Sob Nova Direção

3 Capítulo 3 - O Primeiro Contato


Notas iniciais
Olá pessoinhas!
Bem, este é o último capítulo do modo apresentação. Os próximos vão entrar no ritmo da segunda temorada, ou ao menos, vou tentar fazer isso. Me diverti bastante escrevendo esse capítuo, espero que vocês se divirtam lendo!
Antes de começarmos, para quem não sabe o que é um "doppelganger", o qual será citado, é um monstro da lenda germânica. Uns dizem que ele pode tomar a forma de qualquer pessoa que queira, outros dizem que ele escolhe alguém, deixando a entender que todo ser humano tem o seu.
Agora sim, enjoy!

Capítulo 3 — O Primeiro Contato

Os ânimos estavam demasiado hexautados. Onze vozes bradando ao mesmo tempo, um professor tentando acalmá-las e uma mulher, tão silenciosa e imóvel em seu canto que sua presença sequer seria notada, não fosse ela o motivo de tanta balbúrdia.

-- Calma, pessoal! – Senhor Schue tentou, mais uma vez, estabelecer o silêncio. – Se vocês pararem com essa bagunça, eu posso explicar!

-- Eu quero ouvir o que ele tem a dizer! – Gritou Rachel.

-- Eu também, anãzinha, mas não consigo com essa sua voz estridente me atrapalhando! – Retrucou Santana.

-- Não fala assim com ela! – Finn invocou-se.

-- Calem a boca, todos vocês! – Quinn explodiu, aquela discussão estava deixando-a louca.

E um novo falatório tomou partido. Finn e Santana trocavam insultos, Rachel defendia-se escandalosamente, Quinn tentava calá-los, mas o que conseguia era apenas novos insultos para si própria; Kurt defendia Rachel, Mercedes defendia Kurt. Quem não tomava posição na discussão tentava apartá-la, sendocompletamente ignorados. No momento em que Santana pôs-se a declamar um texto bastante enérgico em Espanhol destinado a Finn, um baque alto chamou-lhes a atenção, fazendo todos se calarem e investigarem a origem do som.

Maya fitava-os impassivelmente, uma mão aberta repousada na parede mais próxima. Com a outra, sinalizou ao professor que começasse as explicações. Alguns jovens presentes vislumbraram algum traçado na mão que se ergueu, mas ninguém deu atenção necessária a isso.

-- Ok pessoal, vou falar toda a verdade, apesar de achar que vocês não têm que ficar a par de absolutamente tudo que acontece na escola.

-- Só nos diga o que nos diz respeito, Senhor Schue. – Pediu Artie, educadamente.

-- Tudo bem... – O professor suspirou e se ajeitou em seu lugar. – Logo que voltamos das regionais, Figgins pediu para conversar comigo. Então ele decretou o fim do clube do coral. – Alguns tentaram objetar, mas o professor ergueu ligeiramente a voz e prosseguiu. – Não tinha mais jeito, gente, seria o fim do New Directions! Então, uns dois meses atrás enquanto vocês ainda estavam de férias, Maya e eu nos conhecemos e...

-- E ela ganhou o senhor em um quarto de motel? – Santana despejou, despertando um William extremamente envergonhado. Maya não moveu um músculo facial sequer.

-- Não, é claro que não! Pelo amor de Deus! – O homem estava completamente embaraçado.

-- Continua Senhor Schue, por favor. – Tina pediu.

-- Então nós nos conhecemos e descobrimos o amor que temos em comum pela música. Ela me contou que já havia trabalhado em corais no Rio de janeiro e...

-- Espera aí, Rio de Janeiro? – Kurt interrompeu, animado. – Não é lá que têm praias lindas?

-- Ouvi dizer que é um lugar muito violento – Brittany acrescentou.

Alguns outros comentários a respeito do local foram feitos, mas desta vez, William conseguiu atrair as atenções para si bem mais facilmente.

