So What?

9 It's Going Down


Notas iniciais
Hey gente, queria avisar q tem uma outra fanfic usando básicamente a minha Amy, porém com algumas diferenças, além de repetir certos diálogos - novamente com alterações contidos aqui na fic de minha autoria So What, mas esquecemos isso! Quero agradecer a Anna Potter! Pra você! Espero que gostem!

Amy

Terça-feira: Prova de Física e Prova de Química

Quarta-feira: Espanhol, Inglês e História.

Quinta-feira: Geografia, Ciências e Geometria.

Sexta- Feira: Redação.

Finalmente sábado! Eu amo sábados. Todo mundo ama sábados!

Acordo 14:48, com os berros de minha mãe:

– Amy Grace Harris! Acorde!

Ela estava parada em frente a minha cama, bocejo e coço a cabeça:

– Obrigada pela delicadeza!

– Não esta se esquecendo de nada não?

Mamãe esta com um de seus lindos vestidos, sapatos de salto e cabelo preso.

Droga! Devo ter esquecido alguma data especial:

– Hum... É seu aniversário?

– Não!

– é aniversário de Peter?

– Meu Deus Amy não!

– Que droga mãe! É aniversário de alguém? Essa família é muito grande pra eu ficar guardando esse tipo de coisa!

Bom era verdade mesmo, minha memória sempre foi uma merda.

Fazer o quê.

– Não lembra de Festa dos Campbell?

Ah sério isso?

Anne Campbell é tipo BFF da minha mãe, ela é muito rica, mora em uma puta mansão – não sei o por que já que nunca vi ela fazendo algo além de gastar dinheiro – e é casada com Richard Campbell. Uma família inglesa, rica e amiga da minha.

Eles vão dar uma festa na casa deles hoje, caridade ou algo de tipo. Essas festas são um saco!

Eu fico sempre sentada comendo – e comida de rico não é nada boa, por que não servem logo minipizza? – já que sou velha demais para os amiguinhos dos meus irmãos e nova demais para a galera que já pode beber.

– Preciso mesmo ir? Tenho certeza que Rosie e Peter podem cumprir o papel de incríveis irmãos mais velhos! – digo sorrindo e me sentando no baú que fica em frente a minha caminha.

– Mas é claro que precisa! Anne e Richard adoram você! E além disso o sobrinho deles vai estar lá! Falaram que é da sua idade.

Deve ser um riquinho metido a besta.

– Fala que eu to passando mal.

– Amy vamos logo com isso! Você vai e enquanto viver sob esse teto vai me obedecer!

– Ajuda se eu dormir no jardim?

Ela bate a porta e avisa que tenho meia hora para me arrumar. Mas eu teria que fazer isso em menos tempo, se quisesse comer antes de ir. Nem a pau eu comeria aquela comida de novo.

Tomo um banho, visto um dos vestidos que mamãe compra pra mim e eu nunca gosto mas ela sempre ameaça extinguir meu estoque de Kit Kat se eu ousar descer de jeans, então escolho um azul água. Até que ele é bonitinho.

Arrumo meu cabelo e pego uma bolsa – jogo lá o necessário, celular, carregador e balinhas.

Olho para meus sapatos:

– Não vou de salto de jeito nenhum.

– Você vai mesmo aparecer na frente dela assim? – Peter pergunta, ele está de terno.

– Sim. – respondo com a torrada na minha boca – Estou de vestido assim como ela pediu!

– é, mas ta parecendo mais uma princesa zumbi que não sobreviveu ao apocalipse!

– Não ta tão ruim.

– Você chegou a pentear o cabelo?

– Sim! Ah não preciso dos seus conselhos de moda senhor vou de meia e chinelo até a padaria!

Coloco a louça na pia e vou até a sala, onde toda a comitiva de ruivos está lá – menos minha mãe, que tinha cabelos loiros, os de John também eram loiros, porém mais puxados para o vermelho.

– Amy! – mamãe diz olhando torto para minha escolha de roupa.

Ops, ferrou.

. . .

Quando chegamos na propriedade dos Campbell eram 16:39, minha mãe me ajudou a me arrumar – mesmo contra a minha vontade – e agora eu estava perfeitamente parecida com uma maldita princesa de Disney. Nada contra, até gosto das princesas de Disney, mas se vestir que nem elas em pleno século XXI!? Era ridículo.

