Notas iniciais
Bem Vindos, aos leitores que quiserem ler a minha fanfic. Eu me orgulho dela, porque escrevi-a toda a mão nos meus cadernos. Ela está toda terminada. Ela possui 34 capítulos, incluindo Prólogo e Epílogo. Então vamos começar? Esse é apenas o prólogo, embora tenham elementos muito importantes. Até as notas finais.

Esta é Berk. Uma ilha meio escondida pelo frio, mas pelo incrível que pareça o lugar mais quente e aconchegante do mundo. Este é o meu lar. Aqui tínhamos uma, digamos perigosa combinação: frio, vikings e dragões.

Quem diria que teríamos essa combinação um dia. Fazia seis anos que eu havia conhecido a minha outra parte. Está certo que eu o acertei (numa tentativa de ser como os outros vikings. Hilário) e ele ficou sem parte da cauda. Mas a nossa amizade foi maior. Eu fui o primeiro viking a treinar um dragão. Não foi qualquer dragão não, foi um Fúria da Noite, a cria diabólica do raio de da própria morte...

Olha só Banguela, eu acho que isso aqui estava meio errado. O Banguela era a criatura mais dócil do mundo (na maioria das vezes, a não ser que estivesse lutando). E era o único Fúria da Noite que nós encontramos. Mas mesmo assim ele não era solitário, ele tinha a mim. Eu não vivia sem ele e ele não vivia sem mim. Não pela cauda (eu fiz um dispositivo que fazia ele voar sozinho), mas por tudo que nós vivemos. Mesmo assim ele preferia que eu controlasse-o. Isso me deixava tão feliz e hoje me traz saudades.

Quanto à cauda, ele me deu troco. Na nossa luta contra o Morte Rubra (um dragão que obrigava os outros a nos atacar. Em troca de proteção, os outros deveriam trazer comida para eles), ele ao me salvar, bom não me salvou inteiro. Como ele não tenho a perna esquerda (cauda esquerda). Mas isso não é um problema.

Além do Banguela, fazia seis anos que eu tinha uma pessoa muito importante ao meu lado. A Astrid. Bom, não vou dizer que nós sempre gostávamos um do outro (de minha parte eu sempre gostei e admirei a Astrid). A Astrid me ignorava antigamente. Mas nunca fez brincadeiras ou caçoou de mim por eu ser diferente (leia bem menor e magro) dos outros vikings. Mas o Banguela também me ajudou nesse sentido.

Quando ela descobriu minha amizade com o Banguela, ela começou a me entender (mesmo me batendo e quase contando pra todo mundo, mas isso não vem ao caso). Depois disso nos aproximamos cada vez mais. E hoje todo mundo quando todo mundo nos vê juntos, vê o nosso amor.

A Astrid também é uma grande guerreira. Não a irrite se ela estiver com um machado.

A Astrid me apoia em tudo. Me dá forças para continuar e liderar Berk. É eu sou Soluço Spansitocus Strondus III, filho de Stoico e Valka, líder da Tribo Hooligan, bem naquele tempo fazia um ano.

Outro momento que a Astrid me apoiou. Fazia um ano que eu tinha reencontrado a minha mãe. Mas havia “perdido” meu pai. Eu sentia muita falta dele. Ele era o meu alicerce. Eu fiquei inseguro às vezes, era muita coisa que aconteceu de repente. Mas eu sabia que ele estava no meu coração e sempre que eu pedisse um conselho ele iria me dar.

Drago. Ele controlou a mente do Banguela para me matar, e meu pai ao me salvar acabou morto (era o que pensávamos) pelo... Ah, pelo Drago. O Banguela não teve culpa de nada. Provou isso ao tornar-se o dragão Alpha.

Pois é: “Isso é ganhar a lealdade de um dragão”. Foi isso que nós mostramos para o Drago. Mas eu sentia que ele não havia morrido. Eu tinha aquela preocupação.

Mas voltando ao assunto... Minha mãe era incrível. Ela me ensinou tudo que aprendeu sobre dragões naqueles 20 anos que viveu no Santuário com o ex-dragão Alpha. Eu passei tudo para o Livro dos Dragões. O Perna de Peixe nunca ficou tão feliz na vida.

Falando em Livro dos Dragões... Eu ainda era líder da Academia de Dragões de Berk. Tudo bem que já éramos Mestres de Dragões, mas eu dividia meu tempo como líder dando aulas na Academia para aprimorar nossas habilidades. Até minha mãe nos dava aulas. Cada um lá era líder de uma classe de dragões por entender, por incrível que pareça o Melequento e os Gêmeos entendiam, mais sobre tais classes.

A Academia sobreviveu todos aqueles anos estardalhaço (e explosões) do Melequento e dos Gêmeos. Mas na hora de lutar são os melhores. Lembrar-me deles me faz rir. O Melequento e o Perna de Peixe estavam “disputando” a Cabeça Quente. Eu falava para Astrid, Quem diria que o Melequento que dava em cima de você (mesmo a gente meio junto) disputaria por alguém que não fosse você. Eu acho que quem estava ganhando era a Cabeça Quente...

Eu estava, na noite que irei começar a relatar minhas lembranças, acordado e sentado na minha cama. Banguela estava dormindo. Eu tive um pesadelo muito estranho.

Eu estava correndo no meio do nada, sozinho. De repente meu pai apareceu e me abraçou. Então me disse: “Meu líder, nunca poderia escolher sucessor melhor. Soluço prepare-se para guerra. A guerra virá Soluço. Entre o passado, o presente e o incerto futuro. Defenda seu povo, Soluço”.

Mesmo me esforçando não conseguia entender. Eram quatro horas da manhã.

Aliás, você deve se perguntar como nós, vikings, sabemos as horas. Bom... Há um equipamento em Berk que é herança do meu tataratataratatara...avô, Barbadura. Ele indica as horas. Ele é meu por direito, já que sou o líder e herdeiro dele. Mas fica com a Anciã eu informa as horas a Berk (só que havia um sistema aqui em casa ligado a este equipamento que me permite saber as horas daqui de casa. Interessante não? Mas acho que todos em Berk agora têm um equipamento desses em casa).

Eu vou ter que esperar amanhã para o Bocão ir falar comigo com a Anciã, eu pensei. Eu não entendia a sua escrita, poucas pessoas entendem. Eu não iria acordar minha mãe, ela ficaria preocupada comigo.

O Banguela acordou e veio até minha cama me lamber. Essa lambida não saia lavando, mas às vezes curava as mágoas.

-Está tudo bem amigão.

Ele sabia que não estava. Ele queria me ajudar a sentir-me melhor. Ele ficou olhando para mim e eu tive uma ideia.

-Que tal um voo amigão?

A partir de agora, começa uma história incrível. Está pronto para conhecê-la? Então venha.

Notas finais
♥ Obrigada aos que leram e pretendem acompanhar. ♥