Sombrio Amor.

2 Ele È Tão Estranho.


Notas iniciais
Gente espero que gostem! Me mande reviews se gostar!
beijos!

–Queria achar o túmulo da minha avó e que Henrique saísse de perto de mim, estava com medo dele. Eu poderia ir pra casa, mas já estava tão decidida que iria entregar aquela rosa. A saudade que eu tinha de minha avó era imensa. Eu estava querendo me sentir um pouco perto dela. – pensei. –Talvez isso amenizasse minha dor, ou não, mas pelo menos irei tentar.

Enquanto isso Henrique falava das lendas do cemitério... E eu só com o pensamento de entregar aquela rosa.

– Helena ta vendo aquele túmulo da esquerda? Aquele acorrentado!
–Sim, estou vendo! O que tem ele?
– Dizem que a mulher que morreu a Clarisse virou uma serpente, por isso que o acorrentou, para ela nunca sair.
– Nossa, por que ela virou uma serpente?
– Ela era má, tinha ódio no coração, matava os filhos dos empregados e batia neles, torturavam-nos. Resumindo: Ela era um Demônio em forma de gente.
– E você acredita nessa história, Henrique? –Ás vezes Sim, e Ás vezes não, as pessoas falam já faz é tempo, falam tanto que teve um tempo que eu acreditei, mas hoje não sei, nunca vi, pra saber se é verdade. Só acredito vendo!

Começou a chover, chuva forte. E Helena estava morrendo de frio. Eles entraram na capelinha pra esperar a chuva passar.
– Estou morrendo de frio e você Henrique?
–Disse Helena olhando para a jaqueta de Henrique. ­­­
– Não! Não estou com frio! Já sou frio por vida, estou acostumado! Pegue minha jaqueta!
–Obrigada, Henrique!
–O que você veio fazer aqui essa hora da noite sozinha?
–
Vim deixar uma rosa para minha avó. Henrique começou a rir. – Você não poderia entregar amanhã de manhã?
–Sim, eu poderia! Mas estava tão atormentada no meu quarto e depois me bateu uma tristeza e uma vontade de ir deixar essa rosa, e vir aqui hoje, tinha que ser hoje. Era como se algo me dissesse para vir aqui. Acho que se não viesse, estaria sem fazer nada no meu quarto. Quando cheguei aqui, senti uma paz, uma imensa paz. Você está pensando que eu sou louca? Olha sua cara, Não me olhe assim! –Henrique deu uma gargalhada muito alta.
– Acho que você precisa de ajuda! Hoje veio ao cemitério, Amanhã você poderia estar num lugar bem pior, por causa dessa vontade louca! Helena ficou quieta
–Como era o nome dela Helena, da sua avó? –Era Marta Elizabeth Lafayette.
–A chuva parou Henrique, vou sair! –Tá certo, Helena!
Henrique pega o isqueiro no bolso e tira um cigarro e começa a fumar em frente á capela. Ele a olhava indo para a direção das arvores e pensou: – Que menina corajosa! De repente Helena tropeça numa pedra e caí, uma pedra pontuda machucou seu pé no qual saiu muito sangue. Henrique correu para ajudá-la, sua expressão fácil havia mudado quando viu aquilo, ele ficou olhando-a e saiu correndo. Helena se levanta o olha e fala: - E ele ainda diz que preciso procurar ajuda! Louco!

Henrique pula o portão e saí, ele chega, em frente a uma sorveteria fechada.
–Por que tive piedade dela? Eu não tenho pena de ninguém! Ela era a isca desta noite!
Helena já estava com sono e havia dormido ali mesmo... Enquanto Henrique se perguntava.
–O que está acontecendo comigo? –Eu deveria voltar lá e acabar logo com isso?
Henrique escrevia..

No Dia Seguinte

Helena acorda, olha para um lado e para o outro e se levanta e olha onde estava dormindo, olha bem e começa a ler
“Aqui está Marta Elizabeth Lafayette. Eternas Saudades”...
–Achei! Mas não me lembro de ter encontrado este túmulo ontem à noite. Ah, mas o que isso tem haver agora? Achei! Mas cadê aquela rosa?Está aqui no chão! Mas têm várias e um bouquet de rosas com um cartão preto. Vou ler o que está escrito

–“Seus olhos da cor do Oceano, foram os olhos, mas lindos que já vi, eu vejo nesses olhos verdades. Sua pele tão branca, tão fria e tão macia. Seus cabelos negros e longos Feminilidade pura. Você Transparece bondade misturada com frieza, por dentro parece tão pura e por fora uma ser, assim, que nem eu”...

–È claro que foi Henrique, eu já sabia, só ele que sabia que eu estava no cemitério ontem, amanhã irei procurá-lo. Estranho, ele correu de mim ontem e hoje me manda um bilhete!
– Voltar pra casa, essas horas minha família já está me procurando, Oh céus! Que loucura!

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.