Someday

29 Capítulo 27


Notas iniciais
BOA TARDE AMORES! Meu Deus como é bom estar de volta... espero que gostem do capítulo!!

Edward propôs que fossemos a cantina para jantarmos, Sue e eu não havíamos comido e eu ainda não sentia fome, mas eu senti pena dele quando vi a fome que demonstrava. Edward parecia desesperado para nos arrastar para cantina.

—Edward sua última refeição foi a que horas?

—Foi ontem, Bella. –ele me olhou confuso, mas depois pareceu entender. –Me desculpe, estou sendo grosseiro, mas é que ando trabalhando muito.

—Fique tranquilo querido. –Sue disse dando um sorriso caloroso para Edward. -Você trabalha tanto que não tem tempo para comer?

—Mais ou menos isso. –ele disse.

—Está precisando passar um tempo conosco em Forks, para descansar e se alimentar melhor.

—Eu adoraria. –ele disse sorrindo e logo olhou para mim. –Só preciso de férias. –ele disse depois de alguns segundos.

Eles embalaram em uma conversa, e eu estranhamente me senti deixada de lado e enciumada. Eu seria mesquinha ao dizer isso, mas gostaria que atenção de Edward fosse só minha.

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Quando voltamos para a sala de espera o médico autorizou a nossa entrada até onde Charlie estava. Edward ficou para trás, fomos apenas eu e Sue. Nós vimos Charlie através de um vidro, pois ele estava na UTI. Conectado a muitos tubos, alguns desciam um liquido transparente e outro o sangue que estava trazendo meu pai de volta a vida. Foi necessário mais uma bolsa de sangue, a qual estava sendo usada agora.

Meu coração doeu de um jeito que eu nunca havia sentido, eu queria tanto protegê-lo, queria poder voltar no tempo e dizer para ele nunca pegar aquela estrada naquela noite chuvosa. Ver meu pai ali, me trazia as lembranças de todas cirurgias que ele fora submetido por causa da queimadura em seu braço, eu me recordava dos seus gritos de dor, e das noites em claro, e do quanto ele havia sido forte. Se tinha uma pessoa que não merecia estar lutando pela sua própria vida era Charlie.

Abracei a Sue quando a vi chorando e o médico veio nos buscar. Sue foi para a capela fazer uma oração, e eu voltei para sala de espera.

Se passavam das 22h da noite. Eu me sentia completamente exausta como se um caminhão houvesse passado por cima do meu corpo, eu queria desesperadoramente poder deitar em uma cama e ter um sono tranquilo. Mas, eu sabia que aquilo não seria possível.

Edward estava com a cabeça apoiada na parede, e os braços cruzados na frente do corpo. Parecia estar em um sono profundo. Eu o invejei.

Vendo-o ali, naquele instante eu me recordei de como estava ansiosa e nervosa com sua presença, agora tudo aquilo parecia bem distante e bobo. A conversa com Edward fluiu como sempre, e eu me dei conta que apesar de tudo ele sempre seria meu confidente.

Me aproximei dele, naquele ângulo parecia muito cansado. Eu queria tanto passar meus dedos pelos seus cabelos, sobre seu rosto... Mas me contentei em deixar minha mão sobre seu braço.

—Edward? –eu murmurei o cutucando de leve.

—Hummm...-ele murmurou.

—Edward, acorde...

Ele abriu os olhos lentamente e depois os esfregou com as mãos.

—Desculpe, devo ter cochilado. –seus olhos estavam vermelhos e cansados, mas ainda assim ele os manteve atentos.

—Você está muito cansado, talvez devesse ir para casa ou procurar um lugar para descansar. –sugeri.

—E Charlie? –ele perguntou preocupado, ignorando completamente meu comentário.

—Está estável por enquanto, recebendo sangue...

—Não fara a cirurgia hoje.

—De forma alguma.

—E Sue?

—Ela foi telefonar para a irmã e ia para a capela.

—Então eu tenho uma ideia, podemos ir todos descansar, nos alugamos um hotel para ficarmos.

—Edward... não posso, minhas economias foram todas destinadas ao hospital.

—Deixe disso, é por minha conta. Você está tão cansada quanto eu.

Era verdade. Eu não havia dormido ainda. Depois da sessão de autógrafos viajei para Portland e desde então não havia pregado o olho. Aquela ideia era muito convidativa.

—Mas não posso deixar Charlie sozinho.

—Bella, você não pode ficar lá com ele e amanhã ele provavelmente fara a cirurgia, você precisa estar bem para aguentar a espera e não como um zumbi.

—Você tem razão.

