Smile

5 Minha Vida Diante Dos Meu Olhos


Notas iniciais
Oiiiiiiiiiiiii gente cute, obg pelas várias reviews que vcs deixaram eu surtei aqui, HAHAHAHA
viu postei que nem o flash ein, ~me amem demais u.u~
boa leitura ae C:

POV Dominick

– O QUE? Você não podia ter beijado ela! Ela tem um noivo! – Minha mãe disse com uma cara assustada que... O QUE? EU TENHO UM NOIVO? EU VOU CASAR? WHAT?

– EU TENHO? – Perguntei arregalando os olhos e assustada, muito assustada!

– ELA TEM? – Taylor perguntou quase tão assustado quanto eu, que natal estranho ein!

– Vamos filha, eu te explico direito lá dentro! – Minha mãe me puxou pelo braço bruscamente pra dentro de casa, deixando Taylor pra trás completamente confuso, passamos pela sala sem ninguém nos perceber, até que chegamos ao meu quarto e entramos.

– MÃE! QUE HISTÓRIA SEM SENTIDO É ESSA? PODE IR FALANDO! – Gritei irritada nível: 99%

– Shiiit! Não grite, fique calma! – Minha mãe disse colocando o dedo em frente a boca, me pedindo silêncio.

– EU NÃO QUERO FICAR CALMA E NÃO VOU! ENTÃO VE SE DESEMBUCHA LOGO! – Disse tentando me acalmar, mas não consegui, meu coração estava a mil, e meus nervos a ponto de explodir.

– Ok, filha você tem que entender que eu fiz isso por todos nós – Suspirei frustrada enquanto as palavras dela saiam aterrorizantes, simplesmente não quero um noivo – Eu arranjei um noivo pra você, porque é bom pros negócios, por meio de um novo sócio e de meus assistentes que eu não tive tempo de conhecê-lo, nem seu filho, mas só você se casar com o filho dele pra terem filhos, os herdeiros depois estão livres... Então fizemos negocio por telefone! Vocês vão se casar quando terminarem colegial – Ela disse e se encolheu todo, esperando eu jogar uma bomba nela, ou sacar uma arma, sei lá da onde, e atirar nela, ou até mesmo soltar cães ferozes nela.

– MÃE! Não acredito que você me vendeu! – Disse com vontade de socar a cara do Taylor, porque sim.

– Eu não vendi... Isso é só um casamento arranjado pra garantir o seu futuro! – Ela disse e eu dei uma gargalhada nervosa, e sim eu estava extremamente nervosa, ela me vendeu.

Se for um velho babão pançudo e verruguento... Eu to ferrada de vez!

– Casamento arranjado? Isso é tão século retrasado! – Disse me sentando na cama com lágrimas nos cantos dos olhos, não é fácil descobrir que sua “mãe” acaba de te vender pra um estranho, mas fiquem calmos eu vou criar um plano!

– Mas filhas você terá um futuro garantido e... – Ela começou com aquele blá blá blá e alisou meu cabelo com sua mão, que instintivamente eu empurrei.

– PARA DE FALAR NO MEU FUTURO, QUE DROGA! Não da pra entender que eu é que decido o MEU futuro, e eu não vou casar com ninguém, nem que eu tenha que fugir – Disse encarando o chão.

– Você vai sim, já contratei seguranças pra ficarem sempre de olho em você, você vai casar e está decidido, agora arrume as malas, amanha a tarde vamos viajar com os Collins e mais alguém – Ela disse fria e fez uma cara de nojo ao dizer “os Collins” (ou seja o Taylor), e uma lágrima escorreu do meu olho e eu a sequei com ódio.

– Eu... Eu... Detesto você! – Disse fria e com minhas palavras carregadas de ódio, ou raiva, ela me olhou com tristeza e saiu do quarto – Esse foi o pior natal da minha vida! – Disse comigo mesma e me levantei e chutei minha cama, o que não foi muito inteligente porque eu acabei batendo meu dedinho do pé, então comecei a xigar a mim mesma e a pular num pé só segurando o pé machucado, mas que droga, porque tá dando tudo errado? É muito azar!

Acabei dormindo, mas logo acordei novamente, porque nem dormir eu não consigo (mentira eu estava com muita dor no estomago)! Sai do quarto e desci a escada sorrateiramente em direção à cozinha pra tomar uma água, mas encontrei algo suspeito.

– Eu não acredito seu incompetente! Eu os interrompi mais cedo, que droga, você poderia ter me dito o nome do garoto mais cedo! – Minha mãe dizia ao telefone, eu franzi minha testa, de quem ela está falando? – Ok, vou desligar, não cometa mais esse erro se não é rua! Boa noite! – Ela disse arrogante e desligou o telefone, então eu subi a escada tropeçando até meu quarto entrei e vagarosamente fechei a porta e me encostei a mesma muito mais confusa!

