So Contagious

1 Waiting so contagiously


Notas iniciais
Olá,como estão? isso não importa! Estou aqui pra postar minha primeira fic Sebtana, andei vendo alguns videos deles e me apoixonei ainda mais. Espero que gostem!

Oohhh, quando estou perto de você eu sou tão previsível Porque eu acredito que estou amando você de primeira vista
Eu sei que é confuso mas estou esperando isso...
Para eu parecer junto a você

Isso poderia estar fora da linha? (Isso poderia estar fora da linha?).
Para dizer que você é a única avançando em cima de mim assim
Você é a única que eu gostaria de me disparar em cima
Deixe-me esperando assim contagiosamente\"\"
//////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////
Sebastian inclinou a cabeça, olhando para o sua nova melhor amiga, impossível pensava ele. Quem teria pensado que ele e Santana iriam se tornarem tão proximos? No entanto, ele sabia que ela ainda era um pouco desconfiada dele, claro, antes das regionais ele havia aprontado muito com os amigos da latina.

Olhando para trás e para o mar, Sebastian suspirou. Santana levantou uma sombrancelha e olhou para o amigo desconfiada.

"Explique-se", disse Santana. Santana podia dizer o que o menino estava sentindo, sem qualquer esforço. Ele poderia a pensar em pensamentos felizes, mas ela saberia de algo, por trás disso tudo.

"Explicar o quê?" Sebastian perguntou inocentemente.

"Você esteve suspirando o dia todo", Santana observou. Ela olhou para seus pés que estavam roçando levemente na areia. "Você deve estar apaixonado." Olhando para ele. Depois de um momento de calcular, ela disse, "E não é Blaine, é?"

Sebastian olhou para ela, confuso. Ele não estava nem um pouco apaixonado por Blaine, era quem menos ele pensava, só que ele não sabia disso.

A partir do olhar dela, ele sabia que ela estava vendo ou apenas tentando ver suas reações, ela era boa nisso. Ele esperou.

Santana revirou os olhos, bufando. "Eu não sei", ela admitiu. "Vocês, homens são tão difíceis de ler."

Sebastian deu um sorriso de canto, envolvendo um braço em torno do ombro de Santana . Ele já estáva acostumado com sua pele quente. Inclinando a cabeça em seu ombro, ela suspirou.

"Você vai morrer de tanto suspirar", Sebastian riu. "Na última hora você só suspirou 14 vezes."

Foi estranho. A seis meses atrás, se alguém lhe tivesse dito que ele estaria sentado em seus braços em torno de sua pior inimiga, ele concerteza teria rido. No entanto, lá estava ele. Ele com seus braços envolvidos sem nenhum pensamento em sua cabeça e uma inimiga mortal que agora era sua nova melhor amiga.

Empurrando para longe dela, Santana ficou em pé.

"Vamos entra nessa água ou o quê?" , perguntou ela sorrindo. A menina foi rápida em tirar a blusa grande que vestia e ficar apenas de biquini.

Sebastian sorriu, levantando-se. "Claro!" , disse fingindo empolgação. Então tirou camisa ficando apenas de bermuda. Ele meio que não gostava de praia mais Santana gostava, então apenas pra agradar a morena, ele veio.

Santana deu um sorriso perigoso. "Na contagem de três?" , perguntou ela.

Sebastian contorceu as sobrancelhas. Santana sempre ria quando fazia isso. Ele não podia "deixar de sorrir e dizer:" Eu vou contar. "

Eles caminharam um pouco longe, então virou-se em direção ao mar.

"Um ..."

Santana sorriu para ele.

Ele sorriu de volta.

"Dois ..."

Santana impedia ele com o braço.

Ele deu um soco leve nela, no ombro.

"Três!"

Foi uma corrida. Eles sempre faziam isso, e particulamente os dois adoravam aquele clima.
Ambos lançaram-se para dentro do mar ao mesmo tempo. Santana soltou um grito de alegria, com os braços para fora . Sebastian mergulhou, e começou a puxar os pés da menina mais ele não consiguiu pois ela foi rápida e se afastou dele já percebendo seu plano incrivelmente "diabólico". No entanto, ele era bonito, além da beleza, tinha os olhos... Santana ficou incrédula por estar pensando isso.

Sebastian sorriu, estendendo a mão para ela. Ele passou os dois braços ao redor da cintura fina da latina. Ela riu descontroladamente, tentando afastá-lo.

