Solitária

1 Capítulo unico


Notas iniciais
História real.

A história narrada a seguir, são fatos reais. Se alguém se identificar ou identificar um amigo, por favor, mostrar-lhe isso e avisar-me. O que eu quero é só abrir os olhos de algumas pessoas, não tenho em mente expor o passado ou o presente das pessoas. Caso alguém seja intimidado por isso, irei excluir na hora.

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Magnólia, 13 anos, com problemas de vista. Não se é novidade que ela é assim. Tudo bem, vou começar desde o início.

Naquela época, a rede social usada era o Orkut, é até nostálgico dizer seu nome. Magnólia não tinha acesso a Facebook como hoje em dia.

Nasceu no dia 29 de fevereiro (ano bissexto) de 2000, então agora tem 13 anos. Nunca teve muito dinheiro, era de família de classe média, e não entendia nada da vida, odiava aquilo, achava-se inútil. Filha unica de pais separados, morou com a avó quase a vida toda. Foi violentada na infância. Na 3ª serie, apanhou dos colegas de classe por ser pequena e frágil. Ficou com ódio das pessoas.

- Esse mundo não precisava existir — dizia Magnólia — Eu não precisava existir.

Em 2010, num internato, foi acusada de furtar e acidentar uma menina. Foi levada para um hospital psiquiátrico onde passou 2 anos tomando sedativos e calmantes.

- Se eles querem me pegar, eu vou pega-los primeiro — dizia com um sorriso maligno no rosto.

Eles a trancavam no quarto, pois ela era muito violenta.

Em 2012, saiu do hospital, não totalmente curada, mas o suficiente para ter uma vida normal, tirando o fato de tomar remédios para isso acontecer. Num dia qualquer, encontrou um garoto, ele estava caído no chão, Magnólia foi ajuda-lo. Assim que viu ele pela primeira vez, sentiu seu coração pulsar mais rápido. Aquele era seu primeiro amor.

Depois de quatro meses, ela resolveu se declarar, chorava quando ele não estava perto. Os dois dariam suas vidas pela ciência.

Um dia, ele avisou que queria encontrar Magnólia no telhado de um prédio abandonado. Ela se arrumou e foi. Chegando lá, teve um pressentimento ruim.

Ele a abraçou e disse:

- Isso é para o seu próprio bem.

E ele se jogou. Magnólia chorou por meses até que, no dia 22 de março de 2013, quando mexia profundamente ignorante no seu Facebook, adicionou ele. Por um tempo conversando ela teve certeza. Ele era igual ao seu primeiro amor. Resolveu se declarar. E se declarou. A partir daí, ela tirou um peso das costas. Mas apareceu outro.

Como Magnólia de apaixona fácil, ela é ingênua. Começou a pensar se ia dar certo, ele era gentil e legal. Mas e se ele fosse a pessoa errada?

Ela mentiu sobre sua idade, mentiu sobre tudo, sobre qualquer coisa.

Dizia tem uma amiga, uma melhor amiga.

Mas a verdade, ela não é sociável. Sentava no funda da sala de aula, ficava desenhando. Ela era a "garota que desenhava" bem da turma.

Talvez o "namorado" dela não queira ela depois da verdade.

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Eu sinto, que nessa história, tem algo errado, uma mentira que ninguém aceitaria. Queria encontrar esse erro e corrigi-lo.

FIM.

Notas finais
Caso encontre a pessoa do texto, avise-me, por favor.
Obrigado por ler.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!