Uma mulher sozinha

Uma mulher sem seu amor,

Uma mulher sozinha,

Uma menina sem alma,

Uma menina mulher abandonada ao vento da vida,

Sua lagrimas são como a morte com uma faca afiada em mãos,

Uma mulher sem terra, sem vida, sem chão.

Abandonada pelo amor, com o corpo ainda marcado pela dor que a falta dele deixou.

Seu rosto transparece a dor. Uma dor que é tamanha que aos poucos fez com que o choro deixasse sua alma nua.

Uma mulher que ainda respira, e segui a vida com rosas nas mãos e sangue em suas feridas.

Uma cigana caminhando entre o vento, um corpo caído ente a multidão

O desespero de um coração partido.

Seu coração ainda bate, mas a cada batida dor é assim como o gelo em chamas.

Mas mesmo gritando de dor, uma mulher sozinha ainda sorri.

Pois um dia amou.

Um dia se doou.

Flávia Souza.

Notas finais
Espero que gostem....
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.