Sob o Luar

4 03 — As opções


Notas iniciais
I scream you scream we all scream cause we're terrified of this new chapter here (8) WEEEEE eu falei que ia deixar o outro capítulo assim que terminasse ou que alguma coisa do tipo. Eu na verdade até fiquei feliz porque acabei ele rápido, terminei o 4 também e já estou nas 500 palavras do 5, praticamente já na parte que queria chegar ahuahauahau Isso é mil vezes diferente da Ashamed e é muito legal~~ Eu também fiquei feliz com esse capítulo, pra falar a verdade. Foi divertido brincar com o Stocke e treinar um pouco minhas habilidades de Angst e descobrir palavras que o word insiste em me dizer que não são palavras. u_u Devo ter me atrapalhado de novo com as mesmas coisas de antes, que são os fucking diálogos, mas tá tudo de boas, tudo lindo, e eu espero que gostem tanto quanto eu. :3 MAS PRIMEIRO um aviso: Spoilers infinitos aqui da Alternative history, e temos até spoiler nas notas finais. Leia-as por sua conta e risco e não digam que eu não avisei u_u

Amanheceu, e foi aí que Stocke não soube o que fazer. Não tinha nenhuma ideia, e ainda por cima estava frustrado, irritado e com medo do ultimato que recebera dos dois elfos.

Isso fora certamente algo que ele não esperava. Como os dois sempre ressaltaram, não podiam interferir nas ações e decisões do dono da White Chronicle, e embora Stocke não soubesse dos detalhes, ele tinha uma vaga impressão de que desobedecer aquela ordem renderia em algum tipo de punição aos elfos. Até então, esse fora seu maior argumento para combater os constantes avisos de Lippti e Teo quanto ao que estava fazendo — e eles eram muitos —, e achava que acabaria funcionando por um muito mais de tempo se eles não tivessem aparecido com aquele maldito ultimato.

Até agora, as coisas estavam indo tão bem para os dois. Stocke conseguira encontrar um momento ótimo para voltar e aproveitar para ter mais tempo com Rosch, e apesar de isso significar repetir lutas e encontrar coisas novas para fazer, não era como se aquilo fosse exatamente um problema para ele. Tinha tempo o suficiente para tentar ainda mais, para explorar suas possibilidades e encontrar uma saída.

Mas não, Lippti e Teo tinham que aparecer para ele com uma chantagem idiota e atrapalhar todos os seus planos.

Ele sentiu vontade de socar a parede. Sentiu vontade de jogar a White Chronicle pela janela e vontade de fazer muitas outras coisas, mas no fim, ele apenas tinha que recuperar a calma e analisar suas opções.

Certo, o fato de essa ser sua última chance influenciava mais pensamentos dele que queria admitir. Teria de pensar com o dobro de calma sobre o que iria fazer e quais eram suas opções — o que ele não negava que eram poucas.

A falha de pensar em alguma coisa aumentou ainda mais a frustração, e no cume dela, Stocke se viu prestes a atender seu desejo de socar a parede. Só não o fez de fato porque sua mente ainda estava limpa o suficiente para lembrá-lo de que Rosch continuava na cama, dormindo e alheio ao turbilhão de sentimentos que o invadiam.

Completamente alheio de que, muito provavelmente, aquela seria a sua última chance de dormir tranquilamente.

Como se o pensamento fosse o suficiente para chamar-lhe a atenção, Rosch se remexeu na cama uma, duas, três vezes até notar que havia um espaço vazio ali. Soltou um resmungo, e enfim abriu os olhos, encontrando a figura do loiro com os punhos cerrados e um corpo semi nu.

— Stocke...? — murmurou o homem, sonolento, e ele quase quis sorrir pela visão adorável do cabelo igualmente loiro caindo por sobre a testa. — Acordado tão cedo?

— É, no fim eu não sou tão bela adormecida quanto você pensou. — Tentou forçar um sorriso, mas sua voz soou tão fria quanto costumava ser.

