So Far Away

26 Medo e Consequências


Notas iniciais
Olá meninas. Bem, queria pedir desculpas pelo atraso na postagem. Vou explicar o motivo. Bem, estou com um maldito bloqueio, mas só quando vou escrever, entendem? (espero que sim) Mas só foi por isso mesmo que demorei. Espero que entendam. E sobre os comentários, desculpem não ter respondido o do cap anterior, vou responder todos. E não deixem de comentar! Lá em baixo nos falamos. Espero que gostem. Bejuss ^_^

31 de Dezembro — Apartamento de Clint Barton (23:23 da noite)

Ele olhava para a TV, no entanto, não via o que passava, nem mesmo ouvia o som, o rock dos anos 80 que toava em mais um programa de fim de ano, lá fora fazia frio, grande parte dos cidadãos estavam na rua, comemorando mais um ano que ia embora, cantando musicas que sempre cantavam em todos os fins de ano, como um ritual. Felizes aguardavam ansiosos os poucos minutos que faltava para de fato o ano novo entrar em ação e com ele as novas metas, novas promessas que na metade do ano seriam esquecidas.

Voltou a realidade quando sentiu Marie sentar ao lado dele, ela tinha os cabelos molhados e cheirava a sabonete de menta.

–É o primeiro ano novo que passamos juntos.-falou com um ar melancólico olhando para ela e sorrindo.

As coisas ainda não eram fáceis, mas de certa forma, não doía mais tanto.

–Assim como o natal.

–É, foi um ótimo natal, obrigado.-agradeceu, ainda lembrava da pequena discussão que tiveram no dia, mas quando chegaram na casa de Bruce e Cath tudo havia ficado maravilhoso.

–Agradeça a Bruce e Catherine, afinal, foi eles que nos chamaram, apenas fiz uma forcinha para arrasta-lo.

–Você sabe que não é por isso, pelo fato de me arrastar.-eles riram.-Agradeço pelo fato de ter, e está ao meu lado, me ajudando, não desistindo de mim, não desistindo de nós.

–Não poderia virar as costas para você, somos tudo o que temos, um ou outro. Perdemos uma pessoa que amávamos muito e ela nos uniu, de uma forma estranha, mas uniu, mesmo com toda aquela...situação, confusão. E eu me dei conta de que acabei... Acabei amando você.-fechou os olhos mordendo os lábios.-E eu sinto que estou ferrada, porque todas as outras pessoas que eu amei estão mortas. Meus pais e Andressa, e eu os perdi e não quero e nem posso, Clint, não posso te perder, eu não suportaria.-sentiu as lágrimas escorrerem pelo rosto, abriu os olhos o encarando e vendo um pequeno sorriso brotar no canto dos lábios dele.

–Não vai.

–Foi o que todos disseram, Clint. Meu pai e minha mãe antes de morrerem e depois Andressa.-levantou com um pulo respirando fundo, agarrou as mangas do casaco que usava e secou o rosto, como uma adolescente que tinha problemas demais.-Você deve ter se perguntado como eu ia comprar uma ilha no Brasil.

–Bem, no começo sim, mas agora...

–Eu quero contar, você sabe tão pouco de mim, e eu sinto que lhe devo isso, estamos juntos e quero que faça parte da minha vida, que saiba o que me aflige.-viu o arqueiro assentir.-Eu não sou uma espiã, nem uma agente secreta, bem, pelo menos antes de vim para cá, nem mesmo uma assassina, não diretamente.-uma vez que estava em pé, voltou a se sentar ao lado de Clint.-Eu era apenas uma menina quando papai morreu, acho que tinha dez a onze anos. Minha mãe disse que foi um acidente, que ele havia caído no banheiro e quebrado o pescoço, mas eu sempre soube que não era verdade, pesquisei sem que ela soubesse e acabei descobrindo que ele havia se suicidado.-deixou um riso triste transparecer enquanto arrumava uma mecha de cabelo atrás da orelha.-Alta dosagem em medicamentos, algo como um frasco inteiro de soníferos.