(...)

No outro dia acordei mal humorada e com dor no estomago ainda, mas liguei pra Cath e pra Jessie e desejei feliz natal a ela, então arrumei minhas malas (le-se: joguei roupas na mala) e vesti um vestido preto uma meia calça rasgada cinza e meu coturno e coloquei uma blusa, fiz maquiagem escura e baguncei meu cabelo coloquei meu gatinho – que ainda não tem nome – debaixo da minha blusa, sim eu estava o escondendo porque minha bruxa, digo mãe, não iria deixar eu leva-lo, eu estava me sentindo gorda com o gato quentinho na barriga, mas mesmo assim desci e todos já estavam lá TODOS mesmo até derrubei minhas malas no chão (estavam pesada e alguém que se vira pra levá-las), reparei que até o Taylor estava lá com uma cara não muito boa.

– Não, o gatinho não vai – Minha mãe disse, caracas ela lê mentes! Só que não.

– Que? O que? Ah o gatinho tá lá em cima! – Disse com cara de paisagem e TODOS olharam pra minha barriga – Aff, que droga – Disse revirei os olhos ignorando tudo e levando o gatinho comigo, afinal quando é que eu sigo ordens? Então sai direção à porta o deixando todos lá com cara de “que diabos essa menina tem?” entrei no carro do meu pai e coloquei meus fones com o rock alto e abracei o gatinho pequenino e fofo com força, então vi todos entrando em seus carros, então me mãe me tirou de dentro do carro do meu pai com rapidez, e me puxou pelo braço e me jogou dentro do carro do Taylor então bateu a porta e saiu bufando e eu o olhei com cara de confusa pra Taylor que tinha a mesma cara que eu.

Então ele apenas deu de ombros e deu partida no carro e eu cai no tédio profundo enquanto observava cada pelinho branco do meu gatinho, e então de repente me lembrei do beijo que Taylor havia me dado, o que me fez corar e ouvir Taylor rindo pelo nariz, sozinho.

Maldito seja esse Taylor!

1 hora depois...

Depois de algum tempo entediada, senti meu estomago embrulhar e uma súbita vontade de vomitar, que droga não devia ter comido aquele iorgute que estava na geladeira a mais ou menos um mês...

– Taylor eu to passando... – Não deu tempo nem de terminar a frase e senti meu jantar de ontem voltar e sai jorrar pra fora, eu sei me desculpem isso foi bem nojento – Mal... – Completei a frase vendo aquela nojeira no chão do carro do Taylor, caramba ele vai me trucidar.

– Ah Nick não acredito, olha o que você fez no meu carro! – Taylor disse dando uma breve olhada no chão e então logo encostou o carro na frente de um posto de gasolina que tinha por ali.

– Nossa eu to bem sabe Taylor, obrigada pela consideração, queridinho. – Ironizei e ele bufou procurando algo no porta luvas.

– Que merda, deixei minha carteira com meu pai, hum... – Ele pensou um pouco – Já sei, vem comigo! – Ele disse saindo do carro, vindo até meu lado abriu a porta segurou minha mão e saímos em direção a típica lojinha de conveniências do posto e eu ainda sentia meu estomago embrulhar, entramos lá e o lugar até que não era tão ruim assim, mas tinha cheiro de comida gordurosa o que me deixou pior.

– Oi será que pode nos emprestar um pano e um pouco de sabão? – Taylor disse coçando a cabeça e eu olhei pra mulher do balcão, era uma senhora gorda de cabelos loiros presos por um boné e tinha uma camiseta azul escrito com letras garrafais “Posto do Manny”.

– O que houve com a mocinha? – Ela disse me analisando, eu devia estar verde.

– Ela acabou vomitando, e sujou tudo! Mas o pior são os desejos dela, tipo o da semana passada foi comer tijolos! – Ele disse rindo dissimulado e a lesada aqui boiou.

– Mas já? – Ela disse e ele assentiu — Ah e de quantos meses ela esta? – A velha disse sorridente.

Quantos meses? Ela só pode estar falando de gravidez, OH MEU DEUS EU VOU MATAR O TAYLOR!

– Quatro meses tem o nosso bebê – Ele disse me abraçando de lado e dando um sorriso de lado, que merda ein!

Eu prefiro comer pregos no café da manhã e arrancar meus ouvidos a ouvir isso!

– Mas eu não estou... – Comecei a falar, mas fui interrompida por um beliscão no braço.

