Somente Sem Sorte
10 Acompanhante?
Notas iniciais
O Cap. é basicamente P.O.V. Marie, já que o P.O.V. Mason do final é bem curtinho. Como sempre, espero que gostem! *----* O Mason está bem audacioso nesse Cap. kk' Bom, vocês irão ler. ^^ Boa leitura, meus amores!
P.O.V. Marie
A semana passou rápido e já era sexta-feira. No dia seguinte seria a tão esperada comemoração do aniversário da JHW... Nem tão esperada para mim, eu não estava com um bom pressentimento em relação a essa festa. Eu sentia que algo ruim iria acontecer. Espero que não seja mais uma desgraça.
Eu não acreditava em quão patética era a minha situação na JHW. Eu sentia como se o Mason pudesse me agarrar a qualquer momento, já que o olhar dele era sempre cheio de intenções. Por isso, eu tentava me afastar o máximo possível dele. Depois que ele tentou me beijar novamente na terça-feira, eu não consigo não ficar nervosa perto dele, mesmo que eu tente me acalmar com toda a minha alma.
Eu me concentrei no meu trabalho. Foi para isso que eu fui contratada, certo? Eu estava entretida no trabalho quando eu vi a Suzane chegar. Mesmo saindo de mau humor na segunda-feira, ela tem vindo todas as tardes ver o Mason.
- Oi, Anne. Pode avisar ao Mason que eu estou aqui? – ela perguntava um pouco ansiosa.
- É claro. – eu sorri amigável tomando em mãos o telefone, contatando o Mason.
- Sim, Anne? – a voz dele não ficava muito diferente no telefone, mas parecia um pouco menos rouca.
- A Srt. Solayre está aqui para vê-lo. – eu o informei.
- Mande-a entrar. – ele logo desligou.
- Ele está a esperando. – eu disse à Suzane. Ela assentiu, indo em direção ao escritório do Mason toda sorridente, como sempre. Eu meneei a cabeça a observando. É... Talvez eles se mereçam. Eu senti sede, então me levantei e fui tomar um copo de água. Eu vi alguém perto do bebedouro, mas eu não tinha percebido quem era até chegar bem perto.
- Oi, Cameron. – eu pronunciei fazendo-o notar a minha presença.
- Oi, Anne. – ele sorriu. O sorriso dele é tão meigo, eu me sentia à vontade com ele, diferente de quando eu estava com outra pessoa. – O Mason anda te importunando muito? – ele perguntou divertido. Ah... Você não faz ideia, Cameron.
- Não muito. – eu respondi também sorrindo. – E você? Com muito trabalho?
- Sempre. – ele fez uma careta, me fazendo rir da expressão dele. — Mas isso é bom, eu gosto do que faço. – eu assenti. – Eu já vou indo. Boa sorte com o Mason, eu sei que ele pode ser muito provocante quando quer. – ele revirou os olhos. Sim, e infelizmente ele sempre quer ser provocante. Eu assenti sorrindo vendo-o se afastar. O Cameron é tão sociável... Ele parece ser um ótimo amigo. Eu terminei de tomar meu copo de água e voltei para a minha mesa.
Em um impulso eu olhei para o lado, na direção do escritório do Mason. A Suzane ainda estava lá com ele. Será que eles estão...? Ah! Isso não é da minha conta, mesmo que ele tenha me beijado. Foi só um beijo, que não irá se repetir. E ele também não se aproximou de mim depois que eu o rejeitei. Tudo bem que eu praticamente fugi dele esse tempo todo, mas... Enfim. O telefone tocou. Finalmente algo para me distrair...
No final do horário de trabalho eu fui até a sala do Mason. Eu bati na porta.
- Entre. – ele disse como sempre. Eu abri a porta da sala dele. Ele estava sentado na cadeira dele, me observando com uma expressão um tanto gélida e muito analítica. Eu me lembrei que ele me chamou de Anne ao invés de An essa manhã, o que era estranho. Ele devia estar de mau humor. Eu entrei na sala e fechei a porta atrás de mim.