–Marie...

–Está tudo bem, a história é bem rápida.

–Sabe que não precisa contar, reviver essas coisas.

–Como disse, eu quero.-fez uma pequena pausa, mas logo se pôs a falar novamente.-Bem, depois de descobrir que meu pai, bem, você sabe. Procurei saber o porque, comecei procurando pelas coisas da minha mãe, sem que ele soubesse, achei alguns exames dele que dizia que ele sofria de depressão, aquilo até que fazia bastante sentido por causa do suicídio, mas eu quis mais, quis saber o porque da depressão, já que meu pai sempre foi um homem alegre, fazia de tudo para por um sorriso nos meus lábios e nos de minha mãe. Depois disso, da perda, minha mãe passou a ter consultas com uma psiquiatra em casa e eu passei a ouvir as conversas. Acabei por descobrir que a depressão do meu pai foi causada porque ele havia perdido tudo, a empresa que levou anos construindo e nosso dinheiro e que estávamos prestes a perder a casa e que o principal culpado disso tudo, de toda essa desgraça era do meu tio, que havia roubado tudo de nós.-deu de ombros respirando fundo, o ar parecia abafado e ela se sentia sufocada. Mexeu as mãos inquieta e as levou até a coxa.-Minha mãe também não aguentou a barra, foi demais para ela e depois. Quando tinha 18 anos encontrei ela morta no quarto do nosso apartamento. Você acredita que o maldito não ajudou em nada depois da morte de meu pai? Ele roubou o dinheiro dos meus pais, Clint. E nem ao menos ajudou no enterro deles.-indignada levantou e andou de um lado para o outro.-Comecei a trabalhar cedo, com quinze anos se não me engano, mas o dinheiro era pouco, mesmo com o da minha mãe, depois que ela morreu foi mais difícil ainda, então comecei a roubar, mas era apenas pessoas de Classe alta, até porque não fazia sentido roubar dos que tem tão pouco. Com isso, consegui me reerguer para pro em prática todo o plano que tinha em mente desde a morte de meu pai que aperfeiçoeis depois da morte de minha mãe. Fiquei sozinha e acabei encontrando um amigo, nos envolvemos durante algum tempo, ele foi o primeiro homem que me deitei até te conhecer.

–Ele não morreu, não é mesmo?-deu um pequeno sorriso para ela que assentiu e sentou ao lado dele o agarrando.

–Não, não morreu.-respondeu com a cabeça sobre o peito dele e se sentindo feliz por ele está ao lado dela.

Ainda faltava coisas a ser ditas, coisas da qual ela nunca havia e nem iria se arrepender.

–Eu o matei, meu tio. não diretamente com minhas mãos, nem paguei alguém para fazer tal, mas fiz ele ficar na miséria, tomei todo o dinheiro dele, tomei a empresa e o envolvi em boatos de drogas, prostitutas e roubos. O induzi a se mantar com essas coisas. Tomei o que era meu por direito, e não me arrependo nem um pouco.-sentiu os braços de Clint a apertar mais em um abraço e fez o mesmo com ele.

Ficaram assim por alguns minutos até se darem conta de que a televisão havia interrompido a programação de clipes e agora amostrava imagens ao vivo da Time Square Garden, as ruas repletas de pessoas festejando a chegada de um novo ano, todas contando juntas os pouco segundos que faltava.

Eles se encararam, agora Clint sabia o porque daqueles olhos azuis tão tristes. Ela havia as pessoas que mais amava, e sabia que mesmo recuperando o dinheiro não as traria de volta, mas que de certa forma bastou vingando os pais.

Passou a mão sobre o rosto dela e a beijou com delicadeza. Era pouco tempo, mas ele já tinha certeza, o que o impulsionava a viver, o motivo do coração dele bater mais forte como se fosse parar, era ela, todos os dias. Aquela mulher, meio atrapalhada e divertida havia tomado todo o coração dele.

