Smiths
7 John + mel
Notas iniciais
UM MÊS DEPOIS [...]
— Jane, quer vir tomar um banho comigo?
— Preguiça, amor. Estou com fome na verdade. – encara ele, sorrindo fofa. — Pode me ajudar com isso?
— Você está me pedindo pra fazer algo pra você comer? Isso?
— É, John... você entendeu.
— E porque eu deveria fazer algo?
— E porque você não deveria fazer?
— Preguiça, sabe. – sorri provocador, levantando a sobrancelha.
— Seu puto. Bundão. – brinca.
— Ei, ei. Baixa a bola mocinha! Está pensando que está falando com teus negos?
— O quê? – Jane gargalha alto, tendo uma crise de riso. — Com meus negos? – ela ri mais ainda. — Essa foi boa!
— Você quer que eu te mostre uma coisa boa? – sorri misterioso, tendo ideias.
— Tipo uma panqueca cheia de mel? – lambe os lábios.
— Uma panqueca eu não sei, mas posso colocar mel em outra coisa também já que você deseja...
— Fica gostoso? – ela entrar no jogo dele.
— Você que vai dizer, meu bem. – sorri convencido. — Venha!
Ele puxa ela pela mão saindo da suíte indo até a cozinha, se aproximam do balcão americano e ele coloca ela sentada em um dos bancos altos.
— Fique aí. Já volto.
Ele vai até o quarto e volta com uma venda para os olhos que Jane costumava usar as vezes.
— Uma venda, é? Isso vai ficar bom.
— Digamos que sim.
Ele coloca à venda nela e ajusta olhando se ficou alguma brecha que possibilite ela enxergar.
— Está vendo algo?
— Nadinha.
— Ok. Vou pegar uma coisinha aqui agora.
Jane escuta todos os movimentos, atenta a qualquer som se sentindo estimulada com os olhos vendados. Ela escuta John abrir alguns armários a procura de alguma coisa, até que ele encontra e fecha a porta dos armários, e vai até ela com os pés descalços fazendo barulho no piso de madeira.
— Venha.
Ele pega na mão dela e com cuidado vai guiando até a sala, deixa ela parada em frente ao sofá e empurra a mesa de centro um pouco para o lado para dar mais espaço.
— Se abaixe no tapete... fique ajoelhada.
Ela não fala nada mais sorri e obedece, e se ajoelha sentindo o tecido macio e confortável do tapete. Ele tira a calça de moletom sem nada por baixo e senta no sofá de frente pra Jane, por alguns minutos observa a esposa naquela posição, vestida com uma camisola preta e o cabelo solto incrivelmente sedutora e a máscara dando uma apimentada a mais na situação. Ele pega as mãos delicadas dela e coloca em suas coxas musculosas e rígidas, ela aperta o local sentindo a definição perfeita e ele segura as mãos dela interrompendo os movimentos.
— Ainda não, apressada.
— Vai logo, John!
— Está curiosa, é?
— Óbvio, apesar de ter uma ideia do que pode ser.
— E você gosta dessa ideia?
— Uma das minhas preferidas.
— Bom saber... só que dessa vez vou incrementar mais essa sua ideia, acho que vai ficar bem melhor. No momento não terá panqueca, mas terá o mel...
— Já captei sua maravilhosa intenção. – se arrepia excitada com a ideia.
— Sempre esperta, Jane Smith. Vou colocar o mel então.
Ele pega o pote de mel e aperta despejando no membro já protuberante dele.
— Sinal verde. Todo seu.