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Sue havia falado com sua irmã Betty, e ela ficaria na casa dela aquela noite, onde eu a levei. Depois segui o carro de Edward até o hotel. Já se passava da 00h quando nós esperávamos para conseguir um quarto. O hotel era refinado, não era necessário tudo aquilo, mas Edward fez questão de ser aquele, principalmente porque ele ficava a 10 minutos do hospital.

Edward falou com a recepcionista, e eu estava um pouco mais longe, esperando. Mas pude ver como ele estava nervoso, Edward usava das suas expressões e ele parecia prestes a explodir. Eu me aproximei deles.

—Edward, algo errado?

—Eles não tem dois quartos. –ele disse como se aquilo fosse o mais absurdo.

Eu não entendi.

—Como assim?

—Só tem um quarto vago. O hotel esta lotado por conta de um show que vai acontecer na cidade.

Ele apoiou as mãos na testa e depois voltou a me encarar como se tivesse tido uma brilhante ideia.

—Você pode ficar aqui, e eu procuro algum lugar para mim. Certo?

Eu pensei naquilo. Não era justo.

—Você não precisa ir para outro lugar por causa de mim, se você não quer ficar comigo, não precisa... eu posso procurar outro lugar. –sussurrei.

—O que? –ele me olhou espantado. –Você acha que eu não quero ficar com você?

—Bom...

—Bella, eu pensei que você não queria.

Suspirei.

—Edward, não precisamos nos submeter a isso. Não me causara nenhum incomodo para mim, se estiver tudo bem para você. Aliás, será bom ficar com alguém hoje.

Sua expressão passou de raiva para algo como amor. Seus olhos se derreteram e ele passou a mão pelos cabelos e então se aproximou de mim. Eu juro que pensei que ele iria me beijar, e eu não iria de forma alguma recusar, mas tudo o que ele fez foi colocar uma mecha de cabelo atrás da minha orelha e olhar em meus olhos.

—Eu disse que não iria a lugar algum.

—Ficaremos com o quarto. –eu disse para a recepcionista.

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Era estranho como eu me sentia bem e ao mesmo tempo ansiosa perto de Edward. Talvez eu quisesse que aquela coisa toda se resolvesse, ou melhor, que nunca tivesse acontecido. Em alguns momentos eu tinha vontade de arrancar dele todos os acontecimentos dos últimos dias e exigir uma posição sobre nós, em outros, eu só queria esquecer tudo e continuar de onde paramos. Continuar sem ele era uma hipótese que eu não pensava muito, porque me doía como o inferno, eu sabia que ele havia me deixado, mas ele estava aqui agora, não estava? E aparentemente estava bem, no momento era tudo que me importava.

Na verdade, ele estar aqui já era tudo para mim, ainda que não tivéssemos nada além de um abraço quando ele chegou, eu sentia que estávamos íntimos, seus olhares eram tão profundos que penetravam minha alma. Minha mente estava confusa, meu corpo cansado, mas eu sorria todas as vezes que pensava nele e estava agradecida por ter ele aqui.

Depois de tomar um banho bem demorado e secar o cabelo com o secador do hotel, eu senti o cansaço finalmente dar conta do meu corpo. Sentia como se tivesse sido atropelada, e na verdade eu havia sido mesmo, pelo excesso de situações vividas somente naquele dia. Meu olho mal se mantinha aberto quando eu entrei no quarto e o encontrei vazio. Edward havia informado que iria buscar comida, eu estava faminta e iria deitar na cama tão convidativa enquanto o esperava...

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Abri os olhos lentamente, o quarto estava escuro e frio, eu estava embaixo de edredons extremamente fofos, abraçada a um travesseiro que era do meu tamanho. Olhei no relógio de cabeceira, marcava 11h da manhã. Então meus pensamentos começaram a entrar em ordem, eu havia me deitado para esperar Edward e simplesmente adormeci, mas me lembro bem de não estar coberta e nem tão aconchegada.

Levantei imediatamente, eu poderia mentir para mim mesma e dizer que só queria checar se Edward ainda estava ali, mas eu queria ansiosamente o ver.

Edward estava na sala ao lado, onde estava claro por causa das cortinas abertas, ele estava sentado no sofá com seu notebook no colo e ele ergueu os olhos quando me viu parada a sua frente.

—Bom dia, Bella. –ele sorriu. –Você está com cara de que estava procurando alguma coisa.

Droga. Sua aparência estava bem melhor. Aliás, ele parecia estar pronto para uma sessão de fotos. Eu odiava o quanto ele era lindo.

—Acho que eu estava.

—Procurando comida?

Balancei a cabeça positivamente e ele riu.

—Aliás, bom dia, Edward.