–Eu também te amo, Marie.-disse no ouvido dela a fazendo se arrepiar, enquanto distribuía alguns beijos sobre o pescoço dela. A puxou para cima dele e nem mesmo se deram conta quando de despiram e juntaram os corpos. Juntos, viajaram naquele ritmo louco, se entregaram um ao outro enquanto os fogos explodiam no céu.

Iowa 23:00 Casa Abandonada.

A casa estava escura, abandonada e suja, mas ela sabia que mesmo no silêncio ele estava lá, já que lá era a casa deles quando crianças. Caminhou animada, os passos leves como numa dança infantil, se sentia a mair das princesas que agora enfim ia ter seu conto de fadas concluído, seu final feliz.

Entrou no lugar, estava mais sujo e abandonado do que a ultima vez que ela havia visto, tinha mais musgo e trepadeiras tomando conta da parede e o cheio nojento de água parada e ao mesmo tempo o ar abafado, mas nada disso importava agora, o que ela queria era encontrar o príncipe dela, o príncipe que a beijaria e tornaria tudo perfeito novamente.

Caminhou ainda animada, com seu passo musical na cabeça, sobre o piso de madeira, mas com cuidado já que o mesmo estava repleto de buracos causados pelos repletos roedores que ali haviam. A sala havia sido tomada pelo musgo assim como o sofá, as paredes por trepadeiras e lodo no seu tom mais alto de verde. Talvez devessem reformar a casa, talvez fossem morar ali agora, já que tudo havia acabado e ela finalmente havia conseguido tirar aquela mulher da vida deles. Ou então até quem saber ter três filhos, todos meninos, para serem igual ao pai quando crescerem, serem príncipes de olhos azuis e cabelos negros. Não conseguiu conter um gemido de excitação e de emoção. Já havia tanto tempo em que planejara a vida dos dois juntos.

O som dos passos deixou o coração dela aos saltos e com um sorriso maior ainda, escancarado na boca. Estava com saudades dele, do toque dele, da pele e principalmente o cheiro dele. Seu príncipe.

Viu o corpo dele em meio a escuridão que se encontrava no local iluminado apenas pela luz da lua. Quando ele se aproximou mais pode ver os olhos, aqueles azuis lindos, como dois diamantes, duros e frios, mas ela os via quente, ardendo em desejo por ela.

Andou até ele da forma que sabia que ele gostava, algo sensual, agarrando ele e beijando-lhe a boca, arranhando os lábios dele com os dentes. Sentiu as mãos dele lhe segurarem os cabelos com força, puxando a cabeça para trás, a fazendo dar um pequeno gemido, só que de dor, não de prazer. Juntou a mão na dele tentando afrouxar a mão dele que foi em vão, pois cada vez mais o homem puxava com mais força.

–Amor, você está puxando com força demais. Está me machucando.-disse sorrindo, mas sentindo a dor.

–Você não gosta assim?-a voz estava ofegante e dessa vez os olhos brilhavam com a loucura e fascinação.

–Está machucando dema...-a frase não foi terminada pois agora ela era jogada contra a parede com força.

–Você não gostava assim?-Voltou a perguntar enquanto pressionava o rosto dela contra a parede úmida com lodo. Ele parecia um louco sem controle. Ela tentou se livrar, mas não conseguiu, já que as mãos estava imobilizadas atrás das costas por apenas uma das mãos dele. Sentia calor, o corpo dele, as costas colada ao peito dele, mas ao invés de sentir prazer e excitação naquilo, ela sentia pânico e medo crescer dentro dela sem controle.

–Está me machucando... Está me machucando-repetiu as palavras com dificuldade. Sentiu a dor na garganta como um arranhão, pelo grito que deu quando sentiu o cabelo ser puxado com tamanha força, como se fosse arrancar os fios da raiz.

–Você matou ela.-o homem de olhos azuis duros, como um diamante, gritou com loucura quando a pôs de frente para ele, e ela pode ver a loucura nos olhos dele, a boca estava aberta com demência enquanto pressionava as mãos no pescoço dela na tentativa de estrangula-la.-Por que você a matou, Rachel? Eu a amo e você a matou, sua puta.-com um gesto rápido, deu com a cabeça dela na parede a deixando tonta a ver estrelas enquanto buscava ar.-Ela era minha, só minha!

