Notas iniciais
Desejo que este texto produza ótimas reflexões em todos que o lerem.

Avaliando e discutindo, debatendo sobre a situação econômica e financeira do Brasil, de Portugal e de diversos outros países, senti-me impulsionado e convidado a escrever sobre o tema.

No Brasil existem notórios programas de assistência social e de distribuição de renda, alguns deles inclusive elogiados em outras partes do mundo e com projetos de serem replicados ou adaptados por outros países.

Contudo, mesmo com tais programas, a desigualdade social, pobreza, falta de acesso a recursos e a outros fatores, contrastes sociais e dificuldades financeiras e econômicas, tais quais atrasos salariais, trabalhadores que recebem abaixo do salário mínimo e de seu piso salarial da respectiva categoria, ainda são problemas que se fazem presentes no Brasil de modo amplo e abrangente.

A ampliação de tais programas, bem como uma proposta de educação, conscientização a respeito da importância dessa assistência, e o combate ao preconceito que existe não só contra os programas, mas também contra seus usuários, são medidas que devem ser estudadas, incentivadas e muito bem planejadas e programadas.

A educação financeira dos brasileiros também precisa ser melhorada e incentivada. As pessoas devem ser ensinadas e educadas desde cedo a construírem poupanças e evitar gastos desnecessários e supérfluos, que possam prejudicar a organização financeira e o orçamento do indivíduo ou de sua família. O uso dos "porquinhos" ou outros nomes que a prática receba nas diversas regiões do Brasil, bem como de investir na aplicação de sua renda e da manutenção de uma conta poupança em seu banco, também devem ser incentivados desde cedo.

A classe dos professores, essencial para o crescimento de qualquer nação, sociedade, comunidade, também deve ser melhor valorizada para que possam contribuir mais e mais com o crescimento econômico, financeiro, profissional e acadêmico dos futuros cidadãos. Professores muitas vezes são submetidos a condições de trabalho desumanas, insalubres e a atrasos salariais constantes, sem falar de quando recebem em dia, mas recebem um valor abaixo do salário mínimo e dos pisos salariais previstos em lei.

Em Portugal está a ser estudado também uma implementação de programas de transferência de renda similares aos do Brasil, por parte do governo, como parte de suas políticas de assistencialismo e de promoção do bem-estar social.

Em Angola se faz necessário, e muito, a implementação de programas de transferência de renda para auxiliar a combater a enorme desigualdade e outras mazelas que assolam a população angolana. Para redistribuir a renda, tentativamente, de forma mais justa e igualitária entre os cidadãos, de modo a combater a pobreza extrema que ainda assola muitos angolanos, as desigualdades sociais, a fome e outros problemas sociais enfrentados pela população.

Morei alguns meses na Dinamarca, e tenho amigos que já moraram ou já conheceram outros países europeus. Lá é impressionante o como o estado de bem-estar social é operante e funciona incrivelmente. As políticas públicas e de assistência social também funcionam. Um desejo meu seria replicar esse formato e estrutura em Angola e em outros países.

Faço votos de que este pequeno texto possa servir como reflexão para todos nós para que, ao invés de só esperarmos pelos governos que hajam em prol de suas populações, nós também, enquanto indivíduos e cidadãos, enquanto empreendedores ou pessoas fortemente atuantes na iniciativa privada, tomemos atitudes, planejamentos e iniciativas de modo a combater as desigualdades, mazelas, má distribuição de renda e melhorar, mesmo que aos poucos, a situação econômica das sociedades em nossos países, em principalmente se tratando das classes menos assistidas e menos favorecidas pelos seus respectivos governos.

Notas finais
Texto pode ser editado futuramente para incluir novos tópicos às minhas reflexões.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!