- O Sr. Barnes ligou avisando que houve um imprevisto e ele não poderá comparecer à comemoração amanhã. – ele me parecia distraído agora. — Eu achei que o Sr. gostaria de saber disso. – eu disse o mais normal possível. Ele assentiu ainda me admirando. Isso me incomodava. Eu não acredito que depois de tudo o que aconteceu serei eu a perguntar isso...
- Tudo bem, Sr. Walker? – eu não agüentava mais toda essa tensão. E eu odeio ver pessoas tristes ou perturbadas.
- Tudo ótimo, Anne. – Anne... Ok. Eu assenti. Eu queria sair logo da sala dele. Por que ele estava me tratando assim? Se bem que... Era melhor que ele me tratasse dessa forma. Nós somos apenas chefe e secretária. Mas eu o vi sorrir... Aquele sorriso incontinente.
Ele se levantou da mesa dele e veio na minha direção. Eu pude sentir meus batimentos se acelerarem. – Está preocupada comigo? — agora a voz dele estava normal, ou melhor, no rouco habitual que ele falava. Incrivelmente isso me tranqüilizou um pouco. Aquele sorriso malicioso estava no rosto dele novamente.
- Eu só... Achei que pudesse estar tendo um mau dia. – já que o meu não está dos melhores. Ele ainda sorria de canto, bem próximo de mim, mas surpreendentemente eu não estava tão apreensiva.
- Obrigado. – ele parecia mesmo triste agora. O olhar dele... Tão perdido de alguma forma. Eu senti algo estranho vendo-o dessa forma, mas o olhar dele mudou em poucos segundos. – Você vai ser minha acompanhante na comemoração amanhã. – ele disse simplesmente. Eu me surpreendi um pouco. Mas então eu percebi.
- Sim, já que sou sua secretária. Mas no que eu terei que te auxiliar na comemoração? – espero que ele não me mande fazer tudo.
- Não, nós não vamos como chefe e secretária. – ele disse como se fosse óbvio. Que audacioso.
- Então eu não vou te acompanhar. – eu disse do mesmo modo que ele. Quem ele pensa que é?
- Você vai sim. – ele sorria meigo e confiante. Eu meneei a cabeça.
- Não, eu não vou. – eu continuava firme. — Por que não convida a Suzane? – eu sorri desafiadora arqueando as sobrancelhas. Ele pareceu pensativo por um momento.
- Por que eu quero ir com você. – ele respondeu normalmente, olhando fundo nos meus olhos. Eu pisquei rápido algumas vezes, me perdia no olhar dele.
- Eu não vou te acompanhar, Mason.
- Eu vou ter que te convencer então? – ele se aproximava de mim sorrindo malicioso novamente.
- Eu já disse que não vou com você, Mason! – isso seria como assinar uma carta de amante.
- Senta no sofá. – ele apontou com a cabeça para o sofá preto à esquerda da mesa dele. Um sofá de couro que combinava perfeitamente com a cadeira dele.
- O quê? – eu perguntei automaticamente. O que ele pretendia com isso?
- Senta no sofá. – ele repetiu. – Ou eu te faço sentar, mas aí vai ser no meu colo. – ele sorria provocante. Os olhos escurecidos...
- Você não se atreveria. – eu continuava o desafiando.
- Acha mesmo, An? – ele se aproximou ainda mais, tocando a minha cintura. Eu senti os músculos da minha barriga se contraindo. Eu me odiava pelo modo como o meu corpo reagia a ele. — Diz que duvida. – ele sussurrou no meu ouvido com aquela voz rouca e eu me arrepiei. Atrevido. Ele sorriu satisfeito olhando para o meu rosto. Eu respirei fundo e me sentei no sofá, tirando a minha bolsa do meu ombro e a colocando do meu lado esquerdo. Isso é inacreditável. Ele se sentou do meu lado direito com aquele sorriso maroto no rosto. – Tira os sapatos. – ele continuava me dando ordens com uma voz rouca e suave. “Quer um strip, Sr. Walker?” – eu pensava. Isso é deprimente...
