Sombrio Amor.
1 O Sombrio Me Atrai.
Eram 12 horas da noite e Helena estava perturbada, não conseguia fazer suas poesias, naquela noite fria. Ela foi até a janela e olhou a lua, olhou fixamente por 19 segundos e viu um vulto e um barulho, olhou para trás e viu o porta-retrato com a foto de sua avó, que já havia morrido.
Helena abraçou a foto, como se estivesse abraçando sua avó, deu saudades, e uma vontade enorme de ir ao cemitério, levar uma única rosa vermelha que tinha em seu quarto disse ela: uma rosa tão bela! Queria leva lá!
Ela foi até a janela de seu quarto de novo, e de lá olhou o cemitério que fica muito perto de sua casa. Helena abraçando a foto da sua avó passaram-se momentos especiais na sua cabeça e o principal:
Helena viu pela janela de seu quarto, o carro que havia trazido sua avó, ela desceu as escada e a abraçou.
–Vovó, como foi à viagem? –Disse Helena
– Foi ótima, querida! Nossa cada dia que passa você fica, mas linda! Você é uma rosa, tão linda e tão natural. — Disse sua avó Marta.
– Obrigada, vovó! Você é linda também e quando eu crescer quero ser igual a você. –Disse: Helena, que naquele tempo só tinha 10 anos de idade.
Helena não se contém, segurou as lagrimas e foi ao cemitério. Chegando lá, em frente ao cemitério ela viu que estava fechado. Pulou o portão e ficou procurando o túmulo da sua avó com uma lanterna.
Lá era enorme, muita arvore, tinham túmulos bonitos de anjos, santos e até os mais simples túmulos, Helena via a beleza. – Isso é lindo, é encantador. Sinto-me tão bem aqui, Nunca pensei! –Disse ela.
–Vai ser difícil achar o túmulo de Marta Elizabeth Lafayette. Deve ser aquele com uma santa lá em cima, ou aquele com um anjo, oh, ela era muito católica! Seria esse? Oh, não! Este é o de Átila Vitório Lopes! Mas é homem ou mulher?
Ela sorriu um pouco e colocou a lanterna perto da foto e apareceu um homem em sua frente, então a lanterna caiu, com o medo que ela teve. — Magro, alto, pálido, cabelos pretos e olhos castanhos, ele era tão parecido com o homem do filme "O Retrato de Dorian Gray". Sua fisionomia. Ele parecia fazer coisas bem piores que Dorian Gray. Ele a olhou fixamente por uns segundos e foi até ela, seus braços estavam atrás dele e ele andava rodeado-a. Ela estava morrendo de medo. Ela pegou a lanterna que havia caído no chão e virou à lanterna em direção dele, ele sentiu aquela luz muito forte.
Ele gritou: DESLIGUE ISSO! Ela falou calmamente: então, peça, por favor. Ele disse: Eu não vou pedir, por favor, a você!
Helena com pena dele, mas com seu orgulho grande não apaga a luz e fala: Então irei ficar a noite todinha aqui, com a luz no seu rosto. Ele fala: por favor, Helena, desligue esta lanterna! Esta luz é inútil pra mim!
Ela então um pouco assustada desligou e o perguntou: Como sabe meu nome? Ele muda de assunto e fala com seu Jeito sexy: Então, por que veio aqui mesmo?
Ela sem conseguir vê-lo, corre e chega até uma capelinha, ela para, e respira forte. Ela vira de frente a capela, ele chega por trás e toca em suas costas, a capelinha estava clara, mas não estava com uma luz tão forte.
Ela se vira e o olha e ver sua beleza o quanto aquele homem é lindo. Helena ainda assustada pergunta: Como é seu nome mesmo? –Meu nome é Henrique! Disse ele, com um olhar sexy, querendo seduzir a indefesa moça. Ela o olha e suspira e pensa: Ele é tão lindo, mas algo me diz pra não falar, mas com ele, nunca, mas vê-lo.
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