A mudança foi notada imediatamente por Rosch, ou então ele não estaria franzindo o cenho daquele jeito. Acabou não falando nada sobre o assunto, e se preocupou apenas em se remexer por entre os lençóis.

Stocke sentou-se na cama, até considerando a ideia de voltar para a cama e continuar com o namorado, porque afinal aquilo era bom por si só e Stocke tinha de confessar que estava precisando de um pouco de paz em sua vida agora. Os acontecimentos de até então pareciam ter servido apenas para adicionar um peso a mais nas costas, um peso que ele não sabia como lidar e que o impedia de caminhar corretamente.

Pensou em desistir de vez durante um segundo.

Bastou uma olhada para o rosto do namorado para que mudasse de ideia.

— Pelo menos eu não tenho que te chamar hoje e esperar você enrolar pra irmos lá na sala principal — comentou o moreno. — Estive pensando em preparar os soldados um pouco mais durante esses dias de descanso, sabe? Com aquela ameaça e ataque de Granorg, é melhor prevenir do que remediar.

Um vago aceno de cabeça foi sua resposta. Felizmente, Rosch pareceu ter associado seu silêncio com mau humor matinal, e o rapaz não precisou se preocupar com mais uma coisa. Explicar para Rosch o que estava passando estava um pouco fora de cogitação. Depois da última experiência, pelo menos...

Em silêncio mesmo, Rosch enfim encontrou forças para se levantar e buscar por suas roupas, jogadas pelo quarto numa bagunça quase tão grande quanto a que Stocke havia feito na noite anterior. Stocke pôde sentir que ele lhe observava, mesmo com o canto do olho, esperando que fosse acompanhá-lo.

E quando ele não foi, Stocke se viu surpreendido por um braço mecânico puxando-o para perto e envolvendo-o no peito ainda nu, apenas para receber um breve beijo no topo da cabeleira loira.

— Parece estar com o humor pior que de costume — comentou ele, a voz baixa. — Comeu alguma coisa estragada ou algo do tipo?

— Não foi isso... — Stocke balançou a cabeça, quase sorrindo. Quem dera que fosse apenas isso. — Só não estou me sentindo particularmente animado, só isso.

— Talvez Kiel possa te animar um pouco então. — Agora, ele deixava um carinho no local com a mão real. — Ao contrário de você, ele traz uma aura que anima até o clima mais sombrio.

— Vai me fazer treinar ele de novo...? — Stocke pareceu esperançoso de que a resposta fosse um não, mas suas esperanças sempre tinham de ser destruídas de uma maneira ou de outra.

— É claro que eu vou. Ele ainda me parece ter o que melhorar ali naquele jeito que luta.

O rapaz fingiu um resmungo de aborrecimento, e quase sorriu quando recebeu a reação esperada: um olhar de reprovação e um breve puxão de cabelo.

— Vou ver o que faço por ele só porque pediu.

— Bom mesmo — respondeu. — E é bom que vá se vestir também. Mau humor ou não, ninguém tem que ser obrigado a ver esse seu palito branco que chama de corpo.

— Você nunca pareceu se importar com isso na cama — rebateu a provocação agora com um sorriso genuíno, e Rosch deixou-lhe para jogar uma das roupas na sua direção.

Stocke realmente não queria perder aqueles momentos com Rosch. Com quem mais ele podia se dar ao luxo de provocar e receber uma grande dose de preocupação ao mesmo tempo? A lista era bem pouca, ele admitia.

Puxou as roupas para si e tratou-se de se vestir. Bem, tecnicamente ele ainda tinha um pouco mais de tempo para pensar e deixar a frustração de lado, e enquanto ajudava Kiel com a espada, podia encontrar uma solução para o que fazer agora e não perder Rosch de fato, não podia?

Ele não tinha tanta certeza disso, mas ainda assim foi se arrumar.