Sebastian bateu na água. Ele sorriu para ela. Seu cabelo caia na testa, perfeitamente. O sol que se caia em Santana através da água a fez parecer uma deusa.

Sorrindo, Sebastian apertou o nariz dela. Esta tornou-se uma espécie de piada entre eles. Ele soltou-a.

Eles nadaram até a areia.

Sebastian chegou na areia primeiro. Ele engasgou no ar. O menino passou mão pelos cabelos castanhos, secando-os.

Santana vinha logo atrás dele. A latina não consiguia tirar os olhos do amigo, se culpando mentalmente por esse pensamento, ela passou na frente dele, quieta.

Ele mirou ela, sorrindo.

"Divertido?" Sebastian perguntou.

Ela assentiu com a cabeça. "Sempre".

Ele sorriu ainda mais.

Os dois voltaram a se sentar na areia.

"Então, quem é?" Santna perguntou olhando pra ele de canto

"Uh?" Sebastian perguntou, olhando para Santana.

Santana deu-lhe um empurrão. "Esta pessoa por quem você tem uma queda ", ela cantou. Sua voz era como o paraiso nos ouvidos de Sebastian.

"Eu não sei", Sebastian riu.

Santana revirou os olhos.

"Onde está Brittany, afinal?" Sebastian perguntou. Ele passou a mão na areia, aproveitando o maciez. A areia era uma coisa estranha. . "Não foi isso deveria ser o seu dia, ou o que?"

Santana focando inteiramente o céu. "Brittany e eu estamos dando um tempo uma a outra."

Isso chamou a atenção de Sebastian. Virando-se para Santana, ele perguntou, "O que?"

Deixando escapar um suspiro, ela se virou para ele. "Eu disse a ela, que eu pensei que nós deveriamos apenas dar um tempo", disse ela. Agitando as mãos em volta de sua cabeça, ela disse, "Você sabe, ela as vezes me sufoca.

Sebastian estava chocado.

"O que foi!?" Ela exigiu cerrando os olhos. "Porque você está olhando para mim desse jeito?" — Santana olhou-o feio.

"Por que vocês duas precisam de um tempo uma da outra?" Sebastian perguntou, chocado. "Vocês duas são perfeitos juntas."

Santana suspirou. "Não realmente."

Sebastian não podia acreditar que estava ouvindo isso. Santana e Brittany eram perfeitas uma para a outra. "Como você pode dizer isso?" ele exigiu. "Você não a ama mais?"

"O amor é complicado", disse Santana. Ela olhou para longe dele, pro mar. "Às vezes o amor não funciona da maneira que você pretendia." Ela olhou para ele. "Amar é para ser consumido. Um incêndio toma conta de seu corpo até você não sentir mais nada. Tudo o que resta é um fogo que toma conta de você, corpo e alma. E dói, dói. Cada centímetro de você dói. O amor é doloroso. "

Sebastian levantou uma sobrancelha para ela. "Parece que você sabe como é", disse ele.

Santana corou loucamente. "Pela primeira vez em minha merda de vida, sim", disse ela.

Sebastian honestamente não conseguia entender. "Então, por que você terminou com ela, se você se sentiu assim?" , perguntou ele. "Doeu muito?" Ele sabia que o amor ferido. Ele lembrou de quando ele olhou para Blaine e cada centímetro dele doía. Ele queria que ele o amasse e ele odiava, viveu sua vida e respirou ele.

Santana olhou para ele. "Você é estúpido?!" gritou ela. "Eu não estou falando da Brittany!" — Santana explodiu.

"Oh!" Sebastian se assutou pela explosão da menina. Ele ainda estava confuso.

Santana suspirou. "Você não entende", disse ela já segurando as lágrimas, "Eu não vou chorar na frente desse idiota, é ele é um idiota, uma idiota lindo" Santana pensava.

Sebastian acariciou o rosto da morena . "Explique isso para mim", disse Sebastian carinhosamente enquanto olhava para seus olhos.


Santana ficou vidrada em seus olhos, até que acordou daquele sonho, que pensava ser.

Ela balançou a cabeça negativamente, tirando a mão do rapaz de si e se levantando. "Não", ela disse, e começou a andar para longe sem olhar pra trás. "Eu estou indo para casa. Vejo você mais tarde." — se despediu falando alto.


Sebastian viu a morena sumir de suas vistas, frazinhou o cenho confuso e deixou o corpo relaxar sobre a areia macia.

Notas finais
O que acharam? comentem, que eu continuo!