Solare e Luana
11 Alertas
Notas iniciais
Ontem teve um show muito, eu gostei muito. Não aconteceu muita coisa ontem, ontem a Cat só queria me fantasiar de lolita e fui no show. Nada além disso, porém...
Hoje, para recompensar ontem, fui acordada por um anjo. Ele me puxou para fora do quarto e foi voando para a sala da Diretora. A Solare já estava lá. O anjo me soltou e eu caí no chão.
– Que delicadeza para um anjo, hein? — Eu disse, emburrada e indo em direção a Solare que estava falando com a Diretora. Parecia um assunto importante.
– Solare e Luana, vocês são destinadas a acabar com o mal, as trevas que estão chegando mais fortes do que nunca aqui para a Terra, destinada a corromper todos os seres que aqui vivem.
– Porque somos "destinadas"? — Perguntou Solare.
– Há muito tempo atrás... As trevas dominavam o planeta. Todos que viviam aqui tinham medo, ninguém ajudava o outro... Mas daí, veio um anjo, com a benção do Sol e da Lua destinado a acabar com as Trevas, ele possuía um cajado, com tanto poder que, na mão de pessoas erradas, poderia destruir o universo. Assim, ele conseguiu acabar com todo o mal que havia na Terra (restando apenas um pouco, o que é normal), purificando todos os corações. E como o anjo que acabou com as Trevas tinha a benção do Sol e da Lua, e no cajado havia os "poderes" dos mesmos, vocês são as escolhidas.
– Mas e o Louis? — Solare perguntou, de novo.
– O Louis não é importante. Isso é um fato. — Eu falei.
– Como o Louis ele só é "filho" do Sol com outra estrela, que desconhecemos, ele não é destinado. Vocês podem escolher alguém para ajudar vocês nessa jornada e escolher algumas armas, por enquanto, vocês ainda podem treinar numa vila isolada de Kyoto, no Japão. Já que as trevas podem demorar algum tempo para realmente chegar. Mas não se engane: agora as trevas tem um exercito de monstros e bruxas, que podem atacar vocês.
– Por que em Kyoto? — Pergunto, curiosa.
– Porque lá é aonde podemos previr que o cajado está, só não sabemos o local exato onde ela se encontra, mas, nesse pequeno período, vocês também podem tentar procurar o cajado.
Depois, escolhemos algumas pessoas para nos ajudarem nessa aventura, escolhemos todos os nosso amigos, e, depois do Louis IMPLORAR para eu escolher ele, eu deixei ele vir com a gente. Foi realmente uma cena muito engraçada.
" — Só se você falar que eu sou sua deusa e beijar meus pés. — Eu falei.
– Ah, ah! E falar que ama o George!- Se intrometeu Cat."
E o resto eu nem quero me lembrar, né. Nós explicamos tudo em um resumo a eles., e tudo ocorreu bem, até que...
– Se lembrem, vocês também podem escolher armas! É só me seguirem! — Disse a diretora, numa imensa alegria, nos levando ao porão, abrindo uma porta e nos mostrando um cofre. Abrindo-o, logo depois.
– QUANTA ARMA! — Eu gritei, correndo ao cofre.
– Cuidado! E... é só uma arma para cada um. Uma arma branca e outra arremesso, projéteis ou de mão. — Ela me disse, apontando para mim com um monte de armas em minhas mãos.
– Okay. — Eu falo, jogando todas as armas no chão. — Eu escolho a besta e a katana, então.
