Soldado Lobo: Conquista

4 Capítulo 2: Primeiras Tropas


(PDV Vladmir)

Eu acordei com o som de algo grande correndo pela floresta. Eu imediatamente acordei apontando meu rifle para a origem do som. O que eu vejo me faz duvidar que meu pequeno rifle sequer pode perfurar o couro do que está correndo na direção da minha base.

Eu imediatamente vou para minha metralhadora depois de prender meu rifle as minhas costas. Eu miro nos gigantescos lobos de pelos negros e olhos brilhantes vermelhos correndo na direção da minha base. Tem três deles e mais de vinte dos Soldados Lupinos, com os tenentes visíveis por serem um pouco maiores, montados nos lobos gigantes.

Eu apertei o gatilho, e a saraivada de balas e o barulho da pólvora encheram o ar. Como estas armas são muito mais poderosas, elas perfuram os corpos dos lobos gigantes rapidamente, e eu consigo matar os três focando somente neles, assim como os tenentes. Porém, eu não consigo acabar com todos os soldados de primeira, e quinze ainda avançam na minha direção, tentando pular por cima das barricadas.

Eu não consigo mirar baixo o suficiente com esta metralhadora, então eu jogo duas granadas e pego meu rifle, me livrando de mais sete dos inimigos, sobrando apenas oito. Estes oito sobem minha torre. Tarde demais para recarregar o rifle.

Um deles sobe o parapeito, e eu enfio a baioneta no peito dele, errando o coração, mas causando dano fatal. Ele se agarra ao meu rifle, caindo junto com ele. Não tem problema, ele está completamente descarregado, seria inútil me agarrar a ele.

Mais deles sobem, e eu saco minhas duas pistolas, uma em cada mão, atirando nas cabeças daqueles que conseguem subir. Meu instinto me faz agachar, e um deles passa por cima de mim, caindo na minha frente, tentando um ataque por trás. Tch, perto demais para mirar direito com as pistolas.

Eu desfiro um chute com toda a minha força, quebrando o pescoço dele, mirando ao mesmo tempo para o último soldado, estourando a cabeça dele. É, isso foi bem. Repelir o ataque sozinho.

[Morto: Soldado Lupino x27]

[Morto: Tenente Lupino x3]

[Morto: Warg x3]

[O nível 21 foi alcançado, aumento em todos os atributos, melhora na habilidade do invocador]

Ótimo! Acho melhor eu invocar os meus soldados de uma vez para me ajudarem com a limpeza desta área. Eu olho o menu da minha habilidade. Eu não posso invocar nenhum veículo ou armas mais avançadas, mas eu posso invocar dez soldados! Eu imediatamente os invoco.

Uma luz leve sai do chão, e dez garotas saem vestidas no meu uniforme casual de combate. Imediatamente, o meu uniforme muda, se transformando magicamente no uniforme... de um marechal! Legal! Então eu já posso ser considerado como líder de um exército.

As dez garotas batem continência, e uma delas dá um passo à frente:

(Chitose): “Soldada Rasa Chiharu Chitose se apresentando para o serviço! Marechal, quais são suas ordens?!”

Ela falou em voz alta, como um soldado costuma fazer. Eu assumi a posição de sentido, batendo continência de volta e dizendo:

(Vlad): “Eu sou seu Marechal, Vladmir Grigori, descansar. No momento nós nos encontramos em território hostil. Nossa base acabou de sofrer um ataque inimigo, e no momento estamos com grande necessidade de uma limpeza geral dos corpos do inimigo e reparo da base. Assim que a limpeza acabar, partiremos para um reforço da base e preparação para o próximo ataque! Decapitem as cabeças dos menores, e tirem a pele dos lobos gigantes! Ao trabalho!”

Eu disse, invocando dez machados, dez facas e dez pistolas idênticas as minhas. Eu e elas saímos imediatamente para limpar o campo de batalha, as introduções podem ficar para depois. Agora eu também posso invocar camas e necessidades básicas, como papel higiênico e mais utilidades militares.

