Sobras De Uma Investigação

1 Capítulo 1 - O melhor investigador.


Notas iniciais
James resolve o assunto de Sr. Holmes, mas será que o melhor detetive consegue resolver o crime perfeito que ocorrera a 100 anos antes?

De noite nenhum carro passava nas rua de James e Jack, dois irmãos que moravam na mesma casa, nos anos de 2900 isso é normal.

James sai de casa para ir ao trabalho, levantou-se, foi ao banheiro, lavou-se, fez a barba com seu robozinho, que cortava cada detalhe para que a barba ficasse perfeita, vestiu seu casaco preto e pegou o primeiro ônibus que andava na velocidade do som.

Jack recebe James com um longo abraço perguntando como foi a noite:

–Dormi bem, tirando o pesadelo com os cadáveres de ontem a noite. -

Jack riu

–Não é a sua cara irmão, você que me ensinou a não ter medo deles.-

James riu como resposta e foi para sua sala de vidro a prova de balas, guardou seu casaco e ligou o computador, a tela flutuadora do computador começava a ter forma e a imagem saiu no meio da uma caixa flutuante.

James pegou uma caneta, quer dizer, mouse; o mouse parecia uma caneta que ao passar na mão, mexia a pequena seta no seu computador, James estendeu o braço como se fosse ver as horas e o teclado apareceu em sua camisa de mangá longa.

Um homem barbudo e com aparência de quem bebia muito, entrou na sala e largou uma pilha de folhas em sua mesa:

–Aqui, quero que você ache este assassino.-

–Sim chefe, deixa comigo.- James respondeu ao seu chefe.

James era o melhor investigador da época, vendo as fotos dos cadáveres ele decidiu ir pessoalmente examinar os corpos.

Chegando ao local os médicos explicaram que pelo palpite poderia ser sufocamento:

–A vítima não tem sinal de ferimentos, não tem sangue nem machucados, a máquina de buscar vestígios não viu nada de errado na superfície, o que significa que morreu por algum dano de algum órgão.- A médica disse para James

–Mas a menina aparentar ter apenas 20 anos.-

–Por isso achamos que foi sufocamento, talvez suicídio?-

James examinou a garganta, não tinha nada de diferente na pele, ao abrir a boca dela James perguntou:

–Vocês já abriram o corpo?-

–Não, o corpo acabou de chegar, se você chegasse meia hora antes, nós não teríamos nada a falar.-

–Não sou médico mas acho que isto não é normal.- James apontou para garganta da vítima

A médica arregalou os olhos e chamou outros médicos para examinar a garganta.

–Iremos pedir que o senhor se retiro, senhor James.-um dos médicos pediu

–Sim, quem aqui pode me levar ao local do crime?-

–Senhor Holmes, lá!-O médico apontou para um senhor , aparentando uns 45 anos.

–Obrigado.-James foi na direção do senhor.

O Sr. Holmes tinha um sotaque estranho, era uma pessoa amigável e levou James ao local.

James foi analisando cada mancha de sangue e digitais possíveis mas só encontrou pegas de lama.James reparou as formas da lama e as pegadas acabavam na metade do caminho de um quarto, James olhou nos lugares e as pegadas acabavam ao lado de uma poça de lama provocada pela bota.

James abriu o quarto e achou uma corrente pela metade, ao lado da cama onde havia sido retirada a vítima.

–Como que os policiais não viram isto?-James analisava a corrente.

–Este caso é novo James.-Holmes analisava junto.

Sr. Holmes saiu do quarto e James logo atras com a corrente guardada em um pacote de plástico.

Com o passar dos passos, James reparou que Sr. Holmes andava com o mesmo jeito torto das pegadas, e o desenho das pegadas era igual á sola de sua bota.

James ficou quieto e mostrou a corrente a um grupo de policiais que examinava as digitais na corrente.

Sr. Holmes avisou que iria beber água na cozinha da casa da vitima.

–Sigam este cara.-James sussurrou para os policiais

–quem? O Sr. Holmes? O que tem ele?-

–Eloe anda da mesma forma das pegadas, olhe as digitais e vejam se confere com ele.-

–Bem, é melhor buscar mundialmente... Mas demoraria mais, acho que em 5 segundos da pra comparar, demoraria algumas horas se fosse mundialmente...-O policial amador estava falando quando James interrompeu sussurrando forte "vai logo".

–Sim confere, ele segurou a corrente.-O Policial disse.

–Eu sabia...-james correu para direção em que Holmes havia ido.

A janela da cozinha estava aberta.

–Quando a vitima morreu a janela estava fechada.-Disse o policial ao lado dele que estava investigando.

"Ele fugiu" James pensava enquanto ligava seu fone de ouvido e falava com o braço:

De noite nenhum carro passava nas rua de James e Jack, dois irmãos que moravam na mesma casa, nos anos de 2900 isso é normal.