- Por quê? – eu estava confusa. Ele revirou os olhos para mim e tocou nos meus joelhos. Eu me olhos se arregalaram e eu fiquei estática sentindo as mãos dele descerem pelas minhas pernas me alisando de maneira tão maliciosa até chegar aos meus pés, dos quais ele tirou meus sapatos de salto meia-pata. Eu olhei no rosto dele, ele sorria satisfeito com as minhas reações. Desgraçado. E por que eu gosto disso?
- Ei! – eu gritei quando ele puxou os meus pés para o colo dele, já que a minha saia subiu um pouco.
- Se não quer que eu veja é melhor se cobrir, An, porque eu não me importo de ver sua lingerie. – ele continuava com aquela voz rouca. Eu já estava puxando a saia mais para baixo. Ele começou a massagear meus pés. Eu tenho que admitir que gostei muito da sensação das mãos dele me acariciando. Filho da mãe... Ele era bom. Eu tentei me lembrar da última vez que tinham massageado os meus pés, mas eu não conseguia. Eu não me lembro de já terem massageado os meus pés. Nem o Matthew, ele nunca fez uma massagem em mim. Eu olhei para o rosto do Mason, ele parecia concentrado e devia estar, afinal, ele estava fazendo isso perfeitamente. Vendo-o assim tão carinhoso, é difícil acreditar que ele é o Mason, o homem mais pervertido que eu conheço. Mas pensando bem, isso combina com o jeito sedutor dele. Ele deve saber massagear bem todas as partes do corpo de uma mulher... Todo o cafajeste que se preze sabe, não é?
Eu fechei meus olhos e fiquei apenas sentindo as mãos dele em mim. Eu estava tão tensa mais cedo... Por causa dele. E agora me sentia tão relaxada... Também por causa dele. E mesmo que as intenções dele comigo não fossem boas, eu estaria mentindo se dissesse que não estava adorando aquela massagem. As mãos dele eram tão carinhosas... Como se ele realmente se importasse... Mas isso era apenas para me levar para a cama dele, e eu tinha plena consciência disso.
Eu olhei na direção do rosto dele novamente, ele estava sorrindo convencido me admirando. Então eu percebi que eu estava gemendo com os toques dele. Será que eu sou a única pessoa no mundo que consegue se desligar quase que completamente da própria realidade mergulhada em pensamentos e não percebe quando está gemendo?! Porque infelizmente isso sempre acontece comigo. Meu rosto fervia com a vergonha.
- Agora você aceita me acompanhar? – pelos meus gemidos qualquer um diria que sim, mas...
- Não. -... Eu não poderia.
- Eu pensei que diria isso. Você é uma mulher muito teimosa, An. Tem que ser punida. – ele dizia divertido deixando a massagem mais prazerosa. Eu tentei, mas eu não consegui não sorrir de nervosismo.
- Idiota. – eu disse ainda sorrindo. Eu me odiava por não conseguir parar de sorrir.
- Não. Só estou usando a ciência ao meu favor. Não sabia que os pés são uma das zonas mais erógenas do corpo? – eu já tinha lido sobre, ele tinha razão.
- Acha que vou te acompanhar só por que está fazendo uma massagem nos meus pés? – eu perguntei descrente. Até parece.
- Se surpreenderia se eu te dissesse quantas mulheres já dormiram comigo em troca de uma massagem minha. Eu tenho mãos habilidosas, An. – ele me olhava libidinoso. Eu sorri com as palavras dele. Convencido. Mas eu não podia negar que ele tinha mãos experientes. Eu estava me esvaindo em prazer com as mãos dele. E isso que ele apenas tocou nos meus pés. Aquele toque tão preciso e suave devia ser arrebatadoramente extasiante em outra parte do meu corpo... Céus, o que eu estou pensando? Eu estremeci com meus pensamentos. Eu não sou assim.
- Eu não sou como elas. – eu pronunciei depois de um momento, fazendo-o me fitar novamente. Um sorriso de canto se formou lentamente no rosto dele.
- É. Eu sei que não. – ele me respondeu olhando nos meus olhos com aqueles mares impetuosamente azuis. Eu sorri novamente vendo a expressão no rosto dele, mas logo comecei a rir incontrolavelmente.