Eu carrego um dos Wargs sozinho para dentro da base, já que eu sou bem mais forte que as garotas por causa do meu nível, e sou capaz de arrastar um sozinho com dificuldade enquanto elas precisam de cinco com cordas para arrastar o Warg para dentro da base.

Enquanto eu cavo um buraco bem fundo juntamente com três das garotas, enquanto o resto arranca as cabeças dos monstros e reparam a base, juntando mais madeira e fazendo a manutenção das armas na torre, na qual elas estão reforçando para tornar algo útil de verdade.

Elas também estão usando o material que eu deixei preparado para construir o teto da torre. Depois de cavar um buraco muito, muito fundo, o suficiente para jogar os corpos dos Wargs e lupinos, eu e as garotas somos puxados para fora com cordas.

Retirando as peles dos Wargs para que possam ser processadas em cobertores depois, e os crânios para decoração contra o inimigo, nós enterramos os corpos e prendemos as cabeças em postes do lado de fora.

Eu invoco arame farpado para colocar nas barricadas e estacas do muro para ter um efeito ainda pior no inimigo. Dentro da caverna, que tem bastante espaço, eu invoco dez camas de hospital. Confortáveis, mas não luxuosas. Eu também coloco mais duas metralhadoras MG 08 apontando para o lado de fora.

O dia passa rápido, e nós conseguimos preparar tudo para sobrevier mais um ataque, incluindo armamento completo para meus soldados e granadas para cada uma delas. A noite se aproxima, e nosso trabalho acabou. Agora só falta esperar um ataque mais intenso do inimigo. Enquanto isso, eu deveria aprender o nome dos meus soldados.

Eu ordeno que elas se alinhem do lado de dentro da base. De uma ponta a outra, eu ando com elas se apresentando. A primeira é a garota que falou comigo primeiro. O corpo dela é escultural, com seios grandes, cabelos longos, negros e lisos, com pele pálida e olhos roxos, altura cerca de 1,60, com o rosto de uma ídolo japonesa. Uma verdadeira beldade.

(Chitose): “É uma hora conhece-lo, Marechal Grigori! Mais uma vez, meu nome é Chiharu Chitose! Eu servirei o Marechal com toda minha alma!”

Eu assenti, andando para a próxima garota. Ela também é uma garota bonita japonesa, com cabelos negros como os de Chitose, olhos azuis claros, seios pequenos, mas grandes o suficiente para aparecer sob a jaqueta, pele pálida, altura cerca de 1,60, um pouco mais baixa de que Chitose. Ela bate continência e se apresenta:

(Ibuki): “Meu nome é Itoki Ibuki! Eu servirei o Marechal Grigori até depois da minha morte!”

Ela disse, cheia de animação. Eu soltei um “assim espero”, que fazê-la quase sorrir de alegria. Parece que essas soldadas tem uma certa obsessão. Eu vou para a próxima. Cabelos vermelhos, longos e lisos, escuros como sangue. Pele pálida, olhos vermelhos e lábios com uma vermelhidão natural. Ela tem seios fartos, a jaqueta aberta até logo abaixo deles, realçando o tamanho.

Ela tem um corpo em formato de ampulheta, com uma aura sedutora. Ela também é alta, cerca de 1,80 metros de altura. Ela bate continência, contra a imagem dela, ficando em posição de sentido.

(Crimson): “É um prazer conhece-lo, Marechal Grigori! Meu nome é Crimson Victoria, por favor, me chame de Crimson... em qualquer momento que o senhor precisar. Não importa para o que seja.”

Ela diz, com um sorriso e tom sugestivo. Eu somente sorrio e vou para a próxima. Cabelos prateados e de um marrom claro, com rosto bonito e olhos cor de mel. O corpo dela tem as medidas certas, não muito grande e não muito pequeno. A altura dela é a mesma que a minha, e ela tem um sorriso amigável no rosto.