TAYLOR VOCÊ É UM DEGRAÇADO E EU VOU TE ESQUARTEJAR! – Xinguei mentalmente.

Nota mental: Nunca mais saia com o Taylor, você pode voltar difamada e horrorizada e traumatizada ~rimo~.

– Bom, pode nos emprestar as coisas? – Ele disse.

– Claro! – Ele disse e a mulher entregou a ele as coisas e nós saímos de lá Taylor limpou tudo e eu fiquei o olhando fazendo o trabalho árduo. Então voltamos a estrada e ficamos sem dizer nada um bom tempo.

– Cara... Você só me atrapalha! – Taylor disse e eu me senti ofendi, sou tipo uma “atrasa vidas” agora?

– E eu vou contar ao meu noivo que você sai por ai me difamando dizendo que estou grávida de você! – Disse e ergui a cabeça ficando de nariz empinado, ele não disse nada apenas bufou virou a cara e se calou pelo menos o noivo serve pra algo não é? HAHAHAHA.

Depois de mais alguns minutos sufocantes chegamos a um lugar onde só havia mato, mato, mato, mato, mato, uma casa, mato, e mais mato, ah e um riozinho.

Entramos na casa que tinha um ar do campo com lareira e coisas desse tipo e também moderna ao mesmo tempo, guardamos as coisas e eu tive que dividir quarto com o energúmeno chamado Taylor, então tomei um banho e Taylor também, pelo nojento ocorrido de mais cedo, então almoçamos todos juntos e eu fui jogar o jogo God Of War, na grande plasma da sala, e Taylor, minha sombra me seguiu só pra variar e ficou me vendo jogar.

– Qual o nome do seu gatinho? – Taylor disse enquanto eu jogava concentrada.

– Ainda não decidi – Disse apertando os botões do controle loucamente.

– Que tal Kratos, Cat Of War! – Ele disse gargalhando então eu me virei e vi Taylor segurando uma canetinha vermelha, instantaneamente olhei pro gatinho e vi um risco vermelho na sua carinha fofa.

– Aff seu hipócrita, nunca mais encoste um dedo no meu gatinho, hunf! – Disse puxando o coitadinho dos braços do crápula.

Então, irritada, resolvi dar uma volta pelos arredores do fim do mundo, lugar onde Judas perdeu as botas, etc...

Ok eu me perdi em alguns minutos de caminhada com meu gatinho em mãos.

– Que merda, acho que já passei por aqui umas 5 vezes – Disse olhando um carvalho esquisito que eu já havia visto várias vezes, então andei mais um pouco e vi um riosinho e um ser sentado uma pedra me olhando com um sorriso hipócrita.

– AH MEU DEUS! Eu to cansada de você me seguindo o tempo todo, de mimimi atrás de mim, sempre na espreita né? Parece um rato! – Gritei indo marchando até o Taylor, mais conhecido com “minha sombra”, mas antes de chegar até de chegar até ele larguei meu gatinho no chão e passei por debaixo de um galho baixo de uma arvore intrometida, mas acabei tropeçando com tudo e indo parar direto no colo do Taylor, nunca corei tanto na minha vida, sérião.

Me levantei atordoada e andei rapidamente alguns passos na direção oposta dele olhando pra trás, e quando olhei pra frente BUM! Senti uma forte pancada na cabeça, é eu dei com a testa naquele maldito galho da árvore, pus minha mão na cabeça e a retirei sentido ela molhada, a olhei e ela estavam cheia de... Sangue.

Vi tudo girar e minha vida passar diante dos meus olhos (e como ela foi chata), uma forte tontura me fez cambalear rapidamente para trás só tive tempo de por minha mão na cabeça sentido muita dor e meus pés e pernas amolecerem e com um forte impulso pra trás e me senti caindo e ficando inteiramente molhada com água bem gelada e eu logo afundei me debatendo, eu acabei de cair no rio, e eu não sei nadar.

Não acredito que vou morrer sem ao menos deixar meu testamento, me livrei do casamento e de mim mesma, é foi bom conhecer vocês, nós vemos nas nuvens andado de mãos dadas com os anjinhos! – Pensei me debatendo na água, até que tudo apagou, adeus vida cruel!

Notas finais
Essa cap fico meio confuso e sem graça, mas logo logo vai ficar tudo explicadinho pra vcs :3
Eu seeeeeeeeei fico uma droga esse cap ~não me amem mais~ :CC
Bom prometo melhor daqui pra frente então deeeixeem reviews pfvr :3
E feliz ano novo a você leitores que fazem a minha felicidade lendo a fic :333
Kisus :*