Uma vez arrumado e uma vez que Rosch estava se certificando de distraí-lo mesmo sem saber o real motivo de sua irritação, Stocke se viu calmo o suficiente para seguir Rosch até o salão principal e dar as boas vindas ao grupo Talvez até sendo um pouquinho mais sociável que de costume, só para compensar os momentos em que ele não se preocupara em ouvir os soldados ou até Kiel e toda a sua mania de chamá-lo de sargento e lançar-lhe olhares de animação. Ou para que ele pudesse ter mais calma, qualquer um dos dois. Calma era o que mais estava precisando no momento.

— Stocke — dentre todas as pessoas já de pé e presentes no salão principal da Sand Fortress, Raynie foi uma das primeiras a cumprimentá-lo. Ao seu lado, já vinha a figura jovem de Kiel, um sorriso no rosto.

— Sargento — ele cumprimentou, fazendo uma breve reverência. — E general. Acordaram bem hoje?

— Ah, só um pouco cansado, na verdade — admitiu Rosch.

— Ooh, é de se esperar — Raynie lançou-lhes um sorriso malicioso, e em seguida veio uma cotovelada quase amigável em Stocke. — Pensei em estar ouvindo gemidos do seu quarto ontem.

— O sargento e o general não fariam isso — foi a vez do Kiel lançar um olhar à Raynie, porém reprovador e certamente nem um pouco amigável. Embora a frase sugestiva não tenha sido dirigida a ele, o rosto do mais novo estava corado, e a cena estava quase engraçada de se ver.

— Ah sim. — Raynie riu apenas, enquanto Stocke encolhia os ombros e Rosch ria.

— Mudando de assunto — Kiel fez questão de cortar-lhes o clima, agora direcionando sua atenção para Stocke. — Apareceu um mensageiro aqui mais cedo, dizendo alguma coisa sobre querer falar com você, sargento.

Stocke quase engasgou com a própria saliva. Ele olhou para Kiel, e teve de piscar diversas vezes para assimilar suas palavras.

— Falar... comigo? — perguntou, enfim. Ele já estava recebendo olhares curiosos. Merda.

— Algo assim, não sei bem de onde ele veio. — Deu de ombros. Merda, merda, aquilo não podia estar acontecendo. Não agora. — Quando disse que você estava dormindo, o mensageiro disse que não tinha tempo para esperar, e deixou comigo uma carta pra te entregar. — Ele ia te entregar aquele maldito envelope. Ele ia te entregar e aí então Stocke não teria mais como se controlar e acabaria rasgando aquilo em pedaços ou coisa pior. — Disse que era urgente.

Merda, aquilo estava acontecendo. Kiel realmente estava tirando do bolso um envelope meio amassado, e ele realmente estava lhe sendo entregue, apenas para que ele e os olhos curiosos próximos pudessem ver a caligrafia na parte da frente. Seu nome estava inscrito ali, e não havia qualquer outra coisa que pudesse indicar quem fora o filho da puta que enviara. Quem sabe ele não tivesse posto ali por prever que Stocke iria atrás dele na primeira oportunidade e o mataria por estar lhe trazendo tantos problemas.

Coisas que indicavam seu nervosismo, porém, haviam bastante e ele tinha certeza de que alguém já tinha notado.

— Parece importante — comentou Raynie finalmente, única que conseguia combater os momentos de silêncio de Stocke além do próprio Rosch. — O que é?

Ele tentou dar uma resposta boa o suficiente, pensar numa desculpa e dar-lhes como qualquer outra vez que o fizera, realmente tentou. Mas dessa vez ele não podia. Ele não podia porque a partir desse momento, Stocke não teria mais tempo e o próprio envelope era a prova de que ele simplesmente não poderia adiar as coisas um pouco mais e aproveitar dos momentos com Rosch e os outros.

Ah, ele devia ter imaginado que isso aconteceria. A aparição de Lippti e Teo deveria ter sido só para aquilo. Por que outro motivo os dois elfos iriam incomodá-lo num dia aparentemente normal e que ele deveria estar aproveitando?

