Smoke And Mirrors

2 New York, New York!


Notas iniciais
Desculpem a demora para postar, mas nao tem dado!!!
Bem, eu aumentei o cap para compensar.
Espero que gostem.

New York, 2012

Eu não acredito que eu tive que deixar a Califórnia para me mudar para uma luxuosa mansão nos arredores de New York. Okay, ainda era New York, mas isso não tornava as coisas mais agradáveis. Quer dizer, a minha mãe morreu a semana passada! Acham que eu não deveria de ter um bocadinho mais de tempo para estar de luto? Oh, quem eu quero enganar? Eu quase que não conhecia a minha mãe. O meu pai morreu antes de eu nascer, e eu tive que viver com a minha mãe a mudar de padrasto quase todos os anos.

George — o último homem da minha mãe. Eles começaram a namorar tipo, um mês antes de ela morrer — parou o carro em frente a uma bela mansão vitoriana. Okay, eu já tinha visto fotos, mas ao vivo... Whoa! E eu com certeza não vou limpar a casa!

- Chegamos. É linda, não é? — George até que era um homem bom. Era honesto e tinha um certo humor negro no qual eu me identificava. Tinha o cabelo castanho, mas estava a ficar com alguns cabelos brancos.

- Sim... é... Whoa! É magnífica! — fiquei embasbacada a olhar para a casa e virei-me de repente para ele — Morreu aqui alguém? — perguntei antes de me conseguir conter. Ele riu.

- Ainda com medo de fantasmas?

- Nunca se sabe. Mais vale prevenir que remediar.

- Okay, acho que não.

- Achas? — perguntei meio assustada. Peço desculpa se morro de medo de fantasmas. Okay, mais de noite que de dia, mas mesmo assim conta!

- Vá, vamos para dentro. — bufei e saí do carro.

Abri a porta de trás do carro e tirei as minhas malas. Algumas das nossas coisas já estavam dentro da casa. O George tratou de tudo. Ainda bem, por que eu certamente não ia acartar camas e roupeiros e móveis… oh, espera. Já me tinha esquecido que nós não tínhamos trazido grande mobília por que a casa tinha as coisas. Merda, eu de certeza que ia dormir num colchão mais duro que pedra!

Subi os degraus e quando acabei virei-me e comtemplei o jardim. Era. Simplesmente. Lindo! Estão a ver a mansão que aparece nos Flashbacks da série The Vampire Diaries? Bem, era mais ou menos igual. Virei-me novamente e coloquei as malas no chão à espera de George. Ele é que tinha a chave. Como não tinha mais nada para fazer comecei a olhar para a porta – sintam o nível elevado de tédio – e a pensar no quanto eu estava a gostar do aspeto da casa. Tinham-se passado alguns anos desde a última vez que eu morei numa casa. Sempre gostei de apartamentos. Em parte por serem mais pequenos e arrumados que um enorme casarão. Além disso, quando se está sozinha em casa maior parte do tempo é melhor um sítio onde não possamos ouvir o eco dos nossos dedos a pressionarem as teclas do computador.

George abriu a porta e peguei nas minhas malas para entrar. Uma camada espessa de pó levantou-se e eu espirrei. Não sou uma grande fã de sete camadas de pó em cima da mesa. Por que é que não limparam isto antes de chegarmos?

A casa tinha dois andares e uma parte subterrânea onde dormiam os criados. Esse era sem sombra de dúvida um local que eu não queria explorar. Subi as imponentes escadas e se não tivesse as mãos ocupadas iria com certeza passar uma mão pelo corrimão e fingir que era uma condensa ou uma coisa assim. Pousei as malas no primeiro andar e comecei a passear pelo corredor. Tantas portas. Tantos quartos que vinham com o carimbo de séculos de desuso. Tantas teias de aranha. Ai.meu.deus! E se há algum fantasma a morar em casa? Inspirei fundo. Elizabeth… não há fantasmas. Lembras-te?

