Sombra Do Beijo

3 Capítulo 03 - Desejo


Notas iniciais
Hello Sweet ^^ Oque vocês acham da historia? comentem se acharem ruim, ou quiserem dar uma sugestão. Boa leitura! musica: http://letras.mus.br/jimmy-eat-world/19957/traducao.html ou http://www.kboing.com.br/jimmy-eat-world/1-1053997/

O Doutor olhava Rose intensamente. Como ela podia ter tanto domínio sobre ele? Ele só conseguia se controlar superficialmente, o desejo de tocá-la e beijá-la em seus olhos. Ele estava prestes a acariciar seu rosto quando Pete entrou falando no cômodo.

— Rose nós vam... Interrompo? – Pete entrara na cozinha com Jackie atrás de si.

— O que foi? – disse Rose, o Doutor, no entanto, apenas se afastou dela, silencioso.

— Estamos indo buscar Tony na babá e devemos passar na Torchwood para contar a todos, que esse planeta não esta sob nenhum risco. Por enquanto – disse olhando furtivamente o Doutor.

— E enquanto fazemos isso, você pode mostrar as acomodações a ele, já que vai morar com a gente agora – disse Jackie e olhando para o Doutor acrescentou em tom serio – você vai ficar no quarto de hóspede vazio – olhou então para a filha – não quero você dormindo com ele enquanto não ver uma aliança em seu dedo, mocinha.

— Mãe – falou uma Rose mais vermelha que um pimentão. Isso não ia acontecer, ela nem sabia o que sentia. Dormir com ele? Beijar é uma coisa, agora aquilo...

Seu pai saiu e Jackie logo o seguiu, Rose permaneceu em silencio, estranhando o Doutor totalmente calado. Seu rosto estava totalmente sombrio. O que ele pensava tanto?

Rose pigarreou alto quando finalmente pareceu estarem completamente sozinhos em casa – você vem? – perguntou Rose, ele a olhou, um sorriso deslumbrante em seus lábios.

— Allons-y Rose Tyler – respondeu ele prontamente cheio de excitação assim de repente.

— O que se passa na sua cabeça? – ela murmurou mais para si mesma, não notando que ele ouvira. Ele questionava-se e debatia debilmente seus pensamentos. Ele era humano suficiente para ela? Ela aceitaria ele daquela forma? Como ele agiria se ela quisesse algo dele, um relacionamento serio... tipo o seus pais... não, não, não, não é assim. Ele não a obrigaria a ficar com ele só por que ele queria. Ela tinha suas escolhas livres.

Eles subiram as escadas, Rose sempre na frente, havia corredores e uma ampla sala que dava para uma enorme varanda. “No corredor a direita fica o quarto dos meus pais” disse apontando, “e a esquerda fica o nosso” disse andando e parando.

— Você vai dormir comigo? – falou um Doutor risonho, seus olhos pura diversão.

— Não – respondeu ela rapidamente, corando rápido – este aqui, é onde você vai dormir, sozinho – disse apontando a porta a esquerda e enfatizando a ultima palavra – por enquanto – murmurou tão baixo que ele não pode ouvir.

— E esse? – perguntou ele apontando para a porta de frente ao quarto destinado a ele.

— É o meu – disse tranquilamente. – Você quer ver?

— O que? – pergunta ele confuso.

— Seu quarto. Doutor você esta distraído com algo? – ela o olhou atentamente, ele desviou o rosto que parecia estar muito vermelho.

— Oh sim, claro, vamos – disse ele abrindo a porta e adentrando com Rose as suas costas. Ele se distraiu apenas um segundo olhando seus lábios carnudos e provocativos, macios e perfeitos... não, não, não. Não pense nisso. O que esta havendo? Esse corpo humano parece não resistir às tentações muito fáceis como o velho senhor do tempo conseguia com seus dois corações e 900 anos de idade, mas este, queria tocar e sentir tudo, especialmente uma humana rosa e amarela.

O quarto era espaçoso, com uma cama de casal, um guarda roupa simples e uma enorme janela de vidro com uma linda vista da cidade. As paredes eram creme e a cortina da janela era vinho, combinando com as cores da cama e guarda roupa.

— Você pode tomar banho se quiser – disse Rose distraidamente, encarando o rosto dele atentamente.

— Por quê? Estou fedendo? — Disse fazendo que se cheirava.

Ela não se segurou e começou a rir dele — Não mais, ajuda a relaxar, e acabamos de sair de uma guerra, eu acho... – sua voz foi sumindo. Ela estava rindo de novo e ele logo a seguiu ao banheiro, contente de ver seu sorriso novamente. Tudo se iluminava com o simples som de sua risada.

Ela desceu as escadas, com intenção de preparar algo para comerem, estava quase na hora do almoço. Ela preparou dois sanduíches rapidamente, ela era péssima com comida. Foi em direção as escadas se perguntando se ele já teria terminado, quando ouviu um grito ensurdecedor.

— ROSEEE – O Doutor a chamava, seu tom era de alarme, ela começou a imaginar as piores cenas em sua mente. Daleks, cybermans, Sycorax sua mente trabalhava rápido enquanto corria ate o banheiro – Rose socorro...

Notas finais
comentarios ^^