Reparei nas sacolas de comida em cima da mesa e de repente me senti mal por ter dormido e deixa-lo sozinho. E eu estava curiosa para saber aonde ele tinha dormido.

—Eu nem vi você voltando ontem à noite. –comentei.

—Se eu não soubesse que você estava tão cansada, pensaria que estava em coma ou algo assim. –ele riu e eu também.

—Desculpe por ter feito você sair e não poder acompanhar.

—Bella que besteira, você precisava descansar.

Olhei para os lados, onde ele havia dormido?

—E você... dormiu aonde?

—Exatamente nesse sofá, é bem confortável.

Eu me senti mal novamente. Não sabia se era por ele ter dormido em uma posição desconfortável ou se era porque eu queria dormir com ele.

Assenti com a cabeça.

—Trabalhando?

—Sim, trabalhos não param. Muitos processos para estudar. Você quer café da manhã? Chegou faz uns 5 minutos. –ele mudou de assunto rapidamente.

—Claro. –eu disse.

Edward colocou seu notebook de lado e se levantou, se sentando a mesa onde havia umas bandejas com tampas, eu me sentei a sua frente.

—Você ainda não comeu? –indiquei para a comida que parecia intocável.

—Não, estava esperando por você.

Ele sorriu torto e eu precisei de uns 5 segundos para desviar o olhar de seu rosto.

—Sabe, você não precisa ficar, pode voltar a Seattle... Sei que tem muito trabalho por lá. –eu disse enquanto pegava panqueca com calda de chocolate. Droga, ele sabia que era minha preferida.

—Se você não quiser que eu fique com você, eu volto. Caso ao contrário, eu pretendo ficar pelo tempo que precisar.

—É claro que quero. –disse imediatamente e logo me arrependi de ser tão conclusiva. –Mas, sei que você tem muito trabalho e Charlie não se importaria se você fosse...

—Espere ai, Charlie? –ele franziu o cenho e me encarou, com a torrada perto da sua boca.

—Sim, não é por causa dele que veio?

Ele riu um pouco e passou a mão em seus cabelos.

—Em partes. Eu queria saber como ele estava e se precisava de algo, mas a principal causa é você.

Como não respondi ele prosseguiu.

—Eu vim por você, não queria que ficasse ou se sentisse sozinha, queria que você soubesse que eu estou aqui, para o que precisar.

Edward encontrou minha mão por cima da mesa e entrelaçou na sua.

—Obrigada Edward, sinceramente não sei como eu estaria se não fosse por você. Com tantas coisas para cuidar, eu não teria tempo e nem cabeça para estar exatamente aqui.

—Eu cuido de você, Bella. –ele disse tão intensamente que eu senti suas palavras penetrarem meu coração. Droga, como ele fazia aquilo?

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Quando saímos o hotel, fomos buscar Sue, foi um tanto engraçado conhecer sua irmã e ver como ele havia ficado derretida por Edward.

—Eu não acredito que seu poder com as viúvas e senhoras não falha. –sussurrei para ele.

—Você tem ideia do quanto eu trabalhei para chegar nesse estagio? –ele disse rindo e eu o acompanhei.

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Já no hospital, as notícias foram animadoras, Charlie havia respondido bem a terapia que havia sido imposta e estava bem e apto para fazer a cirurgia. A equipe do hospital estava esperando apenas uma pessoa da família para poder assinar todas as papeladas, eu fiquei com essa função, enquanto Edward disse que precisaria se ausentar, ele precisava fazer uma reunião com o pessoal da empresa e teria que voltar ao hotel, mas prometeu que estaria de volta antes que a cirurgia acabasse.

O tempo que fiquei sozinha eu pude pensar em muitas coisas e por um momento tentar colocar em ordem os pensamentos, eu queria saber o que havia acontecido com Victoria afinal, Alice não havia me contado absolutamente nada, ela apenas disse que Edward havia resolvido tudo. Ela havia me ligado minutos depois de Edward voltar para o hotel, perguntando se eu precisava de algo ou se eu queria que ela viesse buscar seu irmão, depois que eu assegurei que tudo estava bem, ela respirou e disse “Tudo vai dar certo, Bella, eu estou sentindo isso, Edward nunca fez isso por alguém, na hora certa ele irá te contar tudo.”

Eu não sabia exatamente para que eu estava pronta ou o que eu gostaria de ouvir, mas eu tinha certeza que queria poder acertar nossa relação.

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Edward voltou quando Charlie já estava em cirurgia. Eu estava parada diante da janela de vidro olhando a chuva que caia quando senti uma mão em minha cintura. Me virei para olhá-lo e lá estava ele.