- Óh, sim, pois claro! Quem eu quero enganar! – bufei e corri pelo enorme corredor. Ia ser bonito limpar tudo isto. Até estava com pena da senhora da limpeza. Subi as escadas que davam para o último andar. Cheguei a meio já a arfar. Caralho, será que eles não sabiam que as escadas podiam ter cinco degraus em vez de cem? Subi os degraus de dois em dois e finalmente cheguei ao segundo andar. Eu estava com ideias de habitar por ali, mas só o esfoço que eu tinha que fazer para lá chegar…

Uma porta chamou a minha atenção. Alerta de Fantasma! Mandei-me calar mentalmente e corri para a porta. Tinha uma marca de uma mão na maçaneta. Mas… ninguém entrava aqui dentro há mais de cem anos! Okay, só uma ou duas pessoas do governo, mas eles chegavam ao hall de entrada e saiam. Coloquei a mão na maçaneta e tentei abrir a porta. Merda, estava fechada. Encolhi os ombros e caminhei em direção à última porta. Será que dava para instalarem um elevador aqui? Não havia nenhuma partícula de pó nela, o que eu achei ainda mais arrepiante. Tentei abri-la, mas não consegui. Quando dei a volta para me ir embora ouvi o trinco da porta saltar e a porta abriu-se. Fechei os olhos. É agora que o fantasma me mata? Abri um olho. Bem, ainda estava viva.

Virei-me e entrei dentro do quarto. E não, não sou estupida. Por isso que tirei um pedacinho de ferro que andava sempre comigo. Acham que não havia de aprender alguma coisa ao assistir todas as temporadas de Sopernatural? Não havia nada no quarto a não ser uma cama de dossel – que fofo, sempre quis uma dessas. Mas depois cresci e vi que dava menos trabalho mudar os lençóis de uma cama de queen size. Atirei-me para cima da cama e levantei uma nuvem de poeira que quase me fez cuspir um pulmão de tanto tossir. Havia um enorme espelho que estava tapado por um pano que um dia fora branco. Levantei-me da cama e encaminhei-me para o espelho. Sentia-me como o Harry Potter agora. Será que vou ver o que eu mais desejo no espelho?

Tirei o pano e olhei-me no enorme espelho. Okay, eu ia ficar neste quarto. As paredes estavam pintadas de branco e como em todo o lado desta casa havia pó e mais pó e, esperem, eu já disse que havia pó? Comecei a rir e vi algo no espelho mexer. Petrifiquei. Era desta que eu ia morrer.

Fechei os olhos com força à espera que a Morte chegasse até mim.

- Lizzie? – chamou George – Onde estás?

- A-a-aqui… — chamei eu. Olhei para o espelho novamente e não vi mais nada a não ser o meu reflexo.

O George entrou no quarto e começou a rir. Será que era da minha cara?

- Viste algum fantasma, Lizz? – brincou ele.

- Cala a boca! – olhei para o espelho novamente – Este vai ser o meu quarto!

- Tens a certeza? Subir e descer aquelas escadas todos os dias não me parece a tua cara. – eu sorri.

- Vale a pena o esforço!

- A empresa de limpeza vem em meia hora. Quero-te lá em baixo quando eles chegarem!

- Está bem, chato! – nós rimos e saímos do quarto. Ia buscar o meu computador. Queria ver se havia novidades sobre o desaparecimento do Andy Biersack. Eu sei, não o conheço, mas ele cantava na minha banda favorita. Era óbvio que eu queria saber que havia alguma coisa nova. Quando cheguei às minhas malas comecei a olhar em volta para ver se encontrava um ficha. Santo.Deus! Não gozem comigo. Não! Não! Não! – George!!! – gritei começando a descer as escadas.

- Aqui em baixo. – gritou ele de volta. Quando o encontrei já estava a arfar. Quem me mandou descer as escadas a correr?

- Não… Não há instalações elétricas! – ele riu.

- Eu sei.

- TU SABES? E não me disseste nada?