-- Então contei a ela o que estava acontecendo aqui e ela, gentilmente, ofereceu patrocínio ao New Directions. O problema é que Figgins não aceitou o retorno do clube... A não ser que...

-- A não ser que o quê, senhor Schue? – Rachel estava impaciente.

-- A não ser que uma nova pessoa tomasse o meu lugar.

As reações variaram entre chateação, irritação e tristeza.

-- Hei gente, mas nós não podemos desanimar! A Maya é jovem e eu acho que vocês precisam mesmo de um repertório mais moderno. O New Directions não pode acabar! E sabem do que mais? Qem adivinha onde vão ser as nacionais deste ano?

A ansiedade estava crescente agora. Não se podia dizer que os alunos estavam contentes, mas sim, interessados.

-- Ninguém arrisca? – ele continuou, abrindo um enorme sorriso. – Tudo bem, vou dizer então: Nova Iorque!

Então, veio o descontrole. Animados, todos comemoraram coletivamente, gritando e batendo palmas. Ninguém notou, mas Maya ergueu um dos cantos dos lábios em um sorriso torto e discreto.

-- Esse é o espírito! E vocês vão chegar lá, vão ver!

Os ânimos murcharam um pouco e Mercedes foi quem pôs em palavras o porquê.

-- Mas o senhor não vai estar com a gente...

-- Quem disse? – O homem não desfez o sorriso. – Não estarei com vocês como coordenador, mas estarei sempre com vocês como amigo! Nunca vou ficar de fora desse clube mesmo! Todas as competições, todas as apresentações na escola, tudo que fizerem eu vou estar lá com certeza. – Enquanto falava, algumas lágrimas surgiam em seus olhos, o que despertou um coral de gozações dos jovens, apesar de estarem igualmente emocionados. – Mas eu já falei demais... – Enxugou as lágrimas e fez sinal à mulher que, até agora, não emitira qualquer som.

Maya levantou-se e tomou o lugar do professor, diante de todos. Como era alta! Pouco mais alta que Brittany, pouco mais baixa que Finn... 1,75? 1,80? Difícil dizer. Ela parecia tranquila, sem qualquer vestígio de nervosismo ou confiança. Apenas uma tranuilidade demasiado grande para ser natural.

Olhou rosto por rosto, os olhos verdes esquadrinhando cada centímetro da face de quem olhava. Surpreendentemente, em cada um que deitava o olhar, pronunciava o nome em voz baixa e rouca.

-- Rachel, Finn, Quinn... – Aquilo os entrigou, de fato. Percorreu rosto por rosto, nome por nome, até o último pronunciado, o qual se encarregou de mostrar seu sotaque carregado: -- Brittany.

Enquanto a loira corava, fato que ninguém notou exceto Santana que, nervosamente, não parava de alternar os olhares entre o rosto claro da amiga ao seu lado e o negro da mulher à sua frente. Os outros jovens abafavam risadinhas, achando graça da forma com que a mulher acentuara tanto o “T” do nome da garota, o qual costumava ser mudo, coisa incomum ao sotaque americano.

-- Podem rir, americanos – ela disse, fingindo um falso sotaque texano, o que despertou verdadeiras gargalhadas, por mais que nervosas e hesitantes. – Não vou morder vocês!

William, por sua vez, estava contente que os meninos começavam, mesmo que lentamente, a relaxar. Veriam que Maya não era dura e fria como aparentava à primeira vista. Na verdade, era uma pessoa bastante divertida.

-- Devem estar se perguntando como sei seus nomes – ela disse, tornando à seriedade. Não que seu inglês britânico com um sotaque estranho houvesse deixado de ser engraçado. – Assisti o vídeo das regionais que vocês participaram. Sabem o que eu achei?

Uma pausa com a duração de uma batida de coração, mas que pareceu imensamente longa, enuanto, mais uma vez, o olhar da mulher passeava pelo coral, desta vez, desgostoso.