Jane sorri vitoriosa, pois sabe o efeito que a boca dela causa naquela região maravilhosa e preferida do marido. Ela se aproxima e John deixa que ela tente achar o local sozinha, o que não demora muito e sem pestanejar ela coloca a boca naquela região levando John a loucura. Ela prova o mel e brinca como se fosse seu doce preferido, tipo um pirulito ou um sorvete. Ele fica inquieto sentindo a boca quente e úmida dela, olha pra ela e depois fecha os olhos absorvendo todas as sensações extenuantes e únicas. Jane escuta a respiração irregular do marido, sente suas coxas se retraírem e a pele quente, ela concentra sua boca no membro aproveitando cada gota do mel e sentindo ele endurecer cada vez mais dentro da boca, quente e úmido. Sobe as mãos pelo abdômen sentindo o corpo dele, se sentindo cada vez mais poderosa percebendo ele se desmanchar sobre sua boca e suas mãos. Ela para de explorar a região com a boca e coloca as mãos no lugar, fazendo movimentos por toda a extensão e estimulando. Ele tira a venda dela, ela puxa ele com força pelas mãos e ele caí por cima dela no tapete encostando a ereção em seu abdômen, ele suspende o vestido dela e abaixa a calcinha apressado sabendo que estava próximo de gozar. Eles ficam deitados de lado no tapete, um de frente para o outro. Ele puxa a perna dela e coloca em cima da cintura dele, penetra nela com força e agarra seus lábios que estavam com puro sabor de mel.
— Ai John... Uhm... – sussurra e geme.
— Sei que você gosta dessa posição... está gostoso? – penetra com mais força, tirando o tapete do lugar e fazendo barulho.
— Sim... Ah... Assim... Muito bom, baby.
— Acho que não consigo segurar mais...
— E porque você está segurando? Goze, amor.
Ela rebola e acompanha os movimentos dele, sentindo o tesão aumentar a medida que John passa a mão pela perna e pela bunda dela, apertando e dando tapas deixando a região vermelha e sensível. Ele enfia o rosto entre os cabelos dela e sussurra coisas incoerentes, enquanto aperta a cintura dela e penetra até o limite na velocidade máxima que consegue, fazendo Jane gemer alto. Ele não consegue mais segurar e goza gloriosamente dentro da esposa, levando ela até o limite e então ela acompanha ele chegando ao orgasmo quase que imediatamente. Eles permanecem jogados no tapete esperando a agitação baixar.
— Nossa John, faltou pouco pra você me furar inteira... se não furou né. – respira e fala com dificuldade, sentindo a respiração quente dele em seu rosto.
— Não tenho culpa... não tenho controle... e você gosta, safada.
— Depois de hoje estou uns 10% mais “aberta” do que antes. – gargalham alto.
— Está vendo? Você é uma safada.
— Mel + John. Bela combinação!
— Gostou? Você pode experimentar outras combinações depois.
— Tipo, calda de chocolate quente? – ele olha pra ela fazendo careta, e ela sorri como uma criança.
— Calda quente? Você não acha que é um pouco doloroso para mim não?
— Você é durão.
— Obrigada! Mas não sou tão durão a ponto de aguentar ficar mais tempo deitado nesse tapete e nesse chão... vem, vamos levantar, vou fazer suas panquecas agora.
Eles se levantam e mesmo grudentos depois da transa decidem ir direto pra cozinha, pois a fome era maior.
[...]
No dia seguinte eles vão resolver alguns detalhes da missão do Javier na agência, mas não demoram muito, pois eram só coisas para finalizar o relatório. Como John tinha que ir ao banco depois e Jane pretendia ir ao salão eles foram cada um com seu carro. Ele resolve as coisas rapidamente no banco e volta pra casa mais cedo, ela demora um pouco mais e chega algumas poucas horas depois, quase na hora do almoço.
Jane chega em casa, fala com a empregada, joga a bolsa no sofá e vai até o quarto atrás de John encontrando ele deitado na cama assistindo um jogo de futebol na TV. Ele sorri quando a vê na porta, mas logo muda o semblante ao perceber uma expressão de confusão em seu rosto, ela se aproxima e senta na cama ao lado dele.
— Ei, amor, tudo bem? – pergunta preocupado, notando sua fisionomia tensa.
— Acho que estou grávida, John.
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