- Acalma-te. Eu estava a brincar. O Estado mandou instalar as coisas há dois anos. Não estão é no corredor, não é inteligência. – ele começou a rir novamente.

- Que susto. Deus, nunca faças outra coisa assim. Eu vou para o meu quarto.

- Está bem.

Corri escadas acima, peguei nas minhas malas, corri pelo corredor, fiquei cansada e tive que parar por cinco minutos, inspirei fundo e subi escadas acima novamente. Quando cheguei ao meu andar estava a arfar tipo uma morsa, mas continuei o meu caminho para o meu quarto. Abri a porta e coloquei as malhas no chão. Tirei o meu computador, liguei-o à ficha e conectei-me à net.

Faz hoje três meses que o vocalista dos Black Veil Brides está desaparecido. A polícia continua sem nenhuma pista…

Nem me dei ao trabalho de ler o resto. Merda. Quer dizer, nunca pude ir a nenhum show por que ou era Black Veil Brides ou KISS ou então Iron Maiden ou Metallica. A minha mãe não me deixava ir a dois shows por semana. E se ia à Warped ou uma prima em sexagésimo grau tinha um ataque cardíaco e eu tinha que voltar ou a minha irmã mais velha não me podia ir buscar mais tarde… enfim, havia sempre alguma coisa que não me deixava ir vê-los. E isso era uma merda.

Como estava de bom humor – pelo menos melhor que o habitual – fui para o Omegle. Era super engraçado.

Depois de mais ou menos quarenta e cinco minutos é que me lembrei que eu tinha que descer! Desliguei e computador e corri escadas abaixo. Claro, que como seria de esperar cheguei lá a baixo ofegante. A equipa de limpeza já tinha chegado, e por isso eu e o George tínhamos que sair.

- Eu vou deixar-te no centro da cidade para ires explorar, okay? Eu tenho que ir tratar de uma coisa com o vendedor da casa. – disse ele quando entramos dentro do carro.

- Por mim… — encolhi os ombros e fiquei a olhar para o jardim – Já sabes em que escola eu vou ser transferida.

- Sei.

- Qual? – perguntei curiosa.

- Aaaaaah, surpresa. – bufei.

- Pública ou privada?

- Pública. Mas se quiseres uma privada não me importo.

- Uma pública está bem. Mais dinheiro fica para bilhetes para os shows.

- Ahahahahahah! Tu e essa mania dos shows.

- Cada um com a sua panca, né? Ao menos não estou grávida, não uso drogas pesadas…

- Bem, tens um ponto. Mas não tens uma vida social muito ativa.

- Quem precisa de amigos quando se têm seguidores no Tumblr que não falam connosco? – ele riu. George sabia do meu pequeno vício do Tumblr. Era assim algo extraordinário! Liguei o rádio e comecei a mudar de estação até que ouvi a frase “Ashley, baby, you make me fell so alive!” e tive que parar ali. Podem dizer o que quiserem, mas eu continuo a gostar de Escape The Fate. Gosto muito de Falling In Reverse e de BlessTheFall,também. Eu quando começo a ouvir uma banda e ela se torna numa das minhas favoritas não há nada que me faça deixar de gostar dela. Claro que há álbuns que me desiludem, mas esses vão sempre haver. A música mudou e começou o Fallen Angels… comecei a ver as coisas embaciadas. Eu não acredito que o Andy Six – eu vou chama-lo de Six sempre – tinha desaparecido da face da terra.

We scream! We shout! We are the Fallen Angels!

O carro parou e eu dei de caras com uma loja de música e merch de bandas. Ai não! Eu não tenho a minha carteira comigo. Mas aquela camiseta está mesmo a olhar para mim!!! Olhei para George com olhinhos de cachorro e ele suspirou divertido.

— Toma lá o dinheiro. Maaaas, tens que comprar uma para mim.

- Metallica? – perguntei. Ele fez uma careta. Eu sabia que ele não era lá grande fã de Metallica. Vá-se lá saber por quê.

