Sobrenatural - o Filme 2
6 Desculpe, eu fui uma idiota
Notas iniciais
Dean riu.
- Qual a graça?
- É que não paresce. — ela fez uma careta e ele parou.
- Não tem graça. — Jo o abraçou e ele apoiou a cabeça na dela.
- É verdade?
- Ninguém me merecia.
- E eu mereço? — ele a olhou, mas ela olhava o vasio.
- Eu te amar não é o suficiente?
- Você é uma das primeiras garotas que me fez se apaixonar. — ela sorrio.
- Uma?
- Talvés a primeira, ainda não sei bem o que sentir. — ela estremeceu e olhou em dúvida para ele.
- Sinta a mim. — ele percebeu que a dúvida não era com quem e sim o que. Dean tomou coragem e a bejou delicadamente, suas mãos estavam nas costas e nos cabelos loiros dela. Imediatamente desceu do balcão e voltou a beijá-la.
Seus lábios eram calmos e eles não tinham pressa. Ele sentia a incertesa dela nos lábios, mas sabia que era o que ela queria. Ainda entre beijos andaram até o quarto designado a eles. Dean deitou-se sobre Jo calmamente, ele não queria deixá-la mais nervosa. Foram tirando as peças de roupas um do outro devagar. Assim que estavam sem nenhuma, Jo ficou por cima, assim que sentio-o dentro de si, uma pontada de dor veio.
Ele parou instantaneamente e ela fecho os olhos e as mãos em punho, ambos esperavam ela se acostumar. Assim que ela reabrio os lhos e as mão eles rolaram na cama. Dean tinha cuidado, ainda temia machucá-la. Ela arranhava as costas dele e o puxava para si, metade do tempo ficou de olhos fechados.
Depois ela se deitou no peito dele e ele abraça as costas suadas de Jo, não demorou muito para ambos adormecerem.
Já era manhã e Ruby abra os olhos lentamente, Sam estava calçando os sapatos ali.
- Você apagou... — ele jogou umas roupas para ela que o olhou com raiva.
- Onde pensa que vai?
- Vou ver, Dean. Se arruma, vem comigo.
- Não... Eu não posso ir. — ela desviou o olhar, mas depois voltou a olhá-lo — E nem você...
- Ãn?
- Vai deixar uma mulher nua sozinha em um quarto de motel? — ele riu. Ela foi até ele e se ajoelhou na beira da cama puxou-o, pela gola da camisa, para a cama novamente.
- Ruby, não... Eu tenho que ir...
- Não vai a lugar nenhum... — ela o beijou maliciosamente já tirando a camisa dele.
Dean acordou e olhou para frente, viu as costas nuas de Jo, lembrou da noite anterior e sorrio.
- Está olhando e pensando que estou dormindo? — Jo se virou, ela segurava o lençol cobrindo os seios.
- Acreditaria se eu disse não?
- Não.
- Então sim.
Ela sorrio, parescia contente.
- Seus pais devem estar desconfiados.
- Se eles já não souberem, vi que minha mãe percebeu faz tempo. — Dean vio um pintada de vergonha na face dela — Não se preocupe, eles não vão te comer, nem arrancar suas tripas. — ambos riram.
Eles se vestirma e foram para a sala, Mary estava lá e deu a eles um prato com frutas e vitamina.
- Que isso? Eu sou homem não posso comer isso.
- Você e o seu pai são iguaisinhos.
- Que bom. — ele saiu da cadeira e foi para cosinha, ela o seguio.
- Você gosta mesmo dela? — Ele quase deixou cair a cerveja.
- Err... Sim. — foi o suficiente.
- E Sam, gosta mesmo da tal Ruby? — ela realmente se intereçou por aquilo.
- Não percebeu? Cara ele gosta tanto dela que dá medo.
Sam e Ruby estavam em uma lanchonete, ele a obrigava a comer um pouco por quase não teve forças para sair do motel.
- Vem, eu vou ver o Dean. — ela suspirou.
- Tenho que fazer uma coisa antes.
Ele pagou a conta e sairam, Sam foi atrás de Dean, mas ela não disse aonde ia.
A meia demônia caminhava pela encruzilhada com a cabeça baixa, sentia alguém atrás de si e esse alguém não a machucaria.
- Me desculpa eu fui uma idiota.
- Ruby.... — ela se virou, era Lilith.
- Eu... Nunca a intendi e a julguei por que nunca soube. Acho que realmente amava ele e a nós, com uma força de ter coragem de nos abondonar para nos proteger. Eu nunca pensei que um dia saberia por que fez isso.
- Sam e essa criança que você perdeu pode ensiná-la uma coisa que eu já sei há séculos....
- O amor, até de mãe, não há tamanho, sempre tentou nos proteger, me proteger e eu nunca vi isso, sinto muito. Por tudo o que fiz.
- Mesmo que me odiasse por toda a eternidade e ainda a amaria.
- Esse é o problema, a fiz pensar que te odeio, mas na verdade eu te amo, e era isso que eu odiava. Eu não quero ficar brigada com você... Mãe. — ouvir aquela palavra de Ruby, quase fez Lilith chorar, mas ela não conseguia. As duas se abraçaram.
- Eu não preciso te perdoar, não fez nada de errado, filha.
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