Foi jogada mais uma vez contra a parede suja e logo em seguida para o chão, sentiu quando ele se pôs em cima dela e ouviu quando o barulho do cinto dele foi aberto junto do som da calça jeans que ela usava ser aberta com violência e ser arrancada do corpo dela. Instintivamente ela fechou as pernas, não por não querer ele, mas pelo medo que a controlava no momento. Não adiantou, ele as abriu com o sorriso mais louco nos lábios e a penetrou como um bicho sem controle.

O grito foi inevitável toda vez que ele saia e entrava nela com força, seco e totalmente cruel. Sentiu a garganta ser pressionada pelas mãos dele enquanto perdia o ar. Tentou se livrar dele, mas não conseguia.

–Kevin.-pronunciou o nome sem ar.-Kevin.-chamou em pânico. Já não conseguia ver com clareza, a imagem dele não era nada mais que um borrão.

–Você é linda, Andressa. Só minha, minha pequena menina, minha doce garotinha.-falava ofegante sobre o ouvido de Rachel a que ele via a imagem de Andressa, a imagem perfeita da mulher.

–Kevin... Kevin.-chamou com pouco resto do ar que lhe restava.

As mãos afrouxaram aos poucos do pescoço dela quando ele chegou ao orgasmo, se deixando cair sobre ela que ainda lutava para recuperar o folego e tentar se livrar da dor que sentia.

–Andressa, minha querida, eu te amo, eu te amo muito.-os olhos azuis encaram a face de Rachel que chorava, mas ele não via isso, via Andressa, a morena sorria como se estivesse satisfeita, como se fosse a mulher mais feliz do mundo.-Você sempre será a minha doce menina. Eu te amo.

–Eu também te amo, Kevin.-Rachel disse enquanto acariciava os cabelos negros dele e sentia a respiração dele sobre o pescoço.

Ele apenas precisava de ajuda, seu príncipe precisava de ajuda. Ela o amava e jamais iria deixa-lo, iria cuidar dele, pois nunca, jamais e em hipótese alguma se desiste da pessoa que ama, mesmo quando ela te machuca. Mas o amor que ela sentia por ele ultrapassava tudo aquilo.

Carla Pregona -Espanha. 23:54

O calor, o ar abafado, o copo sobre a mesa do mercadão. Olhos inquietos à procura do alvo. Os risos, a tranquilidade de que tudo estava resolvido durou por pouco tempo, a imagem da mulher, o sorriso doentio e aquela maldita sensação de que algo ruim se aproximava.

Correu, mesmo quando não aguentava mais, mesmo quando as pernas falhavam.

O Tiro, o grito de dor, mas aquilo não foi o bastante para pará-la.

O barulho, a cachoeira, a água, os golpes, o medo, a dor e o aviso.

O ultimo tiro, a falta de visão, o mar e os olhos de Thor.

Foi o sobressalto que a fez acordar, puxou o ar com força, observou o lugar, o quarto escuro, as cortinas pretas, o sofá no cato do quarto e no outro um guarda-roupas. As penas estavam dormentes assim como o resto do corpo. Se sentia confusa, os únicos sons que ouvia era de aparelhos e o gotejar incessante do soro que era injetado nela, olhou mais uma vez em volta, não conhecia o lugar, o quarto não poderia ser mais estranho a não ser pelo porta retrato que havia em cima de uma pequena mesa ao lado da cama. Na foto estavam ela e Carolina, os cabelos soltos e elas abraçadas com enormes sorrisos e como plano de fundo, algum lugar de NY que ela não lembrava agora. Estendeu o braço para tentar pegar o retrato, mas o braço doía e formigava pelas sondas que estavam presas ao braço. Arrancou as mesmas um pouco irritada assim como a cânula de oxigênio do nariz.