- Como é óbvio, não. Iron Maiden, como seria de esperar. – eu ri.

- Qual é o teu problema com Metallica?

- Eu já gostei. Mas, uma namorada minha uma vez dormiu com o James quando fomos a um show deles e então nunca mais consegui ouvi-los. – eu comecei a rir feita louca – Não tem graça, Lizz.

- É que tem! O James não sabia que ela era tua namorada!

- Tens razão. Mas mesmo assim eu não gosto. – continuei a rir depois de ter saído do carro. Era simplesmente hilariante!

Entrei dentro da loja maravilhada. Eu fico sempre com cara de um burro que olha para um palácio quando se trata de coisas relacionadas com bandas. Caminhei para a seção de merch para pegar algumas camisetas e pulseira, e colares, e… e… e eu não tinha dinheiro para comprar tudo. Merda. Suspirei e peguei na camiseta que eu achei mais bonita dos Iron e comecei a olhar para coisas para mim. Olhei para as notas que o George me tinha dado e depois de contar vi que eram duzentos dólares. Óh, isto vai ser uma festa. Maaaas, eu tenho que guardar dinheiro para comer.

Peguei numa camiseta dos Of Mice & Men, outra dos Asking Alexandria, e fiquei a olhar para os acessórios. Peguei num colar com o pentagrama dos BVB – eu ainda não tinha esse – e numa pulseira dos Montionless In White. Mas depois os meus olhos caíram em cima de uma camiseta dos Blood On The Dance Floor, e eu sabia que tinha que levar aquela não importava o quê. Comecei a fazer contas. A camiseta dos BOTDF eram 50$ — que roubalheira! – e a dos Iron ficava em 25$. Então eu já tinha gasto 75$. 200$ menos 75$ a dividir pela raiz quadrada do raio do sol a somar com o volume de água que existe no planeta, é… ficava com 125$. Coloquei as outras coisas numa mesa à minha volta. Eu o colar tinha que levar. Tirem 10$ à conta. Com as duas camisetas sobravam só 75$. Ó bem, parece que a pulseira tinha que ficar para outro dia. Provei a roupa e segui para a caixa. Haviam alguns comic books espalhados e eu comecei a vê-los enquanto a pessoa que estava a atender não chegava. Aaaaaaah, olha um manga da Sailor Moon! Eu tenho que pegar! E tinha uma promoção de “leve dois pague um” e só tinha que pagar 5$. Achei o primeiro livro do Batman e juntei à minha montanha.

Um rapaz perto da minha idade apareceu e olhou para mim e depois para o monte e para mim novamente.

- É tudo teu.

- Sim. Mas a camiseta dos Iron é pó meu padrasto. – como se isso explicasse alguma coisa. Ele riu.

- É muito coisa.

- Eu sei, mas se o mundo vai acabar em Dezembro é melhor fazer tudo o que eu quero agora, certo?

- Claro. E o meu salário agradece. – nós rimos – Eu sou o Jeremy.

- Elizabeth.

- Posso chamar-te Beth?

- Claro. Só eu é que me trato por Elizabeth de qualquer maneira. – encolhi os ombros e peguei no saco.

- São 125$. – tirei as notas do bolso e entreguei-lhe o dinheiro certinho.

- Eu vou ter uma pausa daqui a uns minutinhos. Queres ir tomar um café?

- Aceito um milkshake, por que eu não gosto de café.

- Um milkshake então! Podes esperar aqui. – ele piscou-me o olho e eu ri. Sentei-me num banquinho e comecei a ler o CB do Batman. Eu lembro-me de quando era pequena ver o Batman e a Liga da Justiça. Eu gostava. Claro, depois cresci, comecei a ver o Disney Chanel e nunca mais vi o Cartoon. – Vamos? – perguntou o Jeremy. Arrumei as coisas dentro do saco e saímos – Então, nunca te vi por aqui antes.

- Mudei-me da Cali para aqui.