James sai de casa para ir ao trabalho, levantou-se, foi ao banheiro, lavou-se, fez a barba com seu robozinho, que cortava cada detalhe para que a barba ficasse perfeita, vestiu seu casaco preto e pegou o primeiro ônibus que andava na velocidade do som.

Jack recebe James com um longo abraço perguntando como foi a noite:

–Dormi bem, tirando o pesadelo com os cadáveres de ontem a noite. -

Jack riu

–Não é a sua cara irmão, você que me ensinou a não ter medo deles.-

James riu como resposta e foi para sua sala de vidro a prova de balas, guardou seu casaco e ligou o computador, a tela flutuadora do computador começava a ter forma e a imagem saiu no meio da uma caixa flutuante.

James pegou uma caneta, quer dizer, mouse; o mouse parecia uma caneta que ao passar na mão, mexia a pequena seta no seu computador, James estendeu o braço como se fosse ver as horas e o teclado apareceu em sua camisa de mangá longa.

Um homem barbudo e com aparência de quem bebia muito, entrou na sala e largou uma pilha de folhas em sua mesa:

–Aqui, quero que você ache este assassino.-

–Sim chefe, deixa comigo.- James respondeu ao seu chefe.

James era o melhor investigador da época, vendo as fotos dos cadáveres ele decidiu ir pessoalmente examinar os corpos.

Chegando ao local os médicos explicaram que pelo palpite poderia ser sufocamento:

–A vítima não tem sinal de ferimentos, não tem sangue nem machucados, a máquina de buscar vestígios não viu nada de errado na superfície, o que significa que morreu por algum dano de algum órgão.- A médica disse para James

–Mas a menina aparentar ter apenas 20 anos.-

–Por isso achamos que foi sufocamento, talvez suicídio?-

James examinou a garganta, não tinha nada de diferente na pele, ao abrir a boca dela James perguntou:

–Vocês já abriram o corpo?-

–Não, o corpo acabou de chegar, se você chegasse meia hora antes, nós não teríamos nada a falar.-

–Não sou médico mas acho que isto não é normal.- James apontou para garganta da vítima

A médica arregalou os olhos e chamou outros médicos para examinar a garganta.

–Iremos pedir que o senhor se retiro, senhor James.-um dos médicos pediu

–Sim, quem aqui pode me levar ao local do crime?-

–Senhor Holmes, lá!-O médico apontou para um senhor , aparentando uns 45 anos.

–Obrigado.-James foi na direção do senhor.

O Sr. Holmes tinha um sotaque estranho, era uma pessoa amigável e levou James ao local.

James foi analisando cada mancha de sangue e digitais possíveis mas só encontrou pegas de lama.James reparou as formas da lama e as pegadas acabavam na metade do caminho de um quarto, James olhou nos lugares e as pegadas acabavam ao lado de uma poça de lama provocada pela bota.

James abriu o quarto e achou uma corrente pela metade, ao lado da cama onde havia sido retirada a vítima.

–Como que os policiais não viram isto?-James analisava a corrente.

–Este caso é novo James.-Holmes analisava junto.

Sr. Holmes saiu do quarto e James logo atras com a corrente guardada em um pacote de plástico.

Com o passar dos passos, James reparou que Sr. Holmes andava com o mesmo jeito torto das pegadas, e o desenho das pegadas era igual á sola de sua bota.

James ficou quieto e mostrou a corrente a um grupo de policiais que examinava as digitais na corrente.

Sr. Holmes avisou que iria beber água na cozinha da casa da vitima.

–Sigam este cara.-pJames sussurrou para os policiais

–quem? O Sr. Holmes? O que tem ele?-

–Eloe anda da mesma forma das pegadas, olhe as digitais e vejam se confere com ele.-

–Bem, é melhor buscar mundialmente... Mas demoraria mais, acho que em 5 segundos da pra comparar, demoraria algumas horas se fosse mundialmente...-O policial amador estava falando quando James interrompeu sussurrando forte "vai logo".

–Sim confere, ele segurou a corrente.-O Policial disse.

–Eu sabia...-james correu para direção em que Holmes havia ido.

A janela da cozinha estava aberta.

–Quando a vitima morreu a janela estava fechada.-Disse o policial ao lado dele que estava investigando.

"Ele fugiu" James pensava enquanto ligava seu fone de ouvido e falava com o braço:

–Policia, suspeito fugindo na direção norte, vão vão-

–entendido-Ouviu-se a voz de um policial em seu mini-fone de ouvido

James pulou a janela e avistou Sr. Holmes sendo algemado.