- Pára, não faz isso. – eu pedi a ele, tentando me controlar.
- O quê? Isso? – ele perguntava acariciando meus pés muito suavemente de novo.
- É. Eu tenho cócegas e... – eu parei de falar ao ver o sorriso dele. Por que eu fui dizer isso?!
- Ah, tem é? – ele tornou tudo ainda pior.
- Pára, por favor. – eu pedia sem parar de rir, tentando soltar meus pés das mãos dele e não conseguindo, já que eu ainda tinha que segurar a minha saia, que ficava subindo.
- Não até você dizer que vai me acompanhar. – chantagem? Perfeito! Era só o que me faltava!
- Não. – eu continuava firme.
- Sim. – ele estava se divertindo muito pelo sorriso dele.
- Isso não é justo! – eu protestei irritada.
- Então se solta. – engraçadinho... Ele sabia que eu não conseguiria.
- Me solta, Mason! – eu estava ficando impaciente.
- Ah! Você não consegue se soltar, An? – ele continuava com graça.
- Me solta agora, Mason! – eu não conseguia parar de rir de maneira nenhuma.
- Você sabe o que tem que dizer. — eu não me sinto bem quando me fazem cócegas. Eu não agüentava mais aquilo.
- Não por favor, não. – eu implorei em tom de choramingo. Ele continuava, me enlouquecendo.
- Teimosa. – ele revirou os olhos para mim.
- Está bem! Eu vou com você, mas pára com isso! – eu cedi exasperada.
- Como? – ele quer que eu fale com jeito?! Nessa situação?! Desgraçado!
- Eu aceito te acompanhar, Mason. – eu poderia matá-lo, tamanha a minha raiva.
- Ótimo. – ele me soltou, logo se levantando do sofá normalmente e se afastando um pouco, sorrindo convencido colocando as mãos nos bolsos da calça dele . Filho da mãe. Eu calcei meus sapatos e me levantei do sofá ajeitando a minha saia.
- Isso foi injusto. – ele sorria olhando para mim, o que me dava ainda mais raiva.
- Você aceitou, agora não pode protestar. – ele disse erguendo as sobrancelhas e dando de ombros. Eu estreitei meus olhos para ele.
- É claro que posso, foi injusto! – eu dei um passo na direção dele, com raiva.
- Não foi, não. – ele também caminhou na minha direção, me desafiando.
- Foi sim! – eu cruzei meus braços o encarando. Sentia-me uma criança nessa briga infantil.
- Não foi. – ele continuava com toda a calma, confiança e diversão possíveis se aproximando mais um passo de mim. Eu não conseguia afastar meu olhar dos olhos dele, tinha alguma coisa diferente neles.
- É claro que foi! – nós estávamos razoavelmente próximos agora. Ele se aproximou muito rápido de mim e selou nossos lábios. Eu fiquei sem ação, sentindo o toque breve dos lábios dele nos meus. Ele começou a acariciar o meu rosto com a mão esquerda.
- Você fica ainda mais linda com raiva. – ele olhava profundamente nos meus olhos e levou os lábios dele aos meus novamente, logo em seguida beijando o canto esquerdo dos meus lábios muito devagar. Eu fechei meus olhos sentindo os lábios dele se arrastarem no canto da minha boca. Eu também pude sentir a barba por fazer dele roçar delicadamente a minha pele. Ele voltou a dirigir os lábios dele aos meus, selando nossos lábios várias vezes... Tão suave e carinhoso, pausadamente... Ele começou um beijo lento e envolvente, que conseguiu alterar totalmente meu humor em milésimos de segundos. Agora eu me sentia tímida e realizada e não mais a ponto de explodir de raiva. Eu separei meus lábios dos dele, virando-me de costas para ele. Eu não queria que o olhar dele me afetasse e desvendasse como normalmente. Eu tinha medo que ele visse através dos meus olhos que eu adorei a carícia suave dos lábios dele nos meus.
- Quem disse que pode ficar me beijando assim?! — eu estava atônita. Não sabia o que mais poderia dizer ou perguntar, eu não esperava por esse beijo. Não agora.