Além disso Jack insistiu em terminar de ver DragonBall e depois Letty ficou procurando pelo pé direito do sapato dela. E não adiantava oferecer-lhe outro, por que ela queria logo aquela maldição que estava com um par faltando!

Resumindo: isso resultou em um atraso, mas a festa só começava ás cinco, e mesmo mamãe tendo ficado chateada por não ter podido conversar um pouco com tia Anne antes da festa, estava tudo certo.

O salão estava lindo, mesas arrumadas, milhares de diferentes tipos de garfos em cada mesa, delicadamente colocados, e copos de cristal. Lustres de diamantes e em um palco, os músicos ensaiavam para a festa. Realmente estava tudo lindo.

– Amy! – Anne veio me abraçar e depois Richard. Os dois muito bem vestidos: — Como esta querida?

O sotaque britânico deles era tão lindo!

– Estou ótima tia Anne! E a senhora?

– Oh incrível querida!

Anne era legal ,eu passava alguns dias de verão com ela no Country Club, quando meus pais viajavam. E nós também já viajamos nas férias.

Os trigêmeos já tinha saído correndo para brincar com os sobrinhos mais novos de Richard e Anne, não sei por que o tal mais velho nunca aparecia mas... ei! Eu poderia ter usado isso para ficar em casa!

Rosie tinha ido conversar com Naomi e July e Peter, sei lá onde ele estava. Mas provavelmente fazendo algo não permitido.

E assim sobrou a Amyzinha aqui pra variar.

O sobrinho não tinha aparecido ainda, meus pais e os Campbell foram para o salão principal onde alguns convidados já estavam.

Por que mesmo eu vim? Podia ter fingido uma cólica assim que ela me acordou, assim eu poderia ficar deitada no sofá, vendo TV e mofando. Tem coisa melhor do que isso?

Sento na mesa e beberico minha coca. Alguém se senta ao meu lado. Dylan?!

– Amy?

– O que você está fazendo aqui?

– O que você está fazendo aqui?

– Estou na casa da minha tia!

Ele era o sobrinho misterioso. Hum... tinha mesmo que ser ele?

– ótimo. – resmungo.

– Você é filha do John e da Emma?

– Sou.

– Então... temos que ficar juntos?

– Se você só ficar calado aê não ligo.

– Por que você é sempre assim comigo?

– Sou assim com todo mundo. Supere.

– Não, com Mike, nem com Carrie, ou Maya nem mesmo com Henry!

– Okay, talvez eu só trate você assim!

Tinha como piorar? Claro que sim! Sabe que por acaso era afilhado de Anne? Henry!

Lembra quando eu falei que ficava sozinha nas festas e tals? É verdade mas Henry também estava presente em algumas. Mas ele ficava conversando com as pessoas e raramente nos falávamos.

Quando ele chegou, Dylan e eu estávamos assaltando os doces de cozinha, da janela pude ver o vislumbre do cabelo escuro dele.

– Vamos fazer alguma outra coisa. – falo e ele assinte.

Passo por Henry e ele me encara, estava esperando Dylan me alcançar, mas ele não o fez. E quando me viro, lá estava ele falando com Henry e sua família.

– Amy? – Dylan me chama e eu me arrasto até lá.

– Oi. – digo.

A mãe de Henry sorri e me abraça. Okay o povo daqui gosta de abraços;

– Muito bom você estar aqui! Assim pode fazer companhia para meu Henry não é?

Raramente eu falava com ele, muito menos com sua família. Mas acho que deviam conhecer meus pais então apenas sorri:

– Claro, estava indo com Dylan para a pista de dança, quem sabe Henry não quer vir junto?

O garoto anda até o lado de Dylan. Eles começam a conversar e Dylan sempre comenta algo sobre mim, mas não estou a fim de bater papo. Henry me ignora. Pra variar. Moleque bipolar, me dá carona na chuva mas depois não fala comigo. Afs que garoto complicado.

A pista estava fazia, com exceção de poucas almas – nenhuma exatamente esbanjando alegria — sentadas nas mesas próximas.

– Vamos? – Dylan chama.

– Nem Ferran...

Pompeii começa a tocar e ele me puxa. Até que é divertido! O DJ continua a mandar músicas fodásticas e eu continuei dançando que nem um avestruz engasgado – meu jeitinho especial, eu danço mó mal, Clary e Carrie não – mas Dylan apenas e ri e não fala nada.

. . .