Julgando pelo rosto dela... Polinésia?

(Iolana): “Meu nome é Iolana, Marechal Grigori! A seu serviço, Kaipo!”

Kaipo? Iolana... se eu não estiver errado, é um nome havaiano. Kaipo... se eu não me engano, é a palavra para “querido”. Eu sorrio e passo para a próxima. Cabelos loiros, longos e lisos até o traseiro, pele pálida e lisa, com olhos azuis claros e corpo com medidas medianas. Com sua altura de 1,70, ela passa a sensação de ser um soldado.

(Tanya): “Marechal “Grigorri”! Meu nome é Tania Sebraviekov! Eu servirei com minha vida!”

Ela disso, com um pesado acento russo. Mesmo que eu tenha nascido na Rússia, meu sotaque não é tão pesado, puxando um pouco no r. minha mãe era romena, e eu preferi herdar o nome dela, Grigori. É por isso que eu me chamo Vladmir, um nome tipicamente romeno, mais especificamente, da Valáquia.

Eu sorrio e falo com a próxima. Cabelo castanho longo e ondulado, seios grandes e olhos gentis verdes. Pele pálida, com um leve sorriso maternal no rosto. Ela também é baixinha, cerca de 1,50. Ela passa mais o sentimento de ser fofa do que linda, apesar de ela também ser bonita. Ela bate continência, com um sorriso gentil no rosto.

(Mary): “Meu nome é Mary! Eu estou pronta para servir Marechal Grigori com minha vida!”

Eu digo “assim espero” e vou para a próxima. Cabelos curtos castanhos, olhos castanho claros e rosto bonito com traços japoneses, com seios grades e atlética, com pele pálida e expressão séria, com cara de combatente. Ela tem 1,60 metros de altura. Ela bate continência e se apresenta:

(Kobayashi): “É um prazer servi-lo, Marechal Grigori! Kuribashi Kobayashi ao seu serviço!”

Assentindo, eu passo para a próxima soldada. Longos cabelos prateados e brilhantes até a cintura, olhos vermelhos como sangue e pele pálida. Um rosto delicado, como o de uma boneca, com lábios pálidos. Ela é pequena, cerca de 1,40 de altura, com uma expressão fria no rosto. Ela parece uma criança, sem nenhum volume o corpo. Ela bate continência, e diz com uma voz sem emoção e infantil:

(Anastásia): “Marechal Grigori, Anastásia Venderl se apresentando para o serviço!”

Eu assenti, segurando a vontade de fazer um carinho na cabeça dela. Ela é muito fofa, e o rifle parece gigante comparado a ela. É quase cômico. Eu vou para a penúltima soldada. Ela é alta. Muito alta, cerca de 2,00 metros de altura, mais alta até mesmo do que eu.

Ela tem um rosto bonito e cheio de vida, com um sorriso feliz estampado nele. O cabelo é loiro e volumoso, descendo até a base das costas. As mangas arregaçadas revelam braços com um pouco de músculo definido, mas ainda tem uma figura esguia e com curvas, com seios grandes. O sorriso dela brilha como os olhos verdes.

(Aline): “Aline Mestre se apresentando para serviço do Marechal Grigori!”

Eu sorrio, animado. Essa aqui parece que tem bastante força física. Parece que eu e ela vamos ficar encarregados do trabalho pesado. Se eu não me engano, ela foi aquela que carregou a lenha para dentro sozinha. Eu vou para última soldada sob meu comando.

Cabelos pretos em uma trança, corpo modesto e rosto japonês bonito e gentil com olhos zuis grandes e gentis. Pele pálida e altura em cerca de 1,70. Ela sorri para mim, falando gentilmente e educadamente:

(Kuroka): “Kuroda Kuroka, se apresentando para serviço, Marechal Grigori! Eu também sou médica!”

Ela disse, batendo continência. Ótimo! Uma médica!