- Seus olhos. – a voz dele era suave e rouca. – E segundo você eles não mentem, não é? – ele se lembrou do que eu disse a respeito dos olhos serem as janelas da alma. Sobre isso infelizmente eu não podia contestar. Eu tinha plena consciência da minha vontade de ser beijada por ele e isso me perturbava. Eu estava morrendo de vergonha. Agradeci mentalmente por estar de costas para ele. Minha expressão devia ser de agonia nesse momento.
- Não se preocupe com o que os outros irão pensar, An. As pessoas já estão acostumadas com os relacionamentos sexuais entre chefes e secretárias. – como ele pode brincar com isso numa situação dessas? – E eu quero que você coloque um vestido bem provocante amanhã. Pode ser aquele vestido vermelho se quiser. Você fica muito sexy nele e eu acho que ainda mais sem, não é? – o vestido que eu usava quando nos conhecemos. Eu senti-o me abraçar por trás e sussurrar no meu ouvido. Eu estremeci com a nossa proximidade e o tom baixo e rouco da voz dele. Soltei-me dos braços dele e me virei para encará-lo.
- Pervertido. – eu disse meneando a cabeça, o fazendo sorrir ainda mais. Eu me sentia agora exatamente como no dia em que nos conhecemos, me lembrando da primeira vez em que o chamei assim. Eu passei por ele e peguei a minha bolsa, que eu tinha deixado no sofá de couro onde há pouco ele massageava os meus pés.
- Eu vou te buscar às 20h:00! – eu o escutei quando eu passava pela porta do escritório dele. Esse homem tem que ter algum sério problema. Eu rapidamente me lembrei sobre o meu mau pressentimento em relação à festa. Será que era por causa disso? Bom... De qualquer forma, a ideia de acompanhar o Mason me deixa ainda mais terrificada. Deus... Ele tem que se comportar... Por favor.
P.O.V. Mason
Ela me intrigava. De certa forma ela até... Me fascinava. Eu somente a tinha beijado na segunda-feira, e isso fez com que eu pensasse nela o resto da semana. O fato de eu ter perdido o controle com ela não saía da minha cabeça. Ela é gostosa, interessante, ousada... E eu a quero. Frustrava-me vê-la entrar na minha sala com aquelas saias coladas e não poder tirá-las com os dentes, já que toda a vez que eu me aproximava ela sempre se afastava de mim. Mas do mesmo modo, esse jogo de sedução me extasiava.
Ela me agarra em um dia e no outro foge de mim... E isso me excita intensamente. Eu sempre gostei de mulheres difíceis, mas normalmente as mulheres cedem facilmente a mim. Embora, é claro, que no dia em que nos conhecemos eu jamais imaginaria que ela poderia ser realmente o tipo de mulher que se conquista, mesmo que ela parecesse bem alterada e instável quando me beijou.
- An... O que exatamente você tem que me instiga tanto? – eu me perguntava enquanto me inclinava na minha cadeira, me lembrando da expressão dela depois de eu tê-la beijado há poucos minutos. Aquele corpo... Só pode ser isso. Seios grandes, cintura fina, pernas torneadas, bunda fantástica... Tudo numa combinação sensual e... Muito meiga e delicada. Como uma virgem inocente, da qual eu poderia tomar prazerosamente toda a ingenuidade. E eu gosto tanto do jeito como a intimido... A ver corar a todo o momento que me aproximo é mais do que satisfatório. E eu ando precisando de diversão ultimamente, algo para me distrair um pouco. E essa festa será um ótimo começo.
An, doce An... A partir de agora você é meu novo desafio. E eu não costumo perder.
Notas finais
Bom, meus lindos, muito obrigada por lerem a minha fic! Beijos! ^^
Dicas mais do que extraordinárias:
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Te Beijar Ou Te Matar? : https://fanfiction.com.br/historia/250509/Te_Beijar_Ou_Te_Matar_Segunda_Temporada
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Sentimentos Incompreendidos: http://fanfiction.com.br/historia/303207/Sentimentos_Incompreendidos/
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