-- Odiei – ela disse, a voz outrora rouca e profunda, agora alta e forte.

As pedras estavam prontas para serem lançadas. Todos ali presentes, exceto Quinn que entrara em trabalho de parto, haviam divertido-se muito nas regionais. Mas a mulher não havia terminado:

-- Odiei aquele tal de Vocal Adrenaline!

Após uma troca de olhares incrédulos, todos, inclusive a própria Maya, desataram a rir. Essa pareceu ser tomada por uma energia antes inexistente, pondo-se a sorrir e falar alto, gesticulando energicamente.

-- Para mim, eles não passavam de projetinhos perfeitinhos demais, afinadinhos demais, que dançavam certinho demais! Que coisa mais... Argh! – Fez uma careta. – Nem sei!

Os meninos riam e concordavam, não haviam pensado dessa forma. Estavam demasiado preocupados em serem melhores do que o Vocal Adrenaline.

-- Só que eles ganharam e a gente não – disse Puck, despejando um balde de água fria na repentina tranquilidade que se instalara.

-- Verdade – Maya concordou. – Isso porque aqueles jurados são tão feitinhos quanto o próprio Vocal Adrenaline. Vocês foram ótimos, sentimentais, colocaram energia no que fizeram. Infelizmente, uma coisa mais ensaiada e planejada geralmente é mais apreciada também.

-- Viram o que eu disse? – Falou William. – Ela tem visão, gente!

-- Mas Senhorita Miller – chamou Rachel – a música é sentimento, é emoção!

-- Concordo. Mas não quero que vocês abandonem o sentimento ou a emoção. Só pretendo que vocês acrescentem profissionalismo a tudo isso.

-- Como? – Perguntou Mercedes.

-- Vamos trabalhar bastante nisso. Mais afinação, mais coriografias, mais harmonia entre vocês.

-- Que tal mais alguns solos para mim? – Sugeriu Rachel. – Todos nós sabemos que eu sou a mais afinada no clube.

O coral compartilhou uma careta, mas Maya apenas balançou levemente a cabeça.

-- Você terá solos nas músicas que pedirem um brilho característico dos teatros, Rachel. – A pequena menina tornou-se tão radiante que seus olhos acenderam-se, quase literalmente. – Porém, outras músicas pedirão mais descontração, ou mais rock and roll ou mais qualquer coisa que você não poderá dar.

-- Então eu terei menos solos? – Seus lábios viraram para baixo em uma face triste que fez Maya morder os lábios para não rir.

-- Não, Rachel. Você não terá menos solos. Só não terá mais. Na verdade, a respeito dos solos, precisamos falar bastante sobre isso ainda. Vocês são um coral! Ver um de vocês na frente da plateia cantando enquanto os demais fazem backing vocal e dança atrás, sinceramente, me desagrada. O New Directions ficaria muito mais bonito se fosse visto como um grupo unido e harmônico.

-- Mas como podemos fazer isso? – Perguntou Artie.

-- Trabalhando meus caros, trabalhando! E é justamente isso que vamos começar a fazer logo. Pensei em trabalhar um número com vocês, o meu primeiro, para apresentarmos na quadra da escola. Precisamos de mais integrantes para o clube e uma boa forma de fazer isso é mostrando aos demais alunos o quão bom o clube pode ser.

-- Vamos ser ridicularizados, isso sim! – Resmungou Puck, recebendo a concordância de muitos outros.

-- Quem ri de vocês lá fora, gostaria de estar aqui dentro, mas não pode porque tem medo. Pensem nisso.

As palavras foram ditas de forma natural, mas uma certeza solene tocou o coração de cada um daqueles jovens. Talvez, ela estivesse certa e eles sim eram os fortes, os corajosos da escola. Quisera ser possível que pudessem estampar isso em seus rostos e jamais receber copos de suco, mas aquela força interna, de certa forma, os aquecia.