—Oi, desculpa a demora, eu tive que revisar alguns processos e ajudar os outros advogados a achar aonde o lado oposto estava mentindo, além da reunião com todo o pessoal. Trouxe muffin como pedido de desculpas. –ele ergueu o pacote para que eu pudesse ver.

Eu ignorei tudo o que ele disse e enterrei meu rosto em seu peito. Senti seus braços a minha volta me abraçando, enquanto caia em um choro descontrolado.

Ele me guiou para os assentos, e depois de alguns minutos pude respirar normalmente.

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—Sabe Bella, se você ficar andando de um lado para o outro fará valetas no chão.

—Estou nervosa. –eu disse.

A cirurgia já passava de 3 horas de duração.

—Eu sei, mas cirurgias assim demoram, você precisa ter paciência.

—E se ele perder mais sangue ainda?

—Tenho certeza que os médicos estão prontos para as emergências. Tudo vai dar certo.

Suspirei.

—Sente-se aqui. –ele pediu, com aqueles olhos verdes derretidos.

E eu claro, me sentei.

—Vai dar tudo certo. –ele insistiu, olhando bem no fundo dos meus olhos.

Edward passou um braço pelo meu ombro gentilmente, e me puxou para o conforto do seu abraço. Ele beijou meus cabelos e sussurrou mais uma vez que tudo ficaria bem. Eu acreditei nele, como se minha vida dependesse daquilo. E fiquei ali, agarrada a ele e não me importei com mais nada.

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Estava tão exausta que nem percebi quando adormeci deitada no ombro de Edward, abri o olho lentamente sem me mexer. Edward havia entrelaçado nossos dedos, e eu sentia seu rosto encostado no todo da minha cabeça, ele fazia caricias suaves em minha mão. Eu deveria me sentir constrangida por estar tão intima com ele, deveria sentir raiva dele, por fazer minhas fortalezas caírem por terra, uma a uma, mas tudo o que eu sentia era paz. Estava tão confortável que acabei adormecendo novamente.

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Edward me acordou com gentis cutucadas.

—Bella?

—Hummm...

—A cirurgia do seu pai já acabou.

Eu levantei de súbito.

—Sério? Eu já posso ver ele?

—Não, as enfermeiras disseram que ainda está no pós operatório.

—E o que mais disseram?

—Que tudo ocorreu bem e que ele ficará bem.

—Onde está Sue? –perguntei procurando-a.

Ele apontou para trás de mim e eu vi que ela conversava com uma outra mulher.

Quando voltei meu olhar para Edward ele estava tentando esconder o riso. Mas que diabos?

—Edward porque eu acredito que você esteja rindo?

Ele tombou a cabeça de lado, seu braço ainda permanecia no encosto da minha cadeira e ele sorriu torto, tudo dentro de mim se aqueceu. Vendo ele aqui, eu não imaginava que havia sentido sua falta mais do que pensava.

—Seu cabelo... parece que alguns pombos passaram por ele.

—Mas que droga. –murmurei.

Gentilmente, ele passou a mão pelos meus emaranhados fios, soltando os nós. Eu corei. Olhava para seu rosto, e quando nossos olhares se encontraram eu tive que suspirar. Tudo aquilo estava sendo demais para mim.

—Você continua linda, mesmo com alguns fiozinhos fora do lugar. –ele sussurrou.

O tempo pareceu congelar, até que ouvi Sue me chamar.

—Bella?

—Sue... oi. –me virei imediatamente.

—Charlie já pode receber visitas, está pronta para vê-lo?

—Claro! –me levantei em um pulo. –Edward... eu já volto.

—Estarei aqui quando voltar. –Edward disse.

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Charlie parecia muito menor e frágil deitado naquela cama de hospital. Ele estava mais pálido do que o normal, com alguns curativos na testa, onde teve pequenos cortes, e com uma espécie de ferragens nas pernas.

—Ele parece tão... doente. –eu sussurrei para Sue.

—É tão duro ver seu pai nessa situação, mas ele foi forte até aqui e passara por mais essa.

—Eu tenho certeza que sim, e eu sempre estarei ao seu lado.

Apesar de não vê-lo acordado ainda, meu coração teve um pouquinho de paz. Tudo iria ficar bem.

Notas finais
Pessoal, peço desculpas pela demora, mas agora postarei mais regularmente, terei uma semana de descanso e vou conseguir escrever mais. E entao, gostaram do capitulo? Nosso casal esta se reaproximando e Charlie esta ficando melhor... Deixem seus comentários, recomendações e favoritos e EU AMO VOCESSSS Pretendo responder todos comentários hoje! Um beijo enorme