- Uma mudança e tanto. Aqui faz frio, lá faz calor.

- Já foste à Cali?

- Sim. Eu morava lá antes de os meus pais se separarem e eu ter que vir morar com ele para aqui. Mas não é assim tão mal.

- Espero bem que não! Onde vamos?

- Surpresa!

- Eu não sou grande fã de surpresas.

- Por quê! São divertidas!

- Podem ser más surpresas.

- Arg, és uma pessoa demasiado negativa.

- Não sou nada! Sou só realista!

- Ahan. Qual é a tua banda favorita?

- Black Veil Brides.

- Vishi. Foi muito mau aquela cena do Andy.

- E a tua?

- Asking Alexandria. – olhei para o Jeremy naquela de o avaliar. Ele era loiro e com uns loucos olhos cinzentos. Mais alto que eu e era bonito.

- Também gosto.

- Eu percebi quando compraste a camiseta.

- É, podia ser uma daquelas haters malucas que se mete a comprar cenas das bandas para as queimar.

- As bandas agradecem.

- Eu agradeceria! – nós rimos e ele parou.

- Chegamos. – entramos dentro de uma cafezinho agradável e acolhedor. Ele pediu um milkshake de chocolate para mim e um café preto.

- Café preto?

- Yeah. I like my coffe black just like my metal. – eu comecei a rir.

- Também conheces essa música?

- Como é óbvio! A Shut Me Up, é tipo, uma das melhores músicas de sempre.

- Dos Mindless Self Indulgence queres tu dizer.

- Bem, sempre é melhor que a Boyfriend do Justin Bieber. – eu ri e o meu milkshake quase que saia pelo meu nariz.

- Deixa lá o Justin Bieber em paz!

- Tu gostas de JB? Nunca pensei!

- Agora perdi-me. JB, a bebida? JB, os Jonas Brothers, ou JB o Justin Bieber?

- Os dois últimos.

- Bem… — ele olhou-me de uma maneira engraçada – Não. Eu não gosto. Mas eu respeito os que gostam. Também não gosto quando as pessoas gozam com os BVB e os BOTDF!

- Blood On The Dance Floor? Sério?

- Claro. – bebi mais um bocadinho do milkshake e comecei a morder a palhinha – Eu gosto.

- Ah, merda. A minha pausa vai acabar entretanto. – fiz uma carinha triste.

- Óh, já? Passaram-se o quê? Cinco minutos?

- Não. Quase meia hora.

- Foda-se, caralho, filha de uma vaca desmamada, o George vai-me matar! – algumas pessoas começaram a olhar para mim. Tirei o meu iPhone do bolso e vi que tinha duas chamadas perdidas.

- Quem é o George?

- O meu padrasto. Importas-te que eu te acompanhe até à loja?

- Claro que não! – saímos a correr do café enquanto eu tentava ligar para o George sem sucesso. Ele não me atendia. Foda-se. Chegamos à loja cansados. Eu acho que só hoje corri mais que nas minhas aulas todas de educação física. Senti o iPhone vibrar e atendi.

- George?

- Sim. Sou eu. Por onde é que andaste?

- Desculpa, fui beber um milkshake e esqueci-me das horas.

- Onde estás?

- Voltei à loja onde me deixaste.

- Okay. Eu vou-te buscar. – ele desligou e eu olhei para Jeremy.

- Hey, Jer, posso-te chamar Jer, né? – ele acenou afirmativamente divertido – Gostei muito de hoje. És um garoto divertido.

- Tu também não estiveste mal, Beth. Toma. – ele colocou um cartão no meu bolso e eu ouvi uma buzina apitar. Olhei para trás e era George – Foi bom conhecer-te! – ele deu um beijo na minha bochecha e eu corei.

- Digo o mesmo. Vemo-nos por ai! – saí da loja e entrei no carro.

- Quem era aquele? – perguntou George com um tom de desconfiança e curiosidade na voz.

- Um amigo.

Notas finais
Mereço reviews?
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.