–Policia, suspeito fugindo na direção norte, vão vão-

–entendido-Ouviu-se a voz de um policial em seu mini-fone de ouvido

James pulou a janela e avistou Sr. Holmes sendo algemado.

aDe noite nenhum carro passava nas rua de James e Jack, dois irmãos que moravam na mesma casa, nos anos de 2900 isso é normal.
James sai de casa para ir ao trabalho, levantou-se, foi ao banheiro, lavou-se, fez a barba com seu robozinho, que cortava cada detalhe para que a barba ficasse perfeita, vestiu seu casaco preto e pegou o primeiro ônibus que andava na velocidade do som.
Jack recebe James com um longo abraço perguntando como foi a noite:
–Dormi bem, tirando o pesadelo com os cadáveres de ontem a noite. -
Jack riu
–Não é a sua cara irmão, você que me ensinou a não ter medo deles.-
James riu como resposta e foi para sua sala de vidro a prova de balas, guardou seu casaco e ligou o computador, a tela flutuadora do computador começava a ter forma e a imagem saiu no meio da uma caixa flutuante.
James pegou uma caneta, quer dizer, mouse; o mouse parecia uma caneta que ao passar na mão, mexia a pequena seta no seu computador, James estendeu o braço como se fosse ver as horas e o teclado apareceu em sua camisa de mangá longa.
Um homem barbudo e com aparência de quem bebia muito, entrou na sala e largou uma pilha de folhas em sua mesa:
–Aqui, quero que você ache este assassino.-
–Sim chefe, deixa comigo.- James respondeu ao seu chefe.
James era o melhor investigador da época, vendo as fotos dos cadáveres ele decidiu ir pessoalmente examinar os corpos.
Chegando ao local os médicos explicaram que pelo palpite poderia ser sufocamento:
–A vítima não tem sinal de ferimentos, não tem sangue nem machucados, a máquina de buscar vestígios não viu nada de errado na superfície, o que significa que morreu por algum dano de algum órgão.- A médica disse para James
–Mas a menina aparentar ter apenas 20 anos.-
–Por isso achamos que foi sufocamento, talvez suicídio?-
James examinou a garganta, não tinha nada de diferente na pele, ao abrir a boca dela James perguntou:
–Vocês já abriram o corpo?-
–Não, o corpo acabou de chegar, se você chegasse meia hora antes, nós não teríamos nada a falar.-
–Não sou médico mas acho que isto não é normal.- James apontou para garganta da vítima
A médica arregalou os olhos e chamou outros médicos para examinar a garganta.
–Iremos pedir que o senhor se retiro, senhor James.-um dos médicos pediu
–Sim, quem aqui pode me levar ao local do crime?-
–Senhor Holmes, lá!-O médico apontou para um senhor , aparentando uns 45 anos.
–Obrigado.-James foi na direção do senhor.
O Sr. Holmes tinha um sotaque estranho, era uma pessoa amigável e levou James ao local.
James foi analisando cada mancha de sangue e digitais possíveis mas só encontrou pegas de lama.James reparou as formas da lama e as pegadas acabavam na metade do caminho de um quarto, James olhou nos lugares e as pegadas acabavam ao lado de uma poça de lama provocada pela bota.
James abriu o quarto e achou uma corrente pela metade, ao lado da cama onde havia sido retirada a vítima.
–Como que os policiais não viram isto?-James analisava a corrente.
–Este caso é novo James.-Holmes analisava junto.
Sr. Holmes saiu do quarto e James logo atras com a corrente guardada em um pacote de plástico.
Com o passar dos passos, James reparou que Sr. Holmes andava com o mesmo jeito torto das pegadas, e o desenho das pegadas era igual á sola de sua bota.
James ficou quieto e mostrou a corrente a um grupo de policiais que examinava as digitais na corrente.
Sr. Holmes avisou que iria beber água na cozinha da casa da vitima.
–Sigam este cara.-pJames sussurrou para os policiais
–quem? O Sr. Holmes? O que tem ele?-
–Eloe anda da mesma forma das pegadas, olhe as digitais e vejam se confere com ele.-
–Bem, é melhor buscar mundialmente... Mas demoraria mais, acho que em 5 segundos da pra comparar, demoraria algumas horas se fosse mundialmente...-O policial amador estava falando quando James interrompeu sussurrando forte "vai logo".
–Sim confere, ele segurou a corrente.-O Policial disse.
–Eu sabia...-james correu para direção em que Holmes havia ido.
A janela da cozinha estava aberta.
–Quando a vitima morreu a janela estava fechada.-Disse o policial ao lado dele que estava investigando.
"Ele fugiu" James pensava enquanto ligava seu fone de ouvido e falava com o braço, quer dizer, um mecanismo avançado:
–Policia, suspeito fugindo na direção norte, vão vão-
–entendido-Ouviu-se a voz de um policial em seu mini-fone de ouvido
James pulou a janela e avistou Sr. Holmes sendo algemado ao longe.

Notas finais
Jack é incrível também, mas será que é como James?
Não importa, os irmãos terão que ir juntos para desvendar um crime de 100 anos, o que a natureza pode dificultar ou ajudar, conservar.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.