São nessas merdas de festas que mais sinto falta dos meus retardados.

Se pelo Menos Lucy estivesse aqui para roubar docinhos comigo, ou Carrie para dançarmos na pista – isto é, ela dançar, por que eu só pulo – ou Clary para me fazer rir, ou Mike para rir dele! Ou Maya, para avaliar os garotos.

Mas só com Dylan tudo é chato. Não por culpa dele é claro. Acho que estou acostumada demais com meus amigos.

As coisas logo iriam mudar.

. . .

Carrie

Sem noticias de Amy, nem de Clary nem de Lucy. Bom as três devem estar ferradas no sono.

Fazer o que se a merda do meu organismo acostumou há acordar cedo?

Mas eu não sei, as coisas não parecem mais as mesmas. Ninguém parece mais a mesma pessoa!

E eu não sei se poderia acompanhar a mudança deles.

Sera que eles não viam quem Maya era?

Bom como poderiam? O segredo é guardado por apenas duas pessoas.

E infelizmente, eu sou uma delas.

Jake

– Olha aqui seu preguiçoso de merda, é melhor levantar dessa cama agora! – eu disse para a caixa eletrônica de Mike – Estou na sua casa. ACORDA!

Desliguei o celular e toquei a companhia.

Maya a abriu. Seu cabelo estava preso, assim dava para ver a pequena parte raspada:

– Oi.

– Oi. O Mike ta aí?

– Uhum, deve estar lá em cima. Pode entrar.

Eu entro e nos encaramos por um tempo:

– Você subi subir escadas não é? – ela sorri irônica.

– Não muito bem, quebrei meu braço caindo de uma.

Ela ri:

– Sobe, qualquer coisa eu estou aqui embaixo, se você cair vamos tentar não deixar você quebrar de novo esse braço.

Sorrio.

Quando entro no lixão que é o quarto de Mike, só o vejo esparramado na cama, babando e com o braço pendurado para a frente.

– Pelo Amor de Deus! – sussurro, pego o copo de água que estava em sua cabeceira e jogo em sua cabeça.

– EIIIIII!

– Que foi? Você não atendeu em nenhuma das vezes que eu te liguei! Aliais onde está o seu celular?

– Hum... – ele olha ao redor – Não sei. Há uns dias não o vejo.

Disco o número dele e um som fraquinho surge no quarto.

Sigo o som e paro perto do aquário de Mike:

– Merda. – ele levanta e encara o aquário.

Lá estava Rory, um peixe dourado bem sem graça e ao seu lado, nada menos do que o celular de Mike.

– Você esta ferrado.

– érrr... vamos indo. Assim aproveito meu último dia de liberdade.

Desço as escadas e Maya não está mais lá, Mike demora uns vinte minutos para ficar pronto.

O dia passa como outro qualquer, fomos ao jogo dos Phillies – muito difícil de arranjar o engresso, consistiu em cuidar mim cuidando de crianças infelizes durante as sextas feiras e Mike trabalhando num Sushi Bar, ele foi demitido no dia seguinte, porém nunca disse o por que – comemos cachorros quentes e berramos quando marcamos o último ponto.

Domingo passou sem maiores eventos, fiquei em casa ao dia inteiro, vendo qualquer coisa que estivesse passando na TV.

Quando acordei segunda feira – com Melani me cutucando – tudo parecia normal. Tinha tudo para ser uma semana normal.

Eu, Lucy, Mike, Clary, Amy e Carrie reclamando da escola, mas de fato sempre se divertindo.

Estava acabando o ano! O que poderia acontecer faltando duas semanas para as desesperadas férias chegarem?

Entrei na escola e tudo estava quieto. Estranho.

Fui até o ponto onde me encontrava com os meus amigos. Nenhum deles estava lá.

Oh Meu Deus por que não podia ter sido apenas mais uma segunda feira normal?

Poderia ter sido normal, se a Terceira Guerra não tivesse se iniciado.

Autora

Caros senhores Scodelarios,

Gostaria de convida-los para uma reunião quarta-feira em meu escritório, ocorreram alguns importunos entre as Senhoritas Scodelario e Senhorita Harris.

Os pais de Amy também estarão presentes, é de devida importância que apareçam,

Atenciosamente,

Robby Smith — diretor

Notas finais
Gostaram? Odiaram? Amaram? Comentem por favor quero muito saber! E se tiverem sugestões quero muito ouvi-las! Kisses Lulu