— Não é nada de mais... — murmurou, a voz soando mais baixa que de costume. — É melhor eu ir.

Sim, era melhor ele ir antes que acabasse cumprindo a promessa de rasgar o envelope como se não fosse nada e aumentar ainda mais as suspeitas para cima dele.

— O que houve? — Rosch o encarou, uma visível preocupação em seu olhar.

— Eu na verdade acho que realmente comi algo estragado — disse rapidamente a primeira desculpa que conseguiu lhes dar.

— Ah, merda, vamos te levar pro quarto então.

— Não precisa, eu me viro.

— Tem certeza? — Agora era Raynie quem perguntava. Em seus olhos, era clara a sua desconfiança, e Stocke suspeitava que ela podia ver muito bem o tremor em suas mãos.

— Certeza. Podem ir lá fazer suas coisas, que eu volto assim que me sentir melhor.

— Então eu vou chamar o Marco pra dar uma olhada no que houve com você. — Rosch proferiu, e Stocke apenas assentiu.

Deu as costas para o grupo sem dar resposta, os passos apressados e um esforço certamente visível para não tremer. Fora do campo de visão dos companheiros, todo esse controle foi quebrado, e lá estava um Stocke correndo na direção do quarto, a respiração acelerada e os dedos apertando o envelope contra a mão.

Assim que trancou a porta do quarto atrás de si, ele fez questão de pressionar as costas contra a madeira e respirar fundo. Puxou o ar para os pulmões, e expirou-o na tentativa de fazer com que várias outras coisas fossem embora com ele.

Olhou para a carta novamente, sem acreditar nos seus olhos. Abriu, e teve de ler aquela proposta absurda de ir para Granorg milhões de vezes antes de constatar que não estava sofrendo de nenhuma enfermidade dos olhos, ou quem sabe, da cabeça. Mas as letras e a mensagem continuavam ali, e se ela estava ali, significava que era hora de Stocke fazer alguma coisa.

Pensou nas opções que ainda possuía. Tecnicamente, ele não tinha nenhuma motivação para seguir as instruções da carta e tomar a estrada para Granorg, primeiro porque a carta era vaga e dizia pouco sobre seus benefícios de seguir suas instruções. Aparentemente, eram as instruções de como impedir um ataque que iriam fazer contra a Sand Fortress em breve, algo que envolvia ir até Granorg ele mesmo ou algo assim.

Ele já tentara contar a Rosch sobre esse possível ataque. Já contara para Raynie e Marco também, e já até tentara sair e fazer uma abordagem ainda mais direta sobre o assunto na companhia dos dois. Sair sozinho, muitas outras coisas, todas levando ao que ele tanto queria impedir.

O mais odiável era que nenhuma das suas opções testadas conseguira impedir a informação contida na carta.

Na verdade ele bem que podia tentar mais uma ou outra coisa inusitada, algo que não havia pensando em fazer até então, mas aí lá vinha em sua mente o ultimato de Lippti e Teo e Stocke pensava um pouco melhor sobre o assunto. Ele não podia testar outra coisa, ou a mesma opção fazendo algo diferente que mudaria uma ou outra coisa. Ele também não poderia contar para Rosch, já que ele provavelmente não acreditaria, e mesmo que acreditasse, seria incrivelmente arriscado tentar a proposta da carta.

O que, então, ele deveria fazer agora que não iria foder todas as suas tentativas e ainda lhe daria tempo para resolver todos os seus assuntos?

Pensou na possibilidade de Lippti e Teo estarem mentindo quanto ao ultimato, mas ele estava com medo que alguma ação precipitada pudesse jogar sua única chance fora.

Ele então tentou pensar no que fazer. Sobravam poucas opções considerando o que já havia feito e o que mais deveria fazer. Uma delas, em especial, ele já havia pensando em tentar, mas não fizera por confirmação de certas coisas e por outros motivos, mas talvez... Talvez tentar parar o ataque assim como a carta havia sugerido, indo sozinho, fosse ser uma coisa efetiva.

