedi passagem a ele, eu não pensava, eu não queria pensar. As sensações eram maravilhosas, eu queria aquilo... A língua experiente dele se movimentava com delicadeza entre os meus lábios e tocava a minha, que seguia com ousadia a condução dele.
Os lábios dele acariciavam os meus. Era... Tão bom... As mãos dele me seguravam firme contra ele e deixavam nossos corpos cada vez mais próximos. Eu levei minha mão esquerda até a nuca dele e o acariciei. Do mesmo modo minha mão direita foi para os cabelos dele, eu os afagava com ternura... Tão macios, como eu imaginava que seriam... Ele gemeu rouco contra os meus lábios. Um gemido que fez com que o meu corpo estremecesse e eu sentisse os músculos do meu abdômen se contraindo. Eu nunca tinha sentido algo assim... Tão gostoso. E de repente os lábios dele possuíam os meus de maneira afoita, faminta. – Seus lábios são deliciosos, An. – ele dizia parecendo um pouco desconcertado com a voz rouca e irresistível ao se afastar da minha boca rapidamente olhando nos meus olhos com aqueles mares azuis intensos incitados e tomava meus lábios desesperadamente outra vez.
Ele sugava meu lábio inferior com os lábios dele e me dava leves mordidas sensuais, intercaladas pelas carícias gostosas da língua dele na minha. Eu me deixava levar por ele, eu só queria senti-lo. Era tão bom sentir as mãos dele acariciando a minha cintura e me trazendo de encontro ao corpo dele, sentir o calor dele. A mão direita dele desceu até a minha coxa, a qual ele puxou contra o corpo dele, e a encaixou na cintura dele, sempre me acariciando de maneira ousada e instigante. Nossa... Eu podia sentí-lo rijo contra mim... E eu gostei disso. Eu estava carente por causa do Matthew... E o Mason era... Delirante. Mas isso também era... Loucura. Céus! Ele é meu chefe! Há pouco ele estava com outra mulher e... Nós mal nos conhecemos...
Eu abri novamente meus olhos e me afastei dos lábios dele devagar. Por que eu estava tão relutante? Eu respirei profundamente olhando naqueles olhos azuis límpidos por um momento e depois para os lábios dele, ele ainda me envolvia com os braços dele, nos fazendo ficar ainda muito próximos. Nossas respirações ofegantes, os olhos dele cravados nos meus, o desejo inundando a sala em que estávamos... Eu não agüentava aquilo. Eu o afastei de mim novamente, mas dessa vez, me soltando dos braços fortes dele.
- Eu não posso. – eu disse meneando a cabeça, o olhando nos olhos intensamente escurecidos e excitados por um breve momento e depois saindo da sala dele, o deixando com uma expressão confusa. Meu Deus... O que foi isso?!
Eu me sentei na minha mesa, ainda perturbada com os acontecimentos recentes. Eu lambi meus lábios, sentindo novamente o gosto sublime dos lábios dele. Isso não devia ter acontecido...
Notas finais
É isso aí, gente... Muito obrigada por tudo! Beijos! :*
Dica perfeitamente sublime:
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Te Beijar Ou Te Matar? : https://fanfiction.com.br/historia/250509/Te_Beijar_Ou_Te_Matar_Segunda_Temporada
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