Assim, mais animados, o New Directions começou a discutir técnicas vocais e de dança que se encaixariam bem na música New York de Alicia Keys e Jay-Z. William Schuester os deixou sorrindo, dizendo que agora o coral estava nas mãos de Maya. Verdade que ninguém estava exatamente seguro quanto a isso, mas pouco a pouco, eram invadidos por uma certa segurança que vinha lenta e avassaladoramente.

No fim do ensaio, o coral foi dispensado, deixando os preparativos finais do número para o dia seguinte e a apresentação em si para quarta-feira. Brittany divertira-se muito naquela tarde. Ainda havia um certo temor dentro de si, não conseguia olhar a Senhorita Miller nos olhos. Se Santana estivesse certa, aquela era a mesma Maya Miller que elas haviam conhecido em uma boate na última sexta-feira, o que deixava a loira, de certa forma, tranquila. Mas se Santana estivesse errada, aquela mulher poderia ser alguma espécie de doppelganger ou algo ainda pior, o que a assustava. Mas Santana quase sempre estava certa, não é mesmo?

***

Sexta-feira à noite, as duas melhores amigas estavam em uma boate bastante movimentada de Lima, na qual conseguiram adentrar com identidades falsas. Haviam bebido em demasia, mas estavam bem felizes. Santana estreava seus seios recentemente turbinados com silicone e constatava alegremente que, como desejava, estavam chamando bastante atenção.

Às altas horas da noite, a música tocava alta e dançante. Brittany, com alto teor alcoólico nas veias, foi à pista e passou a dançar de modo provocante, ameaçando fazer um verdadeiro strip tease ali mesmo, o que fez sua amiga latina recuar à um canto, envergonhada. Verdade que aquilo deixava o meio de suas pernas um tanto quanto úmido, mas não queria ser conhecida como Santana, a acompanhante da stripper bêbada.

Muitos homens e algumas mulheres urravam, assobiavam e batiam palmas, à medida que Brittany dançava. Santana tentava desviar os olhos da cena, mas não conseguia. A garota tinha talento, deveria admitir.

-- Olha só isso... – Uma mulher disse ao seu lado, a voz arrastada pelo álcool.

Virou-se. Era uma mulher alta e negra, os cabelos escuros cacheados e os olhos verdes, um cigarro ardendo entre dois dedos. Usava uma blusa sem mangas e um short muito curto, exibindo sem pudor o corpo musculoso. Não era gorda; apenas muito forte e corpulenta. As curvas bem acentuadas, tal como as coxas grossas e torneadas. Os braços cobertos por uma tatuagem de uma serpente que se enrolava em espiral ao redor dos membros, repousando a cabeça no dorso da mão direita e, aparentemente, atravessando as costas até o outro braço, vindo a repousar a cauda no dorso da mão esquerda. Algo assustador e estranho. Mais tarde, Santana descobriria que aquela serpente passava por trás do pescoço da mulher, por cima da cabeça de um dragão com as asas abertas, tomando-lhe toda a parte superior das costas.

-- Daria tudo para Ter essa loirinha na minha casa – a mulher comentou com Santana que a olhava. – Vocês estão juntas, não estão?

-- O quê? – A latina disfarçou. – É claro que não!

-- Que pena... Vocês duas juntas devem fazer um verdadeiro espetáculo. Não quer chamar a loirinha e me mostrar do que são capazes?

Santana negou veementmente, enojada. Mas a estranha mulher mudou-lhe o pensamento rapidamente com apenas três palavras:

-- Pago quinhentos dólares.

***

Após todos terem deixado o auditório, Santana retornou, levando Brittany consigo.

-- Podemos conversar? – Perguntou a Senhorita Miller que ainda estava lá, organizando algumas partituras.

-- Claro! – Ela respondeu, sem se virar.

As duas meninas aproximaram-se e Santana foi quem iniciou a tal conversa, seu tom de voz e expressão demonstrando toda a raiva que sentia. Brittany não conseguia entender o porquê dessa.