Sentiu a garganta seca.

Tentou apoiar os braços, mas foi em vão, não tinha forças, o que a levou a pensar quanto tempo deveria ter ficado desacordada.

Deu um impulso meio atrapalhado e caiu da cama gemendo pela dor, enquanto ela mais uma vez tentava apoiar as mãos, dessa conseguindo se levantar mesmo com a dor no ombro ficando mais insuportável a cada segundo que passava. Consequência de levar dois tiros, pensou dando um riso fraco.

Permaneceu ali, de pé diante da cama, esperando as pernas firmarem enquanto pensava em Thor, nos olhos azuis dele que a acalmava. Buscando ar deu o primeiro passo, mas ainda tinha as pernas bambas e sentindo-se como um bebê dando os primeiros passos. desejou estar vestida com uma calça e um casaco, já que ela estava apenas com um short e uma regata branca, o quarto estava frio demais a possibilitando que visse a respiração no ar.

Caminhou com mais dificuldade até a porta, mas quando estava à um passo as pernas voltaram a perder a força a levando ao chão novamente. Mesmo com a dor no auge, ela se arrastou até a parede ao lado da porta, se apoiando e pressionando a mão sobre o ombro ferido na tentativa de tentar diminuir a dor. Ainda que não quisesse as lágrimas quentes escorriam pela face pálida, fria e cansada.

Ouviu vozes, era a de Thor, não deixou de sorrir mesmo não compreendendo o que ele havia dito, mesmo com a dor atrapalhando, mas ouvir a voz dele era reconfortante, como um remédio. Tinha também outras vozes, conhecidas, eram de Carolina e Jason. Ouviu os passos se aproximarem, a porta se abriu com um rangido irritante.

–Andressa, ei, Andressa.-o tom preocupado era de Carolina, a ruiva se desesperou assim que viu a amiga no chão com os braços escorrendo sangue pelas sondas que haviam sido arrancadas.-Ei, Andressa, fala comigo.-mas não teve resposta.-Thor.-Gritou o deus que correu praticamente até o quarto abaixando até a morena.

–Deus.-dando um pequeno sorriso, tocou o rosto de Thor, rosto com qual sonhava, sentiu a mão ser espetada pela barba que dessa vez estava mais cheia, os cabelos, os fios amarelos estavam presos atrás orelhas.

–Humana.-ele deu uma gargalhada assim como ela e Carolina.-O que aconteceu?-mas não esperou pela resposta dela, a pegou no colo e a levou novamente para a cama, a colocou na mesma e ouviu ela dar um longo gemido de dor.

–Precisa descansar, Andressa, não pode fazer esforços, quebrou três costelas.-Carolina andou até o lado dela na cama e pegou um algodão mergulhado no álcool para limpar o sangue no braço dela.-E não vamos esquecer os tiros, foram dois se é que se lembra.

–Dormi durante quanto tempo?-perguntou com os olhos fechados com força, a cabeça girava. a voz ainda estava sonolenta e arrastada.

–Vamos dizer que durante três semanas basicamente.-Carolina respondeu quando havia terminado de limpar os braços dela e de por os curativos para que não sangrasse mais.-E a propósito, feliz natal atrasado e feliz ano novo, primeiro de janeiro.-Sorriu para a morena. Pegou sobre a mesa que abrigava o porta retrato delas duas um calmante para que Andressa dormisse.

–Não, não quero mais dormir.-Andressa disse olhando para a mão dela.

–É apenas para tirar a dor que está sentindo. Não irá dormir, ficar um pouco tonta talvez, mas dormir não.-Mentiu, sabia que se dissesse a verdade a morena não descansaria.

E ela voltou a adormecer segundos depois amaldiçoando Carolina que riu junto de Thor, que estava de mãos dadas com ela com a morena.

Notas finais
E ai, o que acharam? Desculpem os erros. Kevin: http://fc05.deviantart.net/fs28/f/2008/172/4/a/Oliver_is_smexy____by_MalevolentGrapes.jpg