Todos escolheram suas armas, e no outro dia fizemos as nossas malas e fomos direto ao aeroporto para ir Kyoto. A Sophia me falou que fizemos bem em trazer a Dalila junto, pois ela morou um pouco de sua infância lá, e deve conhecer um pouco da cidade em que vamos ficar, que, por coincidência, foi a mesma cidade em que Dalila ficou até seus 6 anos. Ficamos conversando a viagem inteira. Eu fiquei do lado de Sophia. Até que, o avião meio que começou a cair e eu senti uma impulso por cima. Algo começou a abrir a parte de cima do avião, ela abriu e começou a entrar um enorme vento dentro do avião. Uma menina de uns dezoito anos desceu, ela tinha belos cabelos negros e olhos lilás. Ela estava com uma arma de fogo e começou a tentar atirar em mim e na Solare. Então, começamos a lutar e nos defender, para não morrermos, é claro!
– Eu sou Judith, e minha missão é matar vocês! — Ela se apresentou, apontando a arma de fogo na minha cabeça.
– Eu já te vi na rua. Você estava nos espionando? — A Solare perguntou, até numa situação dessas ela pergunta, Meu Deus...
– Isso mesmo... — Ela responde, ameaçando atirar em minha cabeça.
Então, o Nicolas a empurra pro lado do avião e a arma acaba disparando, passando de raspão no braço da Solare. Então, aproveitando o momento, peguei a faca que peguei escondida da diretora e enfiei no braço da garota.
– Quem te mandou essa missão?! Anda, fala! — Eu disse, enfiando a faca mais para dentro do braço dela. — Eu estava tremendo, nunca tinha feito aquilo antes, que loucura! Pura adrenalina.
– Eu posso morrer, mas não irei contar! — Judith respondeu, cuspindo em mim.
– Não brinca com o perigo! — Eu falei, tentando parecer malvada, o que eu não sou...
– Que perigo? Só vejo uma garota idiota manuseando uma faca de jeito errado.
Quando eu já ia dar uma surra nela chegaram vários soldados no avião, que tinham pulado de outro avião (que sofisticado), o avião pousou de emergência e levaram a garota para a prisão. Ela não tinha documentos, não sabia sua idade, nem nada, só sabia que seu nome é Judith. Então não sabiam se ela era menor de idade ou não. Ficamos um tempo no lugar onde o avião pousou, uns dois dias eu acho. Ficamos em hotéis e logo depois fomos para um outro avião para Kyoto.
Quando chegamos em Kyoto, fomos até uma vila muito isolada, e lá começamos a treinar, peguei minha besta para treinar um pouco, já que sempre quis pegar numa besta. Quando chegamos lá, haviam soldados que nos ensinariam como usar as armas, etc. Quando fui pegar a besta para treinar, Louis me avisou:
– Luana, você não tem medo de morrer fazendo isso não? Você vai morrer por pessoas que nem ao menos sabem que você existe!
– Cara, se tu não tem coragem para fazer isso, então porque me pediu para vir? Eu tô pouco me importando se as pessoas que vou salvar sabem se eu existo, o importante é que eu vou deixar de ser uma inútil, que eu serei uma heroína, que eu ficarei na história, e, que eu salvarei milhares de pessoas inocentes! Cansei de ficar o dia inteiro só comendo, estudando e jogando, pelo menos irei fazer algo emocionante na minha vida! Pelo menos vou ter uma história para contar quando for mais velha, pelo menos EU farei a diferença para o mundo.
– Luana, você acabou com o Louis... — A Dalila me falou.
– Luana, eu só quero apenas proteger você e a Solare, essa é a minha missão como irmão mais velho, e é óbvio que eu vou me preocupar com vocês! Você pode até estar pouco se importando se eu morrer nisso, você não sentiria minha falta ou algo assim, mas, eu tenho que proteger vocês, não só porque é a minha missão como irmão mais velho, mas porque também eu amo vocês, minhas irmãs caçulas! Se você acha que eu só estou falando isso porque eu sou um tremendo medroso, covarde, você está muito errada e com um pesamento muito errado sobre mim! — O Louis se defendeu, logo depois indo embora treinar.
Mas, eu sentiria falta dele, eu apenas expus minha opinião sobre o que ele tinha me dito... Eu interpretei errado, mas quando ia me desculpar, Louis já havia ido embora.
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