Stocke apertou o papel contra as mãos, apoiando agora a cabeça contra a porta. Confessava que estava cheio de dúvidas em relação ao assunto. Dúvidas demais, receios demais, mas novamente, que opção mais razoável que essa ele tinha?

A resposta era simples até demais.

Stocke suspirou, enfim desistindo e indo na direção do quarto onde deixara seus pertences. Uma ação tremendamente arriscada, mas que possuía uma mínima chance de sucesso, então mesmo que fosse precipitada, ele tentaria. Afinal, Stocke já não tinha muito mais a perder, e quem sabe aquela não era a coisa que estavam esperando que fizesse?

Organizou seus pertences, deixando a White Chronicle no alforje. Depois vieram as vestes vermelhas e então a espada devidamente posta na bainha, e saiu por uma janela aberta. Provavelmente levaria um tempo até virem checá-lo, ele imaginava. Levaria mais algum para procurá-lo e notar que seus pertences haviam sumido, muito provavelmente o suficiente para que Stocke já estivesse longe dali quando enfim resolvessem procurar por ele.

Teve o cuidado de fechar a janela e olhar o local aparentemente vazio, e só então sair. Rosch que o desculpasse, mas Stocke tinha que fazer alguma coisa.

Notas finais
HEADCANONS INFINITOS NESSE CAPÍTULO Na verdade no anterior também, especialmente em cima do Rosch. Vocês, meus queridos leitores que provavelmente sabem bosta alguma de RH (eu sei que 90% dos leitores eu arrastei pra cá e provavelmente nem viriam nessa categoria por conta própria u_u), eu explico que a criatura de início se mostra meio... selfless, agora eu não sei a tradução pra isso (e.e), mas no fim ele não é nem um pouquinho selfless e se importa demais com todo mundo ali, inclusive esse maldito é boss duas vezes (OLHA O SPOILER) porque perdeu a fé no mundo e não conseguiu salvar ninguém (OLHA O OUTRO SPOILER) e porque o Stocke é um cuzão (isso não é novidade). Daí veio o handcanon de que na verdade o cara se importa bastante com ele e tem vários momentos legais com o povo, apesar da aura de não-fale-comigo do Stocke~~ headcanon também que a voz do Stocke é aquelas vozes sexy de gente que parece estar morrendo de sono mas ainda falando, aquela coisa calma e suave e -v- ALSO UMA MINI APARIÇÃO DO KIEL E DA RAYNIE SMDKLSAJDKLSAJLKFJAKLSDA EU AMO ESSES DOIS porque mANO o Kiel é muito shippável com o Stocke, ele vive com aquelas coisas de "Stocke seu llimds VEM CÁ ME AJUDA NAS TRETA PLS" e admira ele pacas então sim, ele vai se minha próxima vítima no yaoi. E a Raynie porque ela tem uma lança e lanças > espadas, se tiver uma lança você automaticamente ganha meu amor (por isso que eu amo o Rosch). Porque lancers em FE > resto. e porque as units de FE são putas, especialmente as de FE6 e eles deveriam chupar minha lança (menes, menes). E NÃO VENHAM ME DIZER QUE A RAYNIE E O STOCKE SÃO CANON E POR ISSO EU N POSSO FAZER ROSHTOKE EU TAMBÉM SHIPPO BELTSHIPPING MIM DEIXA. okay okay, eu to delirando muito em ships aleatórios e me distraindo do principal, é melhor eu voltar a escrever antes que eu bote na cabeça que quero fazer um Kiel x Stocke ou fazer o Stocke sofrer mais porque RH é muito material pra fazer vocês tudo sofrer. Eu vou voltar a escrever o 5 mesmo -qq *riscando mais pentagramas nas paredes daqui*' Eu invoco os leitores porque ainda aceito críticas, comentários e tudo o mais. *acende incenso de limão* Até a próxima o/