-- O que você está fazendo aqui?

-- O que parece que estou fazendo? – A mulher falou, calmamente. – Organizando estas partituras!

-- Você entendeu minha pergunta! O que você está fazendo aqui no McKinley?

-- Você não é boa em conclusões óbvias, não é mesmo?

Brittany não entendeu a pergunta, mas Santana sim, ficando ainda mais furiosa. A loira precisou segurá-la para que não avançasse na outra mulher.

-- Já se esqueceu que eu sou de Lima Heights? Olha, não me imorta se você é a nova coordenadora do New Directions ou não, se está aqui pra dedurar à direção o que nós fizemos, eu não vou pensar duas vezes em quebrar a sua cara!

-- O que nós fizemos? – A mulher perguntou, finalmente se virando.

Brittany gelou por dentro. Ela não se lembrava! Seria mesmo uma doppelganger? Ou será que ela durmira com a doppelganger? Nossa, tudo aquilo era assustador e confuso ao mesmo tempo! Tentou avisar a Santana, mas a latina estava muito ocupada gritando.

-- Não se faça de boba! – Ela dizia. – Saiba que eu posso te colocar na cadeia, se quiser, porque eu posso fazer Figgins acreditar em mim e não em você!

A mulher virou as palmas das mãos para cima, em sinal de rendição.

-- Calminha, garota! – Disse. – Eu não vim aqui pra acabar com a sua vida, ok? Na verdade, eu nem sabia que você é aluna dessa escola. Nem sabia que é menor de idade... – Dizendo isso, sorriu.

-- Se contar alguém...

-- Ficou louca? Claro que eu não vou contar! Santana, minha querida, eu estou com uma corda no seu pescoço e você com outra no meu. Não quero que você me enforque, por isso, não vou te enforcar. Parece justo nós esquecermos tudo que aconteceu e vivermos como professora e aluna daqui Pra frente, que acha?

Brittany estava ainda mais confusa, seu cérebro doía. Afinal, aquela mulher ali era ou não a verdadeira Maya? E de que corda ela estava falando? Seria alguma corda invisível? Mas como Santana não parecia estar com tanto medo mais, decidiu perguntá-la sobre isso depois. Talvez estivesse tudo bem mesmo.

-- Ok... – A latina disse. – Mas que fique bem claro que absolutamente ninguém pode saber de nada e a partir de agora, somos professora e aluna. Só isso. Nada mais.

-- É claro – a Senhorita Miller, verdadeira ou não, concordou.

-- Ótimo. Vamos, Britt.

Ao ver as duas meninas deixando o auditório, Maya sentiu-se verdadeiramente mal. Estava tão bêbada que nem havia prestado atenção no fato de ter levado dois membros do coral que ela mesma assistira cantar naquele vídeo das regionais. O fato só se encaixara em sua cabeça ao ver as meninas na escola. Claro que, jogar sua máscara de indiferença fora era algo que não estava em seus planos e era algo que ela não faria. Não tinha qualquer medo de ser delatada, muito menos intenção de delatar. Seu mal-estar provinha do fato de ter dormido com duas colegiais. Credo, não era nenhuma pedófila! Mais uma mancha na sua maldita vida... Mas que se danasse, o que passou passou, o jeito era deixar pra lá.

Notas finais
Bem, é isso! Que acharam? Será que o clube vai gostar da nova coordenadora? uais serão os planos dela para o clube? Que acharam da tal historinha da boate? heh heh heh
Bem gente, quero saber se vocês gostariam de ver algo que não foi mostrado no enredo principal, como algum ship diferente ou sei lá... Só não peçam algo muito improvável, por favor rsrsrs. Nem Faberry, vão me desculpar, mas Faberry eu não engulo... A não ser nas fics UA, claro.
Bem é isso... Vou tentar postar um pouco mais rápido. Deixem reviews!
Até a próxima!