Notas iniciais
Ah, gente. eu tava sem ideia hoje, desculpem se não ficou tãããão bom assim, mas eu até que gostei..
Boooa leitura!

[...]

Eu... eu não devia ter ficado com ele, com outro cara... estou confusa e... e eu tenho que voltar pra casa, minha casa...

Mas, mas o quê é essa luz branca? Eu não entendo... eu...

[...]

– Doutor, quando ela vai acordar? – escutei de longe uma voz que me era familiar.

– Olha senhora, eu não sei exatamente quando... mas, olhe. Ela acabou de acordar.

– Querida, você está bem? – minha mãe chegou perto de mim e me questionou. Não entendi bem o sentido da pergunta... até eu olhar em volta de mim e ver uma salinha fechada, um suporte de soro e um daqueles aparelhos de hospital que mede a frequência cardíaca.

– Mãe, o que aconteceu? – me desesperei ao perceber que estava em um quarto de hospital, com meu braço e perna direitos estavam engessados.

– O táxi que você pegou foi atingido por outro carro do lado direito, que era onde você tava, não foi muito grave, você quebrou um braço e uma perna, poderia ter sido bem pior...

– Quem é você? – minha mãe perguntou sem saber que era a pessoa que entrou no quarto onde estava.

– Sou Lucas. Eu tava com a Bella quando ela pegou o taxi. Foi de repente quanto ela tomou o carro. Peguei logo o próximo táxi que vinha depois do dela. Quando o acidente aconteceu, coincidentemente o carro em que eu estava ficava bem atrás do dela e eu vi o acidente todo. Meu táxi também bateu, mas eu só machuquei a testa. – ele apontou pra um curativo na testa dele.

– Então você é o idiota que ficou com a minha filha a noite. O que você fez com ela, imbecil? – meu pai praticamente avançou em Lucas, mas minha mãe o segurou.

– Calma, querido, não vale a pena.

– Calma, Peter. Sua filha estava muito bem comigo. Não se preocupe. – Lucas sorriu sarcasticamente para meu pai.

– Seu bastardo! – meu pai desferiu um soco contra Lucas, que não reagiu. Só passou a mão pela boca que escorria um filete de sangue.

– Calmem senhores! Estamos num hospital. – afirmou o doutor responsável por mim.

– Pode descontar Peter. Mas quando ela souber você vai sofrer junto. Até. – ele se despediu e se retirou do quarto.

– Desgraçado. – meu pai cerrou os punhos e depois olhou pra mim, com uma expressão indecifrável.

– Querido, como aquele garoto sabia seu nome?

– Me desculpem, vocês têm que sair. Ela precisa descansar.

– Tudo bem doutor. – eles assentiram e saíram do quarto.

[...]

Notas finais
mistério de novo hehe T.T
xoxo,
thesexycrazy.